Live commerce: tendência para sua loja virtual vender mais

O live commerce é o futuro das compras online. Ele é considerado a maior tendência atual do comércio eletrônico brasileiro. Também chamado de live shop, funciona de forma parecida com os canais de televendas, no estilo Shoptime.

A China foi o primeiro país a utilizar essa estratégia, e hoje 37,4% das vendas do comércio eletrônico chinês já funcionam com live commerce. Essa novidade pode aumentar em até 10 vezes o engajamento e a taxa de conversão, segundo o B2W Marketplace. Além disso, ela também permite a captação de leads.

Se você ainda não conhecia essa ideia ou se já havia ouvido falar, mas estava em dúvida sobre como aplicá-la, este texto vai ajudar muito no crescimento do seu e-commerce. Confira tudo sobre essa tendência para sua loja virtual vender mais.

O que é o live commerce?

O live commerce é a divulgação e venda de produtos online ao vivo. O vendedor apresenta o produto em detalhes, faz demonstrações de uso e tira dúvidas. Devem ser oferecidas promoções que valem apenas durante a live. Além de vendas diretas, ele também promove divulgação. Assim, pode até ser que uma pessoa não compre durante a live, mas fique conhecendo o produto e volte para comprar depois.

Além de fins comerciais, também tem características de entretenimento e gamificação. Pode contar com um convidado, como um influenciador digital, para gerar maior engajamento. Tem intensão não só de vender, mas também de criar relação com o público. Além de divulgar os produtos, é possível dar dicas e fazer comentários sobre o setor em que a loja trabalha.

Como fazer uma live?

O live commerce pode ser feito nas mídias sociais, em plataformas de streaming ou em marketplaces que já oferecem essa opção. As lives costumam ter, em média, 1h de duração. Para ser mais efetivo, o live commerce demanda investimentos em equipamentos, cenário, Internet, convidados, etc.

Você deve fazer o máximo possível para atrair as pessoas para a live. Portanto, pense em benefícios exclusivos que elas podem ter ao acompanhar a sua transmissão. Isso pode incluir, por exemplo, o sorteio de brindes ou o oferecimento de descontos nas próximas compras para quem se cadastrar durante a live.

É importante mostrar proximidade com as pessoas que estão assistindo. Para isso, leia os comentários delas e fale os seus nomes. Faça perguntas para cada uma. Isso vai incentivar que outras pessoas também queiram interagir. Também faça perguntas gerais, enquetes, para que várias pessoas respondam e você possa ir lendo enquanto isso.

Essas são algumas estratégias para fazer uma boa live:

  • Prepare um bom roteiro para não depender só do improviso. Seja criativo.
  • O apresentador deve ser carismático, didático e ficar à vontade com a câmera.
  • Crie um cenário atraente e com boa iluminação.
  • Faça uma boa divulgação com antecedência, dizendo que sorteios e promoções irão acontecer.
  • Relembre os seguidores sobre a live pouco tempo antes de ela começar.

Concretizando as vendas

É importante se preocupar com a logística das vendas. Se os clientes forem comprar na plataforma automática do seu e-commerce, você pode oferecer um cupom de desconto valendo apenas pelo período da live. Mas outra opção é realizar as vendas de forma direta, o que é mais compatível com as lives feitas em mídias sociais.

Nesse caso, é preciso ter colaboradores preparados para atender rapidamente as pessoas pelo WhatsApp da loja ou por mensagens diretas na rede social. Também é dessa foram que você pode cadastrar pessoas para sorteios, por exemplo. Você pode dar um número sequencial para cada pessoa que quiser participar e depois sortear um deles.

O atendimento individualizado é importante porque fica muito confuso acompanhar as mensagens de todas as pessoas apenas pelos comentários da live. Os comentários podem ser usados para que as primeiras pessoas que comentarem tenham um desconto especial, por exemplo. Mas depois é importante pedir para que cada uma entre em contato individualmente para acertar os detalhes.

Essa parte das vendas, dos sorteios e dos descontos tem que funcionar muito bem, senão as pessoas vão ficar frustradas, comentar negativamente e não vão querer mais participar das próximas livres. Então lembre-se que você não deve se preocupar apenas com a apresentação.

Conte com os melhores parceiros para o seu e-commerce

Agora que você já sabe o que é o live commerce e como ele é uma tendência para sua loja virtual vender mais, o seu negócio tem tudo para estar um passo à frente no mercado. Mas não adianta estar conectado com as novas estratégias do e-commerce se você não trabalhar com quem te dá todo o suporte necessário.

A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em estratégias para e-commerce. Ela está sempre atenta às tendências e preparada para atender às atuais necessidades dos clientes. Conheça a Brasct!


Live commerce: tendência para sua loja virtual vender mais


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5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online


5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online





E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor


E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor



5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online

Ao visitar lojas físicas, o consumidor tem um número limitado de opções para escolher. Mas, na Internet, ele tem milhares de possibilidades ao seu alcance a partir de uma simples busca. Por isso, não basta apenas colocar seus produtos online, é preciso usar estratégias para se destacar.

