Recomposição de Alíquota de ICMS Simplificada:
Contabilidade como Aliada

Sabendo que o sistema tributário brasileiro é um dos — se não o mais — complexo do mundo, alguns dos seus impostos aumentam bastante o nível de dificuldade da operação de empresas de diversos nichos e portes no país, principalmente as empresas de e-commerce, por conta da sua natureza logística.

O ICMS e a Recomposição de Alíquota:

Um imposto em especial se destaca neste meio: o ICMS, Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, sendo ele o principal e mais complexo imposto a impactar as empresas de comércio eletrônico no território nacional. Com alíquotas variadas e regras específicas para cada estado, o recolhimento desse tributo pode se tornar um desafio para as empresas que realizam vendas interestaduais.

Nesse cenário já bastante complicado, surge a Recomposição de Alíquota de ICMS, que é uma estratégia utilizada por alguns estados para aumentar a alíquota do imposto em operações interestaduais envolvendo produtos primários e semielaborados que foram beneficiados pela isenção da famosa Lei Kandir. Com isso, busca-se recuperar parte da receita que foi desonerada em decorrência das exportações e reequilibrar as finanças estaduais.

Essa recomposição pode trazer mudanças significativas na tributação das vendas online, exigindo uma atenção redobrada das empresas de e-commerce.

O Papel da Contabilidade:

Nesse contexto, a contabilidade desempenha um papel crucial como aliada das empresas, principalmente as focadas em comércio eletrônico/e-commerce.

Afinal, ela é a responsável por acompanhar as mudanças na legislação tributária e orientar os empresários sobre as novas obrigações e os impactos em suas operações. Principalmente em um cenário tão contabilmente complexo, como o mercado brasileiro.

Os Benefícios de Contar com a Assessoria Contábil:

1. Atualização Tributária: A legislação tributária é dinâmica e está sujeita a alterações frequentes. Contar com uma assessoria contábil especializada mantém a empresa informada e atualizada sobre as mudanças na legislação e, assim, evita-se o risco de descumprir obrigações fiscais.

2. Planejamento Tributário: Com o suporte da contabilidade, é possível realizar um planejamento tributário eficiente, buscando formas legais de reduzir a carga tributária da empresa, inclusive antecipando-se às possíveis recomposições de alíquota.

3. Elaboração e Análise de Documentos: A contabilidade é responsável pela elaboração e análise dos documentos fiscais, garantindo que estejam de acordo com as normas e requisitos legais, evitando autuações e problemas com o Fisco.

4. Eficiência Financeira: A contabilidade ajuda a empresa a ter um melhor controle financeiro, identificando possíveis gargalos e oportunidades de economia, especialmente em momentos de ajuste tributário.

5. Redução de Riscos: Com a contabilidade como aliada, a empresa minimiza os riscos de penalidades, autuações e prejuízos decorrentes de falhas ou desconhecimento das obrigações fiscais.

Concluir um processo de Recomposição de Alíquota de ICMS de forma simplificada é uma grande oportunidade para as empresas recuperarem valores pagos a mais e melhorarem a gestão financeira. No entanto, esse procedimento pode ser complexo e apresentar desafios, tornando imprescindível a participação de uma equipe de contabilidade especializada.

Aqui na BRASCT Contabilidade você poderá contar com o apoio e suporte necessário para essa e outras demandas. Entre em contato conosco para que possamos te auxiliar nesse processo.

Dicas para Otimizar a Precificação de Produtos em um E-commerce

A precificação adequada dos produtos é uma das etapas mais importantes para o sucesso de um negócio de e-commerce. Determinar preços competitivos e lucrativos pode fazer toda a diferença na atração de clientes, na maximização das vendas e no aumento dos lucros. Neste artigo, compartilharemos algumas dicas essenciais para otimizar a precificação dos produtos em seu e-commerce.

  1. Conheça seus custos:
    Antes de definir os preços dos produtos, é fundamental entender os custos envolvidos em cada venda. Considere os custos de produção, logística, embalagem, armazenamento, marketing, impostos e outras despesas relacionadas. Analisar esses custos permitirá que você estabeleça preços que cubram suas despesas e ainda proporcionem margem de lucro.
  1. Pesquise a concorrência:
    Realize uma pesquisa detalhada dos preços praticados pelos concorrentes. Isso fornecerá uma referência para a precificação dos seus produtos. Analise produtos semelhantes em termos de qualidade, recursos, marca e posicionamento no mercado. Lembre-se de que nem sempre é necessário ter os preços mais baixos, mas sim oferecer um valor competitivo para atrair clientes.
  1. Utilize estratégias de precificação:
    Experimente diferentes estratégias de precificação para atrair diferentes segmentos de clientes. Por exemplo, você pode adotar a precificação psicológica, estabelecendo preços como R$ 19,99 em vez de R$ 20,00. Outra opção é a precificação dinâmica, ajustando os preços com base na demanda, estoque e sazonalidade. Além disso, considere a implementação de promoções, descontos e pacotes especiais para incentivar as vendas.
  1. Acompanhe os indicadores financeiros:
    Monitore regularmente os indicadores financeiros relacionados à precificação dos produtos. Analise métricas como margem de lucro, rentabilidade por produto, ticket médio e taxa de conversão. Essas informações permitirão que você identifique oportunidades de otimização e faça ajustes nos preços, caso necessário.
  1. Ofereça opções de frete:
    O custo do frete pode ter um impacto significativo na decisão de compra dos clientes. Considere oferecer diferentes opções de frete, como frete grátis para pedidos acima de um determinado valor ou a possibilidade de escolha entre entrega expressa e entrega padrão. Além disso, negocie com fornecedores de logística para obter tarifas mais competitivas e repassar os benefícios aos clientes.
  1. Avalie a elasticidade da demanda:
    Entenda como a variação de preços afeta a demanda por seus produtos. Alguns produtos podem ser mais sensíveis a alterações de preço do que outros. Analise o comportamento do consumidor e identifique o ponto ideal de precificação que equilibre a lucratividade e a demanda.

