Dicas para Otimizar a Precificação de Produtos em um E-commerce

A precificação adequada dos produtos é uma das etapas mais importantes para o sucesso de um negócio de e-commerce. Determinar preços competitivos e lucrativos pode fazer toda a diferença na atração de clientes, na maximização das vendas e no aumento dos lucros. Neste artigo, compartilharemos algumas dicas essenciais para otimizar a precificação dos produtos em seu e-commerce.

  1. Conheça seus custos:
    Antes de definir os preços dos produtos, é fundamental entender os custos envolvidos em cada venda. Considere os custos de produção, logística, embalagem, armazenamento, marketing, impostos e outras despesas relacionadas. Analisar esses custos permitirá que você estabeleça preços que cubram suas despesas e ainda proporcionem margem de lucro.
  1. Pesquise a concorrência:
    Realize uma pesquisa detalhada dos preços praticados pelos concorrentes. Isso fornecerá uma referência para a precificação dos seus produtos. Analise produtos semelhantes em termos de qualidade, recursos, marca e posicionamento no mercado. Lembre-se de que nem sempre é necessário ter os preços mais baixos, mas sim oferecer um valor competitivo para atrair clientes.
  1. Utilize estratégias de precificação:
    Experimente diferentes estratégias de precificação para atrair diferentes segmentos de clientes. Por exemplo, você pode adotar a precificação psicológica, estabelecendo preços como R$ 19,99 em vez de R$ 20,00. Outra opção é a precificação dinâmica, ajustando os preços com base na demanda, estoque e sazonalidade. Além disso, considere a implementação de promoções, descontos e pacotes especiais para incentivar as vendas.
  1. Acompanhe os indicadores financeiros:
    Monitore regularmente os indicadores financeiros relacionados à precificação dos produtos. Analise métricas como margem de lucro, rentabilidade por produto, ticket médio e taxa de conversão. Essas informações permitirão que você identifique oportunidades de otimização e faça ajustes nos preços, caso necessário.
  1. Ofereça opções de frete:
    O custo do frete pode ter um impacto significativo na decisão de compra dos clientes. Considere oferecer diferentes opções de frete, como frete grátis para pedidos acima de um determinado valor ou a possibilidade de escolha entre entrega expressa e entrega padrão. Além disso, negocie com fornecedores de logística para obter tarifas mais competitivas e repassar os benefícios aos clientes.
  1. Avalie a elasticidade da demanda:
    Entenda como a variação de preços afeta a demanda por seus produtos. Alguns produtos podem ser mais sensíveis a alterações de preço do que outros. Analise o comportamento do consumidor e identifique o ponto ideal de precificação que equilibre a lucratividade e a demanda.

  2. Considere os custos de marketplaces: Se você vende seus produtos em marketplaces, lembre-se de levar em conta as taxas e comissões cobradas por essas plataformas na hora de definir seus preços. Certifique-se de que sua margem de lucro seja suficiente para cobrir esses custos adicionais.

  3. Utilize ferramentas de precificação: Existem diversas ferramentas e softwares disponíveis para auxiliar na precificação de produtos em e-commerce. Essas ferramentas podem ajudar a automatizar o processo, analisar dados, monitorar a concorrência e sugerir preços otimizados.

Ao implementar essas dicas, você estará melhor preparado para otimizar a precificação dos produtos em seu e-commerce. Lembre-se de que a precificação é um processo contínuo, que deve ser revisado e ajustado regularmente para se adaptar às mudanças no mercado e nas condições do seu negócio.

Na BRASCT Contabilidade, estamos comprometidos em auxiliar empreendedores de e-commerce a alcançar o sucesso financeiro. Entre em contato conosco para obter suporte e orientação personalizada para o seu negócio.

Estratégias para Reduzir os Custos Operacionais em um Negócio de E-commerce

No mundo competitivo do comércio eletrônico, é fundamental encontrar maneiras de reduzir os custos operacionais e maximizar a lucratividade do seu negócio. Ao implementar estratégias eficientes, você pode otimizar suas operações e aumentar sua margem de lucro. Neste artigo, exploraremos algumas estratégias práticas para reduzir os custos operacionais em um negócio de e-commerce, ajudando você a alcançar maior eficiência financeira.

