E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor

Os consumidores online estão cada vez mais exigentes. No Google, por exemplo, a busca por “melhor” supera a busca por “mais barato”. Isso se deve ao fato de que é muito fácil encontrar o produto com menor preço pelas ferramentas do próprio Google ou dos marketplaces.

Mas definir qual é o produto de maior qualidade é subjetivo e demanda maior pesquisa. É aí que moram diversos critérios para definir a escolha dos produtos. Se você tem um e-commerce, não deixe de conferir esta lista com 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor.

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1. Preço

Esse é o fator mais óbvio, certo? Afinal, como falamos anteriormente, é muito fácil comparar o valor dos produtos à venda, então esse já é um filtro para estabelecer quanto o consumidor pode ou quer pagar.

Depois dessa peneira, as pessoas costumam pesquisar pelo produto que tem maior qualidade entre os que cabem no orçamento. Nesse ponto, a qualidade tende a definir qual produto escolher. Mas entre produtos de qualidades semelhantes, o preço acaba sendo o critério de desempate mais natural.

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2. Presença

Antes de mais nada, é preciso se fazer presente nas pesquisas do consumidor. O primeiro passo essencial para que alguém compre o seu produto é encontrá-lo. Por isso, além de estar disponível nas principais plataformas, ainda é preciso criar uma imagem forte e atraente para a marca e os produtos, para que eles se destaquem.

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3. Tendências

Naturalmente, a busca tende a ser maior por produtos que trazem novidades ou que estão na moda. Por isso, manter a lista de produtos atualizada à realidade do mercado é um passo essencial para alcançar boas vendas.

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4. Gatilhos de significado

São palavras, frases curtas, descrições, símbolos ou imagens que rapidamente criam atalhos mentais, fazendo com que o consumidor associe o produto a ideias positivas. É o caso de frases como “sem adição de açúcares”, palavras como “econômico”, desenhos como uma folha de árvore representando consciência ambiental, etc.

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5. Análises

Trata-se de recorrer a especialistas para saber qual produto eles consideram melhor. É o caso de uma influenciadora digital que faz avaliações de maquiagens, por exemplo. Também pode ser um site de tecnologia que faz análises dos diversos modelos de notebook para comparar quais são as vantagens de cada um.

6. Escassez

As pessoas tendem a se sentir mais impulsionadas a comprar quando o estoque do produto é pequeno, e ele corre o risco de acabar rapidamente. Isso faz que o consumidor tenha pouco tempo para decidir e acabe finalizando a compra para não se arrepender depois. Essa lógica funciona muito bem com vagas limitadas de cursos online, por exemplo.

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7. Gratuidade

Qualquer promoção que envolva o ganho de algo de forma gratuita gera um grande apelo no consumidor. Pode ser algo do tipo “compre 1 e leve 2”, um acréscimo na quantidade do produto ou até mesmo um brinde. Nesse quesito, o frete grátis também é uma questão chave.

8. Descontos

Parece tentador comprar um produto com 30% de desconto, afinal, é um excelente negócio. Claro, quanto maior o desconto, maior essa sensação. Por isso, esse é um fator que faz com que o consumidor sinta que está tendo muita vantagem na compra.

9. Avaliações

Um dos fatores mais importantes no anúncio de um produto são as avaliações dos consumidores. Por elas, é possível saber se o produto realmente cumpre o que promete e se tem qualidade. Do mesmo modo, reclamações em sites como o Reclame Aqui podem fazer com que o consumidor decida desistir da compra.

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10. Indicações

Mesmo quando falamos de e-commerce, o famoso “boca a boca” ainda cumpre um papel importante. Quando uma pessoa acha um produto com boas condições de venda, é comum que ela compartilhe isso com outras pessoas. Além disso, a jornada de compra pode começar pelo depoimento de alguém que já adquiriu aquele produto e gostou.