  2. Considere os custos de marketplaces: Se você vende seus produtos em marketplaces, lembre-se de levar em conta as taxas e comissões cobradas por essas plataformas na hora de definir seus preços. Certifique-se de que sua margem de lucro seja suficiente para cobrir esses custos adicionais.

  3. Utilize ferramentas de precificação: Existem diversas ferramentas e softwares disponíveis para auxiliar na precificação de produtos em e-commerce. Essas ferramentas podem ajudar a automatizar o processo, analisar dados, monitorar a concorrência e sugerir preços otimizados.

Ao implementar essas dicas, você estará melhor preparado para otimizar a precificação dos produtos em seu e-commerce. Lembre-se de que a precificação é um processo contínuo, que deve ser revisado e ajustado regularmente para se adaptar às mudanças no mercado e nas condições do seu negócio.

Na BRASCT Contabilidade, estamos comprometidos em auxiliar empreendedores de e-commerce a alcançar o sucesso financeiro. Entre em contato conosco para obter suporte e orientação personalizada para o seu negócio.

Estratégias para Reduzir os Custos Operacionais em um Negócio de E-commerce

No mundo competitivo do comércio eletrônico, é fundamental encontrar maneiras de reduzir os custos operacionais e maximizar a lucratividade do seu negócio. Ao implementar estratégias eficientes, você pode otimizar suas operações e aumentar sua margem de lucro. Neste artigo, exploraremos algumas estratégias práticas para reduzir os custos operacionais em um negócio de e-commerce, ajudando você a alcançar maior eficiência financeira.

  1. Automatize processos manuais:
    Automatizar tarefas repetitivas e manuais pode economizar tempo e recursos significativos. Considere a utilização de ferramentas de automação para gerenciar o estoque, processar pedidos, emitir faturas, rastrear remessas e realizar outras atividades operacionais. Isso não apenas reduzirá os custos relacionados à mão de obra, mas também minimizará erros humanos e melhorará a eficiência geral.
  1. Otimize a logística e o transporte:
    A logística e o transporte podem representar uma parcela significativa dos custos operacionais em um negócio de e-commerce. Considere negociar melhores contratos com fornecedores de transporte, explorar opções de frete mais econômicas e implementar estratégias de gestão de estoque para minimizar custos de armazenamento e remessas. Além disso, realizar análises regulares dos seus processos logísticos para identificar ineficiências e oportunidades de otimização.
  1. Implemente um atendimento ao cliente eficiente:
    Um atendimento ao cliente eficiente pode ajudar a reduzir custos, minimizando retornos, trocas e reembolsos. Invista em sistemas de suporte ao cliente bem estruturados, como chatbots, FAQ detalhados e respostas automáticas por e-mail, para lidar com perguntas e problemas comuns de forma rápida e eficiente. Isso não apenas melhora a experiência do cliente, mas também reduz a carga de trabalho do suporte ao cliente.
  1. Negocie com fornecedores:
    Mantenha uma comunicação ativa com seus fornecedores e busque oportunidades de negociação. Ao consolidar pedidos, comprar em grandes volumes ou estabelecer parcerias estratégicas, você pode obter descontos ou condições mais favoráveis. Além disso, esteja aberto a alternativas de fornecedores para comparar preços e garantir que esteja obtendo a melhor relação custo-benefício.
  1. Otimize suas estratégias de marketing:
    Os custos de marketing podem ser significativos em um negócio de e-commerce. É essencial otimizar suas estratégias para garantir um retorno positivo sobre o investimento. Analise o desempenho de suas campanhas publicitárias, direcione seus esforços para canais mais eficazes, segmente seu público-alvo de forma mais precisa e utilize estratégias de marketing de conteúdo para atrair clientes de forma orgânica. Dessa forma, você pode reduzir custos de aquisição de clientes (CAC) e maximizar seus resultados.
  1. Monitoramento e análise de dados:
    Acompanhe de perto seus dados financeiros e operacionais para identificar áreas de desperdício, ineficiências ou oportunidades de melhoria. Utilize ferramentas de análise e relatórios para entender os padrões de venda, identificar produtos de baixo desempenho, ajustar preços e otimizar suas estratégias de compras. Uma abordagem baseada em dados permite tomar decisões informadas para reduzir custos e aumentar a eficiência operacional.

Reduzir os custos operacionais em um negócio de e-commerce é essencial para melhorar a lucratividade e garantir a sustentabilidade do negócio a longo prazo. Ao implementar estratégias como automação, otimização logística, atendimento ao cliente eficiente, negociação com fornecedores, otimização de marketing e análise de dados, você estará no caminho certo para alcançar maior eficiência financeira e competitividade em um mercado dinâmico de e-commerce.

