6 dicas para construir um ambiente colaborativo em sua empresa e ter muito sucesso nos negócios!

Muitas características definem um negócio bem sucedido, tais como, uma abordagem inovadora, estratégias bem definidas, exclusividade, liderança forte e bem preparada, inteligência criativa, confiança, a cultura da empresa, funcionários criativos e que pensem fora da caixa, trabalho em equipe, desenvolvimento colaborativo, dentre outros fatores.

Porém, um dos maiores fatores mais importantes e que deve ser levado muito a sério, para que pequenas, médias e grandes empresas tenham sucesso é conscientização de sua equipe de profissionais sobre o valor da comunicação e da colaboração.

Construir um ambiente de confiança dentro de uma equipe, e capacitar o espírito colaborativo, é primordial para o crescimento de qualquer empresa”

Hoje em dia, empresas e organizações têm criado diversos ambientes virtuais para a comunicação entre os membros das diversas equipes envolvidas no planejamento, desenvolvimento e conclusão de um projeto. Este tipo de ambiente possibilita também, caso haja necessidade, a participação de especialistas altamente qualificados – até de fora da empresa – para atender as demandas de um projeto desafiador. Além, é claro, de permitir a interação ativa do cliente para que o projeto esteja sempre alinhado com suas expectativas.

Em tais projetos, os membros da equipe devem se comunicar livremente, compartilharem conhecimentos e habilidades, compreenderem e respeitarem a inteligência emocional de cada um, serem capazes de aprender uns com os outros, compartilharem recursos, serem flexíveis e terem objetivos em comum – todas as qualidades de uma cultura colaborativa forte.

Como as empresas podem capacitar suas equipes de modo a se tornarem fortemente colaborativas?

Se você quer saber realmente o que faz uma empresa ser muito bem sucedida, então leia as 6 dicas que preparamos para você sobre como construir uma cultura de colaboração mútua em sua empresa.

1º Defina expectativas realistas

  • Por que a equipe foi criada?
  • Cada membro da equipe compreende seu papel?
  • Eles compreendem suas tarefas?

Quando as expectativas não estão claramente definidas e os papéis não são muito bem definidos e compreendidos, a equipe não é capaz de se concentrar nas tarefas e objetivos da empresa.

O sucesso da equipe depende de expectativas realistas

Para transformar um grupo de estranhos em uma equipe unida, você como gestor, precisa permitir que a equipe participe ativamente de sua formação e tomadas de decisão. Dê-lhes também a oportunidade para apresentarem suas ideias e fundamentalmente, dê apoio às mesmas.

2º Crie uma liderança forte

O fracasso ou sucesso em colaborar reflete a liderança da empresa.

Se os líderes e gerentes possuem uma abordagem inovadora para a formação de equipes, demonstram comportamento colaborativo, apoiam à criatividade e as relações sociais, as equipes são focadas e eficientes, conseguem resultados expressivos e o seu desempenho é excelente.

Líderes inovadores, que são solidários, flexíveis, orientados a tarefas e relacionamentos, lideram as equipes mais produtivas.” 

 3º Estimule um ambiente de confiança mútua

Inovação e criatividade prosperam quando as pessoas confiam umas nas outras e têm confiança em sua organização.

Sempre há certo risco envolvido na inovação, pois algumas ideias e sugestões podem parecer irrelevantes, ridículas e até estúpidas.

“Para que sua equipe se comunique livre e facilmente, é preciso construir um ambiente de confiança”

Se os funcionários não se sentem confiáveis ​​e respeitados, eles não serão participativos e também não irão compartilhar suas ideias.

O medo de ser ridicularizado é uma grande barreira para a inovação e o sucesso empresarial. Se você promover a autonomia da equipe, você estará apoiando sua equipe a descobrir novas maneiras de atingirem suas metas.

Enquanto a autonomia pode resultar em erros de execução e erros de julgamento, é essencial ter uma equipe que esteja pronta para aprender com seus erros e ineficiências.

4º Apoie o espírito comunitário

Empresas bem-sucedidas compreendem a importância de promover e reforçar a ideia de que uma empresa é uma comunidade, uma família.

A importância das atividades de construção de equipes, redes informais ocasionais e atividades aleatórias e de alívio do estresse são muitas vezes subestimadas. O networking informal e formal desempenha um papel crítico no cultivo do espírito de equipe. Através dessas atividades, a empresa estará construindo uma comunidade forte. Além disso, uma comunidade forte e unida capacita e motiva a criatividade.

 5º Invista nas habilidades e nos conhecimentos de seus funcionários

A empresa que apoia seus funcionários através de seminários, orientação, treinamentos, mentorias e participação em conferências e eventos relevantes, capacita o comportamento colaborativo, apoia a comunidade e promove o ambiente no qual as pessoas sabem que podem se destacar. Essa política da empresa é especialmente importante para o trabalho em equipe.

“Os funcionários mais produtivos são aqueles prontos para aprender e melhorar sempre sua atuação em seu campo de interesse.”

Agindo assim, você terá uma equipe altamente motivada para participar ativamente e contribuir para o sucesso do negócio.

6º Invista em tecnologia colaborativa

O que acontece quando você tem uma equipe que quer colaborar, compartilhar conhecimento e se comunicar livremente, porém não possui meios para que isso aconteça?