No entanto, muitas delas são complexas e difíceis de serem implementadas, exigindo muito investimento financeiro e conhecimento especializado. Neste texto, vamos apresentar 5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online. Confira quais são para aumentar as vendas do seu e-commerce.

Memes Are Great, But Instagram Really Wants You to Shop – Sourcing Journal

1. Utilize as redes sociais

Defina qual é o seu público alvo e identifique quais redes sociais ele costuma usar. Se o público for mais jovem, por exemplo, o foco em novas plataformas, como o TikTok, deve ser mais eficiente do que no Facebook.

Defina uma rotina de postagens. Caso use o Instagram, por exemplo, pense em um tipo de story diferente para cada dia. Na segunda, você pode apresentar um produto. Na terça, postar o depoimento de um cliente, etc. Você também pode pagar para impulsionar os posts, direcionando que tipo de público você quer que eles alcancem.

Grande parte das lojas virtuais hoje são multiplataforma. Isso significa que vendem em vários canais, como sites próprios, diversos marketplaces e também em redes sociais. Essa variedade ajuda a alcançar mais clientes. Mas é interessante contar com um ERP para facilitar esse processo, se você opera em muitos canais.

2. Desenvolva o SEO

SEO significa “otimização para motores de busca” (Search Engine Optimization, em inglês). Significa usar mecanismos que facilitam que as suas páginas apareçam entre as primeiras nas pesquisas do Google sem que você tenha que pagar por isso.

Você pode usar essa estratégia, por exemplo, inserindo palavras-chave nos textos das páginas e colocando, em cada uma, links para outras páginas do site. Você também deve escolher uma plataforma para desenvolvimento do site que seja responsiva. Isso quer dizer que ela deve funcionar bem tanto em computadores quanto em celulares. Há ainda diversas outras técnicas de SEO que você pode implementar.

Mesmo que você não tenha um site próprio e venda somente em marketplaces, é importante tomar cuidados que facilitem que os clientes encontrem seus produtos no mecanismo de busca da plataforma. O nome do produto, por exemplo, deve conter as palavras-chave adequadas pelas quais o cliente possa pesquisar.

Zendesk integra ferramenta de atendimento ao WhatsApp Business | IT Forum

3. Invista no atendimento ao cliente

O chat online é uma forma importante de tirar dúvidas do cliente e deixá-lo mais seguro para realizar a sua compra. Por isso, sempre que um cliente entrar em contato, responda com cuidado, gentileza e passando a maior quantidade possível de informações.

Também é interessante deixar claro no site da loja ou nos anúncios dos produtos que o cliente pode entrar em contato para solucionar qualquer dúvida. Em algumas plataformas, os clientes fazem comentários, e a loja pode respondê-los. Não deixe de dar esse retorno e seja ainda mais cuidadoso, uma vez que todas as pessoas poderão ler sua resposta.

Outro ponto é cuidar bem do pós-venda. É importante esforçar-se para resolver os problemas dos clientes e agradecer pelos retornos positivos. Isso faz com que eles queiram comprar novamente na sua loja e que a indiquem para outras pessoas. Além disso, a sua loja foge do risco de ser listada negativamente em sites como o Reclame Aqui.

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4. Encontre a melhor logística

O prazo de entrega e o frete são dois elementos não relacionados diretamente ao produto, mas que podem ser decisivos na escolha ou não pela compra. Um valor de frete elevado e um prazo de entrega muito longo podem fazer com que o cliente desista de um produto que ele já havia escolhido comprar.

Por isso, além de cuidar da qualidade das suas próprias mercadorias, é preciso se preocupar com a forma como elas vão chegar ao cliente. Uma forma de fazer isso é pesquisar por serviços de transportadoras ou utilizar sistemas de logística próprios dos marketplaces, por exemplo.

A opção de oferecer mais de uma possibilidade de frete é sempre interessante, assim o cliente pode escolher se quer pagar mais para receber mais rápido. O frete grátis é um grande impulsionador das vendas, mas o lojista precisa avaliar bem o impacto dessa opção.

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5. Cuide das imagens e da usabilidade da loja

Os seus produtos podem ser excelentes, mas o cliente precisa encontrá-los na sua loja e ver se eles correspondem às suas expectativas. Isso quer dizer que sua loja virtual deve dar ao cliente a mesma facilidade que ele teria para identificar e avaliar os produtos numa loja física. Portanto, sua loja deve ser organizada e atrativa.

Para conseguir isso é importante que as fotos dos produtos sejam de qualidade e mostrem tudo o que o cliente precisa saber a respeito deles. Além disso, as descrições também precisam ser completas e claras, para que o cliente se sinta seguro em relação ao que está comprando.

Do mesmo modo, os produtos não podem estar todos “bagunçados numa única pilha”. É preciso que eles sejam divididos em categorias e organizados de forma que o cliente possa identificar as diferentes opções similares. Por fim, o comprador deve ter facilidade para colocar os produtos no carrinho e fazer o pagamento, senão ele corre o risco de ir embora antes disso.

EXTRA: Planejamento financeiro

Além dessas 5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online, outro meio de garantir o sucesso do seu e-commerce é cuidando bem das finanças do seu negócio.

