Da seca ao horário de verão. Ele volta em 2023?

O horário de verão é uma mudança no fuso horário, adotado para aproveitar melhor a luz solar do dia, reduzindo o consumo de energia elétrica e está presente em vários países. Ele consiste em adiantar em uma hora o relógio no período de verão. 

A mudança de horário tem relação com a falta de água, uma vez que a economia de energia elétrica ajuda a preservar recursos hídricos utilizados na geração de eletricidade.

Ele foi instituído no Brasil em 1931 visando economizar energia elétrica durante o período de maior consumo. A partir de 2008, passou a ser adotado de maneira mais regular, iniciado sempre no segunda domingo de outubro e encerrado na terceira sexta-feira de fevereiro do ano seguinte, em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, entre outros.

Extinção

No entanto, em 2019, o Congresso Nacional aprovou a extinção do horário de verão, tendo em vista que a sua efetividade na economia de energia não era mais comprovada. Além disso, outros fatores, como o aumento de problemas de saúde relacionados à mudança de horário, as dificuldades para a adaptação do setor produtivo e a necessidade de harmonizar o horário em todo o país, também levaram à decisão de acabar com o horário de verão.

Dois anos se passaram e as especulações persistem e a pergunta que fica é, o horário de verão volta este ano? E como ele impacta nos negócios? Descobriremos! Primeiro, vamos para as vantagens e desvantagens:

Vantagens:

1. Poupança de energia elétrica: ao prolongar o período de luz natural, o horário de verão permite que as pessoas aproveitem mais luz solar e, consequentemente, usem menos energia elétrica para iluminação artificial.

2. Melhoria na qualidade de vida: ao prolongar o período de luz natural, as pessoas têm mais tempo para realizar atividades ao ar livre e, assim, melhoram a sua qualidade de vida.

3. Aumento na economia: o horário de verão pode aumentar a economia, pois estimula o comércio, as lojas, os bares e os restaurantes a ficarem abertos por mais tempo.

Desvantagens:

1. Interrupção no sono: a mudança de horário pode causar interrupções no sono, o que pode afetar a saúde e o bem-estar das pessoas.

2. Confusão no horário: a alteração do horário pode causar confusão, especialmente para as pessoas que viajam para outros países que não aderem ao horário de verão.

3. Desgaste para as empresas: as empresas podem ter que fazer mudanças significativas em seus sistemas e horários de funcionamento para se adaptarem ao horário de verão.

Em resumo, o horário de verão pode trazer algumas vantagens, como poupança de energia elétrica e aumento na economia, mas também pode causar interrupções no sono, confusão no horário e desgaste para as empresas. Cada país precisa avaliar as suas necessidades e considerar tanto as vantagens quanto as desvantagens antes de adotar o horário de verão.

Benefícios para o comércio

O horário de verão é benéfico para o comércio, lojas, bares, restaurantes e outros estabelecimentos, pois prolonga a luz natural do dia, aumentando a possibilidade de atividades ao ar livre e, consequentemente, o movimento desses estabelecimentos, além de que, as pessoas passam mais tempo acordadas e, consequentemente, dispostas a realizar compras e sair para se divertir.

Porém, problemas como o de comunicação podem surgir: com a mudança de horário, pode haver problemas na comunicação com parceiros, fornecedores e clientes em outros estados ou países que não adotam o horário de verão.

Vale destacar que na Receita Federal não há regulamentações específicas para o horário de verão em relação aos horários de funcionamento de lojas, bares e restaurantes. As regras para os horários de funcionamento são determinadas pelas prefeituras locais ou pelos órgãos estaduais competentes. 

Portanto, para obter informações precisas sobre horários de funcionamento durante o horário de verão, é recomendável consultar a legislação local ou entrar em contato com as autoridades locais.

Atenção na contabilidade

A mudança de horário pode afetar a contabilidade de uma empresa, já que as horas trabalhadas e os horários de funcionamento dos estabelecimentos precisam ser ajustados, o que pode dificultar na contagem das horas extras, por exemplo. A falta de adaptação pode resultar em confusão e erros nas operações.

Os sistemas financeiros também podem ser afetados pelo horário de verão, sendo importante que as empresas verifiquem se seus sistemas estão configurados corretamente para ajustar automaticamente o horário. Isso pode incluir verificar se todas as transações são registradas com o horário correto e se o software de contabilidade está atualizado.

É certo que ele pode trazer vantagens e desvantagens para as empresas, dependendo da sua área de atuação e das necessidades dos seus funcionários e clientes.

Impacto na economia

Quanto ao impacto na economia, o horário de verão pode resultar em uma redução na demanda por energia elétrica, o que pode refletir em uma economia para o país todo. No entanto, a mudança também pode prejudicar algumas atividades econômicas que dependem da luz artificial, como a indústria. 

Ele pode ainda influenciar na oferta e demanda de bens e serviços, assim como na vida das pessoas, que precisam se adaptar à mudança de horário.

Ele volta em 2023?

Como já dito, o horário de verão acabou no Brasil em 2019, mas ainda existe a possibilidade de ele ser restabelecido em 2023. Após vencer as eleições, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma pesquisa em seu Twitter para mensurar se voltaria ou não com o Horário de Verão em 2023. 

Os internautas responderam dessa maneira: 66,2% é a favor da volta. Ao total, houve mais de 2,3 milhões de votos entre os prós e contras.

Apesar disso, não há informações oficiais sobre o novo presidente retornar ou não com o Horário de Verão. A decisão final sobre o assunto pode ser influenciada por vários fatores, incluindo a situação energética do país, meio ambiente, os impactos na saúde e no bem-estar da população, e a opinião pública.

É certo que depende de uma avaliação cuidadosa por parte do Poder Executivo, sobre os benefícios e desvantagens para a sociedade toda, considerando também suas implicações tanto na economia quanto na rotina das pessoas.

MEI pode ter limite de faturamento aumentado este ano de 2023

O cadastro de Microempreendedor Individual (MEI) cada vez mais tem atrai pessoas. Ele é um dos modelos mais simples para quem deseja iniciar um negócio ou quer se formalizar, e gera grande impacto na economia. 

Por isso, medidas para reforçar e solidificar essa modalidade tem crescido, a exemplo da proposta de mudança do seu limite de faturamento anual, o qual é de R$ 81 mil e permite a contratação de apenas um empregado. Porém, essa limitação pode estar com seus dias contados. 

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021, que aumenta a receita bruta do MEI para R$ 144,9 mil anuais e ainda, autoriza a contratação de até dois empregados. Desta forma, a faixa mensal de arrecadação sairia de R$ 6.750 para R$ 12.075. o PLP coopera na derrubada de barreiras que se estabelecem no desenvolvimento das atividades dos MEIs.

Mas, o que é Microempreendedor Individual (MEI)?

Criado em 2008, o MEI é um modelo empresarial simplificado que viabiliza a formalidade de pequenos empreendedores e profissionais autônomos, que após aderir, passam a ter benefícios como o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) próprio, emissão de notas fiscais e acesso aos benefícios da Previdência Social, a exemplo da aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade, isenção de tributos federais como Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL, etc.