Lembre-se de revisar regularmente suas estratégias e ajustá-las de acordo com as necessidades em constante mudança do seu negócio.

Como calcular impostos para vendas online

Se você possui um e-commerce, é importante estar ciente dos impostos que precisam ser pagos sobre as vendas realizadas online. O cálculo dos impostos pode parecer complicado, mas com as informações corretas e uma boa organização, é possível realizar essa tarefa com eficiência. Neste post, iremos mostrar como calcular os impostos para vendas online.

  1. Identifique os impostos que incidem sobre as vendas online
    Antes de começar a calcular os impostos, é necessário entender quais tributos são aplicáveis às vendas online. Os impostos que geralmente incidem sobre as vendas realizadas em um e-commerce são o ICMS, o PIS e a COFINS.

  2. Verifique a alíquota do ICMS
    O ICMS é um imposto estadual que incide sobre a circulação de mercadorias e serviços. A alíquota do ICMS varia de acordo com o estado em que a empresa está registrada e para onde é realizada a venda. Para calcular o valor do ICMS que deve ser pago, é necessário verificar a alíquota correspondente ao estado do remetente e ao estado de destino da venda.

  3. Calcule o PIS e a COFINS
    O PIS e a COFINS são tributos federais que incidem sobre o faturamento da empresa. A alíquota desses impostos é de 0,65% e 3,00%, respectivamente. Para calcular o valor a ser pago, basta multiplicar o faturamento mensal do e-commerce pelas alíquotas correspondentes.

  4. Verifique a possibilidade de utilização do Simples Nacional
    Para facilitar a gestão tributária de empresas de pequeno porte, foi criado o Simples Nacional. Esse regime tributário unifica o pagamento de diversos impostos, como o ICMS, o PIS e a COFINS, em uma única guia de pagamento. Se sua empresa se enquadra nos critérios do Simples Nacional, a tributação das vendas online pode ser simplificada.

  5. Na dúvida, contrate uma consultoria especializada
    Caso você precise de ajuda para fazer os cálculos necessários e saber se os está realizando da forma correta, você pode contar com a nossa ajuda! Será um prazer atendê-lo!

Calcular os impostos para vendas online pode ser um desafio. Por isso, lembre-se de manter a documentação em dia e de contar com a ajuda de uma empresa de contabilidade de confiança para evitar erros tributários e garantir a conformidade fiscal do seu e-commerce.

Fale conosco agora mesmo e garanta a ajuda que você precisa.

Lucro presumido X Lucro real: como funciona, prós e contras

Lucro Presumido e Lucro Real são ambos regimes tributários, assim como o Simples Nacional. Nesse artigo vamos falar sobre as principais diferenças entre Lucro Presumido e Lucro Real, incluindo as vantagens e desvantagens de cada um. 

Caso ainda não tenha muita familiaridade com o assunto e queira entender melhor sobre o que é um regime tributário, você pode se informar mais no nosso último artigo: Regime tributário: Como escolher o melhor tipo para sua empresa

Em suma, o regime tributário é um conjunto de normas que determinam o pagamento de tributos, incluindo alíquota, periodicidade e sistema de cálculo. Além disso, é importante saber que o regime tributário é escolhido no momento de abertura da empresa e somente pode ser alterado no início de cada ano. 

Simples Nacional 

O Simples Nacional é o regime tributário com a agenda fiscal mais descomplicada e costuma ser a principal opção para muitas micro e pequenas empresas. Apesar disso, o Simples Nacional não é o melhor regime para todos os casos, especialmente para negócios com despesas altas.

Além disso, para aderir ao Simples existem limitações de faturamento. Para microempresas (ME) o faturamento no ano/calendário anterior não pode exceder R$ 360.000,00. Para pequenas empresas (EPP) o limite máximo de receita bruta anual é R$ 4.800.000,00. 

Empresas com atividades como instituições financeiras, sociedades de crédito, corretoras e seguradoras, ou fábricas de cigarros também não podem fazer essa opção.

Restrições: quem pode aderir ao Lucro Real ou ao Lucro Presumido

Empresas que tenham o faturamento até R$ 78 milhões por ano podem optar pelo Lucro Presumido. As demais devem aderir obrigatoriamente ao Lucro Real. 

Existem também algumas atividades impeditivas. Empresas do setor financeiro não podem optar pelo Lucro Presumido. Portanto, bancos comerciais, bancos de investimento, arrendamento mercantil e seguradoras também devem obrigatoriamente aderir ao Lucro Real.

Qualquer empresa pode optar pelo Lucro Real. Porém, esse regime tributário não costuma ser a primeira escolha para muitos empreendedores, pois exige que a empresa seja rigorosa com a documentação financeira, como veremos a seguir.

Cálculo dos tributos PIS e COFINS: diferenças do Lucro Presumido para o Lucro Real

O PIS está relacionado à Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público. Já o COFINS é uma Contribuição para Financiamento da Seguridade Social. Ambos são tributos federais.

Lucro Presumido

No Lucro Presumido é utilizado o chamado regime cumulativo. A alíquota para o PIS é 0,65% e para o COFINS 3,00%.

Para que fique mais claro, no regime cumulativo as alíquotas são aplicadas independente das despesas que a empresa tenha tido. Os impostos são calculados a partir da receita bruta. Isso vale até mesmo para devoluções e cancelamentos. Portanto, pode ocorrer de a empresa ter prejuízo na entrega de um produto ou serviço e ainda assim ter de pagar os impostos.