Nesse sentido, contar com um bom escritório de contabilidade faz toda a diferença. A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em e-commerce. Estamos à disposição para te ajudar a aumentar a eficiência da sua loja online.


5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online


5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online





E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor


E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor





Shopee: nova taxa para vendedores CPF


Shopee: nova taxa para vendedores CPF



E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor

Os consumidores online estão cada vez mais exigentes. No Google, por exemplo, a busca por “melhor” supera a busca por “mais barato”. Isso se deve ao fato de que é muito fácil encontrar o produto com menor preço pelas ferramentas do próprio Google ou dos marketplaces.

Mas definir qual é o produto de maior qualidade é subjetivo e demanda maior pesquisa. É aí que moram diversos critérios para definir a escolha dos produtos. Se você tem um e-commerce, não deixe de conferir esta lista com 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor.

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1. Preço

Esse é o fator mais óbvio, certo? Afinal, como falamos anteriormente, é muito fácil comparar o valor dos produtos à venda, então esse já é um filtro para estabelecer quanto o consumidor pode ou quer pagar.

Depois dessa peneira, as pessoas costumam pesquisar pelo produto que tem maior qualidade entre os que cabem no orçamento. Nesse ponto, a qualidade tende a definir qual produto escolher. Mas entre produtos de qualidades semelhantes, o preço acaba sendo o critério de desempate mais natural.

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2. Presença

Antes de mais nada, é preciso se fazer presente nas pesquisas do consumidor. O primeiro passo essencial para que alguém compre o seu produto é encontrá-lo. Por isso, além de estar disponível nas principais plataformas, ainda é preciso criar uma imagem forte e atraente para a marca e os produtos, para que eles se destaquem.

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3. Tendências

Naturalmente, a busca tende a ser maior por produtos que trazem novidades ou que estão na moda. Por isso, manter a lista de produtos atualizada à realidade do mercado é um passo essencial para alcançar boas vendas.

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4. Gatilhos de significado

São palavras, frases curtas, descrições, símbolos ou imagens que rapidamente criam atalhos mentais, fazendo com que o consumidor associe o produto a ideias positivas. É o caso de frases como “sem adição de açúcares”, palavras como “econômico”, desenhos como uma folha de árvore representando consciência ambiental, etc.

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5. Análises

Trata-se de recorrer a especialistas para saber qual produto eles consideram melhor. É o caso de uma influenciadora digital que faz avaliações de maquiagens, por exemplo. Também pode ser um site de tecnologia que faz análises dos diversos modelos de notebook para comparar quais são as vantagens de cada um.

6. Escassez

As pessoas tendem a se sentir mais impulsionadas a comprar quando o estoque do produto é pequeno, e ele corre o risco de acabar rapidamente. Isso faz que o consumidor tenha pouco tempo para decidir e acabe finalizando a compra para não se arrepender depois. Essa lógica funciona muito bem com vagas limitadas de cursos online, por exemplo.

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7. Gratuidade

Qualquer promoção que envolva o ganho de algo de forma gratuita gera um grande apelo no consumidor. Pode ser algo do tipo “compre 1 e leve 2”, um acréscimo na quantidade do produto ou até mesmo um brinde. Nesse quesito, o frete grátis também é uma questão chave.

8. Descontos

Parece tentador comprar um produto com 30% de desconto, afinal, é um excelente negócio. Claro, quanto maior o desconto, maior essa sensação. Por isso, esse é um fator que faz com que o consumidor sinta que está tendo muita vantagem na compra.

9. Avaliações

Um dos fatores mais importantes no anúncio de um produto são as avaliações dos consumidores. Por elas, é possível saber se o produto realmente cumpre o que promete e se tem qualidade. Do mesmo modo, reclamações em sites como o Reclame Aqui podem fazer com que o consumidor decida desistir da compra.

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10. Indicações

Mesmo quando falamos de e-commerce, o famoso “boca a boca” ainda cumpre um papel importante. Quando uma pessoa acha um produto com boas condições de venda, é comum que ela compartilhe isso com outras pessoas. Além disso, a jornada de compra pode começar pelo depoimento de alguém que já adquiriu aquele produto e gostou.

11. Entrega rápida

Quando um consumidor compra um produto, ele deseja tê-lo em mãos o mais rápido possível. Ele pode até estar comprando algo que precisa usar em poucos dias. Por isso, o tempo de entrega curto é um fator favorável, assim como um tempo longo pode levar à desistência da compra.

Veja como funciona o frete nos principais marketplaces no nosso artigo: 7 maiores marketplaces do Brasil 2022: como vender neles.

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12. Interface da loja

Guiar o consumidor de forma clara e rápida para continuar a sua jornada de compra ajuda que ele continue o processo na sua loja mais facilmente. Muita burocracia ou uma lógica confusa pode fazer com que ele desista no meio da compra.

13. Apresentação

O consumidor se sente muito mais confortável para comprar um produto online a partir do momento em que ele tem informações completas a seu respeito. Por isso, além de fotos nítidas e variadas, é preciso uma descrição completa, incluindo detalhes sobre características, tamanhos, possibilidades de uso, etc. Um cliente pode deixar de comprar um notebook em uma loja, por exemplo, porque o anúncio não informa os detalhes técnicos dele.