É preciso ficar atento as obrigações, as quais, entre elas, estão o pagamento da contribuição mensal do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), emissão de nota fiscal quando necessário, enviou da Declaração Anual do Faturamento do Simples Nacional (DASN-SIMEI), onde nela, a empresa deve informar a quantia recebida durante o último ano, caso o empreendimento tenha sido aberto recentemente, declara-se o período de apuração.

Esse procedimento é necessário para contabilização dos impostos devidos e quando é feito dentro do prazo estipulado, a declaração sai de graça, porém, se houver atraso, o microempreendedor deverá fazer o pagamento de multa, dentre outras obrigações.

Limite de faturamento anual do MEI 

O faturamento anual MEI é o valor máximo que uma empresa neste segmento pode alcançar na sua receita bruta anual. Até o momento, o MEI tem seu limite de faturamento por ano estabelecido em R$ 81 mil, o que quer dizer que na soma de 12 meses completos, o Microempreendedor Individual precisa ter seus rendimentos dentro desse teto, caso ultrapasse, é preciso a desvinculação da categoria e se formalizar em outra modalidade. 

Superior ao MEI há as opções Microempresa (ME), que tem um limite de faturamento anual de R$ 360 mil e a Empresa de Pequeno Porte (EPP), com limite de R$ 4,8 milhões por ano, que também pertencem ao Simples Nacional, no entanto, não possuem as mesmas vantagens ofertadas ao microempreendedor.

De uma forma mais estratificada, funciona da seguinte forma: se o valor ultrapassado pelo MEI for de até 20%, ele deverá pagar uma multa via DAS complementar, onde o valor é calculado sob a quantia exercida e deve mudar de Microempreendedor Individual (MEI) para Microempresa (ME).

Nos casos em que ultrapasse 20%, é obrigado que o MEI seja, imediatamente, desenquadrado da categoria. Porém, como já mencionado, circula um projeto de lei que visa aumentar o faturamento limite do MEI para este ano.

Projeto de Lei Complementar 108/2021

Então, o limite de rendimentos do MEI irá aumentar em 2023? Não há uma garantia, no entanto, grandes chances. Uma vez que, o novo limite de faturamento MEI previsto no Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021, que sugere alteração no Estatuto da Micro e Pequena Empresa, eleva o teto para R$ 144,9 mil – no projeto original a proposta era mudar para R$ 130 mil, subiu ao longo da tramitação – já foi aprovado no Senado Federal e percorre na Câmara dos Deputados. Ou seja, é necessário ainda que os parlamentares apreciem a proposta, para que, posteriormente, seja votada e, sendo aprovada, siga para sanção presidencial.

Aumento no número de funcionários

Vale destacar que essa mudança favorece também o número de funcionários que poderão ser contratados, saindo da regra atual, sendo de apenas um, para até dois, que vão poder ser registrados pelo MEI.

No entanto, como toda mudança tem os prós e contras, é de se considerar que o governo possa resistir para a aprovação da PLP. Isso porque ela geraria renúncias fiscais, que desta forma, traria impactos milionários por ano, de acordo com estimativas da Receita Federal.

Como faturar mais sendo MEI?

O microempreendedor tem um impacto grandioso e positivo na economia brasileira. Incentivar o empreendedorismo e a abertura de novas empresas, é essencial para o desenvolvimento econômico nacional e para a geração de empregos e renda. Mas você, MEI, já pensou em faturar mais? se liga nas dicas:

Novos canais de vendas e marketing digital

E-commerce, ou comércio eletrônico, é uma poderosa ferramenta em que o MEI pode investir para vender e alcançar o seu público-alvo. No Instagram, por exemplo, você pode criar uma loja virtual, de graça e de fácil manuseio. Há ainda marketplaces, como o Mercado Livre, que é possível integrá-la à sua loja.

O marketing digital é um forte aliado do MEI que quer alavancar sua receita. Plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp, YouTube e TikTok têm sido fortemente utilizadas para atrair clientes, divulgar produtos e ofertas, manter uma rede de contatos e interagir com o público.

Invista em ferramentas como remarketing, “fazer marketing novamente para a mesma pessoa” para fisgar aqueles consumidores atraídos pelo produto e que abandonaram o carrinho antes de fechar a compra. 

A estratégia SEO (Search Engine Optimization ou Otimização para Mecanismos de Busca) também é bem-vinda. Por meio de aprimoramentos e estratégias, é possível que o produto fique bem posicionado no Google, por exemplo, quando pesquisado. A tendência é que as primeiras páginas que aparecem como resultados de pesquisa, sejam as primeiras também a serem acessadas.

Gestão, precificação e contratação

Apesar de o MEI ser uma categoria pequena, não significa que a sua gestão precise ser amadora. Invista em mão de obra qualificada, conhecimentos através de cursos e capacitações, assim como, mecanismo de informatização para o seu negócio.

Por não possuir conhecimentos financeiros suficientes, muitos empresários acabam negligenciando a precificação do seu produto. Esse processo é de suma importância e deve ser considerado todos os custos, com uma margem de lucro para definir o valor final do produto.

Uma pessoa para ajudar nos desafios do dia a dia, com certeza faz toda a diferença e na área corporativa não é diferente. Aproveite a possibilidade de contratação que o MEI oferece e traga mais gente para o time.

5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online

Ao visitar lojas físicas, o consumidor tem um número limitado de opções para escolher. Mas, na Internet, ele tem milhares de possibilidades ao seu alcance a partir de uma simples busca. Por isso, não basta apenas colocar seus produtos online, é preciso usar estratégias para se destacar.

No entanto, muitas delas são complexas e difíceis de serem implementadas, exigindo muito investimento financeiro e conhecimento especializado. Neste texto, vamos apresentar 5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online. Confira quais são para aumentar as vendas do seu e-commerce.

Memes Are Great, But Instagram Really Wants You to Shop – Sourcing Journal

1. Utilize as redes sociais

Defina qual é o seu público alvo e identifique quais redes sociais ele costuma usar. Se o público for mais jovem, por exemplo, o foco em novas plataformas, como o TikTok, deve ser mais eficiente do que no Facebook.

Defina uma rotina de postagens. Caso use o Instagram, por exemplo, pense em um tipo de story diferente para cada dia. Na segunda, você pode apresentar um produto. Na terça, postar o depoimento de um cliente, etc. Você também pode pagar para impulsionar os posts, direcionando que tipo de público você quer que eles alcancem.

Grande parte das lojas virtuais hoje são multiplataforma. Isso significa que vendem em vários canais, como sites próprios, diversos marketplaces e também em redes sociais. Essa variedade ajuda a alcançar mais clientes. Mas é interessante contar com um ERP para facilitar esse processo, se você opera em muitos canais.

2. Desenvolva o SEO

SEO significa “otimização para motores de busca” (Search Engine Optimization, em inglês). Significa usar mecanismos que facilitam que as suas páginas apareçam entre as primeiras nas pesquisas do Google sem que você tenha que pagar por isso.

Você pode usar essa estratégia, por exemplo, inserindo palavras-chave nos textos das páginas e colocando, em cada uma, links para outras páginas do site. Você também deve escolher uma plataforma para desenvolvimento do site que seja responsiva. Isso quer dizer que ela deve funcionar bem tanto em computadores quanto em celulares. Há ainda diversas outras técnicas de SEO que você pode implementar.