11. Entrega rápida

Quando um consumidor compra um produto, ele deseja tê-lo em mãos o mais rápido possível. Ele pode até estar comprando algo que precisa usar em poucos dias. Por isso, o tempo de entrega curto é um fator favorável, assim como um tempo longo pode levar à desistência da compra.

Veja como funciona o frete nos principais marketplaces no nosso artigo: 7 maiores marketplaces do Brasil 2022: como vender neles.

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12. Interface da loja

Guiar o consumidor de forma clara e rápida para continuar a sua jornada de compra ajuda que ele continue o processo na sua loja mais facilmente. Muita burocracia ou uma lógica confusa pode fazer com que ele desista no meio da compra.

13. Apresentação

O consumidor se sente muito mais confortável para comprar um produto online a partir do momento em que ele tem informações completas a seu respeito. Por isso, além de fotos nítidas e variadas, é preciso uma descrição completa, incluindo detalhes sobre características, tamanhos, possibilidades de uso, etc. Um cliente pode deixar de comprar um notebook em uma loja, por exemplo, porque o anúncio não informa os detalhes técnicos dele.

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14. Formas de pagamento

Grande parte das vezes, o cliente não tem dinheiro para pagar o produto à vista. Portanto, a possibilidade de dividir o pagamento no cartão de crédito é uma necessidade para fechar muitas compras, especialmente se o número de parcelas puder ser maior.

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15. Garantia e devolução

Todas as vendas online são passíveis de devolução, mas apresentar uma política clara e segura sobre como isso funciona na sua loja dá segurança para os clientes. A garantia também é um fator diferencial e, claro, quanto maior, melhor.

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16. Qualidade

Começamos falando do preço e não poderíamos terminar sem falar da qualidade. Como dissemos, é ela quem consegue definir o que comprar dentro da faixa de preços possível. Muitos dos critérios acima refletem a qualidade, como as avaliações e as análises. No fim das contas, sempre vai fazer diferença o quão bom é o produto que você pode oferecer.

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Esses foram os 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor no e-commerce. Agora que você já os conhece, é hora de se organizar para dar conta de se destacar nesse mercado.

A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em e-commerce. Conte com a nossa ajuda para manter as finanças da sua empresa em dia e ter condições de oferecer os melhores serviços para os seus clientes.


Shopee: nova taxa para vendedores CPF


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E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor


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Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?


Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?



Shopee: nova taxa para vendedores CPF

A Shopee continua restringindo as possibilidades de venda com CPF na plataforma. Apesar de ser possível vender tanto com CNPJ quanto com CPF na Shopee, esse marketplace tem feito mudanças para incentivar os vendedores CPF a migrarem para o regime CNPJ.

Esse não é um movimento único da Shopee, muitos marketplaces não aceitam vendas por CNPJ, enquanto outros têm estabelecido restrições semelhantes, como o Mercado Livre, por exemplo. Acompanhe abaixo tudo o que você precisa saber sobre a nova taxa para vendedores CPF na Shopee.

O que muda para os vendedores CPF na Shopee?

No dia 1 de fevereiro de 2022, a Shopee começou a cobrar uma taxa adicional de R$ 3 para cada produto vendido por vendedores CPF que possuem grande volume de vendas. Recentemente, em 1 de junho de 2022, esse valor ficou ainda maior.

Os vendedores CPF que tiverem emitido mais de 900 produtos nos últimos três meses (média de 10 produtos por dia) passaram a ter que pagar R$ 5 de taxa por produto vendido, ao invés dos R$ 3 que estavam sendo cobrados anteriormente. Para os casos de produtos abaixo de R$ 10, a taxa estabelecida é a de metade do valor do item.

Além dessa taxa, ainda continua sendo necessário pagar uma comissão de 12% sobre o preço de cada produto. Portanto, se for vendido 1 item de R$ 100, o vendedor terá que pagar R$ 5 de taxa e R$ 12 de comissão, totalizando R$ 17.