Hoje, a tecnologia colaborativa é crucial para uma comunicação eficaz. Uma equipe pode ter uma cultura colaborativa, mas ainda lhe faltam as habilidades necessárias para se trabalhar em ferramentas colaborativas. Investir em treinamento e na tecnologia que realmente se adapte às necessidades de sua equipe e as tarefas que estão executando, é o primeiro passo para a criação de uma cultura colaborativa eficiente.

O fortalecimento do espírito colaborativo em sua equipe depende de uma série de fatores, como, atitudes colaborativas da liderança, habilidades de comunicação, confiança mútua e um cenário realista e bem estruturado, onde cada um entenda efetivamente o seu papel.  Entretanto, o mais importante é entender que desenvolver as capacidades da sua equipe leva tempo e investimentos de longo prazo.

Agora que você se conscientizou sobre a importância de incentivar e proporcionar condições para a criação e fortalecimento de um ambiente colaborativo em sua empresa, que tal colocar essas dicas em prática?

Você precisa entender que as empresas precisam se ajustar ao ambiente de negócios que mais lhes trazem resultados!

Construir um ambiente de trabalho colaborativo é um processo de longo prazo. 

Pense nisso e muito sucesso!

8 dicas para manter as finanças de uma pequena empresa sempre em dia

Gerenciar uma pequena empresa é um grande desafio, especialmente quando o assunto é: MANTER AS FINANÇAS SEMPRE EM DIA!

Dizem que no Brasil o ano só começa após o Carnaval. Pois bem, o Carnaval já passou, o novo já está em curso e nós já estamos finalizando o 1º trimestre de 2017. O tempo passa rápido meu caro empreendedor! Por isso, resolvemos dar a você, que é um pequeno empresário e enfrenta todos os dias o desafio de gerir uma pequena empresa, 8 dicas que irão ajudá-lo a manter as finanças do seu negócio em “excelente forma”.

Vamos tomar apenas 4 minutos do seu tempo, mas que valerão muito à pena se você seguir essas dicas. Boa leitura!

  1. Faça um planejamento financeiro realista

Se você abriu sua empresa em 2016 ou este foi o ano em que você finalmente começou a expandir seus negócios, talvez você ainda não tenha um planejamento financeiro detalhado e bem ajustado às suas reais necessidades do negócio. Porém, uma vez que você já tem uma ideia da média mensal de suas contas a pagar e contas a receber, você já pode criar uma projeção orçamentária realista para definir um planejamento financeiro bem ajustado às suas necessidades do novo ano calendário. Se você já tem um planejamento financeiro configurado para este ano, não se esqueça de sempre revisá-lo, e se for necessário ajustes, faça-o sempre que possível, para que você esteja sempre ciente do real estado da saúde financeira do negócio.

  1. Saiba lidar com um fluxo de caixa negativo

Um fluxo de caixa negativo pode gerar sérios problemas para uma pequena empresa. Sendo assim, você precisa colocar como prioridade zero neste novo ano mudar este cenário e reverter esta situação.

Acabar com a inadimplência pode ser o primeiro passo para manter o coração de sua pequena empresa (seu financeiro) sempre com batimentos bem compassados e firmes. Para fazer isso, chame seus clientes para um bate-papo amigável, negocie prazos de pagamento mais adequados, considere talvez abrir mão de juros e multas sobre as parcelas vencidas e dê a oportunidade ao seu cliente de se tornar adimplente novamente. Mostre aos seus clientes que vocês são parceiros e estão no “mesmo barco”. Você vai ver que isso pode fazer uma grande diferença para tornar o seu fluxo de caixa positivo novamente.

  1. Invista em um bom sistema de gestão

Existe uma variedade muito grande de sistemas de gestão para pequenas empresas disponíveis no mercado. Isto significa que nunca foi tão fácil manter suas finanças organizadas e em dia. Um sistema de gestão adequado ao seu tipo de negócio irá facilitar seu controle sobre suas despesas e recebimentos, lhe trará ciência sobre a situação de adimplência de seus clientes. Isso, com certeza, lhe trará uma visão holística das finanças de sua empresa.

Opte por sistemas online, para que você tenha acesso aos dados de gestão de sua empresa de onde você estiver.

  1. Cuidado com seus limites de crédito

Muitas empresas de pequeno porte utilizam cartão de crédito e possuem linhas de financiamento junto às instituições financeiras, e muitas vezes se valem desses recursos para “equilibrar” o fluxo de caixa. Se este for o seu caso, é importante que você nunca exceda seus limites, pois isso pode ter um efeito negativo sobre seu “score” (pontuação de crédito) junto às estas instituições e pode prejudicar suas chances futuras de obter outros tipos de financiamento empresarial, como um empréstimo para custear uma inovação ou ampliação de sua estrutura, por exemplo.

Controlar seus gastos é muito importante, pois, se regularmente você ultrapassar seus limites de crédito, mesmo que você consiga regularizar sua situação, as instituições financeiras entenderão que você está com dificuldades em seu fluxo de caixa e dificultarão a cessão de novos créditos quando necessário.

Em um mundo ideal, o negócio teria sempre que ter reservas de recursos financeiros aplicados para momentos de dificuldade. Naturalmente, esta não é a realidade de 99% das pequenas empresas no Brasil e os custos inesperados estão a todo o momento adulterando o planejamento financeiro.  Por isso, é muito importante manter uma “bandeira verde” para suas linhas de crédito em momentos de dificuldades ou expansão.