Mesmo que você não tenha um site próprio e venda somente em marketplaces, é importante tomar cuidados que facilitem que os clientes encontrem seus produtos no mecanismo de busca da plataforma. O nome do produto, por exemplo, deve conter as palavras-chave adequadas pelas quais o cliente possa pesquisar.

Zendesk integra ferramenta de atendimento ao WhatsApp Business | IT Forum

3. Invista no atendimento ao cliente

O chat online é uma forma importante de tirar dúvidas do cliente e deixá-lo mais seguro para realizar a sua compra. Por isso, sempre que um cliente entrar em contato, responda com cuidado, gentileza e passando a maior quantidade possível de informações.

Também é interessante deixar claro no site da loja ou nos anúncios dos produtos que o cliente pode entrar em contato para solucionar qualquer dúvida. Em algumas plataformas, os clientes fazem comentários, e a loja pode respondê-los. Não deixe de dar esse retorno e seja ainda mais cuidadoso, uma vez que todas as pessoas poderão ler sua resposta.

Outro ponto é cuidar bem do pós-venda. É importante esforçar-se para resolver os problemas dos clientes e agradecer pelos retornos positivos. Isso faz com que eles queiram comprar novamente na sua loja e que a indiquem para outras pessoas. Além disso, a sua loja foge do risco de ser listada negativamente em sites como o Reclame Aqui.

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4. Encontre a melhor logística

O prazo de entrega e o frete são dois elementos não relacionados diretamente ao produto, mas que podem ser decisivos na escolha ou não pela compra. Um valor de frete elevado e um prazo de entrega muito longo podem fazer com que o cliente desista de um produto que ele já havia escolhido comprar.

Por isso, além de cuidar da qualidade das suas próprias mercadorias, é preciso se preocupar com a forma como elas vão chegar ao cliente. Uma forma de fazer isso é pesquisar por serviços de transportadoras ou utilizar sistemas de logística próprios dos marketplaces, por exemplo.

A opção de oferecer mais de uma possibilidade de frete é sempre interessante, assim o cliente pode escolher se quer pagar mais para receber mais rápido. O frete grátis é um grande impulsionador das vendas, mas o lojista precisa avaliar bem o impacto dessa opção.

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5. Cuide das imagens e da usabilidade da loja

Os seus produtos podem ser excelentes, mas o cliente precisa encontrá-los na sua loja e ver se eles correspondem às suas expectativas. Isso quer dizer que sua loja virtual deve dar ao cliente a mesma facilidade que ele teria para identificar e avaliar os produtos numa loja física. Portanto, sua loja deve ser organizada e atrativa.

Para conseguir isso é importante que as fotos dos produtos sejam de qualidade e mostrem tudo o que o cliente precisa saber a respeito deles. Além disso, as descrições também precisam ser completas e claras, para que o cliente se sinta seguro em relação ao que está comprando.

Do mesmo modo, os produtos não podem estar todos “bagunçados numa única pilha”. É preciso que eles sejam divididos em categorias e organizados de forma que o cliente possa identificar as diferentes opções similares. Por fim, o comprador deve ter facilidade para colocar os produtos no carrinho e fazer o pagamento, senão ele corre o risco de ir embora antes disso.

EXTRA: Planejamento financeiro

Além dessas 5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online, outro meio de garantir o sucesso do seu e-commerce é cuidando bem das finanças do seu negócio.

Nesse sentido, contar com um bom escritório de contabilidade faz toda a diferença. A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em e-commerce. Estamos à disposição para te ajudar a aumentar a eficiência da sua loja online.


5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online


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E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor


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Shopee: nova taxa para vendedores CPF


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5 Opções de bancos digitais para PJ

No que diz respeito a serviços financeiros e bancários, nos últimos anos surgiram bancos digitais que conquistaram uma boa fatia do mercado com uma proposta inovadora e menos burocrática. Além de muito eficientes, os bancos digitais são conhecidos pelas tarifas reduzidas.

Os bancos digitais já são uma realidade na vida de muitos brasileiros, mas você sabia que também existem muitas vantagens de abrir uma conta digital para empresa?

Mas afinal, o que são bancos digitais para PJ?

Os bancos digitais também são chamados de bancos virtuais. Existe ainda outro termo menos usual, mas muito adequado para esse modelo de negócio: fintech.

O termo Fintech foi criado a partir da união das palavras financeiro em inglês – financial – e tecnologia – technology -; ou seja, em outras palavras trata-se do uso de tecnologia e inovação aplicadas aos serviços financeiros. Portanto, as startups fintech são empresas que aperfeiçoam os serviços financeiros por meio de soluções em tecnológicas.

Quais são as vantagens dos bancos digitais para empresas?

Em suma, a proposta dos bancos digitais para empresas é resolver problemas frequentes dos bancos tradicionais, como tarifas altas, conflito de interesses, filas, atendimento demorado e falta de transparência

Em contrapartida, os bancos digitais para PJ oferecem: atendimento prático e acessível por meio de smartphones ou outros canais com acesso a internet, tecnologia de ponta, atendimento rápido, eficiência e segurança.

A tecnologia aplicada de maneira inteligente nos serviços bancários permite que os bancos digitais trabalhem sem a necessidade de agências físicas. Os bancos virtuais atendem, com segurança e rapidez, todas as necessidades dos empreendedores por meio da internet.

Os 5 melhores bancos digitais para PJ

Nubank

O Nubank é uma startup brasileira, sediada em São Paulo, fundada em 2013 como operadora de cartões de crédito. Seu primeiro produto foi lançado em 2014, um cartão de crédito internacional com bandeira Mastercard e sem anuidade.

Em 2017 a empresa lançou o Nubank Rewards e a NuConta. Em 2019 começou a oferecer empréstimos. Mas esse serviço está disponível apenas para alguns clientes.

Ainda em 2019 o Nubank anunciou a NuConta PJ. Porém, o serviço pode ser contratado apenas por empresas de um único sócio, ou seja, MEI, Empresário Individual e Eireli.

Dentre as vantagens da NuConta para PJ estão:

  • tarifa zero de manutenção; 
  • realização de qualquer operação pelo aplicativo de smartphone; 
  • e transparência.

Na conta digital para Pessoa Jurídica, o Nubank possui as funcionalidades de transferências gratuitas e ilimitadas para outros bancos; envio de link de cobrança; possibilidade de gerar extrato OFX e PDF e o pagamento de boletos e tributos. A tarifa do boleto de cobrança é de R$3,00 por boleto.

Inter

O Banco Inter lançou a conta PJ em 2017. De acordo com a empresa, seus serviços bancários digitais atendem desde microempreendedores e profissionais liberais até grandes empresas.

Dentre os diferenciais da conta digital para Pessoa Jurídica estão: 

  • conta gratuita (sem mensalidade);
  • emissão de 100 TEDs e boletos gratuitos por mês;
  • recebimento por meio de QR code gratuito;
  • extratos por período em PDF, OFX e CSV;
  • máquina de cartão;
  • e folha de pagamento automática.

O banco digital também oferece linhas de crédito como capital de giro e antecipação de recebíveis do cartão de crédito (com juros a partir de 1% ao mês). Para usufruir da máquina de cartão a taxa é de 1,8% por transação no débito e 2,0% para operações no crédito à vista.

Cora Bank

O Cora Bank foi criado em 2020, especializado em pequenos e médios empreendimentos.