Lucro Real

No Lucro Real as alíquotas são 1,65% para PIS e 7,60% para COFINS. Porém, o regime é o da “não cumulatividade”. Para o cálculo são abatidas despesas como aluguéis pagos à Pessoa Jurídica, depreciação de equipamentos, insumos de produção e compras de produtos.

Em suma, os gastos que a empresa tiver com a entrega do produto ou do serviço podem ser abatidos. Existem algumas exceções, como é o caso de gastos com mão de obra.

Portanto, já é possível observar que o Lucro Real é um regime tributário vantajoso apenas para empresas que possuem muitas despesas.

Entretanto, vale ressaltar que é preciso atenção para determinar quais são os gastos que podem ser abatidos em relação ao pagamento dos tributos PIS e COFINS. Afinal, é preciso averiguar o que de fato pode ser entendido como insumos de acordo com a legislação.

Como calcular o IRPJ e o CSLL para o Lucro Presumido e para o Lucro Real

Assim como o PIS e o COFINS, o IRPJ e o CSLL também são tributos federais. Esses, no entanto, são calculados a partir do lucro da empresa. As alíquotas são 15% e 9% respectivamente.

Lucro Presumido

No regime tributário Lucro Presumido as alíquotas são calculadas a partir do lucro que é estimado para a atividade da empresa, ou seja, os impostos são calculados a partir do que é esperado para aquele tipo de negócio. Por isso o termo “lucro presumido”. 

Essa estimativa varia muito de acordo com a atividade e se é prestação de serviços, industrial ou comercial. Para a maioria das atividades comerciais ou industriais a estimativa de lucro para tributação da CSLL é de 12% e para o IRPJ de 8%. Já para prestação de serviços essa estimativa já sobe para 32%.

Lucro Real

No caso desse regime tributário o imposto é calculado a partir do lucro real, como o próprio nome já diz. Através do registro e acompanhamento de todas as receitas e despesas da empresa é obtido o lucro e ele é a base de incidência dos impostos.

Este lucro pode ser apurado anualmente ou trimestralmente. Quando a empresa opta pelo modelo anual, o IRPJ e o CSLL é apurado mensalmente. Vale ressaltar que quando a empresa tem prejuízos, esses impostos podem ser reduzidos ou suspensos. 

O principal motivo que faz com que muitas empresas não optem pelo Lucro Real é o fato de que a documentação financeira deve estar muito bem organizada. Será necessário fazer uma conferência de todas as receitas e despesas, obtendo e apresentando os comprovantes.

Portanto, antes de aderir ao Lucro Real é necessário que a empresa tenha os controles e processos internos funcionando adequadamente. O que pode representar por exemplo o uso de um bom ERP, o treinamento das equipes, além do controle de informações e a boa comunicação entre os setores.

É por esse motivo que é tão importante escolher bem o parceiro contábil. Um escritório de contabilidade experiente e atento ao cliente pode calcular, a partir dos balancetes contábeis e também das projeções futuras, qual é o regime tributário mais vantajoso para a empresa.

A Brasct é um escritório de contabilidade com mais de 48 anos de mercado, que conta com uma equipe atualizada e antenada. Antes de indicar o melhor regime tributário para nossos parceiros, levamos em consideração vários fatores, como o tamanho da empresa, os processos internos e os produtos ou serviços comercializados.

Regime Tributário: como escolher o melhor tipo para sua empresa

Existem três tipos de regimes tributários: O Simples Nacional, o Lucro Presumido e o Lucro Real. Caso você ainda não tenha familiaridade com o termo, é necessário compreender que regime tributário é um conjunto de normas e leis que determinam a forma de apuração dos tributos da empresa, ou seja, qual é o sistema e os prazos para o pagamento de impostos.

A escolha do regime tributário é uma decisão importante para qualquer empresa, seja do ponto de vista financeiro ou contábil, pois o regime tributário mais adequado garante que o seu empreendimento terá a menor carga tributária dentro das possibilidades estabelecidas pela legislação. 

Resumidamente, escolher o regime tributário certo é importante para manter-se dentro da legislação e não pagar mais impostos que o necessário.

O que é definido pelo regime tributário?

O Regime Tributário determinará quais são os impostos necessários, os prazos e a alíquota aplicada, ou seja, o percentual que incidirá sobre os ganhos da empresa. Em alguns casos serão aplicadas isenções ou não incidências.

Quando é preciso escolher o regime tributário?

O regime tributário é escolhido no momento de abertura da empresa e pode ser alterado ou mantido no início de cada ano. Portanto, após a escolha, não há como mudar o regime tributário até o início do ano seguinte.

O ideal é reavaliar a escolha do regime tributário anualmente, pois a situação da empresa pode mudar muito de um ano para o outro. 

O escritório de contabilidade responsável pela contabilidade da empresa deve verificar os balancetes contábeis anualmente e averiguar qual seria a tributação em cada um dos regimes, para, dessa forma, fazer um comparativo.

Como escolher o melhor regime tributário?

O ideal é apoiar-se numa boa assessoria contábil, pois um escritório de contabilidade experiente levará em conta todos os fatores necessários, incluindo a legislação vigente, a situação atual da empresa e as particularidades do negócio.