  1. Tenha um planejamento tributário

Na mesma linha, é muito importante que você tenha em seu planejamento financeiro a inclusão de seus impostos a pagar. O planejamento tributário irá definir o melhor regime de apuração, quais os tipos e quando você devera recolher estes impostos de acordo com a sua atividade. Para que seu orçamento seja preciso, você precisa ter ciência da situação fiscal de sua empresa. Portanto, é muito prudente e sábio ter um planejamento tributário bem estruturado para que sua empresa esteja sempre em dia com o fisco e evite a descapitalização desnecessária com multas e autuações.

  1. Pare de misturar despesas pessoais e empresariais

Uma das melhores estratégias de gestão financeira para uma pequena empresa é nunca se misturar as despesas pessoais dos sócios com as despesas da empresa. Isso traz um nível de organização e um controle exato da situação da empresa, e mais, contabilmente aumenta a credibilidade da empresa junto a possíveis credores e investidores.

  1. Mantenha uma organização dos arquivos financeiros

Existem muitas razões para se manter, de forma rigorosa, a organização dos arquivos financeiros de uma pequena empresa. Porém, a razão mais importante é que ao se manter uma organização e atualização de todas as contas de gerenciamento do negócio em dia, você terá uma visão clara de onde você realmente está, o que pode ajudá-lo, por exemplo, a obter um financiamento empresarial rapidamente, se você precisar.

Embora muitas empresas esperem o final do ano calendário para organizar seus arquivos financeiros, se você criar uma rotina de organização mensal ou pelo menos bimestral, você terá sempre uma visão realista da saúde financeira do negócio e demonstrativos contábeis/financeiros precisos e atualizados, caso precise apresentá-los a um investidor ou credor.

  1. Contrate uma Assessoria Contábil  

Desde os dias do ábaco, contadores são considerados profissionais confiáveis e são respeitados e tratados como os melhores aliados dos proprietários de pequenas empresas bem-sucedidas em todos os lugares do mundo. O profundo conhecimento da profissão, bem como das leis tributárias vigentes no país por parte destes profissionais, sempre ajudarão as empresas a economizarem em vários aspectos financeiros, e isto é uma realidade irrefutável.

Sabemos o quão tentador pode ser para um empreendedor ser o “salvador da pátria” e querer executar todas as tarefas de sua empresa sozinho, bem como, resolver todos os seus problemas corporativos. Porém, quase sempre isto é um verdadeiro desastre para o negócio. É preciso contar com o auxílio de especialistas em cada área, principalmente em se tratando de contabilidade e finanças.

O contador será o responsável por confeccionar, através da análise de dados, o planejamento tributário citado na dica 5 deste post, o que o ajudará a economizar em impostos e o manterá livre da mira do Fisco. Ele também será o responsável por cobrá-lo de manter uma organização das contas de gerenciamento financeiro para que suas demonstrações contábeis estejam sempre atualizadas, o que fará com que você esteja sempre muito bem informado sobre a saúde financeira do negócio durante todo o ano.

Para que as finanças de sua pequena empresa estejam sempre em dia, necessariamente você precisa contar com o apoio de um contador.

Conclusão

Embora ser dono de próprio negócio e poder gerenciá-lo da forma que melhor lhe convir possa lhe parecer ser “um sonho de liberdade emocionante”, também pode se tornar uma “nevralgia crônica”, especialmente quando se trata do gerenciamento financeiro de modo a tornar o negócio rentável e lucrativo.

Por isso, não deixe seu negócio sofrer devido à má gestão das finanças. Mantenha as dicas acima sempre em mente, procure segui-las com regularidade e garanta a sua empresa um futuro brilhante.

Conte sempre com um contador!

Até a próxima!

Declaração do Imposto de Renda 2017

“O que é, objetivos, restituições e isenções”

A Receita Federal começou a receber à partir de ontem, 02/03/2017  a Declaração do Imposto de Renda 2017 através do site: www.receita.fazenda.gov.br ( com o certificado Digital) ou do Programa Receitanet e também através do aplicativo  FAZER DECLARAÇÃO disponível para Android e IOS, onde a declaração pode ser transmitida através de tablets e smartphones.

O Imposto de Renda, também conhecido como IRPF – Imposto de Renda Sobre Pessoa Física é a declaração dos rendimentos que todo o trabalhador brasileiro deve apresentar ao Governo Federal. No Brasil, essa declaração é recolhida pela Receita Federal, que é a secretaria subordinada ao Ministério da Fazenda, que tem como objetivo administrar os tributos federais.

A Declaração de Imposto de Renda serve para comprovar quanto o trabalhador recebeu durante o ano base anterior e as movimentações realizadas de seus bens. No entanto, as pessoas físicas que são obrigadas a declarar são aquelas que receberam uma renda anual maior do que o valor mínimo estipulado pelo governo durante aquele ano.

TABELA DO IMPOSTO DE RENDA 2017 – ALÍQUOTAS POR RENDIMENTOS ANUAIS

QUEM DEVE DECLARAR IMPOSTO DE RENDA 2017

Ao contrário do que algumas pessoas podem pensar o imposto de renda não precisa ser declarado por todo cidadão maior de idade. Somente alguns perfis de contribuintes realmente precisam contribuir para o Imposto de Renda 2017.

Confira a seguir a relação dos principais perfis de contribuintes que devem fazer a declaração do IRPF 2017.