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14. Formas de pagamento

Grande parte das vezes, o cliente não tem dinheiro para pagar o produto à vista. Portanto, a possibilidade de dividir o pagamento no cartão de crédito é uma necessidade para fechar muitas compras, especialmente se o número de parcelas puder ser maior.

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15. Garantia e devolução

Todas as vendas online são passíveis de devolução, mas apresentar uma política clara e segura sobre como isso funciona na sua loja dá segurança para os clientes. A garantia também é um fator diferencial e, claro, quanto maior, melhor.

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16. Qualidade

Começamos falando do preço e não poderíamos terminar sem falar da qualidade. Como dissemos, é ela quem consegue definir o que comprar dentro da faixa de preços possível. Muitos dos critérios acima refletem a qualidade, como as avaliações e as análises. No fim das contas, sempre vai fazer diferença o quão bom é o produto que você pode oferecer.

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Esses foram os 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor no e-commerce. Agora que você já os conhece, é hora de se organizar para dar conta de se destacar nesse mercado.

A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em e-commerce. Conte com a nossa ajuda para manter as finanças da sua empresa em dia e ter condições de oferecer os melhores serviços para os seus clientes.


Shopee: nova taxa para vendedores CPF


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E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor


E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor





Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?


Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?



Shopee: nova taxa para vendedores CPF

A Shopee continua restringindo as possibilidades de venda com CPF na plataforma. Apesar de ser possível vender tanto com CNPJ quanto com CPF na Shopee, esse marketplace tem feito mudanças para incentivar os vendedores CPF a migrarem para o regime CNPJ.

Esse não é um movimento único da Shopee, muitos marketplaces não aceitam vendas por CNPJ, enquanto outros têm estabelecido restrições semelhantes, como o Mercado Livre, por exemplo. Acompanhe abaixo tudo o que você precisa saber sobre a nova taxa para vendedores CPF na Shopee.

O que muda para os vendedores CPF na Shopee?

No dia 1 de fevereiro de 2022, a Shopee começou a cobrar uma taxa adicional de R$ 3 para cada produto vendido por vendedores CPF que possuem grande volume de vendas. Recentemente, em 1 de junho de 2022, esse valor ficou ainda maior.

Os vendedores CPF que tiverem emitido mais de 900 produtos nos últimos três meses (média de 10 produtos por dia) passaram a ter que pagar R$ 5 de taxa por produto vendido, ao invés dos R$ 3 que estavam sendo cobrados anteriormente. Para os casos de produtos abaixo de R$ 10, a taxa estabelecida é a de metade do valor do item.

Além dessa taxa, ainda continua sendo necessário pagar uma comissão de 12% sobre o preço de cada produto. Portanto, se for vendido 1 item de R$ 100, o vendedor terá que pagar R$ 5 de taxa e R$ 12 de comissão, totalizando R$ 17.

Mas se forem vendidos 4 produtos de R$ 25 cada (totalizando R$ 100), o vendedor terá que pagar R$ 20 de taxa (4 x R$ 5) e R$ 12 de comissão (4 x R$ 3), totalizando R$ 32. Mesmo que o volume de vendas diminua posteriormente, essas taxas continuarão sendo cobradas.

Além disso, vendedores que têm faturamento anual superior a R$ 81 mil passaram a ter obrigação de emitir nota fiscal e, portanto, precisarão ter CNPJ.

Processo de migração para CNPJ 

As alterações foram apenas para vendedores CPF. Para os que vendem com CNPJ, as regras continuam as mesmas. Isso quer dizer que os vendedores CNPJ continuam não tendo que pagar uma taxa fixa por produto vendido, devendo arcar apenas com a comissão de 12%. Isso torna o regime CNPJ muito mais vantajoso para quem tem grande volume de vendas.

Os vendedores CPF podem evitar as novas taxas migrando para o regime CNPJ. A mudança de status ocorre em até 7 dias úteis. O processo de migração para CNPJ garante também o acesso ao sistema logístico da Shopee. Com isso, o vendedor pode enviar os produtos através de transportadoras parceiras.

Quem pretende continuar vendendo com CPF, terá que aumentar o valor dos produtos se quiser continuar tendo a mesma margem de lucro. Isso faz com que os itens de vendedores CPF sejam menos competitivos do que os de vendedores CNPJ.

Quem for abrir um CNPJ pode fazer isso de forma descomplicada através do regime MEI (Microempreendedor Individual), mas apenas se o faturamento anual for de até R$ 81 mil. Caso contrário, é preciso abrir uma ME (Microempresa) ou EPP (Empresa de Pequeno Porte).

Qual o motivo das mudanças

O principal motivo para que a Shopee e outros marketplaces, como o Mercado Livre, restrinjam as possibilidades de vender com CPF em suas plataformas é a tentava de garantir mais segurança jurídica.

Os órgãos de fiscalização governamental têm intensificado a supervisão das atividades em marketplaces. Além das questões tributárias, a venda com CNPJ torna mais clara a procedência das mercadorias.