Mas se forem vendidos 4 produtos de R$ 25 cada (totalizando R$ 100), o vendedor terá que pagar R$ 20 de taxa (4 x R$ 5) e R$ 12 de comissão (4 x R$ 3), totalizando R$ 32. Mesmo que o volume de vendas diminua posteriormente, essas taxas continuarão sendo cobradas.

Além disso, vendedores que têm faturamento anual superior a R$ 81 mil passaram a ter obrigação de emitir nota fiscal e, portanto, precisarão ter CNPJ.

Processo de migração para CNPJ 

As alterações foram apenas para vendedores CPF. Para os que vendem com CNPJ, as regras continuam as mesmas. Isso quer dizer que os vendedores CNPJ continuam não tendo que pagar uma taxa fixa por produto vendido, devendo arcar apenas com a comissão de 12%. Isso torna o regime CNPJ muito mais vantajoso para quem tem grande volume de vendas.

Os vendedores CPF podem evitar as novas taxas migrando para o regime CNPJ. A mudança de status ocorre em até 7 dias úteis. O processo de migração para CNPJ garante também o acesso ao sistema logístico da Shopee. Com isso, o vendedor pode enviar os produtos através de transportadoras parceiras.

Quem pretende continuar vendendo com CPF, terá que aumentar o valor dos produtos se quiser continuar tendo a mesma margem de lucro. Isso faz com que os itens de vendedores CPF sejam menos competitivos do que os de vendedores CNPJ.

Quem for abrir um CNPJ pode fazer isso de forma descomplicada através do regime MEI (Microempreendedor Individual), mas apenas se o faturamento anual for de até R$ 81 mil. Caso contrário, é preciso abrir uma ME (Microempresa) ou EPP (Empresa de Pequeno Porte).

Qual o motivo das mudanças

O principal motivo para que a Shopee e outros marketplaces, como o Mercado Livre, restrinjam as possibilidades de vender com CPF em suas plataformas é a tentava de garantir mais segurança jurídica.

Os órgãos de fiscalização governamental têm intensificado a supervisão das atividades em marketplaces. Além das questões tributárias, a venda com CNPJ torna mais clara a procedência das mercadorias.

Outro motivo é incentivar os vendedores a usarem o sistema de logística da Shopee. Para utilizar os serviços das transportadoras parceiras, é preciso emitir nota fiscal. Portanto, é preciso que o vendedor seja CNPJ.

A obrigação de emitir nota fiscal para quem fatura mais de 81 mil por mês se deve ao fato de que esse é o limite de faturamento para o enquadramento MEI. A questão é que o MEI não é obrigado a emitir nota fiscal quando vende para pessoa física, mas quem tem faturamento superior a esse limite é obrigado a fazer a emissão.

Conte com ajuda especializada para fazer a migração

O cerco contra a utilização de CPF nos marketplaces está cada vez maior. É por isso que a Shopee resolveu adotar essa nova taxa para vendedores CPF. Para evitar dores de cabeça, recomendamos que você faça já sua migração para CNPJ.

A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em e-commerce e vendas por marketplaces. Conte com uma assistência especializada no tipo de negócio da sua empresa para fazer essa migração. Clique aqui.


Shopee: nova taxa para vendedores CPF


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Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?


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Por que o ERP é a ferramenta mais importante para o e-commerce?


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Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?

Muitos vendedores no marketplace da Shopee têm optado por usar o dropshipping como método de venda online na plataforma. Essa é uma estratégia que tem se tornado cada vez mais comum no comércio eletrônico, mas que precisa ser pensada a partir das características de cada marketplace. Abaixo, vamos explicar se vale a pena fazer dropshipping na Shopee.

O que é o dropshipping?

Dropshipping é o método de vendas no qual você não tem estoque dos produtos que vende. A cada venda, você solicita o produto do fornecedor e pede que ele seja entregue diretamente no endereço do comprador. Portanto, você é apenas um intermediário entre o fornecedor e o cliente final. Os produtos nem chegam a passar pelas suas mãos.