  • Contribuintes pessoa física, residentes no Brasil, que tenham recebido rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano anterior;
  • Contribuintes pessoa física, residentes no Brasil, que tenham recebido, no ano passado, rendimentos não tributáveis, ou tributáveis exclusivamente na fonte, que totalizem mais de R$ 40.000,00 no ano passado;
  • Qualquer pessoa que tenha feito operações em bolsas de valores, operações de mercados futuros, mercados de capitais ou similares, ou que ainda tenham obtido ganhos sujeitos a incidência de Imposto de Renda;
  • Qualquer pessoa que possua em seu nome de propriedades de bens e direitos – inclusive terra nua – com valor superior a R$ 300 mil;
  • Contribuinte que, no ano passado, passaram à condição de Residentes no Brasil;
  • Agricultores ou trabalhadores que, no ano passado, tenham obtido renda bruta superior a R$ 142.798,50 originária de atividade rural;
  • Pessoas que tenham optado pela isenção de imposto de renda incidente sobre ganho de capital originário da venda de imóveis residenciais, cujos rendimentos tenham sido usados para aquisição de imóvel (s) residencial em território nacional.

Declaração do Imposto de Renda 2017

CURIOSIDADE:  O leão é o símbolo da campanha publicitária criada pela Receita Federal em 1979, na tentativa de popularizar a declaração entre todas as classes sociais. A escolha do animal se deve ao fato de ser um animal forte, justo e leal. Desde então, jargões como ‘prestar contas ao leão’ se tornou comum entre os brasileiros.

Declarar o IRPF ainda é uma questão de muitas dúvidas entre os brasileiros

Apesar de todos saberem que é necessário e obrigatório muitos brasileiros ainda não sabem como proceder em relação a declaração e também não entendem qual é o objetivo de se ter que declarar. Além disso, não sabem que há formas de se beneficiar com a declaração, podendo receber restituições de seus rendimentos declarados.

O principal objetivo é mostrar para o governo o quanto você recebeu no determinado período em voga porque é a maneira de se prestar contas a Receita Federal o quanto você gastou e o quanto pagou em impostos durante o ano. Isso serve para que não haja cobrança de impostos indevidos. Quando o governo cruza as suas informações com as dele e percebe que você pagou mais impostos do que deveria, o próprio governo lhe devolve o que recolheu a mais: isso se chama Restituição de Imposto de Renda. Quando você recolhe impostos à menor, você está sujeito a cair na chamada Malha Fina para acertar as contas sobre o que eventualmente deixou de recolher.

Como fazer a Declaração IRPF 2017

Se você não sabe como fazer declaração IRPF 2017 a mesma é simples de ser feita, embora isso ainda preocupe muito as pessoas. Através de um programa gratuito que a Receita disponibiliza em seu site é possível fazer a declaração.

O programa ajuda muito uma vez que ele permite que você faça a declaração IRPF 2017 correta e completa, por isso que sempre indicamos que você baixe o mesmo para essa finalidade.

Para isso, siga os passos abaixo:

  • Acesse o site www.receita.fazenda.gov.br;
  • Faça o download do programa da Receita Federal e instale em seu PC;
  • Em seguida execute-o, preencha todos os dados requeridos e siga os comando do programa;
  • A partir daí você poderá finalizar sua declaração.

Ao baixar o programa você vai ver como o preenchimento da declaração é simples. Ela é apenas extensa por que requer o preenchimento correto de vários dados. Por isso que é importante reservar um tempo para fazer essa declaração de forma correta e não ter pendências maiores, principalmente na restituição imposto de renda 2017.

  • Importante: O mais recomendado é que você contrate um Contador de sua confiança para que ele faça os cálculos necessários e não reste nenhum tipo de dúvidas sobre o preenchimento e entrega da Declaração de Imposto de Renda 2017.

Quais as principais novidades e o que mudou no IR 2017?

Embora as principais regras permaneçam as mesmas, a Receita Federal introduziu algumas novidades para declaração do Imposto de Renda 2017. Neste ano, a entrega da declaração também poderá ser feita usando um único programa, sem a necessidade de instalação do Receitanet.

O prazo para entrega da declaração vai do dia 2 de março e até o último minuto do dia 28 abril.

A Receita espera receber 28,3 milhões de declarações relativas ao ano-base 2016 – um acréscimo de cerca de 340 mil contribuintes em relação ao ano passado.

Confira abaixo as principais novidades do IR 2017:

  • Único programa para preenchimento e envio – Neste ano, os dados estarão integrados num único arquivo e o contribuinte não precisará instalar um programa somente para a transmissão. Esta simples mudança irá facilitar bastante a transmissão do arquivo, pois antes o contribuinte tinha que baixar o PGD IRPF (Programa do IRPF de ajuste anual) e também o Receitanet que servia apenas para transmitir o arquivo e gerar um protocolo de envio a base de dados da Receita Federal.
  • Possibilidade de atualização do programa, sem download – quem instalou o programa no ano passado, poderá atualizar a versão do aplicativo sem a necessidade de realizar download no site da Receita. A atualização poderá ser feita, automaticamente, ao abrir o programa, ou pelo próprio declarante, por meio do Menu – Ferramentas – Verificar Atualizações.
  • Aumento da faixa de rendimentos tributáveis Houve um pequeno aumento do valor de rendimento anual que determina se a pessoa é obrigada a declarar ou não IR. Deverá declarar, neste ano, o contribuinte que recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2016. O valor subiu 1,54% em relação ao ano passado, quando somou R$ 28.123,91 (relativos ao ano-base 2015), embora a tabela do Imposto de Renda não tenha sido corrigida em 2016.
  • Preenchimento automático de nomes – neste ano o sistema também irá recuperar os nomes ao digitar o número do CPF ou CNPJ. O sistema utilizará nome ou razão social automaticamente após o primeiro preenchimento. A funcionalidade poderá ser desativada no Menu – Ferramentas – Recuperação de Nomes.
  • Fichas de rendimentos remodeladas  As fichas Rendimentos isentos e não tributáveis” e “Rendimentos sujeitos à tributação exclusiva/definitiva foram remodelada para o contribuinte relacionar apenas os rendimentos obtidos. Agora possuem as abas “Rendimentos” e “Totais”. As informações são inseridas em “Rendimentos”, selecionando o “Tipo de Rendimento”.
  • Solicitação de número de celular e e-mail – o programa passa a pedir que o contribuinte informe seu e-mail e telefone. Entretanto, o contribuinte não será obrigado a fornecer essas informações. A Receita estuda mecanismos para se autorizar o uso destas informações para fins de comunicação com o declarante.
  • CPF de dependentes com 12 anos ou mais – para relacionar dependentes com idade de 12 anos ou mais, completos até 31/12/2016, a Receita passa a exigir que seja informado o número de CPF. No caso da declaração no modelo completo, caso este dependente não possua o CPF no momento da elaboração do IRPF, não poderá usufruir dos benefícios de deduções.

Limites de deduções

A regra para fazer a declaração simplificada continua a mesma. Quem optar por ela, terá um desconto “padrão” de 20% na renda tributável. Este abatimento substitui todas as deduções legais da declaração completa. No IR de 2017, esse desconto está limitado a R$ 16.754,34 – mesmo valor do ano passado.

O limite anual de dedução por dependente segue em R$ 2.275,08. O limite anual de dedução de despesas com educação permaneceu em R$ 3.561,50 por dependente. Para as despesas médicas, as deduções continuam sem limite, ou seja, o contribuinte pode declarar todo o valor gasto.

Já o limite de abatimento da contribuição patronal da Previdência Social incidente sobre a remuneração do empregado doméstico na declaração do Imposto de Renda 2017, ano-base 2016, é de R$ 1.093,77. No ano passado, esse limite era maior: de R$ 1.182,20.

Imposto a pagar

Caso o contribuinte tenha imposto a pagar em sua declaração do IR, a Receita informou que isso poderá ser dividido em até oito cotas mensais, mas nenhuma delas pode ser inferior a R$ 50. Caso o imposto a pagar seja menor do que R$ 100, deverá ser quitado em cota única.

A primeira cota, ou a única, deve ser paga até 28 de abril e, as demais, até o último dia útil de cada mês, acrescidas de juros.

O Fisco informou que o contribuinte também pode antecipar, total ou parcialmente, o pagamento do imposto ou das cotas, não sendo necessário, nesse caso, apresentar Declaração de Ajuste Anual retificadora com a nova opção de pagamento.

Também é possível ampliar o número de cotas do imposto inicialmente previsto na Declaração de Ajuste Anual, até a data de vencimento da última parcela desejada.

O pagamento integral do imposto, ou de suas cotas e dos acréscimos legais, pode ser efetuado mediante: transferência eletrônica de fundos por meio de sistemas eletrônicos dos bancos; Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), em qualquer agência bancária; ou débito automático em conta corrente.

Calendário de restituições

restituição do Imposto de Renda Pessoa Física será feita em sete lotes, entre junho e dezembro deste ano. Confira o calendário:

Isenção Imposto de Renda 2017: Quem Está Isento de Declarar?

Saber que você tem direito a isenção do Imposto de Renda 2017 é muito bom, não é verdade? Toda economia é sempre bem-vinda!

Dois grupos principais são isentos da declaração:

  1. Aqueles que não se enquadram em nenhum dos grupos de rendimentos citados acima, neste post;
  2. Pessoas portadoras de doenças graves cujos rendimentos sejam relativos à aposentadoria, pensão ou reforma. As doenças que concedem a isenção da declaração de Imposto de Renda são:
  • AIDS;
  • Alienação mental;
  • Cardiopatias de nível grave;
  • Cegueira;
  • Contaminação por radiação;
  • Paget em estados avançados (Osteíte Deformante);
  • Parkinson;
  • Esclerose múltipla;
  • Espondiloartrose anquilosante;
  • Fibrose cística (Mucoviscidose);
  • Hanseníase;
  • Nefropatia de nível grave;
  • Hepatopatia de nível grave;
  • Neoplasia maligna;
  • Paralisia irreversível e incapacitante;
  • Tuberculose em estado ativo.

Isenção Imposto de Renda 2017: Como Proceder?

Portadores de doenças graves devem emitir um laudo pericial comprovando a sua enfermidade. Clique aqui para acessar o modelo de laudo.

Esse laudo deve ser emitido pelo serviço médico da fonte pagadora, pois esse imposto deixa de ser retido na fonte. Se por acaso não for possível, basta entregá-lo diretamente no órgão que realiza o pagamento deste benefício.

Se você não é portador de nenhuma doença grave e simplesmente não atingiu os rendimentos suficientes para fazer a declaração, basta não declarar.

Isenção Imposto de Renda 2017: Dúvidas?

Caso você tenha alguma dúvida em relação a Isenção Imposto de Renda 2017, entre em contato com a Receita Federal pelo Receitafone através do número 146.