  1. Automatize processos manuais:
    Automatizar tarefas repetitivas e manuais pode economizar tempo e recursos significativos. Considere a utilização de ferramentas de automação para gerenciar o estoque, processar pedidos, emitir faturas, rastrear remessas e realizar outras atividades operacionais. Isso não apenas reduzirá os custos relacionados à mão de obra, mas também minimizará erros humanos e melhorará a eficiência geral.
  1. Otimize a logística e o transporte:
    A logística e o transporte podem representar uma parcela significativa dos custos operacionais em um negócio de e-commerce. Considere negociar melhores contratos com fornecedores de transporte, explorar opções de frete mais econômicas e implementar estratégias de gestão de estoque para minimizar custos de armazenamento e remessas. Além disso, realizar análises regulares dos seus processos logísticos para identificar ineficiências e oportunidades de otimização.
  1. Implemente um atendimento ao cliente eficiente:
    Um atendimento ao cliente eficiente pode ajudar a reduzir custos, minimizando retornos, trocas e reembolsos. Invista em sistemas de suporte ao cliente bem estruturados, como chatbots, FAQ detalhados e respostas automáticas por e-mail, para lidar com perguntas e problemas comuns de forma rápida e eficiente. Isso não apenas melhora a experiência do cliente, mas também reduz a carga de trabalho do suporte ao cliente.
  1. Negocie com fornecedores:
    Mantenha uma comunicação ativa com seus fornecedores e busque oportunidades de negociação. Ao consolidar pedidos, comprar em grandes volumes ou estabelecer parcerias estratégicas, você pode obter descontos ou condições mais favoráveis. Além disso, esteja aberto a alternativas de fornecedores para comparar preços e garantir que esteja obtendo a melhor relação custo-benefício.
  1. Otimize suas estratégias de marketing:
    Os custos de marketing podem ser significativos em um negócio de e-commerce. É essencial otimizar suas estratégias para garantir um retorno positivo sobre o investimento. Analise o desempenho de suas campanhas publicitárias, direcione seus esforços para canais mais eficazes, segmente seu público-alvo de forma mais precisa e utilize estratégias de marketing de conteúdo para atrair clientes de forma orgânica. Dessa forma, você pode reduzir custos de aquisição de clientes (CAC) e maximizar seus resultados.
  1. Monitoramento e análise de dados:
    Acompanhe de perto seus dados financeiros e operacionais para identificar áreas de desperdício, ineficiências ou oportunidades de melhoria. Utilize ferramentas de análise e relatórios para entender os padrões de venda, identificar produtos de baixo desempenho, ajustar preços e otimizar suas estratégias de compras. Uma abordagem baseada em dados permite tomar decisões informadas para reduzir custos e aumentar a eficiência operacional.

Reduzir os custos operacionais em um negócio de e-commerce é essencial para melhorar a lucratividade e garantir a sustentabilidade do negócio a longo prazo. Ao implementar estratégias como automação, otimização logística, atendimento ao cliente eficiente, negociação com fornecedores, otimização de marketing e análise de dados, você estará no caminho certo para alcançar maior eficiência financeira e competitividade em um mercado dinâmico de e-commerce.

Lembre-se de revisar regularmente suas estratégias e ajustá-las de acordo com as necessidades em constante mudança do seu negócio.

Lucro presumido X Lucro real: como funciona, prós e contras

Lucro Presumido e Lucro Real são ambos regimes tributários, assim como o Simples Nacional. Nesse artigo vamos falar sobre as principais diferenças entre Lucro Presumido e Lucro Real, incluindo as vantagens e desvantagens de cada um. 

Caso ainda não tenha muita familiaridade com o assunto e queira entender melhor sobre o que é um regime tributário, você pode se informar mais no nosso último artigo: Regime tributário: Como escolher o melhor tipo para sua empresa

Em suma, o regime tributário é um conjunto de normas que determinam o pagamento de tributos, incluindo alíquota, periodicidade e sistema de cálculo. Além disso, é importante saber que o regime tributário é escolhido no momento de abertura da empresa e somente pode ser alterado no início de cada ano. 

Simples Nacional 

O Simples Nacional é o regime tributário com a agenda fiscal mais descomplicada e costuma ser a principal opção para muitas micro e pequenas empresas. Apesar disso, o Simples Nacional não é o melhor regime para todos os casos, especialmente para negócios com despesas altas.