O dropshipping é uma maneira mais fácil de começar a vender online, porque você não tem a necessidade de caixa inicial para comprar os produtos. Além disso, você não tem que fazer gestão de estoque e nem cuidar da parte logística, já que você não é o responsável pelas entregas.

Quais são as regras da Shopee?

A Shopee não deixa claro nos seus termos de uso como essa prática é regulada dentro da plataforma. Mas esse marketplace não foi criado com a intensão de promover estratégias de venda como essa. Isso significa que o processo de envio do pedido para o fornecedor não é automático e precisa ser feito manualmente.

Existem casos de vendedores que tiveram suas contas bloqueadas. Portanto, fazer dropshipping na Shopee é uma estratégia que envolve risco para o vendedor. Dessa forma, tenha em mente que esse é um proceso “extraoficial”, não regulamentado pela plataforma.

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Como fazer dropshipping na Shopee?

Se você quer atuar no comércio eletrônico a partir da estratégia de dropshipping, a primeira coisa a ser feita é um estudo de mercado para determinar que tipos de produtos você deve vender, inclusive definindo se serão produtos de apenas de um nicho ou de tipos variados.

Depois disso, você deve escolher os seus parceiros, que são os fornecedores. Isso é muito importante porque o seu negócio vai depender totalmente deles. Por isso, eles precisam ser confiáveis e fornecer produtos de qualidade. Fazer dropshipping nacional é mais fácil, pois o contato com o fornecedor é mais rápido.

Para realizar esse processo na Shopee, primeiro você deve fazer o seu cadastro na plataforma, o que é bem fácil e intuitivo. Você pode cadastrar seu CPF ou CNPJ. A Shopee tem uma Central do Vendedor, que explica todos os processos necessários em detalhes.

Então você deve cadastrar sua loja, criando um nome, uma logo e uma descrição interessantes para ajudar nas vendas. A partir daí, você já pode cadastrar os seus produtos. Para isso, pegue todos os dados, características e fotos deles com o seu fornecedor.

Você também deve informar para a Shopee que o envio será por sua conta, não integrado ao sistema de logística da plataforma.

Como funciona o processo de dropshipping?

A partir do momento em que você fizer uma venda, você é o responsável pela comunicação com o seu fornecedor e com o seu cliente. Para todos os efeitos, o cliente está comprando de você, portanto a responsabilidade é totalmente sua.

Você deve passar todos os dados da venda para o fornecedor, inclusive a etiqueta que a Shopee gera. O fornecedor é que vai ser responsável por separar, embalar e despachar o produto.

Você vai ficar responsável pelo relacionamento com o cliente, disponibilizando código de rastreio, prazo de entrega e ficando à disposição para tirar qualquer dúvida. Você também deve acompanhar a entrega até o recebimento do cliente, garantindo que tudo está dentro dos padrões, e que o cliente está satisfeito.

É importante entender a centralidade das demandas de contato com o fornecedor e de atendimento ao cliente, afinal de contas, é a sua loja que está sendo avaliada.

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Devo optar pelo dropshipping?

Como você viu neste artigo, o dropshipping na Shopee tem se tornado uma prática cada vez mais comum. Mas vale a pena fazer? O dropshipping pode ser um método de trabalho mais fácil por não demandar uma necessidade de caixa alto no início. Mas você vai ter uma demanda bem significativa relacionada aos processos manuais e de atendimento ao cliente. 

Portanto, o dropshipping é uma estratégia que envolve vantagens e desvantagens, e você deve levá-las em consideração na hora de optar ou não por esse método. De uma maneira ou de outra, você pode contar com a Brasct. Nós somos um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em dropshipping e demais estratégias de venda online.


Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?


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Tudo sobre a Restituição do Imposto de Renda 2022


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Como vender na Shopee?

As vendas online têm se tornado uma realidade cada vez maior no mercado brasileiro. Para a maioria dos empreendedores, isso tem acontecido por meio dos marketplaces. A Shopee tem sido um dos mais populares, atraindo muitos vendedores para a plataforma.