No que diz respeito às micro e pequenas empresas, muitos empreendedores têm a ideia de que o Simples Nacional é o melhor regime. Apesar de isso ser verdade em muitos dos casos, nem sempre é assim. 

O Simples Nacional possui algumas restrições e existem situações em que até mesmo o Lucro Real pode ser mais vantajoso. Isso acontece quando o lucro efetivo da empresa é consideravelmente menor do que o lucro presumido para sua área de atuação. Caso você ainda não esteja familiarizado com esses termos, vamos explicar melhor.

Existem alíquotas que são definidas a partir do lucro que se espera que o negócio tenha. Essa estimativa é feita a partir da atividade da empresa. Esse é o caso do Lucro Presumido, em que, como o próprio nome já diz, as taxas a serem pagas variam de acordo com o que se presume que a empresa tenha de lucro a partir da sua área de atuação.

No entanto, pode ser que o lucro do seu negócio seja consideravelmente menor do que se é esperado para a área de atuação. Isso acontece quando a empresa tem muitos gastos com funcionários ou fornecedores, por exemplo.

Portanto, nesse caso, o Lucro Real faria mais sentido. Para muitos empreendedores, o ponto negativo do Lucro Real é o rigor com que a documentação financeira deve ser apresentada. Nesse regime tributário é preciso conferir todos os comprovantes e calcular cuidadosamente todas as receitas e despesas. 

Porém, como dissemos, se o lucro real for consideravelmente menor em relação ao lucro presumido, o trabalho de reunir e organizar a documentação vale a pena diante da economia em impostos. 

Quais são os regimes tributários para empresas?

Simples Nacional

Este é o regime tributário com a agenda fiscal mais descomplicada. Ele unifica oito impostos (PIS, COFINS, IPI, ICMS, CSLL, ISS, IRPJ e CPP), que são pagos por meio de uma guia única, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). 

No caso do Simples Nacional a alíquota dos impostos depende da faixa de faturamento da empresa.

Restrições para escolher o Simples Nacional

Existem algumas restrições para a adesão ao Simples Nacional. A primeira delas diz respeito ao faturamento. Apenas microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) podem fazer a adesão.

Para microempresas (ME) o faturamento no ano/calendário anterior não pode exceder R$ 360.000,00. Para pequenas empresas (EPP) o limite máximo de receita bruta anual é R$ 4.800.000,00.

Além disso, algumas atividades são restritas e não podem aderir ao Simples Nacional, como instituições financeiras, sociedades de crédito, corretoras e seguradoras, ou fábricas de cigarros. Portanto, antes de solicitar a adesão ao Simples Nacional é necessário certificar-se de que o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) da empresa é aceito.

Lucro Presumido

Empresas que tenham o faturamento até R$ 78 milhões por ano podem optar pelo Lucro Presumido. Empresas com faturamento acima desse valor precisam aderir obrigatoriamente ao Lucro Real.

No regime tributário Lucro Presumido as alíquotas são calculadas a partir do lucro que é estimado para a atividade da empresa, ou seja, os impostos são calculados a partir do que é esperado para aquele tipo de negócio.

Portanto, as taxas variam de acordo com a área de atuação e os valores são definidos pela Receita Federal.

No que diz respeito aos prazos, para as empresas optantes do Lucro Presumido há alguns impostos a serem pagos mensalmente, como PIS, COFINS e ISS; e há também impostos que devem ser pagos a cada três meses, como IRPJ e CSLL.

Lucro Real

Este regime tributário é obrigatório para empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões ao ano. É também obrigatório para as empresas do setor financeiro. 

Entretanto, como explicamos anteriormente, outras empresas podem optar por esse regime. O ponto principal do Lucro Real é que as alíquotas são calculadas a partir do lucro efetivo da empresa, ou seja, do valor da sua receita menos o valor das suas despesas. 

Neste regime tributário, se houver prejuízo, os impostos IRPJ e CSLL não precisam ser pagos.

Para averiguar adequadamente o lucro real, é exigido que a empresa seja rigorosa com toda a documentação financeira. É preciso uma conferência minuciosa de todas as receitas e despesas.

Para empresas que possuem muitas despesas, o Lucro Real pode ser vantajoso, pois os impostos são cobrados a partir do resultado efetivo da empresa.

Como escolher um bom escritório de contabilidade para auxiliá-lo?

Um levantamento cuidadoso das projeções de gastos e receitas é o que vai garantir uma boa escolha do regime tributário. Para as empresas já em operação, é também essa análise, feita anualmente, que verificará se é necessário mudar de regime tributário ou não.

Um escritório de contabilidade experiente e bem preparado pode tomar essa decisão com assertividade, avaliando as particularidades da sua empresa. O comprometimento com o trabalho é muito importante na escolha de um escritório de contabilidade, pois a falta de atenção acarreta em gastos desnecessários, capazes de comprometer a saúde financeira da empresa.

No momento de indicar o melhor regime tributário para uma empresa, a Brasct leva em consideração vários fatores relacionados, como o tamanho da empresa, os processos internos e os produtos ou serviços comercializados. 

Essa atenção dedicada aos nossos clientes é que nos da tranquilidade, pois sabemos que as empresas que confiam em nós estão sempre em dia com a legislação, e sem pagar impostos a mais.

Fiscalização da Receita Federal: o que é e quais erros não cometer

Há quem pense que a fiscalização da Receita Federal afeta apenas as grandes empresas, mas esse processo está cada vez mais automatizado e o cruzamento de dados permite que a apuração seja mais criteriosa. Portanto, atualmente a Receita consegue encontrar irregularidades mesmo nos pequenos negócios.