Além disso, para aderir ao Simples existem limitações de faturamento. Para microempresas (ME) o faturamento no ano/calendário anterior não pode exceder R$ 360.000,00. Para pequenas empresas (EPP) o limite máximo de receita bruta anual é R$ 4.800.000,00. 

Empresas com atividades como instituições financeiras, sociedades de crédito, corretoras e seguradoras, ou fábricas de cigarros também não podem fazer essa opção.

Restrições: quem pode aderir ao Lucro Real ou ao Lucro Presumido

Empresas que tenham o faturamento até R$ 78 milhões por ano podem optar pelo Lucro Presumido. As demais devem aderir obrigatoriamente ao Lucro Real. 

Existem também algumas atividades impeditivas. Empresas do setor financeiro não podem optar pelo Lucro Presumido. Portanto, bancos comerciais, bancos de investimento, arrendamento mercantil e seguradoras também devem obrigatoriamente aderir ao Lucro Real.

Qualquer empresa pode optar pelo Lucro Real. Porém, esse regime tributário não costuma ser a primeira escolha para muitos empreendedores, pois exige que a empresa seja rigorosa com a documentação financeira, como veremos a seguir.

Cálculo dos tributos PIS e COFINS: diferenças do Lucro Presumido para o Lucro Real

O PIS está relacionado à Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público. Já o COFINS é uma Contribuição para Financiamento da Seguridade Social. Ambos são tributos federais.

Lucro Presumido

No Lucro Presumido é utilizado o chamado regime cumulativo. A alíquota para o PIS é 0,65% e para o COFINS 3,00%.

Para que fique mais claro, no regime cumulativo as alíquotas são aplicadas independente das despesas que a empresa tenha tido. Os impostos são calculados a partir da receita bruta. Isso vale até mesmo para devoluções e cancelamentos. Portanto, pode ocorrer de a empresa ter prejuízo na entrega de um produto ou serviço e ainda assim ter de pagar os impostos.

Lucro Real

No Lucro Real as alíquotas são 1,65% para PIS e 7,60% para COFINS. Porém, o regime é o da “não cumulatividade”. Para o cálculo são abatidas despesas como aluguéis pagos à Pessoa Jurídica, depreciação de equipamentos, insumos de produção e compras de produtos.

Em suma, os gastos que a empresa tiver com a entrega do produto ou do serviço podem ser abatidos. Existem algumas exceções, como é o caso de gastos com mão de obra.

Portanto, já é possível observar que o Lucro Real é um regime tributário vantajoso apenas para empresas que possuem muitas despesas.

Entretanto, vale ressaltar que é preciso atenção para determinar quais são os gastos que podem ser abatidos em relação ao pagamento dos tributos PIS e COFINS. Afinal, é preciso averiguar o que de fato pode ser entendido como insumos de acordo com a legislação.

Como calcular o IRPJ e o CSLL para o Lucro Presumido e para o Lucro Real

Assim como o PIS e o COFINS, o IRPJ e o CSLL também são tributos federais. Esses, no entanto, são calculados a partir do lucro da empresa. As alíquotas são 15% e 9% respectivamente.

Lucro Presumido

No regime tributário Lucro Presumido as alíquotas são calculadas a partir do lucro que é estimado para a atividade da empresa, ou seja, os impostos são calculados a partir do que é esperado para aquele tipo de negócio. Por isso o termo “lucro presumido”. 

Essa estimativa varia muito de acordo com a atividade e se é prestação de serviços, industrial ou comercial. Para a maioria das atividades comerciais ou industriais a estimativa de lucro para tributação da CSLL é de 12% e para o IRPJ de 8%. Já para prestação de serviços essa estimativa já sobe para 32%.

Lucro Real

No caso desse regime tributário o imposto é calculado a partir do lucro real, como o próprio nome já diz. Através do registro e acompanhamento de todas as receitas e despesas da empresa é obtido o lucro e ele é a base de incidência dos impostos.

Este lucro pode ser apurado anualmente ou trimestralmente. Quando a empresa opta pelo modelo anual, o IRPJ e o CSLL é apurado mensalmente. Vale ressaltar que quando a empresa tem prejuízos, esses impostos podem ser reduzidos ou suspensos. 

O principal motivo que faz com que muitas empresas não optem pelo Lucro Real é o fato de que a documentação financeira deve estar muito bem organizada. Será necessário fazer uma conferência de todas as receitas e despesas, obtendo e apresentando os comprovantes.