Os serviços oferecidos pela empresa são:

  • conta digital sem anuidade;
  • cartão de débito;
  • emissão de boletos sem tarifas adicionais, com plataforma para gerenciamento;
  • TEDs ilimitadas e sem tarifas.

Por se tratar de uma startup ainda nova, o Cora Bank não possui folhas de cheques ou cartão de crédito.

Banco Original

O Banco Original foi fundado em 2011, a partir da união do Banco JBS e o Banco Matone. Desde a sua fundação, o banco não possui agências próprias, pois realizava o atendimento através das lojas Bem-vindo.

O projeto para se tornar o primeiro banco digital brasileiro começou em 2013, com a proposta de não haver agências e todos os serviços serem oferecidos por meio da internet. O site do Banco Original, com essa nova proposta, foi lançado em 2015.

O banco tem quatro opções para pessoa jurídica: 

  • Conta Pessoa Única (para micro e pequenos empreendedores); 
  • Conta Empresas (para comércios com mais de um sócio);
  • Conta Corporate (para grandes empresas);
  • Conta Agronegócio (para produtores rurais).

Os serviços oferecidos são:

  • máquinas de cartões;
  • capital de giro;
  • conta-salário para funcionários;
  • cartão de débito MasterCard;
  • cartão de crédito internacional;
  • cashback para correntistas.

A principal desvantagem desse banco são as tarifas, pois o banco cobra taxas de serviços e anuidades, que variam entre R$29,90 e R$99,90. As contas Pessoa Única e empresa têm algumas isenções.

Linker

O Banco Linker é uma fintech inovadora, que começou a operar em 2019. O banco digital conta com muitos diferenciais para PJ e uma das maiores gamas de serviços financeiros, com capacidade para atender qualquer empresa.

A eficiência da tecnologia aliada ao atendimento humano

Ao contrário de outros bancos digitais, o Linker tem um importante diferencial que é o atendimento humano, via e-mail, chat ou redes sociais, 24 horas por dia. 

Com o uso dos bots nos serviços de outros bancos digitais muitos empreendedores passaram a se preocupar com a qualidade do atendimento. 

O Banco Linker é diferente, pois conta com tecnologia de ponta para oferecer serviços eficientes para empresas, mas sem reduzir a qualidade do atendimento, que é humanizado e acessível.

Dentre os diferenciais da empresa estão:

  • conta gratuita para PJ, sem mensalidade, taxa de abertura e de manutenção;
  • abertura de conta em até 2 dias úteis;
  • cartões de débito e crédito corporativos gratuitos, físicos e virtuais;
  • link de pagamento (linkerpay;
  • organização financeira;
  • extrato categorizável com exportação automática todos os meses;
  • atendimento humanizado 24 horas por dia;
  • emissão de boletos de cobrança com a opção de multa e juros por atraso;
  • transferências gratuitas com o PIX;

O Linker possui tarifas baixas e transparentes. A empresa não trabalha com pacote de serviços. O valor é R$2,00 para TED (para outros bancos) e R$2,00 para boleto compensado. A tarifa para saque em Banco24horas é R$10,00, conforme descrito no site.

Sistema seguro e organizado

O Linker possui um aplicativo inteligente com o sistema Cobrança Ativa, que facilita o gerenciamento de recebimentos e emissão de boletos; além de possibilitar a emissão de relatórios de acompanhamento.

No quesito segurança o Linker possui:

  • Certificação pela Autoridade Certificadora líder na América Latina, Certisign;
  • Monitoramento anti-fraude;
  • Transações seguras (transações validadas via token, conforme exigências do Banco Central);
  • Proteção ao uso não autorizado dos dados dos cartões da empresa.

O Linker tem se mostrado uma excelente opção para quem deseja abrir uma conta digital para Pessoa Jurídica, desde MEIs até micro e pequenas empresas. O serviço é rápido e personalizado. Saiba mais no site.

Minha empresa se enquadra no Simples Nacional?

Quem pensa em abrir empresa no Brasil atualmente deve seguir uma série de procedimentos. Um deles é a opção por um regime tributário vantajoso, que consiga diminuir os custos com tributos de maneira legal. Uma opção comum para grande parte dos micro e pequenos empreendedores é o Simples Nacional.

Entretanto, vale lembrar que o Simples Nacional nem sempre é o regime tributário mais vantajoso. Essa opção vai depender de algumas questões além do tamanho da empresa, como a atividade, as despesas, os gastos com a folha de pagamento, entre outros. 

A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado nas áreas de abertura de empresa e recuperação tributária. Por isso, nossa equipe está preparada para avaliar qual é o melhor regime tributário, de forma que a sua empresa não pague a mais em tributos e esteja sempre dentro da legalidade.

Mas para não restar dúvidas, vamos responder à sua questão: Será que minha empresa se enquadra no Simples Nacional? Veja os pontos principais que você precisa saber sobre o tema!

O que é o regime tributário chamado Simples Nacional?

De acordo com a Receita Federal, o Simples Nacional é um “regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte”. Ele está previsto na Lei Complementar nº 123/2006.

Confira a seguir as principais características desse regime tributário:

  • O regime abrange vários tributos, como IRPJ, CSLL, IPI, PIS/Pasep, Cofins, ICMS, ISS e CPP;
  • O recolhimento dos tributos abrangidos se dá por meio do DAS (Documento Único de Arrecadação) e deve ser feito até o dia 20 do mês subsequente àquele de aferição da receita bruta;
  • As empresas enquadradas no Simples podem utilizar o sistema eletrônico para realizar o cálculo do valor mensal devido, gerar o DAS e constituir o crédito tributário;
  • Existência de sublimites para EPP, estabelecidos pelos estados, em função da respectiva participação no PIB;
  • O empresário deve apresentar uma declaração única e simplificada de informações socioeconômicas e fiscais;
  • É facultativo, sendo somente uma das opções de regime ao abrir empresa.

Posso abrir empresa e enquadrá-la no Simples Nacional?

Ao abrir empresa, o empresário deve atender aos requisitos previstos na legislação para poder optar pelo Simples. Caso obedeça a todos, deve formalizar sua opção pelo regime tributário. Veja a seguir os principais critérios.

Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte

O primeiro requisito é se enquadrar na definição de Microempresa (ME) ou de Empresa de Pequeno Porte (EPP), conforme consta no artigo 1o da LC nº 123/2006.

Dentro desse conceito, estão a Sociedade Empresária, a Sociedade Simples e a Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI). Portanto, na abertura de empresa, é preciso se enquadrar em uma dessas possibilidades.

Atividade econômica relacionada na lista de atividades do Simples

A opção pelo regime tributário do Simples Nacional depende da atividade econômica. Portanto, após abrir empresa, tenha em mente que sua atividade deve estar relacionada na lista de atividades permitidas.

Na Brasct estamos sempre atentos à legislação vigente e averiguamos se o CNAE da sua empresa se enquadra no Simples. São diversos estabelecimentos de comércio, indústrias e serviços que possuem um código CNAE com previsão de adesão ao regime. Diversos varejistas, inclusive.

Isso é fundamental, porque existem algumas atividades cujo enquadramento é proibido. Recentemente, foram promulgadas novas leis que integraram mais atividades ao rol de permissão. Foi o caso de serviços advocatícios, escritórios de contabilidade e pequenos produtores de bebidas alcoólicas (exceto atacado).