  • Importante: Conforme já enfatizamos, para que você não tenha problemas com o preenchimento de sua Declaração de Imposto de Renda 2017 e cumpra todas as exigências por parte do Fisco, é super-recomendado que você contrate um Profissional Contábil (contador) de sua confiança, pois, este profissional está por dentro de todas as alterações e regras de preenchimento da Declaração do IR 2017 e pode, com certeza, além de preenchê-la de forma correta, ainda analisar tudo o que você, porventura, tenha a restituir ou deduzir de seus impostos.

Fique atento e não deixe para se preocupar com a sua Declaração de Imposto de Renda 2017 na última hora.

Você tem do dia 02/03/2017 até às 23h59min do dia 28/04/2017 para enviá-la.

Boa sorte!

Observação Importante: Este post tem caráter meramente informativo e foi produzido através de um compilado de matérias publicadas em vários sites sobre o IRPF 2017 na intenção de auxiliar o leitor sobre o envio da Declaração do Imposto de Renda.  Você pode pesquisar cada uma das fontes através dos sites abaixo relacionados

Fontes de Referência:                

Blog Imposto de Renda 2017
impostoderenda2017.net
Guia Imposto de Renda
Portal G1
Exame.com

impostoderenda2017.org

Empreender com sucesso: 9 razões pelas quais empreendedores devem contratar um contador

Quando se trata de pedir auxílio para empreender, pesquisas recentes mostram que jovens empreendedores, donos de startups, estão mais propensos a contratar mentores ou treinadores do que os proprietários de empresas já estabelecidas no mercado. Os donos de negócios de longa data, por outro lado, são mais propensos a contratar e contar com os serviços de excelentes contabilistas, advogados e experts em finanças do que os seus homólogos mais jovens.

Considerando o número de startups que falham no primeiro ano de negócios e os desafios que os empreendedores enfrentam diariamente, é evidente que devemos ajudar as empresas a entender a importância de trabalhar com profissionais dedicados. Um especialista contábil custa dinheiro? É claro que sim! Todo excelente profissional custa dinheiro! E esta é uma das maiores razões que impedem os empresários de procurar os serviços de um contador profissional. Porém, os proprietários de startups e pequenas empresas devem considerar o valor pago a um contador como um investimento em seus serviços e não uma despesa.

O escopo de trabalho de um contador não termina com a abertura da empresa, as apurações dos impostos e emissões de guias para pagamentos de tributos ao final do mês. Um contador pode e deve ser um parceiro de negócios durante todo o ano, pois é um profissional que pode emprestar sua experiência e perspectivas empreendedoras em seu mercado de atuação para ajudar o seu negócio a crescer e a navegar através de uma economia incerta, principalmente num momento de crise financeira como o que vivemos em nossa nação.

Por isso preparamos este texto, elencando 9 razões pelas quais todos os empresários devem e precisam contratar um contador.

Boa leitura!

  1. Concentre-se no “porque” você começou seu negócio

Empreendedores são apaixonados. Isto é indiscutível! E mais de metade dos pequenos empresários ​​brasileiros já partem de uma ideia de negócio para a abertura de uma empresa em apenas alguns meses. Isso é um fato!

Sendo assim, com um mercado tão dinâmico e extremamente concorrido, donos de empresas não podem se dar ao luxo de ficarem atolados com tarefas que não ajudam o seu empreendimento à crescer. O Contador pode assumir a responsabilidade de muitos aspectos diferentes do seu negócio.

  1. Encontrar o equilíbrio entre vida profissional e familiar

Independentemente de estarem iniciando ou serem negócios já estabelecidos, os proprietários de empresas vivem um grande dilema, isto é, eles precisam se dedicar ao negócio quase que integralmente para obter o sucesso almejado.  Porém, existe uma grande luta em busca do equilíbrio entre o trabalho e ter uma vida pessoal familiar de qualidade. Na verdade, manter este equilíbrio é o maior desafio para os empreendedores.

Sendo assim, um contador pode assumir as tarefas mais burocráticas do seu negócio, lhe trazendo confiança e segurança de que estes aspectos são necessários e estão em muito boas mãos, e liberá-lo para vender, conquistar o mercado e fazer com que sua empresa cresça cada dia mais. Isto lhe dará também mais tempo com a família e você terá disponibilidade em levar o seu filho para jogar “aquele” futebol à noite e depois aquele jantar romântico com a esposa. Já pensou?

  1. Manter excelente reputação empresarial

Um bom contador irá representar a sua empresa da melhor maneira possível. Manterá a sua contabilidade em dia, evitará os riscos fiscais e lhe manterá seguro em relação às finanças do negócio. Isto é particularmente importante para pequenas empresas, que se esforçam e muito para construir relacionamentos fortes com os principais interessados em seu sucesso, como potenciais investidores e instituições financeiras.

  1. É vital para o sucesso empresarial

Conforme relatado por institutos de pesquisas, os empresários mais bem sucedidos declaram que o trabalho de um contador é indispensável para a empresa, e todos concordam que trabalhar com um contador parceiro é um elemento crucial para o sucesso empresarial.

  1. Uma nova perspectiva aos negócios

Muitas vezes os empreendedores estão tão envolvidos com as operações do dia-a-dia do seu negócio que podem não ser capazes de ver todo o cenário que se apresenta à sua volta. Alguém que é “de fora” do negócio pode fornecer uma perspectiva diferente que eventualmente possa passar despercebida pelo empresário.