Outro motivo é incentivar os vendedores a usarem o sistema de logística da Shopee. Para utilizar os serviços das transportadoras parceiras, é preciso emitir nota fiscal. Portanto, é preciso que o vendedor seja CNPJ.

A obrigação de emitir nota fiscal para quem fatura mais de 81 mil por mês se deve ao fato de que esse é o limite de faturamento para o enquadramento MEI. A questão é que o MEI não é obrigado a emitir nota fiscal quando vende para pessoa física, mas quem tem faturamento superior a esse limite é obrigado a fazer a emissão.

Conte com ajuda especializada para fazer a migração

O cerco contra a utilização de CPF nos marketplaces está cada vez maior. É por isso que a Shopee resolveu adotar essa nova taxa para vendedores CPF. Para evitar dores de cabeça, recomendamos que você faça já sua migração para CNPJ.

A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em e-commerce e vendas por marketplaces. Conte com uma assistência especializada no tipo de negócio da sua empresa para fazer essa migração. Clique aqui.


Shopee: nova taxa para vendedores CPF


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Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?


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Por que o ERP é a ferramenta mais importante para o e-commerce?


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Como vender na Shopee?

As vendas online têm se tornado uma realidade cada vez maior no mercado brasileiro. Para a maioria dos empreendedores, isso tem acontecido por meio dos marketplaces. A Shopee tem sido um dos mais populares, atraindo muitos vendedores para a plataforma.

 A Shopee é o marketplace mais forte do sudeste asiático, e o Brasil foi o primeiro país para o qual a empresa migrou fora dessa região. Aqui, ela cresceu rapidamente e tomou grande parte do nosso mercado. Em 2021, o aplicativo mais baixado do Brasil foi o da Shopee, com 100 milhões de downloads!

Se você tem interesse em saber como vender na Shopee, leia abaixo todas as informações que você precisa saber a respeito.

Quanto a Shopee cobra de comissão?

A Shopee cobra dos vendedores uma comissão de 12% para qualquer tipo de produto. É uma taxa competitiva em relação a outros marketplaces, pois, na maioria deles, a comissão varia de acordo com o tipo de produto, podendo chegar a mais de 20%.

Outra vantagem é que o valor máximo de comissão cobrado por produto é de R$ 100,00. Também não é cobrada nenhuma mensalidade ou taxa fixa por produto.

Como funciona o frete?

Na Shopee, quem paga o frete é o cliente, então o vendedor não precisa se preocupar com esse gasto. Cada cliente tem direito a 2 cupons de frete grátis por mês, mas eles são custeados pela Shopee. Esses cupons são aplicáveis a compras acima de R$ 50 e com frete de até R$ 25. Se o valor do frete exceder esse limite, o comprador é quem paga a diferença.

Cada vendedor pode escolher aceitar também cupons de frete grátis extras para compras acima de R$ 20 e com frete de até RS 20. Se o valor do frete exceder R$ 20, o comprador é quem paga a diferença. Cada cliente tem direito a 3 cupons de frete grátis extras por mês. Os cupons comuns usados para comprar com vendedores que aceitam cupons extras funcionam com os valores de cupom extra.

No entanto, se o vendedor participar do Programa de Frete Grátis Extra, a Shopee cobra uma taxa adicional de 6% sobre o valor da comissão, e o vendedor passa a ter que destinar 18% do valor de suas vendas para a Shopee.

A Shopee também tem um sistema de logística próprio, o Shopee Xpress, que é uma alternativa ao envio pelos Correios.

Posso vender com CPF?

Por enquanto sim… A Shopee ainda permite que você venda tanto como pessoa física (CPF) quanto como pessoa jurídica (CNPJ). No entanto, a plataforma está restringindo cada vez mais a participação de vendedores cadastrados como pessoa física.

A partir de abril de 2022, quem vende com CPF só poderá fazer 100 vendas por mês. A partir de maio de 2022, esse limite cairá para 30 vendas por mês. Tudo indica que em um futuro não muito distante, a plataforma não deverá mais aceitar vendas feitas por pessoas físicas.

Além disso, se você pretende vender com CPF, é bom ficar atento a alguns detalhes. Quem faz o cadastro como pessoa física e depois decide mudar para pessoa jurídica não consegue transferir o saldo a receber para o novo cadastro. Isso significa que não tem como mudar a conta sem perder o saldo que ainda não foi recebido.

Por tudo isso, pode ser interessante já abrir um CNPJ antes de começar a vender no aplicativo. Você pode fazer isso se tornando um MEI. O processo é bastante simples e você paga apenas uma taxa mensal de R$ 61,60, que te dá direito a benefícios previdenciários. Como MEI, você pode ter um faturamento anual de até R$ 130 mil.

Como começar a vender na Shopee?

Faça seu cadastro na Central do Vendedor, como pessoa jurídica (CNPJ) ou pessoa física (CPF). Depois de preencher seus dados, você pode editar as informações da sua loja e começar a publicar seus anúncios.

Como funciona a emissão de nota fiscal?