Limites de faturamento

Mais um critério que deve ser respeitado no enquadramento do Simples Nacional é o faturamento.

A receita bruta anual de uma microempresa não pode ultrapassar R$ 360 mil. No caso de Empresas de Pequeno Porte, o teto é R$ 4,8 milhões.

Apesar do teto atingir esse valor, a empresa que ultrapassa R$ 3,6 milhões deve ficar atenta a uma questão. O ISS e o ICMS serão recolhidos como as empresas não optantes por este regime tributário. Na prática, os impostos federais serão recolhidos no DAS, mas esses dois terão guias geradas à parte, seguindo as regras do Lucro Presumido e Real.

Por este motivo, é importante contar com um escritório de contabilidade atualizado, atento e de confiança. Afinal, nem sempre o Simples Nacional será o regime mais vantajoso.

A seguir, você vê uma tabela (Anexo I da LC nº 123/2006) referente às empresas de comércio que relaciona o faturamento e a alíquota cobrada:

Receita Bruta TotalAlíquotaValor a ser descontado
Até R$ 180.000,004%0
De 180.000,01 a 360.000,007,3%R$ 5.940,00
De 360.000,01 a 720.000,009,5%R$ 13.860,00
De 720.000,01 a 1.800.000,0010,7%R$ 22.500,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,0014,3%R$ 87.300,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,0019%R$ 378.000,00

Mas como calcular o faturamento ao abrir empresa? O valor considera os últimos 12 meses de faturamento bruto, sem descontos. Após a abertura de empresa, durante o 1º ano de funcionamento, o cálculo é feito de maneira diferente. Veja:

  • 1° mês: faturamento do mês multiplicado por 12 meses.
  • 2° mês: faturamento do 1º mês multiplicado por 12 meses.
  • 3° mês: média do faturamento dos dois primeiros meses multiplicado por 12 meses.

Vedações de enquadramento e outros requisitos

Para se enquadrar no Simples Nacional, a Lei estabelece uma série de restrições (art. 3º, §4º). A empresa não pode:

  • ter sócios que possuem outras empresas cuja soma do faturamento de todas seja maior do que R$ 4,8 milhões;
  • ter outra empresa no quadro societário (somente pessoas físicas podem ser sócias);
  • ser sócia de outra empresa (participar do capital social de outra pessoa jurídica);
  • ter débitos com a Receita Federal, Estadual, Municipal e/ou INSS;
  • ser uma sociedade por ações (S/A);
  • ter sócios que morem no exterior;
  • ter cadastros fiscais irregulares.

Opção pelo Simples

Por fim, quando da abertura de empresa, é preciso realizar a opção pelo Simples Nacional. Ela pode ser feita a qualquer momento, neste caso. Se você já possui um negócio e deseja modificar o regime tributário, a escolha deverá ocorrer no primeiro mês de cada ano.

Antes de realizar a opção, é importante contar com o seu escritório de contabilidade para avaliar a situação atual da empresa, pois ela pode mudar ao longo dos anos. A Brasct pode aconselhá-lo sobre o enquadramento mais adequado à sua empresa, considerando os critérios que já mencionamos.

Como ressaltado, existem particularidades do negócio que podem direcionar o empresário a outras opções mais econômicas do que o Simples. Número de colaboradores e margem de lucro são algumas delas.

O Simples Nacional é uma opção vantajosa para muitas pessoas que desejam abrir empresa. Mas não serve para todos os empresários. Por este motivo, consulte a Brasct para ajudá-lo a fazer a melhor escolha!

É possível abrir uma empresa sem largar o emprego?

Neste momento de crise pelo qual o país passa, a renda familiar de muitos brasileiros está bastante apertada. Mesmo algumas pessoas que trabalham com carteira assinada precisam fazer trabalhos extras para complementar a renda ocasionalmente.

Outras vezes, um profissional que trabalha no regime CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) tem o sonho de abrir empresa para si, mas não tem como fazer isso de uma hora para a outra, tendo que permanecer no emprego até consolidar seu empreendimento.

Como essas, são várias as situações que podem levar alguém que trabalha com carteira assinada a ficar em dúvida sobre o que precisa para abrir empresa. Será que é permitido? Não gera nenhum problema para o profissional? Vamos descobrir a seguir. Acompanhe:

O que a empresa contratante diz sobre isso?

A primeira questão que o profissional precisa saber é a se a empresa na qual ele trabalha tem alguma regra que proíba os funcionários de abrir empresa. Em alguns casos, pode ser que a proibição seja apenas para a abertura de empreendimentos na mesma área em que a empresa atua, podendo haver uma flexibilização sobre a abertura de empresa de outro tipo.

De todo modo, mesmo que não haja proibição para abrir um negócio na mesma área da empresa em que o profissional trabalha, ainda assim, fazer isso pode não ser uma boa ideia. É que, nesse caso, a empresa passa a ter direito de demiti-lo por justa causa.

A questão está prevista no artigo 482 da CLT, caracterizando a possibilidade de demissão por justa causa devido à concorrência do novo empreendimento.

De qualquer forma, antes de mais nada, é necessário ler o contrato de trabalho para saber se alguma cláusula fala sobre essas questões. Caso contrário, podemos observar se existem ou não impedimentos na legislação brasileira. É o que faremos a partir da próxima seção.

É possível abrir um negócio como MEI?

Sim. Quem trabalha no regime CLT também pode ter um negócio como MEI (Microempreendedor Individual). Não existe nenhum tipo de legislação no país que impeça isso. O regime MEI é voltado para quem fatura até 81 mil reais por ano e tem no máximo um funcionário.

Mas cabe um detalhe: o MEI não pode ser titular, sócio ou administrador de outra empresa. Portanto, se o profissional atuar como administrador não sócio de uma empresa, nesse caso, ele não pode ser MEI. 

Quando uma pessoa trabalha como CLT e MEI ao mesmo tempo, ela contribui para a previdência social duas vezes. A primeira através do recolhimento do INSS sobre o salário, sob responsabilidade do empregador.

A segunda através da guia do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que o MEI deve quitar mensalmente. Nesse caso, as duas contribuições são somadas para cálculo da aposentadoria e dos demais benefícios.

Como ficam os direitos trabalhistas?

O empregado continua tendo direito ao Abono Salarial e ao FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Mas no caso do Abono Salarial, para ter direito a ele também é necessário cumprir outras exigências:

  • Ser cadastrado no Programa de Integração Social (PIS) há pelo menos cinco anos.
  • Ter o nome informado pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
  • Ter trabalhado por pelo menos 30 dias no ano.
  • Ter remuneração média de até dois salários mínimos.

No entanto, há um ponto negativo. O trabalhador que também atua como MEI perde o direito ao seguro-desemprego. É que esse benefício é voltado para funcionários demitidos sem justa causa que não tenham outa fonte de renda.

Entretanto, existe a possibilidade de comprovar que a renda proveniente do MEI não é suficiente para o sustento da família. Para isso, é preciso apresentar documentos como a Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI). Se isso ficar comprovado, o profissional pode voltar a ter direito ao benefício.

E quanto aos demais tipos de empresa?