Reuniões frequentes com um contador podem ser como dar um passo à trás, sair da “caixinha” e observar um quadro muito maior, gerando novas perspectivas para o crescimento do negócio. Na maioria das vezes, isso é tudo que o empreendedor precisa para ter a sua próxima grande ideia.

  1. Contadores têm alcance e experiência

Você é um empreendedor experiente, logo, sabe que jamais deve subestimar o quão valioso é receber orientações de alguém que tem perspicácia,  conhecimento e vivência em centenas de empresas de vários nichos. Contadores não servem só para cuidar de informações financeiras de muitas empresas em uma variedade de segmentos, mas eles também têm visibilidade e conhecimento das melhores práticas de gestão que estão dando certo em outras empresas, bem como os erros que outros empreendedores cometeram e que levaram o negócio ao fracasso.

Contar com um profissional que é capaz de ter essa percepção e compartilhar informações valiosíssimas sobre o que tem ou não funcionado para os outros é de inestimável valor cognitivo. Logo, por que reinventar a roda se você não precisa?

  1. As empresas precisam de um plano de negócios

Uma das principais razões de milhares de empresas falharem todos os anos é o fato de não terem um plano de negócios definido. E quando seus donos são perguntados “por que”? Simplesmente dizem: “eu apenas não soube por onde começar.”

Este é uma fase onde um contador é indispensável!  O contador é um excelente parceiro, com uma visão de negócios holística, baseada em dados e pode ajudar ao empreendedor a construir um mapa para uma estrada rumo ao sucesso. Planejamento deficiente é sinônimo de fracasso empresarial! Contar com um profissional contábil experiente a bordo de sua “embarcação corporativa”, pode ajudar as pequenas empresas a trilharem o sucesso.

  1. Compreendem a Burocracia Legal

Isso pode parecer óbvio, mas tenha em mente que as Leis em nosso país mudam à todo instante, e é difícil, se não impossível para qualquer empresário manter-se atualizado com tudo que é publicado nos diários oficiais todos os dias. Setenta e Nove por cento dos proprietários de pequenas empresas admitem que contabilidade e gestão financeira são alguns dos seus maiores desafios à gente de suas empresas. Um profissional contábil pode tirar a insegurança neste sentido e garantir  que o seu negócio esteja sempre em conformidade com o fisco.

  1. Gerar e analisar dados para o crescimento e lucratividade do negócio

Se todos os seus dados estiverem apenas armazenados em um banco de dados e você não conseguir interpretá-los, analisá-los ou usá-los para uma melhor orientação nos negócios e apoio nas tomadas das decisões mais importantes na gestão, você pode estar perdendo grandes oportunidades de crescimento empresarial.

Poder contar com um contador experiente irá ajudá-lo a mergulhar nos números e assim, você poderá usá-los para impulsionar o crescimento exponencial dos negócios e garantir uma maior lucratividade futura. Uma ótima maneira de se fazer isso fazer isso é através de sistemas de contabilidade on-line integrados, onde seu contador terá total visibilidade de seus dados financeiros em tempo real, podendo lhe aconselhar sobre as melhores decisões de investimentos ou redução de despesas.

Sendo assim…

Pode a sua inicialização corporativa sobreviver sem a ajuda de um contador experiente?

Talvez sim! Porém… aquele “insight extra”, as orientações precisas e a expertise legal e financeira que um contador oferece pode ser o grande catalisador que fará o seu negócio prosperar mais rapidamente.

Pense nisso e muito sucesso ao empreender!

Até a próxima!

Definir metas é uma ótima maneira de preparar e manter uma previsão de fluxo de caixa.

O fluxo de caixa é um dos fatores mais importantes para a manutenção da saúde de uma pequena empresa. Existe um ditado corporativo que diz: “a receita é vaidade, o fluxo de caixa é sanidade, mas o dinheiro é rei”. Isso quer dizer que ter grandes entradas de receitas provenientes de vendas parece sensacional, porém, o foco mais importante para uma pequena empresa deve o seu fluxo de caixa.

Muitas empresas continuam a operar no curto ou médio prazo, ainda que estejam tendo algum prejuízo. Isto será possível se, por exemplo, conseguirem negociar melhor os prazos de pagamentos com os credores e assim terem dinheiro suficiente para pagar os custos variáveis. Todavia, não haverá longevidade corporativa para uma empresa que não possua caixa suficiente para atender às suas demandas do dia a dia.

Por isso, neste post preparamos 9 dicas sensacionais sobre fluxo de caixa para as pequenas empresas conseguirem manter uma saúde financeira estável e suas operações em pleno vapor rumo à um caminho de sucesso e prosperidade.

  1. Defina metas de fluxo de caixa

Uma maneira de organizar o controle financeiro de uma pequena empresa é preparando e mantendo uma previsão de fluxo de caixa. Isso pode e deve ser atualizado semanalmente, para assim, fornecer uma perspectiva precisa para os próximos seis a 12 meses.

Definir metas de fluxo de caixa é uma excelente maneira de garantir que é dada a atenção necessária para a sustentabilidade financeira da empresa e fornece um nível de satisfação e de propriedade para futuros investidores e credores.

  1. Definir formas de pagamento claras e objetivas

Estabelecer condições claras e objetivas sobre as formas de pagamento de seus recebíveis é uma condição crucial para a organização do seu fluxo de caixa.

“Se você iniciar sua pequena empresa, sem saber quais são as formas de pagamento de seus produtos, será muito difícil saber quando você será pago por cada venda efetuada. Se você não sabe quando um cliente está inadimplente, como você vai gerenciar seu fluxo de caixa?”