Outra grande vantagem de quem tem CNPJ é poder emitir nota fiscal eletrônica (NF-e), o que é importante para alguns clientes. A Shopee conta com o Emissor de NF-e Shopee, um serviço próprio que facilita bastante esse processo para os vendedores. Para usar o Shopee Xpress é obrigatória a emissão de NF-e.

O seu contador pode te ajudar a preencher todos os parâmetros necessários para emitir notas fiscais de forma correta e ágil nessa plataforma.

Quais os atrativos da Shopee

A Shopee atinge uma grande parcela do público brasileiro a partir de quatro características: 

  1. Compras pelo aplicativo: Diferente de outros marketplaces, a Shopee adota o modelo “mobile first”, ou seja, as compras são feitas muito mais pelo celular do que pelo computador. 95% das vendas da Shopee se dão por meio do aplicativo para smartphone. Isso torna a plataforma prática e acessível.
  1. Cupons de frete grátis: São bastante atrativos pelo fato de os consumidores poderem fazer até 5 compras por mês sem pagar nada de frete. O interessante é que o valor mínimo para a aplicação desses cupons é baixo, quando comparado com as condições de frete grátis de outros marketplaces.
  1. Parcelamento sem juros: Todas as compras acima de R$ 20 no aplicativo podem ser parceladas em até 6 vezes sem juros, desde que cada parcela tenha o valor mínimo de R$ 5. Mas o vendedor recebe o valor integral de uma só vez, sem nenhum custo adicional por antecipação. O que é uma grande vantagem para o vendedor.
  1. Preços baixos: Pelo fato de ser originária do sudeste asiático e ter tido o Brasil como primeiro mercado fora do continente, a estratégia da Shopee para conquistar o mercado brasileiro foi oferecer a importação de produtos chineses. Para competir com eles, os vendedores brasileiros também tiveram que oferecer preços mais acessíveis, de forma que essa se tornou uma característica que atrai muitas pessoas para a plataforma.

A Shopee tem alguma desvantagem?

O principal ponto que pode tornar a venda na Shopee um pouco mais complicada é a Garantia Shopee. Esse é um recurso da plataforma para tornar a compra mais segura para os clientes. Com ele, o dinheiro da venda fica retido e só é repassado para o vendedor depois que o cliente confirmar que recebeu o produto de forma adequada.

É claro que muitos clientes não dão esse feedback, então a plataforma aguarda 7 dias corridos. Se até lá o cliente não se manifestar, o dinheiro é liberado para o vendedor. Considerando também o tempo que o produto demora para chegar ao cliente, isso faz com que o recebimento do dinheiro da venda possa demorar vários dias para ocorrer depois do envio do produto.

Conte com uma boa assistência contábil

Esperamos ter tirado suas dúvidas sobre como vender na Shopee! Mas se você ainda não tem experiência com vendas online, uma boa assistência contábil vai ser fundamental para que você consiga operar de forma legal e eficiente em plataformas como essa.

A BRASCT é um escritório de contabilidade em São Paulo pronto para levar o seu negócio para o espaço virtual. Para quem vende na Shopee, por exemplo, fazemos toda a parametrização do Emissor de NF-e Shopee. Entre em contato com a gente!

Se você quer saber mais sobre outros marketplaces além da Shopee, leia o nosso artigo: 7 maiores marketplaces do Brasil 2022.

Loja virtual ou Marketplace?

Você sabe a diferença entre loja virtual e marketplace? Ambos são canais de venda pela Internet, mas com estratégias distintas. Neste artigo vamos falar sobre as principais características de cada um deles.

Uma loja virtual, também chamada de e-commerce, é um site em que uma marca vende seus produtos ou serviços online. Já no marketplace, não há uma marca específica ligada aos produtos e serviços ofertados. Ao invés disso, são oferecidos produtos e serviços de diversas marcas. 

Para entender melhor a diferença, é possível estabelecer uma relação com as lojas físicas que estamos acostumados a frequentar nas ruas e nos shoppings. A loja virtual é semelhante a uma loja física de uma determinada marca, onde você encontra vários produtos exclusivos dela. Já o marketplace é como uma loja física que vende produtos de diversas outras marcas; um hipermercado, por exemplo.

Portanto, há duas estratégias para que uma empresa venda seus produtos online: criando uma loja virtual própria ou entrando em um ou mais marketplaces.

Vantagens e desvantagens de uma loja virtual

Numa loja virtual o empreendedor não precisa se preocupar com concorrentes oferecendo produtos similares no mesmo site. A empresa também possui muito mais liberdade para personalizar a plataforma, oferendo ferramentas exclusivas e definindo como será a navegabilidade do cliente. 

Há ainda outra grande vantagem: poder reforçar a marca, deixando-a evidente para quem está navegando. Além disso, a empresa que possui uma estrutura própria, geralmente, transmite mais profissionalismo para o consumidor.

No que diz respeito à logística, é mais fácil controlar o fluxo de pedidos e o faturamento nas lojas virtuais, não havendo mediação de outra empresa. O empreendedor também pode contar com as ferramentas de gerenciamento do site para coletar dados sobre os acessos e traçar o perfil do seu público-alvo.