Portanto, antes de aderir ao Lucro Real é necessário que a empresa tenha os controles e processos internos funcionando adequadamente. O que pode representar por exemplo o uso de um bom ERP, o treinamento das equipes, além do controle de informações e a boa comunicação entre os setores.

É por esse motivo que é tão importante escolher bem o parceiro contábil. Um escritório de contabilidade experiente e atento ao cliente pode calcular, a partir dos balancetes contábeis e também das projeções futuras, qual é o regime tributário mais vantajoso para a empresa.

A Brasct é um escritório de contabilidade com mais de 48 anos de mercado, que conta com uma equipe atualizada e antenada. Antes de indicar o melhor regime tributário para nossos parceiros, levamos em consideração vários fatores, como o tamanho da empresa, os processos internos e os produtos ou serviços comercializados.

Regime Tributário: como escolher o melhor tipo para sua empresa

Existem três tipos de regimes tributários: O Simples Nacional, o Lucro Presumido e o Lucro Real. Caso você ainda não tenha familiaridade com o termo, é necessário compreender que regime tributário é um conjunto de normas e leis que determinam a forma de apuração dos tributos da empresa, ou seja, qual é o sistema e os prazos para o pagamento de impostos.

A escolha do regime tributário é uma decisão importante para qualquer empresa, seja do ponto de vista financeiro ou contábil, pois o regime tributário mais adequado garante que o seu empreendimento terá a menor carga tributária dentro das possibilidades estabelecidas pela legislação. 

Resumidamente, escolher o regime tributário certo é importante para manter-se dentro da legislação e não pagar mais impostos que o necessário.

O que é definido pelo regime tributário?

O Regime Tributário determinará quais são os impostos necessários, os prazos e a alíquota aplicada, ou seja, o percentual que incidirá sobre os ganhos da empresa. Em alguns casos serão aplicadas isenções ou não incidências.

Quando é preciso escolher o regime tributário?

O regime tributário é escolhido no momento de abertura da empresa e pode ser alterado ou mantido no início de cada ano. Portanto, após a escolha, não há como mudar o regime tributário até o início do ano seguinte.

O ideal é reavaliar a escolha do regime tributário anualmente, pois a situação da empresa pode mudar muito de um ano para o outro. 

O escritório de contabilidade responsável pela contabilidade da empresa deve verificar os balancetes contábeis anualmente e averiguar qual seria a tributação em cada um dos regimes, para, dessa forma, fazer um comparativo.

Como escolher o melhor regime tributário?

O ideal é apoiar-se numa boa assessoria contábil, pois um escritório de contabilidade experiente levará em conta todos os fatores necessários, incluindo a legislação vigente, a situação atual da empresa e as particularidades do negócio.

No que diz respeito às micro e pequenas empresas, muitos empreendedores têm a ideia de que o Simples Nacional é o melhor regime. Apesar de isso ser verdade em muitos dos casos, nem sempre é assim. 

O Simples Nacional possui algumas restrições e existem situações em que até mesmo o Lucro Real pode ser mais vantajoso. Isso acontece quando o lucro efetivo da empresa é consideravelmente menor do que o lucro presumido para sua área de atuação. Caso você ainda não esteja familiarizado com esses termos, vamos explicar melhor.

Existem alíquotas que são definidas a partir do lucro que se espera que o negócio tenha. Essa estimativa é feita a partir da atividade da empresa. Esse é o caso do Lucro Presumido, em que, como o próprio nome já diz, as taxas a serem pagas variam de acordo com o que se presume que a empresa tenha de lucro a partir da sua área de atuação.

No entanto, pode ser que o lucro do seu negócio seja consideravelmente menor do que se é esperado para a área de atuação. Isso acontece quando a empresa tem muitos gastos com funcionários ou fornecedores, por exemplo.

Portanto, nesse caso, o Lucro Real faria mais sentido. Para muitos empreendedores, o ponto negativo do Lucro Real é o rigor com que a documentação financeira deve ser apresentada. Nesse regime tributário é preciso conferir todos os comprovantes e calcular cuidadosamente todas as receitas e despesas. 

Porém, como dissemos, se o lucro real for consideravelmente menor em relação ao lucro presumido, o trabalho de reunir e organizar a documentação vale a pena diante da economia em impostos. 