Um bom negócio para as pequenas empresas é sempre definir sua forma de pagamento em ato + 30 dias. Você precisa pagar os salários de seus funcionários em 30 dias e muitas vezes os seus fornecedores também, por isso seus clientes também precisam te pagar no mesmo prazo.

  1. Faturamento rápido é essencial

Alguns fatores que influenciam na estabilidade do fluxo de caixa estão nas mãos da própria empresa, incluindo quando faturar os clientes.

Um exemplo: Se deve faturar um projeto no início dos trabalhos ou somente quando os mesmos estiverem concluídos?

Pense bem! Se você estabelecer que o faturamento será duas semanas após a conclusão do projeto, então, é óbvio que você terá que esperar mais duas semanas antes que o dinheiro entre em sua conta bancária. Serão praticamente 30 dias para você receber os valores do projeto. Qual o impacto que isto irá gerar em seu fluxo de caixa?

Faturar 50% no início do projeto e mais 50% na conclusão, pode ser uma das melhores opções para fortalecer a saúde financeira de sua pequena empresa.

  1. Crie métodos de pagamento fáceis para seus clientes

Quanto mais você facilitar a vida de seus clientes, mais rápido você receberá o que lhe é devido. Evite pagamentos em cheque, por exemplo, pois isso resultará em atrasos antes que o dinheiro entre em sua conta bancária. Os métodos de pagamentos online podem ser uma ótima opção.

  1. Ofereça aos clientes pagamentos recorrentes

Uma maneira que as pequenas empresas têm de garantir um bom fluxo de caixa é oferecendo pacotes de pagamento recorrentes.

Crie pacotes de serviços e os fature antecipadamente, numa modalidade “pague para usar”, por exemplo. Desta forma, você receberá os pagamentos antecipados em vez de em atraso, e poderá planejar seus gastos e o crescimento dos negócios. Isto poderá lhe trazer uma visão real de seu fluxo de caixa e uma paz de espírito inestimável.

  1. Estabeleça acordos de pagamentos automáticos

Todas as empresas experimentam uma lacuna entre faturamento e pagamento, mas estes problemas podem ser minimizados. Uma excelente maneira de garantir que seu fluxo de caixa permanecerá estável ​​é estabelecendo formas de pagamentos automatizadas, como o débito em conta, por exemplo.

Este método de pagamento permite que uma empresa organize seu fluxo de caixa sem aumentar os custos administrativos necessários para emitir todos os meses os boletos bancários de recebimentos, por exemplo. É um método que proporciona também um fluxo estável de dinheiro, pois garante a real certeza de que todos os recebíveis entrarão em seu caixa na data correta.

  1. Use a tecnologia para gerenciar o fluxo de caixa

A tecnologia pode tornar muito mais fácil o gerenciamento do fluxo de caixa de uma pequena empresa.  Um sistema de gestão financeira baseado na nuvem pode ser a maior economia de tempo para seu negócio, permitindo que seus gestores trabalhem de forma mais eficiente, ganhem tempo e mantenham um melhor monitoramento de suas movimentações financeiras.

Isto te dará, não apenas a flexibilidade de onde você poderá acompanhar suas contas, mas também removerá o preocupante aborrecimento de fazer backup de todos esses dados diariamente. Você poderá acompanhar todas as suas movimentações financeiras através do seu laptop, tablet ou celular  e manter-se atualizado em tempo real sobre a situação financeira de sua empresa, inclusive durante suas viagens.

  1. Não se concentre no lucro, mantenha o foco no fluxo de caixa

Os especialistas financeiros estimam que 90% das pequenas empresas iniciam suas atividades sem terem um plano de fluxo de caixa semanal ou mensal, apesar de terem previsões de margens de lucro nos próximos anos. Eles afirmam que esta é uma razão comum para a falha empresarial precoce.

“Se seu fluxo de caixa estiver em ordem, seu lucro estará em ordem”

Se você está iniciando uma pequena empresa, procure trabalhar com clientes confiáveis ​​e que podem lhe garantir pagamentos mais rápidos inicialmente, mesmo que isso signifique clientes menores e menores margens de lucro.

Você precisa olhar para suas condições de pagamento e não ficar cego pelas possíveis margens de lucro.

  1. Treine um funcionário para monitorar seu fluxo de caixa

Um dos maiores erros que proprietários de pequenas empresas cometem é tentar eles mesmos monitorarem o tempo todo o seu fluxo de caixa. O ideal, é que o proprietário da empresa se preocupe com o crescimento do negócio, com as vendas, políticas de pagamento, parcerias, etc., e coloque uma pessoa treinada e de confiança dedicada para cuidar do administrativo/financeiro do empreendimento.

Um pequeno escritório de advocacia, por exemplo, tem que ser particularmente cuidadoso e inteligente com seu fluxo de caixa, pois o mesmo tem um monte de despesas regulares e substanciais e o seu fluxo de rendimentos pode ser imprevisível.

Para resolver esta questão muitos advogados têm contratado um funcionário treinado em gestão financeira e administrativa para manter um monitoramento diário em créditos e débitos, para garantir que sempre haverá dinheiro suficiente no banco.

No final do dia, mês ou ano corporativo, dinheiro realmente é rei para manter uma empresa em atividade!

Pense nisso e muito boa sorte ao empreender com sua pequena empresa!

Até a próxima!