Também pode. A CLT não diz nada sobre uma pessoa com carteira assinada ficar impossibilitada de ter uma empresa em seu nome. Portanto, além do MEI, o profissional pode ser titular ou sócio de qualquer um dos tipos de empresa:

  • Empreendedor Individual (EI)
  • Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI)
  • Sociedade por Cotas de Responsabilidade Limitada (LTDA)
  • Sociedade Limitada Unipessoal (SLU)
  • Sociedade Anônima (SA)

Em relação aos direitos trabalhistas, vale o mesmo que foi explicado para o MEI. Porém, no caso desses outros tipos de empresa, o faturamento costuma ser maior, o que faz com que possivelmente a renda proveniente da empresa seja superior ao salário. Nesse caso, o profissional perde o direito ao seguro-desemprego sem a possibilidade de recorrer.

Em relação ao INSS, os sócios que trabalham na empresa recolhem INSS sobre o pró-labore. Nesse caso, essa contribuição se junta à efetuada sobre o salário recebido onde o profissional tem a carteira assinada para cálculo de aposentadoria e outros benefícios.

É igual para os servidores públicos?

Quem trabalha como servidor público para a União não pode abrir empresa. É o que define a lei 8.112/90, que dispõe sobre o regime jurídico dessa categoria. Mas isso não se aplica a Empresas de Economia Mista. 

Já para servidores estaduais e municipais, não existe uma regra geral. Por isso, é preciso se informar sobre a existência ou não dessa proibição na legislação de cada município ou estado.

Precisa de ajuda para formalizar o seu negócio?

Quem trabalha com carteira assinada e está tentando descobrir como abrir empresa pode ter pouco tempo para cuidar da burocracia necessária. Se esse for o seu caso, você pode sempre contar com os serviços de nosso escritório de contabilidade. A Brasct pode te ajudar em tudo o que precisa para abrir empresa sem prejudicar sua dedicação ao emprego que já possui.

Como calcular os impostos de uma pequena empresa?

Você tem ou trabalha em uma pequena empresa e quer saber como calcular os impostos corretamente? Você sabia que ao apresentar o regime tributário mais adequado para o seu negócio, o escritório de contabilidade pode ajudá-lo a economizar dinheiro através de uma taxa reduzida de impostos?

É verdade que muitas empresas passam anos pagando tributos acima do necessário porque a escolha do regime tributário não foi feita adequadamente. Por esse motivo, o escritório de contabilidade deve estar sempre atendo às mudanças na legislação e também à situação financeira de seus clientes. 

A escolha do regime tributário depende não só do faturamento como do segmento no qual a empresa está enquadrada e as atividades exercidas. 

O escritório de contabilidade deve apresentar o melhor regime tributário para a sua empresa

O regime tributário irá definir quais impostos deverão ser pagos pela sua empresa, quando e em quais períodos. Existem três tipos de regimes tributários no Brasil: 

  • Simples Nacional
  • Lucro real
  • Lucro presumido

1. Simples Nacional

O Simples Nacional é o Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. 

Trata-se de um regime tributário simplificado e também facultativo; ou seja, as microempresas e empresas de pequeno porte que cumpram os requisitos podem optar ou não por ele. O Simples é um sistema que apresenta alíquotas mais baixas em comparação aos outros regimes, além de uma agenda tributária mais simples e fácil de cumprir e controlar.

Por esses motivos, o Simples costuma ser um sistema vantajoso para microempresas e empresas de pequeno porte. No entanto, nem todas as empresas podem optar por esse regime de tributação. 

1.1 Restrições para adesão ao Simples Nacional

  • Para microempresas, o faturamento no ano/calendário anterior não pode exceder R$ 360.000,00;
  • Para pequenas empresas, o limite máximo de receita bruta anual é R$ 4.800.000,00 (conforme alteração de 2018);
  • Existe uma relação de atividades restritas, como instituições financeiras, sociedades de crédito, corretoras e seguradoras, ou fábricas de cigarros, por exemplo. A lista completa está prevista na Lei Complementar 123 e disponível no site da Receita Federal

1.2 Quais impostos devem ser pagos pelas empresas optantes do Simples Nacional

Ao optar pelo Simples, a empresa simplifica o pagamento de vários impostos devidos ao Município, ao Estado e à União. Vários impostos serão recolhidos através de uma única guia chamada de DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).

Os 8 tributos abrangidos pelo DAS são: 

  • IRPJ – Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica
  • CSLL – Contribuição sobre o Lucro Líquido
  • PIS/PASEP – Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público
  • COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social
  • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados
  • ICMS – Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços
  • ISS – Imposto Sobre Serviços
  • CPP – Contribuição Patronal Previdenciária

Além desses, existem ainda impostos que não são recolhidos por meio do DAS, mas precisam ser pagos, como:

  • impostos sobre importação e exportação; 
  • contribuição para o FGTS;  
  • Imposto de Renda relativo aos pagamentos ou créditos efetuados pela pessoa jurídica a pessoas físicas; 
  • PIS, COFINS e IPI incidentes na importação de bens e serviço; 
  • taxas de licenças; 
  • alvarás; dentre outros.

Além do pagamento dos tributos, existem ainda as chamadas obrigações acessórias, que consistem em declarações, guias e planilhas que devem ser emitidas e preenchidas periodicamente (anuais, trimestrais ou mensais).

1.3 Como calcular e pagar o DAS

O cálculo do valor dos tributos devidos é feito através de um sistema informatizado, disponível no Portal do Simples Nacional. As empresas aderentes devem, obrigatoriamente, utilizar esse Portal. 

1.4 Quando não optar pelo Simples Nacional

A principal desvantagem do Simples Nacional diz respeito ao faturamento anual x lucro. O Simples se baseia no faturamento anual ao invés do lucro real da empresa, portanto ao optar pelo Simples Nacional sua empresa pode estar recolher impostos mesmo tendo prejuízos.

2. Lucro presumido

O Lucro Presumido é um regime tributário simplificado para a apuração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) devidos pela pessoa jurídica.

Como o próprio nome já diz, a Receita Federal presume, a partir da atividade exercida pela empresa, que uma determinada percentagem do faturamento é o lucro; ou seja, para esse regime de tributação não são consideradas as despesas, apenas o faturamento. 

O cálculo do lucro presumido varia conforme a atividade da empresa. O percentual de faturamento que será tributado varia de 1,6% até 32%; sendo, por exemplo, de 8% para atividades que envolvam a indústria e comércio e de 32% nos casos de prestação de serviços.

2.1 Impostos de apuração mensal

  • Imposto Sobre Serviços (ISS): de 2,5 a 5% do preço cobrado pelo serviço, conforme a cidade e serviço prestado (o ISS deve ser pago individualmente, em cada serviço que é prestado).
  • Programa de Integração Social (PIS): 0,65% (incide sobre a receita bruta da empresa).
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS): 3%. (incide sobre a receita bruta da empresa).

2.2 Impostos de apuração trimestral

  • IRPJ (Imposto de Renda): 15% sobre o percentual de presunção de lucro (calculado conforme atividade);
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido): 9% sobre o percentual de presunção de lucro (calculado conforme atividade).