Sistema Público de Escrituração Digital (SPED)

O Sistema Público de Escrituração Digital, também chamado de SPED, reúne informações de várias fontes diferentes, englobando processos que envolvem a Escrituração Fiscal Digital, a Escrituração Contábil Fiscal, a Escrituração Contábil Digital, entre outros. 

O SPED entrou em vigor em 2008 atingindo empresas que trabalhavam com o lucro real, mas foi somente em 2014 que ele passou a abarcar também a grande maioria das empresas que trabalham com o lucro presumido. 

Além de simplificar a validação e a autenticação de documentos das escriturações contábil e fiscal das empresas, o SPED utiliza um fluxo computadorizado de informações para facilitar a fiscalização. Ele integra informações de interesse dos governos federal e estadual, cruzando os dados.

Transações financeiras

Se a Receita Federal perceber que suas movimentações financeiras são incompatíveis com a sua receita isso pode trazer problemas. O sistema de cruzamento de dados pode apontar divergências e então será necessário comprovar as movimentações.

Por isso, o ideal é sempre estar com as obrigações em dia e de acordo com a legalidade. Isso é importante para que a empresa se mantenha segura e o empreendedor mais tranquilo para cumprir suas funções.

Se não tiver atenção à contabilidade, uma empresa também pode cometer erros sem perceber. Se este é o seu caso saiba que a Receita Federal dá a possibilidade para as empresas notificadas de se autorregularem. A Brasct pode ajudá-lo a regularizar a situação e estar em dia com o fisco. 

Confira algumas das dicas que preparamos e saiba quais erros você não deve cometer:

1. Escolher o CNAE errado

CNAE é a Classificação Nacional de Atividades Econômicas e deve ser escolhido por qualquer empresa no momento do registro no CNPJ. Apesar de parecer algo simples, escolher um CNAE que não condiz com a atividade da empresa é um erro grave. 

Além de correr o risco de ter problemas com a Receita Federal, ao escolher o CNAE errado você pode acabar pagando impostos a mais.

2. Não emitir Nota Fiscal

Esse é um erro gravíssimo e perigoso. Não vale a pena entrar na ilegalidade e correr esse risco. Uma outra razão para emitir as notas fiscais corretamente é manter a credibilidade do seu negócio perante os clientes. 

3. Não ter atenção ao fazer a recuperação tributária

A sua empresa pode estar pagando impostos a mais e, neste caso, com um planejamento tributário bem feito é possível beneficiar-se de uma recuperação tributária dentro da lei. Essa é uma alternativa que muitas empresas utilizam para sair da crise, melhorar o caixa da empresa e impulsionar as finanças.

A recuperação do crédito tributário demanda uma revisão minuciosa e a análise detalhada de várias informações. Entretanto, com o auxílio de um bom escritório de contabilidade isso é possível.

A recuperação tributária também é importante para: identificar e corrigir falhas; minimizar os riscos de autuações e multas; ajustar a carga tributária e melhorar a gestão financeira do negócio.

4. Ignorar notificações tributárias

Se a sua empresa vier a receber notificações da Receita Federal a pior alternativa é ignorá-las. Isso pode ocasionar o aumento da multa, negativação da empresa e até falência. 

Em situações como essa o melhor é avaliar a situação com um bom escritório de contabilidade para fazer o que é preciso para regularizar a empresa. Como dissemos anteriormente, a Receita Federal dá a possibilidade para as empresas notificadas de se autorregularem. O importante é buscar ajuda especializada. 

5. Não contratar um bom suporte contábil

Contabilidade é um assunto sério, que demanda muito trabalho e conhecimento dos profissionais. Não entregue para pessoas que não entendem do assunto ou para quem você não confia. 

Além disso, uma contabilidade diferenciada, como a Brasct, é capaz de fazer muito mais do que apenas mantê-lo protegido e de acordo com a lei. Uma contabilidade bem preparada pode auxiliar seu negócio e ajudá-lo a crescer.

A Brasct, além de possuir 49 anos de mercado em contabilidade, também tem profissionais muito bem capacitados para auxiliar os clientes em processos de gestão de equipe, parametrização de sistemas, consultoria financeira e até mesmo gestão de pessoas.


Fiscalização da Receita Federal: o que é e quais erros não cometer


Fiscalização da Receita Federal: o que é e quais erros não cometer





Como funciona a tributação e o pagamento de impostos numa loja virtual?


Como funciona a tributação e o pagamento de impostos numa loja virtual?





Live commerce: tendência para sua loja virtual vender mais


Live commerce: tendência para sua loja virtual vender mais



Como funciona a tributação e o pagamento de impostos numa loja virtual?

Pensar que ao abrir uma loja virtual o empreendedor não precisa pagar impostos é um erro comum, mas que pode resultar em sérias penalidades judiciais e até mesmo no fechamento da empresa. A tributação de um e-commerce funciona de forma muito semelhante à uma empresa normal, mas alguns pontos são mais importantes de serem destacados. Falaremos sobre eles mais adiante.

Receber pedidos a qualquer hora do dia, mesmo durante finais de semana e feriados; atender pessoas de todo o país; usufruir da possibilidade de trabalhar com uma equipe reduzida e sem loja física. Essas são algumas das grandes vantagens de investir em um e-commerce.