 A Shopee é o marketplace mais forte do sudeste asiático, e o Brasil foi o primeiro país para o qual a empresa migrou fora dessa região. Aqui, ela cresceu rapidamente e tomou grande parte do nosso mercado. Em 2021, o aplicativo mais baixado do Brasil foi o da Shopee, com 100 milhões de downloads!

Se você tem interesse em saber como vender na Shopee, leia abaixo todas as informações que você precisa saber a respeito.

Quanto a Shopee cobra de comissão?

A Shopee cobra dos vendedores uma comissão de 12% para qualquer tipo de produto. É uma taxa competitiva em relação a outros marketplaces, pois, na maioria deles, a comissão varia de acordo com o tipo de produto, podendo chegar a mais de 20%.

Outra vantagem é que o valor máximo de comissão cobrado por produto é de R$ 100,00. Também não é cobrada nenhuma mensalidade ou taxa fixa por produto.

Como funciona o frete?

Na Shopee, quem paga o frete é o cliente, então o vendedor não precisa se preocupar com esse gasto. Cada cliente tem direito a 2 cupons de frete grátis por mês, mas eles são custeados pela Shopee. Esses cupons são aplicáveis a compras acima de R$ 50 e com frete de até R$ 25. Se o valor do frete exceder esse limite, o comprador é quem paga a diferença.

Cada vendedor pode escolher aceitar também cupons de frete grátis extras para compras acima de R$ 20 e com frete de até RS 20. Se o valor do frete exceder R$ 20, o comprador é quem paga a diferença. Cada cliente tem direito a 3 cupons de frete grátis extras por mês. Os cupons comuns usados para comprar com vendedores que aceitam cupons extras funcionam com os valores de cupom extra.

No entanto, se o vendedor participar do Programa de Frete Grátis Extra, a Shopee cobra uma taxa adicional de 6% sobre o valor da comissão, e o vendedor passa a ter que destinar 18% do valor de suas vendas para a Shopee.

A Shopee também tem um sistema de logística próprio, o Shopee Xpress, que é uma alternativa ao envio pelos Correios.

Posso vender com CPF?

Por enquanto sim… A Shopee ainda permite que você venda tanto como pessoa física (CPF) quanto como pessoa jurídica (CNPJ). No entanto, a plataforma está restringindo cada vez mais a participação de vendedores cadastrados como pessoa física.

A partir de abril de 2022, quem vende com CPF só poderá fazer 100 vendas por mês. A partir de maio de 2022, esse limite cairá para 30 vendas por mês. Tudo indica que em um futuro não muito distante, a plataforma não deverá mais aceitar vendas feitas por pessoas físicas.

Além disso, se você pretende vender com CPF, é bom ficar atento a alguns detalhes. Quem faz o cadastro como pessoa física e depois decide mudar para pessoa jurídica não consegue transferir o saldo a receber para o novo cadastro. Isso significa que não tem como mudar a conta sem perder o saldo que ainda não foi recebido.

Por tudo isso, pode ser interessante já abrir um CNPJ antes de começar a vender no aplicativo. Você pode fazer isso se tornando um MEI. O processo é bastante simples e você paga apenas uma taxa mensal de R$ 61,60, que te dá direito a benefícios previdenciários. Como MEI, você pode ter um faturamento anual de até R$ 130 mil.

Como começar a vender na Shopee?

Faça seu cadastro na Central do Vendedor, como pessoa jurídica (CNPJ) ou pessoa física (CPF). Depois de preencher seus dados, você pode editar as informações da sua loja e começar a publicar seus anúncios.

Como funciona a emissão de nota fiscal?

Outra grande vantagem de quem tem CNPJ é poder emitir nota fiscal eletrônica (NF-e), o que é importante para alguns clientes. A Shopee conta com o Emissor de NF-e Shopee, um serviço próprio que facilita bastante esse processo para os vendedores. Para usar o Shopee Xpress é obrigatória a emissão de NF-e.