2.3 Restrições ao regime de Lucro Presumido

Algumas empresas não podem optar pelo Lucro Presumido e precisam se enquadrar no Lucro Real. É o caso das empresas que:

  • Atuam no mercado financeiro (como bancos, financeiras, factoring e corretoras);
  • Faturam mais de R$ 78.000.000,00 por ano;
  • Possuem algum tipo de benefício fiscal;
  • Tem capital oriundo do exterior.

3. Lucro Real

Para as empresas enquadradas no Lucro Real a tributação das alíquotas acontecerá somente após a apuração real do lucro e não sobre o faturamento. Por esse motivo, esse regime tributário exige um controle financeiro mais eficaz, que deve auferir todas as receitas e despesas.

De certa forma, apesar de mais burocrático, pode-se afirmar que o Lucro Real é mais justo, pois baseia-se nos resultados efetivamente ocorridos (balanço contábil). Entretanto, por comodidade, várias empresas optam pelo Lucro Presumido.

O Lucro Real pode ser interessante para as empresas que possuem muitas despesas. Portanto, cabe uma análise, pelo menos anual, verificando nos balancetes contábeis qual seria a tributação em cada um dos regimes. Mesmo as empresas optantes pelo Simples Nacional podem fazer esse comparativo anualmente, de forma a certificar-se de que estão a utilizar o melhor regime tributário.

3.1 Período de apuração do Lucro Real

O período de apuração pode ocorrer trimestralmente, encerrando-se em 31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano-calendário; ou pode ocorrer anualmente, encerrando-se em todo último dia do ano, 31 de dezembro.

3.2 Cálculo dos impostos no Lucro Real

Para cálculo do IRPJ a alíquota é de 15% para lucro de até R$20.000,00 mensais, e 25% nos casos em que o lucro for superior a esse valor no mesmo período. O CSLL é taxado em 9% em relação a qualquer lucro apurado durante o período.

A alíquota do PIS é de 1,65% e o Cofins de 7,6% da Receita. No entanto, é possível fazer deduções a partir dos pagamentos feitos a outras empresas. Essas deduções são conhecidas como PIS não cumulativo e COFINS não cumulativa e representam uma redução de impacto que tornam as tarifações inferiores aos números mencionados.

A Brasct é um escritório de contabilidade que publica conteúdos periodicamente. Acompanhe-nos para saber mais acerca dos regimes tributários e questões relacionadas à contabilidade e empreendedorismo. Além disso, estamos a disposição para esclarecer quaisquer outras dúvidas a respeito desses assuntos.

Saiba os setores que não pararam durante a quarentena

‘Enquanto uns choram outros vendem lenços’, o ditado que já é conhecido também cabe ao mundo dos negócios durante a pandemia; brinquedos, aspirador em pó, quebra-cabeça e até pijamas ganharam espaço, enquanto turismo e comércio tiveram quedas bruscas.

 

São Paulo, maio de 2020 –  A  pandemia causada pelo Covid-19 prejudicou a economia mundial e muitas empresas, mas se para alguns setores exigiu a necessidade de se reinventar, para outros trouxe novas oportunidades e crescimento. Para se ter ideia, o e-commerce do Brasil cresceu 47%, de acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em parceria com a Konduto. Outros setores como farmácias, serviços ligados a saúde, brinquedos, pijamas e ítens relacionados a home office também tiveram crescimento e até chegaram a abrir novas oportunidades de emprego, desde março de 2020 as áreas da saúde, supermercados, farmácia e logística tiveram mais vagas de emprego, segundo uma pesquisa realizada pela empresa Catho. 

 

De acordo com Ariane Marta, contadora e diretora da Brascont Contabilidade, os setores menos prejudicados durante a pandemia foram os essenciais, porque conseguiram continuar com sua rotina de trabalho. “Os segmentos ligados a saúde e alimentação foram os mais beneficiados com o aumento da demanda. Na sequência vem aqueles que já trabalhavam sem o atendimento presencial, como lojas virtuais, produtos digitais, tudo isso que já era digital ou restaurantes que já viviam de delivery tiveram crescimento. O consumo de quem está em casa com compras virtuais aumentou, pelo menos no começo do isolamento social”, acrescenta. 

 

A especialista também alerta sobre outros setores que vão precisar se reinventar e lutar para se recuperar. “Os mais atingidos são os que não estão conseguindo manter o funcionamento do comércio nesse período, como restaurantes que não trabalham com delivery, ou o comércio varejista, hotéis, turismo, eventos, entre outros negócios que ficaram totalmente parados. Uma das soluções para a recuperação é usar o máximo de financiamentos possíveis liberados pelo governo, como linha de crédito,  BNDES, adiar os impostos, renegociação, analisar e levar em conta as MP trabalhistas. Tudo isso deve ser levado em conta para aumentar a vida do caixa da empresa. Não é de uma hora para outra que os shoppings, bares e restaurantes vão abrir, isso não vai voltar tão cedo. Por isso as medidas relacionadas ao fluxo de caixa, controle financeiro, avaliação de crédito entre outras, devem ser levadas em consideração”, revela Ariane Marta. 

 

Abaixo, ela lista três setores que não pararam e ainda cresceram durante a pandemia. Confira: 

 

E-commerce: com o isolamento social cresceu a busca por produtos de forma online e o segmento virou uma opção para empreendedores se reinventarem na crise. “Os setores que já tinham seus negócios de forma online conseguiram manter e crescer suas vendas, agora quem ainda não estava nesse cenário pode encontrar uma oportunidade ao investir nesse tipo de vendas. Um dos segmentos prejudicados foi o varejo, mas temos a tecnologia ao nosso favor e já preparada para atender uma demanda online. Esse momento também vai abrir os olhos para novas oportunidades que alguns já vinham praticando”, exemplifica Ariane. 

 

O supermercado é o novo shopping:  mesmo com as opções de compra online muitas pessoas não têm acesso a essas tecnologias, ou sentem a necessidade de ir ao mercado como uma desculpa para sair um pouco de casa. “O setor está crescendo bastante nesse período, inclusive os mercados de bairro, mas assim como precisamos tomar cuidados em controlar a gestão financeira quando os negócios não vão bem, é necessário tomar uma série de cuidados com o crescimento, saber o preço de venda, produtos, controle de estoque. Sabemos que essa é uma fase que uma hora ou outra vai acabar, por isso é preciso aproveitar com sabedoria”, alerta a contadora. 

 

Farmácias e Serviços ligados a saúde: Como estão relacionadas ao setor essencial continuaram funcionando e ainda tiveram um crescimento em suas vendas. “Como as farmácias também passaram a vender máscaras, álcool em gel e também muitas pessoas passaram a comprar mais medicamentos para prevenção, foi um setor que não sentiu a crise. Os planos de saúde e setores médicos também sentiram a pandemia de forma positiva para os negócios”, finaliza Ariane Marta. 

 

5 ideias de empreendedorismo para mulheres

Conciliar a rotina de casa, filhos e trabalho é uma tarefa difícil para as mulheres. A gravidez, por exemplo, faz com que o mercado de trabalho feche as portas para muitas trabalhadoras. É aí que muitas delas resolvem apostar no empreendedorismo.

Ao longo dos últimos anos, o número de mulheres empreendedoras aumentou no país. Os dados do Sebrae, em parceria com a empresa de pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), mostram que, entre 2017 e 2018, a proporção de mulheres empreendedoras saltou de 38% para 45%.