Nesse texto vamos falar um pouco mais sobre o passo a passo para a regularização de um e-commerce e como funciona a tributação e o pagamento de impostos numa loja virtual.

1. Fazer o registro no CNPJ e escolher o CNAE

O primeiro passo é fazer o registro no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), na junta comercial e na prefeitura da cidade. Possuir um CNPJ é uma forma de transmitir mais credibilidade e segurança para seus clientes. Além disso, é muito importante que a loja emita notas fiscais, pois elas funcionam como uma garantia para o consumidor. 

Por meio de um CNPJ você também tem acesso à créditos com juros mais atrativos e tem mais facilidade em comprar produtos no atacado.

No momento do registro o empreendedor precisará escolher o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas). Essa é uma forma de categorização nacional das empresas de acordo com as atividades que realizam, serviços e produtos que vendem, etc. A escolha do CNAE interfere diretamente na tributação e na fiscalização das atividades da empresa. Por isso a importância de contar com a assessoria de um escritório de contabilidade.

2. Escolher o Regime Tributário

Em seguida, será necessário escolher o Regime Tributário. Os impostos a serem pagos vão depender do regime tributário no qual a loja virtual se enquadra. Os regimes variam de acordo com o tamanho da empresa, número de funcionários e a forma como a contabilidade será estruturada.

As empresas podem ser enquadradas em três regimes diferentes, mas existe ainda o Microempreendedor Individual (MEI), uma figura jurídica utilizada pelas pessoas que trabalham por conta própria.

MEI: empreendedores que trabalham por conta própria ou têm, no máximo, mais um funcionário. Faturam até R$ 81 mil por ano e tem as menores tributações.

Simples Nacional: regime simplificado com valores de tributação vantajosos, voltado para empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano.

Lucro Presumido: empresas que faturam até R$ 78 milhões por ano. Neste regime há incidência de PIS e Cofins.

Lucro Real: receita superior a R$ 78 milhões, rendimentos no exterior ou empresas que trabalham com atividades relacionadas a financiamento.

Apesar do Simples Nacional ser um regime tributário que simplifica a arrecadação de impostos, ele possui limitações em relação à natureza e tamanho do negócio. Além de não ser o mais vantajoso para todas as empresas.

3. Ter atenção ao ICMS

Em suma, os impostos que uma loja virtual precisará pagar são exatamente os mesmos de um estabelecimento físico. Portanto, dependerá do regime tributário no qual a empresa se enquadra. Além disso, a carga tributária também está diretamente relacionada às atividades exercidas pela empresa, produtos e/ou serviços comercializados.

No entanto, é necessário atenção especial à tributação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação), uma vez que a grande maioria dos e-commerces e lojas virtuais realizam vendas interestaduais.

Até 2018 o recolhimento do imposto era compartilhado entre o estado de origem e o estado de destino das compras. No entanto, desde 2019, o imposto é recolhido apenas pelo estado de destino. O valor da alíquota do ICMS varia de acordo com a categoria da mercadoria ou serviço e o estado de origem e destino das transações, podendo ir de 7% a 35%. 

4. Saber os impostos de acordo com o Regime Tributário, CNAE e modalidade da empresa

Como dissemos anteriormente, não existe uma regra, ou um regime tributário específico para e-commerces. O primeiro passo para o empreendedor é conhecer e compreender as obrigações do regime tributário no qual a sua empresa se enquadra (Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real), ou do MEI, se for este o caso.

Além do Regime Tributário, o CNAE, tipo do negócio, modalidade, produtos e serviços oferecidos vão influenciar na tributação. 

Outro fator importante para compreender os impostos devidos pela sua empresa é o local onde ela está sediada. Cada estado possui obrigações e alíquotas diferentes no que diz respeito aos impostos estaduais.  

5. Contratar uma contabilidade experiente em e-commerces

À primeira vista lidar com tributação e contabilidade pode parecer muito difícil. O empreendedor pode se sentir inseguro diante de tantos detalhes e informações. Por isso, o mais indicado é sempre confiar em uma empresa que conheça muito sobre o assunto.

Uma loja virtual pode trazer muito retorno financeiro e liberdade ao investidor. Vale notar que as questões relacionadas aos impostos, formalização e até mesmo a parametrização de sistemas podem ser tratadas por uma contabilidade confiável e o gestor fica livre para tomar decisões com mais tranquilidade. 

A Brasct é uma contabilidade diferenciada, pois além de possuir mais de 49 anos de mercado, com sólida experiência em contabilidade e gestão empresarial, também modernizou-se e especializou-se e-commerces. 

A Brasct é uma empresa completa, cuida da contabilidade, auxilia os clientes em processos de gestão de equipe, parametrização de sistemas, consultoria financeira e até mesmo gestão de pessoas. 


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Como funciona a tributação e o pagamento de impostos numa loja virtual?


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Como economizar em tributos com a Revisão Fiscal

A Revisão Fiscal é um processo de análise e auditoria das práticas tributárias e fiscais de uma empresa, com o intuito de identificar erros e escolhas inadequadas que levaram ou podem levá-la a pagar mais impostos do que deveria.

Esse tipo de auditoria não é simples, pois a malha tributária brasileira é bastante complexa e está sempre passando por mudanças. Além disso, frequentemente os empreendedores têm dificuldade de ser organizar para fazê-la em meio às preocupações imediatas.