Quais são os regimes tributários para empresas?

Simples Nacional

Este é o regime tributário com a agenda fiscal mais descomplicada. Ele unifica oito impostos (PIS, COFINS, IPI, ICMS, CSLL, ISS, IRPJ e CPP), que são pagos por meio de uma guia única, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). 

No caso do Simples Nacional a alíquota dos impostos depende da faixa de faturamento da empresa.

Restrições para escolher o Simples Nacional

Existem algumas restrições para a adesão ao Simples Nacional. A primeira delas diz respeito ao faturamento. Apenas microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) podem fazer a adesão.

Para microempresas (ME) o faturamento no ano/calendário anterior não pode exceder R$ 360.000,00. Para pequenas empresas (EPP) o limite máximo de receita bruta anual é R$ 4.800.000,00.

Além disso, algumas atividades são restritas e não podem aderir ao Simples Nacional, como instituições financeiras, sociedades de crédito, corretoras e seguradoras, ou fábricas de cigarros. Portanto, antes de solicitar a adesão ao Simples Nacional é necessário certificar-se de que o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) da empresa é aceito.

Lucro Presumido

Empresas que tenham o faturamento até R$ 78 milhões por ano podem optar pelo Lucro Presumido. Empresas com faturamento acima desse valor precisam aderir obrigatoriamente ao Lucro Real.

No regime tributário Lucro Presumido as alíquotas são calculadas a partir do lucro que é estimado para a atividade da empresa, ou seja, os impostos são calculados a partir do que é esperado para aquele tipo de negócio.

Portanto, as taxas variam de acordo com a área de atuação e os valores são definidos pela Receita Federal.

No que diz respeito aos prazos, para as empresas optantes do Lucro Presumido há alguns impostos a serem pagos mensalmente, como PIS, COFINS e ISS; e há também impostos que devem ser pagos a cada três meses, como IRPJ e CSLL.

Lucro Real

Este regime tributário é obrigatório para empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões ao ano. É também obrigatório para as empresas do setor financeiro. 

Entretanto, como explicamos anteriormente, outras empresas podem optar por esse regime. O ponto principal do Lucro Real é que as alíquotas são calculadas a partir do lucro efetivo da empresa, ou seja, do valor da sua receita menos o valor das suas despesas. 

Neste regime tributário, se houver prejuízo, os impostos IRPJ e CSLL não precisam ser pagos.

Para averiguar adequadamente o lucro real, é exigido que a empresa seja rigorosa com toda a documentação financeira. É preciso uma conferência minuciosa de todas as receitas e despesas.

Para empresas que possuem muitas despesas, o Lucro Real pode ser vantajoso, pois os impostos são cobrados a partir do resultado efetivo da empresa.

Como escolher um bom escritório de contabilidade para auxiliá-lo?

Um levantamento cuidadoso das projeções de gastos e receitas é o que vai garantir uma boa escolha do regime tributário. Para as empresas já em operação, é também essa análise, feita anualmente, que verificará se é necessário mudar de regime tributário ou não.

Um escritório de contabilidade experiente e bem preparado pode tomar essa decisão com assertividade, avaliando as particularidades da sua empresa. O comprometimento com o trabalho é muito importante na escolha de um escritório de contabilidade, pois a falta de atenção acarreta em gastos desnecessários, capazes de comprometer a saúde financeira da empresa.

No momento de indicar o melhor regime tributário para uma empresa, a Brasct leva em consideração vários fatores relacionados, como o tamanho da empresa, os processos internos e os produtos ou serviços comercializados. 

Essa atenção dedicada aos nossos clientes é que nos da tranquilidade, pois sabemos que as empresas que confiam em nós estão sempre em dia com a legislação, e sem pagar impostos a mais.

Como a Brasct faz a abertura de empresa digital

Os avanços da tecnologia trouxeram agilidade para diversas áreas da nossa vida, seja para o nosso ambiente familiar e pessoal ou para a sociedade. A partir do momento que os órgãos públicos aderiram e incorporaram essas novidades, processos que antes levavam meses, hoje podem ser feitos em poucos dias, como a abertura de empresa digital.

Hoje em dia a maior parte dos procedimentos necessários para abrir uma empresa podem ser feitos digitalmente. Existem soluções muito interessantes criadas com a intenção de desburocratizar e agilizar o processo, como a Assinatura Digital.