O seu contador pode te ajudar a preencher todos os parâmetros necessários para emitir notas fiscais de forma correta e ágil nessa plataforma.

Quais os atrativos da Shopee

A Shopee atinge uma grande parcela do público brasileiro a partir de quatro características: 

  1. Compras pelo aplicativo: Diferente de outros marketplaces, a Shopee adota o modelo “mobile first”, ou seja, as compras são feitas muito mais pelo celular do que pelo computador. 95% das vendas da Shopee se dão por meio do aplicativo para smartphone. Isso torna a plataforma prática e acessível.
  1. Cupons de frete grátis: São bastante atrativos pelo fato de os consumidores poderem fazer até 5 compras por mês sem pagar nada de frete. O interessante é que o valor mínimo para a aplicação desses cupons é baixo, quando comparado com as condições de frete grátis de outros marketplaces.
  1. Parcelamento sem juros: Todas as compras acima de R$ 20 no aplicativo podem ser parceladas em até 6 vezes sem juros, desde que cada parcela tenha o valor mínimo de R$ 5. Mas o vendedor recebe o valor integral de uma só vez, sem nenhum custo adicional por antecipação. O que é uma grande vantagem para o vendedor.
  1. Preços baixos: Pelo fato de ser originária do sudeste asiático e ter tido o Brasil como primeiro mercado fora do continente, a estratégia da Shopee para conquistar o mercado brasileiro foi oferecer a importação de produtos chineses. Para competir com eles, os vendedores brasileiros também tiveram que oferecer preços mais acessíveis, de forma que essa se tornou uma característica que atrai muitas pessoas para a plataforma.

A Shopee tem alguma desvantagem?

O principal ponto que pode tornar a venda na Shopee um pouco mais complicada é a Garantia Shopee. Esse é um recurso da plataforma para tornar a compra mais segura para os clientes. Com ele, o dinheiro da venda fica retido e só é repassado para o vendedor depois que o cliente confirmar que recebeu o produto de forma adequada.

É claro que muitos clientes não dão esse feedback, então a plataforma aguarda 7 dias corridos. Se até lá o cliente não se manifestar, o dinheiro é liberado para o vendedor. Considerando também o tempo que o produto demora para chegar ao cliente, isso faz com que o recebimento do dinheiro da venda possa demorar vários dias para ocorrer depois do envio do produto.

Conte com uma boa assistência contábil

Esperamos ter tirado suas dúvidas sobre como vender na Shopee! Mas se você ainda não tem experiência com vendas online, uma boa assistência contábil vai ser fundamental para que você consiga operar de forma legal e eficiente em plataformas como essa.

A BRASCT é um escritório de contabilidade em São Paulo pronto para levar o seu negócio para o espaço virtual. Para quem vende na Shopee, por exemplo, fazemos toda a parametrização do Emissor de NF-e Shopee. Entre em contato com a gente!

Se você quer saber mais sobre outros marketplaces além da Shopee, leia o nosso artigo: 7 maiores marketplaces do Brasil 2022.

7 maiores marketplaces do Brasil 2022: como vender neles?

As vendas pela Internet têm se tornado uma tendência cada vez maior no mercado brasileiro. Por isso, se você ainda não faz vendas online, pode estar perdendo uma grande oportunidade. Mas, quando falamos nesse tema, é comum que muitos empreendedores não saibam nem por onde começar. Por isso, vamos te dar todas as dicas a seguir.

As vendas online costumam acontecer de duas formas: através de e-commerces ou de marketplaces. Os e-commerces são lojas virtuais próprias de cada empresa. Os marketplaces, por outro lado, são como shoppings virtuais, nos quais você encontra uma diversidade de produtos de diferentes vendedores.