Desse modo, a contratação de um escritório de contabilidade para fazer esse trabalho é muito proveitoso para qualquer empresa que deseja economizar em impostos.

Nas próximas linhas, vamos explicar o que constitui a Revisão Fiscal e elucidar como uma empresa pode perder muito dinheiro ao negligenciar essa análise. Acompanhe:

Revisão Fiscal: para que serve?

O correto em termos de tributação é que as empresas não paguem nem mais nem menos do que é determinado pela lei. Obviamente, uma empresa não deve pagar menos do que ela deve em impostos, mas ela também não precisa pagar mais do que é a sua obrigação legal.

No entanto, alguns fatores podem atrapalhar esse processo. A escolha do regime tributário é um deles, por exemplo. Os diferentes regimes tributários existem para que a empresa se adéque àquele que mais atende ao seu perfil. Dessa forma, é garantido a ela o direito de optar pela carga tributária mais vantajosa dentro da licitude.

No entanto, nem sempre a empresa escolhe o melhor regime tributário. Outras vezes, ela até escolhe o regime ideal para determinado período, mas diante das mudanças pelas quais ela passa ao longo do tempo, pode ser necessário rever a decisão feita anteriormente. Esse é um dos pontos que a Revisão Fiscal observa. 

Além disso, a escolha do regime tributário não é o único fator que interfere na economia de impostos; um empreendimento pode estar pagando mais do que deveria por calcular mal os tributos. Existe ainda a possibilidade de a empresa estar atrasando os pagamentos dos impostos ou fazendo-os de forma errada. A Revisão Fiscal serve para averiguar e corrigir tudo isso.

Benefícios: recuperação fiscal e adequação à legislação

Além de buscar por erros, a Revisão Fiscal também procura pela existência de possíveis créditos fiscais. Trata-se de valores pagos a mais e que podem ser deduzidos em pagamentos futuros. Esse processo é chamado de recuperação fiscal.

Assim, a Revisão Fiscal não apenas corrige problemas que podem fazer com que a empresa perca dinheiro no futuro, como também é essencial para recuperar o dinheiro gasto de forma indevida anteriormente. 

A Revisão Fiscal analisa a documentação dos últimos cinco anos de atividade da empresa, porque esse é o período legal estabelecido pelo Código Tributário Nacional para pleitear a restituição.

Por outro lado, essa auditoria também verifica se todas as obrigações fiscais estão sendo corretamente cumpridas, ajustando os procedimentos caso seja identificada alguma inadequação. Com isso, a empresa também deixa de correr o risco de ser autuada ou multada futuramente por erros que ela poderia nem ter conhecimento.

Importância da Revisão Fiscal

Sem a revisão fiscal, os erros que a empresa comete podem continuar passando despercebidos por anos, fazendo com que ela continue perdendo mais dinheiro; além de não recuperar os valores de pagamentos indevidos e correr o risco de estar cometendo alguma infração.

A Revisão Fiscal também permite que os gestores conheçam melhor a própria empresa, gerando um panorama importante sobre os últimos anos de atuação e permitindo alinhamentos estratégicos para as metas futuras.

Apesar de a Revisão Fiscal possibilitar a recuperação fiscal dos pagamentos de tributos realizados nos últimos cinco anos, o ideal é que ela seja feita semestralmente. Se não for possível, pelo menos uma vez por ano. Afinal, se a empresa esperar cinco anos para verificar a existência de problemas, ela vai demorar para economizar em tributos e pode perder a chance de pleitear a restituição.

Porém, vale ressaltar que fazer uma Revisão Fiscal sem a contratação de um escritório de contabilidade especializado pode significar perda de tempo e dinheiro. Não adianta fazer o processo se não houver um olhar experiente e minucioso, para encontrar os erros existentes.

Contexto brasileiro

A tributação é considerada um grande empecilho ao desenvolvimento de empresas no Brasil. A carga tributária brasileira é semelhante ou inferior à de países europeus, mas é bem mais alta do que a de países americanos.

Entretanto, um grande problema é que, no sistema tributário brasileiro, os pequenos empreendedores acabam sofrendo uma carga tributária maior.

A Revisão Fiscal ajuda o empreendedor a não se prejudicar ainda mais com o impacto da tributação e contribui especialmente no enfrentamento de outro problema: a existência de uma variedade muito grande de impostos no país.

A malha tributária brasileira é bastante complexa. Isso dificulta o entendimento dos processos por parte dos empreendedores, levando-os a diversos equívocos que a Revisão Fiscal pode encontrar e corrigir.

Revisão Fiscal como oportunidade

Como vimos, uma empresa que não realiza revisões fiscais pode estar deixando de economizar quantias consideráveis em tributos. Por isso, esse processo deve ser visto, na verdade, como um investimento.

Essa prática tem se tornado cada vez mais comum entre as empresas das grandes cidades do país. Um bom escritório de contabilidade em São Paulo, como a Brasct por exemplo, oferece serviços de Revisão Fiscal cada vez mais assertivos.

O empreendedor que nunca fez uma Revisão Fiscal ou que já não faz há algum tempo tem aí uma ótima oportunidade de gerar economia. Se esse é o seu caso, procure o nosso escritório de contabilidade em São Paulo. Somos especializados em recuperação fiscal e podemos ajudá-lo a economizar em impostos e gerar melhores resultados para sua empresa.