A Brasct está sempre por dentro dessas novidades, pois queremos trazer essa agilidade para o dia a dia dos nossos clientes. No caso da Assinatura Digital o processo de abertura de empresa pode cair para dias, ou até mesmo horas. 

Quando o cliente opta por fazer a abertura conosco, a equipe da Brasct faz todo o processo, passo a passo, de forma muito organizada e de acordo com a legislação. Você, como cliente, só precisará ler os documentos, assinar e pagar as taxas que são devidas a cada um dos órgãos.

Preparamos esse artigo para você conhecer alguns dos passos necessários para abrir uma empresa e como nosso escritório de contabilidade pode auxiliá-lo.

Consultoria personalizada para abrir seu negócio

A Brasct é um escritório de contabilidade que trabalha, todos os meses, na abertura de empresas de todo o Brasil. Em nossa equipe temos profissionais especializados que ficam responsáveis unicamente por esse processo.

De acordo com a Ariana Marta, gestora da Brasct, é muito importante ter o apoio de um profissional. “A abertura de e-commerces, por exemplo, gera muitas dúvidas para os clientes. Posso abrir no endereço de casa? Tenho estoque terceirizado, como faço para ficar regular perante a Prefeitura?” Essas são algumas das questões que os clientes trazem e a Brast auxilia em cada uma das etapas para garantir que tudo seja feito de acordo com a lei e da melhor forma possível

Em primeiro lugar, nosso papel é entender muito bem qual é seu negócio, pois cada empresa possui particularidades e não existe uma “receita de bolo” que possa ser aplicada a todos. 

Portanto, no momento da consultoria vamos conhecer a sua empresa para auxiliar na escolha do Regime Tributário, na escolha do CNAE, na definição do porte da empresa, na determinação da Natureza Jurídica, entre outros.

A partir desse ponto a própria Brasct fará tudo que é preciso, deixando para você só o que for realmente necessário, como a assinatura de documentos. Mas não se preocupe com burocracias! Pois não vai precisar ir a nenhum órgão público.

Contrato Social e registro na Junta Comercial

Antes de abrir o CNPJ, será necessário elaborar o Contrato Social, que é o instrumento de constituição da empresa. Nesse documento irá constar o nome da empresa, o Capital Social e o percentual de participação de cada sócio.

Com o Contrato Social e os documentos dos sócios em mãos, é preciso registrar a empresa na Junta Comercial. É a partir daí que o negócio recebe um CNPJ, e a empresa finalmente passa a existir.

Inscrição Municipal

Para abrir uma empresa é necessário fazer o cadastro na Prefeitura. Como falamos anteriormente, atualmente a grande maioria dos municípios do Brasil permitem que esse processo seja feito totalmente online. 

Entre os documentos solicitados estarão o Contrato Social, cartão CNPJ, além de RG, CPF e comprovante de endereço dos sócios. 

É preciso ter atenção, pois algumas atividades exigem o alvará da vigilância sanitária, o laudo de vistoria dos bombeiros e outras autorizações. A Brasct se responsabiliza por isso e ajuda-o a providenciar todos os documentos necessários para a sua empresa.

Alvará de Funcionamento

O Alvará de Funcionamento deverá ser solicitado junto à Prefeitura ou outro órgão governamental. No caso de São Paulo, esse serviço também pode ser feito online.

No caso de imóveis alugados pode ser que já exista um alvará; porém é preciso ter em conta as mudanças que serão feitas no local para fazer a renovação do documento. 

Além disso, para algumas empresas serão necessárias outras licenças, como Licença Ambiental, Licença Sanitária, Produtos Químicos Controlados, entre outras. 

Inscrição Estadual

No caso das empresas do setor do comércio será necessário realizar a Inscrição Estadual. Esse procedimento é feito junto à Secretaria da Fazenda do Estado.

Assinatura Digital: abertura eletrônica de empresa

A Assinatura Digital é um dos recursos que permite que a maior parte desses procedimentos seja feita online. Este recurso passou a ser reconhecido a partir da publicação da Medida Provisória 2.200/2001

No processo de abertura de empresa é a Assinatura Digital que garante “autenticidade, integridade e validade jurídica de documentos em forma eletrônica, bem como da realização de transações eletrônicas seguras”.