Criar uma loja virtual própria exige mais investimento e estratégias de marketing para atrair clientes. Por isso, os marketplaces são a forma mais fácil e eficiente de entrar no mercado online. Neste artigo, vamos te explicar como vender nos 7 maiores marketplaces do Brasil em 2022. Acompanhe a lista abaixo:

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1. Mercado Livre

O Mercado Livre é amplamente reconhecimento como o maior marketplace do Brasil. O sucesso da plataforma é tão grande que, em 2020, ela superou a Vale, se tornando a empresa mais valiosa da América Latina. A plataforma conta com mais de 300 milhões de usuários cadastrados em todo o mundo.

  • Quem pode se inscrever: É possível criar uma conta no site tanto como pessoa física (CPF) quanto como pessoa jurídica (CNPJ).
  • Quanto é cobrado: A cada produto vendido, é cobrada uma comissão que varia entre 11% e 19%, dependendo do tipo de anúncio e de produto. Há uma opção gratuita limitada para as primeiras vendas.
  • Como funciona o envio: Dependendo da reputação do vendedor, ele ganha desconto de até 50% no frete grátis. É obrigatório oferecer frete grátis nas compras acima de R$ 79.

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2. Shopee

A Shopee tem se tornado rapidamente um dos marketplaces mais populares no Brasil pela facilidade com que as compras podem ser realizadas no aplicativo e pelos preços baixos. Um grande diferencial da Shopee é oferecer 2 cupons de frete grátis por mês para os clientes, além de 3 cupons de frete grátis extras que podem ou não ser aceitos pelos vendedores cadastrados.

  • Quem pode se inscrever: É possível criar uma conta no site tanto como pessoa física (CPF) quanto como pessoa jurídica (CNPJ).
  • Quanto é cobrado: É cobrada uma comissão de 12% por produto vendido, até o máximo de R$ 100.
  • Como funciona o envio: O vendedor não paga nada pelo envio quando o comprador usa um cupom de frete grátis. Se o vendedor optar por aceitar cupons de frete grátis extras, é cobrada uma taxa adicional de 6% por produto vendido.
  • Observação: O Shopee está restringindo a quantidade de vendas que podem ser feitas por pessoas físicas. Em abril de 2022, passará a haver o limite de 100 vendas por mês para quem usa o CPF. A partir de maio, esse limite cairá para 30 vendas por mês.

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3. Amazon

Inicialmente voltada apenas para a comercialização de livros, a Amazon se abriu para outros segmentos, tornando-se um dos marketplaces de maior destaque. Ela é a maior empresa do mundo na atualidade, mas não tem tanta liderança do mercado brasileiro quanto tem em outros países mundo afora.

  • Quem pode se inscrever: É possível criar uma conta no site tanto como pessoa física (CPF) quanto como pessoa jurídica (CNPJ).
  • Quanto é cobrado: Há dois planos, o Profissional e o Individual. É cobrada uma taxa mensal de R$ 19 no primeiro, e uma taxa de R$ 2 por item vendido no segundo. Além dessas taxas, também é cobrada uma comissão que varia entre 8% e 20%, dependendo do tipo de produto.
  • Como funciona o envio: A Amazon entrega os produtos para os clientes, cobrando o valor integral do vendedor, que varia de acordo com o item.

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4. Magazine Luiza

Partindo do sucesso da rede de lojas físicas, a apelidada Magalu se tornou uma presença muito forte no mercado online brasileiro. Destacando-se inicialmente no ramo de móveis e eletrodomésticos, nas vendas online, ela conta com a mais diversa variedade de produtos. Recentemente incorporou a Netshoes.