No total, a estimativa é que existam 24 milhões de trabalhadoras com o próprio negócio, contra 28 milhões de homens. Esse número, no entanto, vem crescendo. Isso, porque as empreendedoras brasileiras costumam ter um nível de escolaridade 16% maior do que os homens.

5 ideias de empreendedorismo para mulheres

Se você deseja entrar no ramo do empreendedorismo, mas não sabe por onde começar, separamos algumas ideias que irão te inspirar. Para auxiliá-la nesse processo, você pode contatar a nossa ajuda via WhatsApp.

Que tal a culinária profissional?

Nesse segmento, a trabalhadora escolhe algo que já costuma fazer como um hobby, seja preparando aquele jantar ou aquela sobremesa especial. Por exemplo, salgadinhos para festas e eventos, marmitas e brigadeiros, são ideias que podem fazer você ganhar dinheiro.

No início, o preparo pode ser em casa mesmo. Para concretizar os planos, você precisa de uma cozinha que suporte a atividade, tempo e, é claro, bons fornecedores.

Conforme o negócio for prosperando, é possível abrir o próprio restaurante. Na busca por uma alimentação mais saudável, tem aumentado a procura por uma dieta vegetariana ou vegana. Essa é uma tendência, portanto, na qual a empreendedora pode apostar.

Sustentabilidade + tecnologia nos bares

A tecnologia tem se tornado uma aliada do segmento da alimentação, principalmente por causa dos novos aplicativos de entrega, como iFood, Uber Eats e Rappi. Investir em bares que aderem a essa modalidade de entrega é fundamental para a sobrevivência no século XXI.

Por isso, a empreendedora precisa repensar alguns conceitos, como o tipo de embalagem que utiliza e como consegue adaptar o conceito de sustentabilidade ao negócio.

Evitar o desperdício de alimentos, investir em produtos orgânicos, apostar no hambúrguer vegano, aquele feito à base de plantas, e descobrir as bebidas fermentadas e não alcoólicas são algumas das novidades de empreendedorismo.

Moda inclusiva

Hoje, o setor está percebendo que é preciso abraçar a diversidade de corpos e medidas. Por exemplo, roupas sem zíperes e sem botões para pessoas com deficiência e modelos estilizados para plus size são ideias de negócios para as mulheres apostarem.

Mulheres no setor automotivo

Tradicionalmente demarcado pelo perfil masculino, as mulheres têm conquistado espaço no setor automotivo. Isso, porque o número de motoristas também tem aumentado.

Ou seja, mulheres preferem ser atendidas por outras mulheres. Então, se você gosta do setor, por que não apostar em uma oficina mecânica, por exemplo, comandada apenas pelo sexo feminino?

Marida de aluguel

Sabe aqueles reparos que toda residência precisa? Se você sabe trocar chuveiro, arrumar torneiras, pintar paredes e instalar luminárias, esse segmento é para você. Com mais pessoas morando sozinhas, a procura por serviços assim tende a aumentar.

Participar de cursos de pedreiro, edificações, eletricista são algumas das possibilidades para as empreendedoras que pretendem se aventurar na área.

O que achou das ideias? Para colocá-las em prática, você precisa organizar as finanças. Que tal receber o auxílio de uma empresa de contabilidade? Solicite nosso contato via WhatsApp.

 

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7 dicas para as mulheres que desejam abrir o seu próprio negócio

Você sabe o que precisa para abrir seu negócio e ser uma empreendedora de sucesso? Se a resposta for não, veja neste post 7 dicas para mulheres empreendedoras abrirem seu próprio negócio e se destacar no mundo empresarial. Veja abaixo essas dicas essenciais para empreendedores:

Conheça bem o ramo de negócio

A primeira dica é ter um bom conhecimento da área em que deseja abrir seu negócio. São raras as pessoas que empreendem sem ter um conhecimento profundo da área e conseguem obter sucesso em seu negócio.

Se você está disposta a investir, mas ainda não tem ideia de um negócio que seja lucrativo, aposte em franquias. Esse ramo é ideal para quem deseja empreender com mais assertividade e sem tantos riscos.

Ignore comentários

Muita gente vai falar para você abrir uma loja de roupas, perfumes, confeitaria, etc. Mas ignore esse machismo presente na sociedade. Se você tem experiência e conhecimento profundo em uma área diferente dessas citadas, utilize esse conhecimento a seu favor e abra um negócio fazendo aquilo que sabe de melhor.

Tenha um plano de negócio

Um erro de empreendedores de primeira viagem é iniciar a empresa sem ter um plano de negócios concreto. Claro, o mundo do empreendedorismo exige uma porcentagem de risco. Mas esse risco pode ser controlado e planejado por meio do plano de negócio.

No plano de negócio você terá uma pesquisa de mercado, vai conhecer seus concorrentes, ponto de equilíbrio, meta de vendas, fornecedores, perfil de clientes, entre outros itens para fazer um negócio de sucesso.

Se você não sabe ou não tem ideia de como é feito um plano de negócios, conheça nossa consultoria para empresas e saiba como nós podemos ajudá-lo!

Aposte em marketing digital

Nenhum negócio sobrevive por muito tempo sem uma boa estratégia de marketing. Por isso, utilize as ferramentas de marketing digital a seu favor. Crie um site bacana, divulgue seu negócio nas redes sociais e busque interação com sua audiência. Por um custo bem mais atrativo do que a mídia tradicional, você consegue fortalecer a sua marca e aumentar a visibilidade da sua empresa.

Aproveite também para fortalecer o seu nome como empreendedora. Mostre para sua audiência o seu exemplo como mulher empreendedora e ganhe cada vez mais admiração das pessoas e dos seus clientes.

Conte com a ajuda da tecnologia para gerenciar seu negócio

Independente da área em que deseja empreender, a utilização da tecnologia será fundamental. Um exemplo são os softwares de gestão empresarial (ERP). Eles integram os diversos setores da empresa e centralizam as informações para uma melhor gestão dos processos.

Outra vantagem dos softwares de gestão é poder gerenciar sua empresa de qualquer lugar, pois as informações podem ser acessadas de qualquer dispositivo conectado a internet. Por isso, não deixe de investir em ferramentas tecnológicas que facilitem o trabalho na empresa.

Teste o produto ou serviço antes de iniciar a empresa

Antes de iniciar as operações do seu negócio, é bem importante ter um feedback sobre o seu produto ou serviço. Isso inclui saber a qualidade, se existe demanda, se o produto é bem aceito, se o preço é justo, se existe uma boa margem de lucro, entre outros quesitos.

Isso evita que você abra um negócio e se frustre com a falta de clientes, por exemplo.

Formalize sua empresa e tenha segurança jurídica

Por fim, faça a formalização do seu negócio e tenha segurança jurídica para operar sua empresa. Isso evita problemas com órgãos de fiscalização como Receita Federal, Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária, etc.

Além disso, você terá CNPJ, alvarás de funcionamento, poderá emitir notas fiscais, ter acesso aos benefícios previdenciários, pode contar com empréstimos e crédito de instituições financeiras, entre diversas outras vantagens ao formalizar seu negócio.

Gostou dessas dicas? Entre em contato conosco e tenha a melhor consultoria em contabilidade para o seu futuro negócio crescer e alcançar o sucesso.

 

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