Existem tipos de assinaturas digitais diferentes com níveis de verificação diferentes, pois dependendo do documento a ser assinado poderá ser necessário mecanismos de segurança adicionais.

A Assinatura Digital Simples é a mais utilizada e, apesar de ser o modelo mais simples, já conta com altos padrões de segurança, como carimbo do tempo, criptografia, IP da máquina, senha de acesso, e-mail. A Assinatura Digital Simples possui validade jurídica.

A Assinatura Digital Avançada possui o mesmo que a Assinatura Digital Simples, porém com mais níveis de verificação, como dados biométricos ou código de segurança exclusivo do usuário (PIN).

Assinatura Digital Qualificada e Certificado Digital

No caso da Assinatura Digital Qualificada utiliza-se o Certificado Digital, que seria algo similar ao reconhecimento de firma em cartório. Nesse caso a identidade do usuário é garantida por meio de chaves criptográficas muito seguras.

Quando falamos de órgãos públicos, como a Receita Federal, INSS e juntas comerciais, será necessário essa modalidade.

Entretanto, você não precisa se preocupar, pois no processo de abertura de empresa, a Brasct também cuida do Certificado Digital!

Quer abrir empresa rapidamente e de forma segura? A Brasct está aqui para ajudá-lo em todo o processo. Vamos desburocratizar as etapas e garantir que tudo seja feito com cuidado, para a sua empresa funcionar corretamente e dentro da lei.


Como a Brasct faz a abertura de empresa digital


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Principais processos financeiros de uma empresa


Principais processos financeiros de uma empresa





5 tendências de negócios online para 2022


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Minha empresa se enquadra no Simples Nacional?

Quem pensa em abrir empresa no Brasil atualmente deve seguir uma série de procedimentos. Um deles é a opção por um regime tributário vantajoso, que consiga diminuir os custos com tributos de maneira legal. Uma opção comum para grande parte dos micro e pequenos empreendedores é o Simples Nacional.

Entretanto, vale lembrar que o Simples Nacional nem sempre é o regime tributário mais vantajoso. Essa opção vai depender de algumas questões além do tamanho da empresa, como a atividade, as despesas, os gastos com a folha de pagamento, entre outros. 

A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado nas áreas de abertura de empresa e recuperação tributária. Por isso, nossa equipe está preparada para avaliar qual é o melhor regime tributário, de forma que a sua empresa não pague a mais em tributos e esteja sempre dentro da legalidade.

Mas para não restar dúvidas, vamos responder à sua questão: Será que minha empresa se enquadra no Simples Nacional? Veja os pontos principais que você precisa saber sobre o tema!

O que é o regime tributário chamado Simples Nacional?

De acordo com a Receita Federal, o Simples Nacional é um “regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte”. Ele está previsto na Lei Complementar nº 123/2006.

Confira a seguir as principais características desse regime tributário:

  • O regime abrange vários tributos, como IRPJ, CSLL, IPI, PIS/Pasep, Cofins, ICMS, ISS e CPP;
  • O recolhimento dos tributos abrangidos se dá por meio do DAS (Documento Único de Arrecadação) e deve ser feito até o dia 20 do mês subsequente àquele de aferição da receita bruta;
  • As empresas enquadradas no Simples podem utilizar o sistema eletrônico para realizar o cálculo do valor mensal devido, gerar o DAS e constituir o crédito tributário;
  • Existência de sublimites para EPP, estabelecidos pelos estados, em função da respectiva participação no PIB;
  • O empresário deve apresentar uma declaração única e simplificada de informações socioeconômicas e fiscais;
  • É facultativo, sendo somente uma das opções de regime ao abrir empresa.

Posso abrir empresa e enquadrá-la no Simples Nacional?

Ao abrir empresa, o empresário deve atender aos requisitos previstos na legislação para poder optar pelo Simples. Caso obedeça a todos, deve formalizar sua opção pelo regime tributário. Veja a seguir os principais critérios.

Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte

O primeiro requisito é se enquadrar na definição de Microempresa (ME) ou de Empresa de Pequeno Porte (EPP), conforme consta no artigo 1o da LC nº 123/2006.

Dentro desse conceito, estão a Sociedade Empresária, a Sociedade Simples e a Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI). Portanto, na abertura de empresa, é preciso se enquadrar em uma dessas possibilidades.