  • Quem pode se inscrever: Só é possível criar uma conta no site como pessoa jurídica (CNPJ). 
  • Quanto é cobrado: Para quem é MEI ou optante pelo Simples Nacional, é cobrada uma comissão de 3,99%. Para outras empresas, é cobrada uma comissão que varia entre 10% e 20%, dependendo do tipo de produto.
  • Como funciona o envio: A Magazine Luiza entrega os produtos para os clientes. É obrigatório oferecer frete grátis acima de R$ 79, sendo cobrada uma coparticipação do vendedor, que pode ser zerada se ele cumprir os prazos de entrega.
  • Observação: Existe a possibilidade de criar uma conta como “divulgador”, cadastrando-se como pessoa física (CPF). Mas ela não possibilita vender produtos próprios, apenas anunciar produtos oferecidos por empresas. Ainda assim, pode ser um bom investimento, já que, com essa modalidade, é possível ganhar uma comissão que varia entre 1% e 12%.

Onboarding

5. Via Marketplace

Via Marketplace é o novo nome do antigo Via Varejo. Esse conglomerado é composto pelas Casas Bahia, pelo Extra e pelo Ponto. Portanto, cadastrando-se nele, você tem seu produto divulgado nesses três sites. Todas essas empresas têm forte presença no mercado brasileiro a partir das suas lojas físicas, tornando-se uma forte potência quando unidas no ambiente online.

  • Quem pode se inscrever: Só é possível criar uma conta no site como pessoa jurídica (CNPJ).
  • Quanto é cobrado: É cobrada uma comissão que varia entre 18,5% e 21%, dependendo do tipo de produto.
  • Como funciona o envio: O Via Marketplace tem um sistema próprio de entregas chamado Envvias, que sai mais em conta para o vendedor.

File:Lojas Americanas Logo.svg - Wikimedia Commons

6. Americanas Marketplace

Americanas Marketplace é o nome que a B2W, dona da plataforma, tem usado atualmente. Mesmo assim, ela ainda é muito referida como B2W Marketplace. Esse conglomerado é composto pelas Americanas, pelo Submarino e pela Shoptime. Portanto, cadastrando-se nele, o vendedor tem seus produtos divulgados nesses três sites.

A Americanas, enquanto rede de lojas físicas, já trazia uma imensa variedade de produtos. Nas vendas online, ela ampliou seu alcance se juntando a esses veteranos da Internet.

  • Quem pode se inscrever: Só é possível criar uma conta no site como pessoa jurídica (CNPJ).
  • Quanto é cobrado: É cobrada uma comissão que varia entre 12% e 19% por venda, dependendo do tipo de produto. A comissão é sobre o valor do produto + o valor do frete.
  • Como funciona o envio: As entregas são feitas pelo Americanas Marketplace. O custo do frete grátis tem um desconto de 80% para os vendedores que aderirem ao programa Fulfillment.

OLX Logo - PNG and Vector - Logo Download

7. OLX

A OLX surgiu como uma espécie de classificados online, muito relacionada à venda de produtos usados. Mas o crescimento do site tem atraído cada vez mais empresas para ele.

Inicialmente, todo o processo de pagamento e envio ocorria entre o vendedor e o cliente, de forma independente da plataforma. Mas com a criação da carteira digital OLX Pay, passou a existir a possibilidade de o site intermediar esses processos.

Também é conhecida por permitir anúncios de imóveis e veículos.

  • Quem pode se inscrever: Qualquer um pode se inscrever. O cadastro no site é bastante simples, podendo ser feito até mesmo através da conta do Facebook ou do Google.
  • Quanto é cobrado: Há uma opção gratuita, que permite até 40 anúncios por mês, e o Plano Profissional, que custa a partir de R$ 59,90 por mês. É cobrada uma taxa de 10% para quem usa a OLX Pay. Caso contrário, o pagamento não é feito pela plataforma.
  • Como funciona o envio: A forma de entrega é combinada diretamente com o cliente. Mas nas compras com OLX Pay, é possível usar o serviço Entrega em Casa, pago pelo cliente.

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Deu para entender como vender nos 7 maiores marketplaces do Brasil em 2022? A BRASCT é um escritório de contabilidade em São Paulo preparado para te ajudar a dar esse passo no seu negócio. Precisa de ajuda para organizar suas vendas online? Fale com a gente!