A principal desvantagem de uma loja virtual é o custo, pois contratar a criação e a personalização de um site do zero pode ter um custo alto. Além do mais, um site demanda manutenções constantes. Pode ser oneroso e trabalhoso manter uma boa plataforma de vendas atualizada e funcionando.

Ademais, especialmente para as pequenas e médias empresas, pode demorar até que os clientes conheçam o e-commerce, havendo a possibilidade de o retorno das vendas acontecer somente a médio ou longo prazo. 

Para conseguir o engajamento necessário, a empresa precisará investir em divulgação; além de  empregar estratégias de comunicação para conquistar o consumidor, pois alguns clientes podem ter receio de fazer compras num site que ainda não conhecem.

Vantagens e desvantagens de um marketplace

A grande diferença do marketplace em relação à loja virtual é a descomplicação. A empresa pode disponibilizar seus produtos em alguns marketplaces e rapidamente concretizar vendas; sem muita burocracia e com pouco investimento.

No marketplace, a empresa pode atingir um número muito grande de clientes em potencial. Além disso, o prestígio e a qualidade do marketplace acabam sendo transferidos para os produtos.

Entretanto, o marketplace possui a desvantagem da concorrência direta. Outros produtos muito semelhantes podem estar sendo oferecidos por um preço menor, por exemplo. Além disso, se o número de marcas oferecendo os mesmos produtos for grande, os produtos da empresa podem simplesmente passar despercebidos. Para contornar esse problema, muitos marketplaces disponibilizam ao vendedor a opção de pagar uma taxa extra para que seus produtos tenham destaque no site.

Outra desvantagem para grande parte das empresas é não criar uma relação entre o cliente e a marca; uma vez que num marketplace muitos clientes compram sem observar quem é o fabricante do produto. Assim, torna-se mais difícil fidelizar a clientela.

No marketplace, o vendedor ou o empreendimento também ficam submetidos a certas normas e procedimentos, não havendo como flexibilizar o processo. 

Para finalizar, um dos pontos mais importantes: o marketplace cobra uma porcentagem pela venda dos produtos. Dependendo do valor da mercadoria e do custo de produção, essa taxa pode ser relativamente alta e inviabilizar a comercialização.

Contabilidade para vendas online

A contabilidade de uma loja virtual funciona de maneira semelhante à das lojas físicas, mas há alguns detalhes que precisam ser observados. Se a empresa não existia anteriormente, de forma física, o primeiro passo é abrir um CNPJ. É possível fazer vendas online por meio de CPF, mas um CNPJ garante mais vantagens e mais profissionalismo. 

Em seguida, é preciso escolher o CNAE e o regime tributário. Os impostos a serem pagos são os mesmos das empresas físicas, mas alguns cálculos são feitos de maneira específica dependendo do tipo de venda. Também há impostos que incidem sobre as vendas para o exterior. 

O mais aconselhado é contratar um escritório de contabilidade de confiança para garantir que tudo seja feito de acordo com a lei e que a empresa pague a menor carga tributária possível.

No caso da contabilidade para marketplace, há processos específicos, como, por exemplo, a emissão de notas fiscais. A empresa emite uma nota com o valor total da venda para o cliente, e o marketplace repassa para a empresa o valor da venda menos a porcentagem devida. Depois disso, o marketplace também emite uma nota fiscal para a empresa, no valor desse desconto.

Como escolher entre uma loja virtual ou um marketplace?

A loja virtual é um caminho interessante para quem já tem uma loja física e deseja expandir. Já o marketplace pode ser uma boa opção para empresas que estão começando e ainda não têm como manter uma loja virtual. Entretanto, o marketplace pode limitar a empresa depois que ela cresce. Por isso, cabe à empresa investir na consolidação da marca e construir uma boa relação com os consumidores.

É claro que é possível trabalhar com as duas opções. A empresa pode usar o marketplace como apoio e também manter uma loja virtual.

Em qualquer uma das alternativas é importante ter atenção à contabilidade da empresa. A Brasct é um escritório de contabilidade em Osasco que possui mais de 48 anos de mercado. Além de atuar nas áreas de contabilidade e recuperação tributária, oferecemos consultoria empresarial; realizamos treinamentos com os gestores da empresa e apresentamos as soluções mais adequadas a cada demanda.

3 desafios na emissão de nota fiscal para Marketplace

Para as transações realizadas em marketplaces utiliza-se a nota fiscal eletrônica, afinal, todo o processo das vendas ocorre online. 

As notas fiscais eletrônicas possuem algumas vantagens, como a facilidade de organizá-las e encontrá-las, por meio do arquivamento em nuvem; além da possibilidade de gerá-las automaticamente, através de um software que faz todo o processo.

Os tipos de nota fiscal eletrônica

Existem dois tipos de nota fiscal eletrônica: a nota fiscal de produto (NF-e) e a nota fiscal de serviço (NFS-e). A NF-e também é conhecida como nota fiscal de mercadoria ou de venda. Ela é destinada à comercialização de produtos físicos. A NFS-e também é chamada de nota fiscal municipal. Ela é usada na venda de serviços digitais, como cursos online, por exemplo.