Atividade econômica relacionada na lista de atividades do Simples

A opção pelo regime tributário do Simples Nacional depende da atividade econômica. Portanto, após abrir empresa, tenha em mente que sua atividade deve estar relacionada na lista de atividades permitidas.

Na Brasct estamos sempre atentos à legislação vigente e averiguamos se o CNAE da sua empresa se enquadra no Simples. São diversos estabelecimentos de comércio, indústrias e serviços que possuem um código CNAE com previsão de adesão ao regime. Diversos varejistas, inclusive.

Isso é fundamental, porque existem algumas atividades cujo enquadramento é proibido. Recentemente, foram promulgadas novas leis que integraram mais atividades ao rol de permissão. Foi o caso de serviços advocatícios, escritórios de contabilidade e pequenos produtores de bebidas alcoólicas (exceto atacado).

Limites de faturamento

Mais um critério que deve ser respeitado no enquadramento do Simples Nacional é o faturamento.

A receita bruta anual de uma microempresa não pode ultrapassar R$ 360 mil. No caso de Empresas de Pequeno Porte, o teto é R$ 4,8 milhões.

Apesar do teto atingir esse valor, a empresa que ultrapassa R$ 3,6 milhões deve ficar atenta a uma questão. O ISS e o ICMS serão recolhidos como as empresas não optantes por este regime tributário. Na prática, os impostos federais serão recolhidos no DAS, mas esses dois terão guias geradas à parte, seguindo as regras do Lucro Presumido e Real.

Por este motivo, é importante contar com um escritório de contabilidade atualizado, atento e de confiança. Afinal, nem sempre o Simples Nacional será o regime mais vantajoso.

A seguir, você vê uma tabela (Anexo I da LC nº 123/2006) referente às empresas de comércio que relaciona o faturamento e a alíquota cobrada:

Receita Bruta TotalAlíquotaValor a ser descontado
Até R$ 180.000,004%0
De 180.000,01 a 360.000,007,3%R$ 5.940,00
De 360.000,01 a 720.000,009,5%R$ 13.860,00
De 720.000,01 a 1.800.000,0010,7%R$ 22.500,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,0014,3%R$ 87.300,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,0019%R$ 378.000,00

Mas como calcular o faturamento ao abrir empresa? O valor considera os últimos 12 meses de faturamento bruto, sem descontos. Após a abertura de empresa, durante o 1º ano de funcionamento, o cálculo é feito de maneira diferente. Veja:

  • 1° mês: faturamento do mês multiplicado por 12 meses.
  • 2° mês: faturamento do 1º mês multiplicado por 12 meses.
  • 3° mês: média do faturamento dos dois primeiros meses multiplicado por 12 meses.

Vedações de enquadramento e outros requisitos

Para se enquadrar no Simples Nacional, a Lei estabelece uma série de restrições (art. 3º, §4º). A empresa não pode:

  • ter sócios que possuem outras empresas cuja soma do faturamento de todas seja maior do que R$ 4,8 milhões;
  • ter outra empresa no quadro societário (somente pessoas físicas podem ser sócias);
  • ser sócia de outra empresa (participar do capital social de outra pessoa jurídica);
  • ter débitos com a Receita Federal, Estadual, Municipal e/ou INSS;
  • ser uma sociedade por ações (S/A);
  • ter sócios que morem no exterior;
  • ter cadastros fiscais irregulares.

Opção pelo Simples

Por fim, quando da abertura de empresa, é preciso realizar a opção pelo Simples Nacional. Ela pode ser feita a qualquer momento, neste caso. Se você já possui um negócio e deseja modificar o regime tributário, a escolha deverá ocorrer no primeiro mês de cada ano.

Antes de realizar a opção, é importante contar com o seu escritório de contabilidade para avaliar a situação atual da empresa, pois ela pode mudar ao longo dos anos. A Brasct pode aconselhá-lo sobre o enquadramento mais adequado à sua empresa, considerando os critérios que já mencionamos.

Como ressaltado, existem particularidades do negócio que podem direcionar o empresário a outras opções mais econômicas do que o Simples. Número de colaboradores e margem de lucro são algumas delas.

O Simples Nacional é uma opção vantajosa para muitas pessoas que desejam abrir empresa. Mas não serve para todos os empresários. Por este motivo, consulte a Brasct para ajudá-lo a fazer a melhor escolha!