Ademais, a NFS-e também é usada para serviços afiliados, como o Uber e o Airbnb, que cobram uma comissão em troca de uma intermediação de vendas; afinal, esse também é um serviço digital. Os marketplaces também funcionam de maneira semelhante, pois conectam o cliente ao prestador do serviço ou do produto.

Em outras palavras, podemos dizer que todo marketplace também é um serviço afiliado, uma vez que é responsável pela intermediação da compra. Por isso, os marketplaces têm dois clientes há cada transação: o lojista e o consumidor final.

Como funciona a emissão de notas fiscais em um marketplace?

Quando uma venda é realizada, primeiro o fornecedor emite uma nota fiscal de produto (NF-e) para o cliente. A seguir, o marketplace deve emitir uma nota fiscal de serviço (NFS-e) para a empresa que realizou a venda.

A seguir, vamos falar de três desafios relacionados à emissão de notas fiscais para marketplace.

1. Escolha do modelo de emissão da nota fiscal

Existem duas modalidades para emissão da nota fiscal eletrônica: a emissão por transação e a emissão por valor acumulado. Na primeira, a emissão da nota fiscal é feita a cada vez que a empresa fornecedora faz uma venda no marketplace. Já na segunda, é gerada uma única nota para todas as vendas de serviços realizadas em um determinado período.

A vantagem da emissão por transação é que, caso seja solicitado o estorno de uma compra, os impostos relacionados especificamente a essa compra podem ser cancelados. Por outro lado, a principal desvantagem é o acúmulo de documentos.

Já a emissão por valor acumulado tem a vantagem de gerar um número muito menor de documentos, o que facilita o processo contábil e simplifica a experiência das empresas que contratam o marketplace. A desvantagem é a dificuldade em retirar os impostos de pagamentos estornados, pois os tributos de todas as vendas estarão juntos.

O modelo de emissão por transação é o padrão. De modo geral, para adotar o modelo de emissão por valor acumulado é preciso adquirir uma autorização das autoridades fiscais.

2. Formas de legalização dos vendedores

É possível vender produtos pela Internet utilizando apenas o CPF, mas nem todos os marketplaces aceitam essa opção. Quando o vendedor é pessoa física, o pagamento de impostos pode ser feito por meio do carnê-leão de pessoas físicas. No entanto, como a carga tributária geralmente é mais alta, a formalização pode valer a pena.

Nos casos em que o vendedor é pessoa jurídica, as vendas devem ser acompanhadas da emissão de nota fiscal. Se o vendedor for um micro empreendedor individual (MEI), ele só é obrigado a emitir nota fiscal para pessoas jurídicas, sendo opcional a emissão para pessoas físicas. No entanto, se o cliente, mesmo sendo pessoa física, solicitar a nota, o vendedor também deve gerá-la.

Para as microempresas (ME) ou empresas de pequeno porte (EPP) a emissão de nota fiscal é obrigatória em todas as vendas.

De maneira geral, para fazer a emissão das notas fiscais, primeiro é necessário ter um Certificado Digital, feito por meio de uma autoridade fiscalizadora ligada à Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). O Certificado Digital funciona como uma assinatura digital e garante a autenticidade dos acessos aos sistemas do governo.

É importante ressaltar que, mesmo nas situações em que as vendas são realizadas por CPF ou por MEI para pessoas físicas, apesar de não ser obrigatória a emissão da nota fiscal, ela ainda é recomendável. A nota fiscal garante a proteção de ambas as partes e facilita a organização das vendas. Além disso, ela traz mais credibilidade para o negócio. 

O site da prefeitura fornece mais informações sobre a emissão de notas fiscais nas vendas feitas por CPF, mas você também pode consultar um escritório de contabilidade de confiança.

3. Especificidades de cada prefeitura

As notas fiscais de produto são geradas pelo sistema da Secretaria da Fazenda (SEFAZ) do estado em que a empresa está sediada.

Já as notas fiscais de serviço são geradas pela prefeitura do município em que a empresa está sediada. Isso pode ser um pouco confuso para quem ainda está começando pois cada prefeitura solicita as informações de maneira diferente; algumas pedem o certificado digital, outras exigem login e senha, dentre outras formas.

Além disso, algumas prefeituras não aceitam a integração automática para a geração de notas fiscais e, nesses casos, o processo precisa ser feito manualmente. Além disso, também ocorrem muitos casos de instabilidade nos sites das prefeituras, o que dificulta a emissão das notas fiscais.

Quer entender mais sobre o assunto?

A emissão de notas fiscais para marketplace pode ser um tema um pouco complicado, mas é natural ter essa sensação quando você entra em contato com esse tema pela primeira vez.

Se o seu desejo é empreender nessa área, não deixe que desafios como esses te impeçam de fazê-lo. Você pode contar com o apoio de um bom escritório de contabilidade para te auxiliar em todas as etapas. A Brasct possui anos de experiência e sabemos os detalhes necessários para o bom funcionamento de um marketplace. Além de fazer a assessoria contábil também possuímos amplo conhecimento em gestão empresarial e estamos preparados para oferecer treinamentos e fazer a sua empresa crescer.