Operação omnichannel: como ficam os impostos?

Para quem ainda não está familiarizado com o termo, omnichannel é uma estratégia de integração entre os canais da empresa, sejam eles físicos ou virtuais.

O conceito omnichannel começou a ser utilizado nos EUA em 2011 e significa “todos os canais”. “Omni” tem a origem do latim, com o sentido de “todo”, “tudo” ou “total”, e channel é de origem inglesa e significa “canal”.

Quando nos referirmos aos canais de uma empresa, podemos falar em canais de venda, de atendimento ao cliente ou de marketing. Entretanto, geralmente o termo omnichannel é utilizado para se referir aos canais de venda.

Até poucas décadas atrás, os principais canais de venda das empresas eram as lojas físicas ou os balcões de atendimento. Havia também a possibilidade de trabalhar com catálogos e revendedores. 

Porém, com o advento da Internet essa situação mudou completamente e em pouco tempo. A Internet e o marketing digital revolucionaram as vendas e as possibilidades alargaram-se.

Hoje em dia, quando falamos em canais de venda podemos pensar em sites, e-commerces, apps, e-mail marketing, redes sociais, etc.

 

O que é e como a empresa utiliza o omnichannel?

Pensando nessa lógica de canais de atendimento, o omnichannel seria a integração, ou a conjugação desses canais. Em outras palavras, utilizam o omnichannel as empresas que conseguem oferecer ao cliente uma experiência contínua, independente do canal que ele está utilizando naquele momento.

Por exemplo, empresas que usam a estratégia do omnichannel podem disponibilizar ao cliente a possibilidade de comprar pela internet e retirar na loja física ou num centro de distribuição. Outra forma de usar o omnichannel é o cliente poder dar continuidade pelo telefone a um atendimento que começou pelo chat.

Por fim, atualmente essa é uma estratégia muito valiosa e que concede às empresas um grande diferencial. Cada vez mais os consumidores buscam por experiências que lhes tragam facilidade e agilidade. O que se espera das empresas é acompanhar essa tendência através de sistemas integrados.

Entretanto, no que diz respeito à carga tributária há algumas questões muito relevantes que precisam ser observadas para adotar a estratégia omnichannel. Afinal, como uma empresa deve pagar impostos, quais são os desafios e problemas que ela pode ter ao adotar uma operação omnichannel?

 

 

Como funcionam os impostos das empresas omnichannel?

Além dos desafios logísticos e operacionais que as empresas enfrentam para adotar uma estratégia omnichannel, é preciso ter atenção à questão tributária. 

O Brasil possui um sistema tributário complexo que interfere muito na aplicabilidade das operações de omnichannel. Essa questão agrava-se devido ao transporte interestadual de mercadorias e a incidência do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

 

A complexidade do ICMS para as operações omnichannel

O ICMS é um imposto de competência dos Estados, portanto cada uma das unidades federativas regulamenta a sua cobrança, possuindo seus próprios regulamentos e instruções normativas.

Isso impacta diretamente na operação omnichannel pois uma das grandes vantagens dessa estratégia é o consumidor poder solicitar a entrega, a troca ou a retirada do produto em locais diferentes. Quando pensamos em uma abordagem nacional isso necessariamente inclui operações interestaduais. 

Por exemplo, um cliente pode acessar uma loja do Rio de Janeiro, solicitar a entrega em Minas Gerais e fazer a troca ou devolução do produto em uma filial da empresa em São Paulo.

 

ICMS e a devolução de produtos

Uma das maiores preocupações para a viabilização de uma estratégia omnichannel com abrangência nacional é a devolução dos produtos. O ICMS é pago pela empresa no momento da venda. Quando o cliente solicita a devolução, se a empresa não tiver a devida atenção, poderá ter de pagar o imposto novamente ao enviar o produto para um novo cliente.

Portanto, deve ser emitida uma nota fiscal quando o pedido de devolução for registrado. Através desta será possível fazer a recuperação do ICMS, além de ser a forma mais correta e dentro da legalidade de o produto voltar a fazer parte do inventário da empresa. 

 

 

Recuperação de crédito ICMS

Devido à complexidade dessas operações fiscais e tributárias, muitos empresários acabam pagando a mais, especialmente nos valores referentes ao ICMS. Isso se torna ainda mais frequente para as empresas com operação omnichannel, uma vez que as mercadorias são transportadas de um estado ao outro.

Nesses casos é possível fazer a recuperação de crédito. Esse processo deve ser feito a partir de uma análise tributária e fiscal, que identifica exatamente quais são esses valores para, então, solicitar o ressarcimento. 

 

 

A importância de um escritório de contabilidade experiente e preparado

Apesar de ser um grande desafio, muitas empresas já estão conseguindo adotar a estratégia omnichannel e se beneficiar das vantagens. Para isso é preciso otimizar a carga tributária do ICMS através de um bom planejamento. Se não for feito de maneira correta, a incidência do ICMS pode expor a empresa a altos riscos tributários e tornar a operação omnichannel inviável.

Por esse motivo, o escritório de contabilidade precisa ter experiência e também estar familiarizado com a rotina e as operações de um e-commerce; além de ter competência para atuar nacionalmente. A Brasct especializou-se nesses aspectos, com a atuação de profissionais muito qualificados. Além disso, ajudamos diretamente nossos clientes nessa transição, tornando o caminho para o omnichannel muito mais fácil.

4 riscos de abrir uma empresa e como minimizá-los

A maioria das pessoas vivencia dois sentimentos distintos ao abrir empresa: a empolgação e
excitação, aquele famoso “frio na barriga” de começar algo novo; e, ao mesmo tempo, a
insegurança e o receio de errar ou de não realizar todos os processos e requisitos necessários
corretamente, sejam eles financeiros, legais ou estratégicos.


É verdade que existem muitas questões que podem trazer insegurança e preocupação para os
novos e futuros empreendedores; mas, para minimizar os riscos, a melhor opção é conhecê-
los, aprender estratégias e, principalmente, escolher profissionais competentes que possam
ajudá-lo durante o caminho.


Existem empresas especializadas na abertura de negócios. É o caso, por exemplo, de bons
escritórios de contabilidade, que auxiliam nos processos tributáveis e financeiros e fornecem
apoio jurídico. O aconselhamento profissional pode evitar tributação excessiva e
desnecessária, além de multas e notificações.
Neste artigo vamos articular acerca dos 4 principais riscos de abrir uma empresa e como
reduzí-los.


Análise de mercado: produtos, público-alvo e concorrentes


Antes de mais nada, é preciso ter uma visão clara do negócio, definindo muito bem quais são
os produtos e/ou serviços ofertados e suas características. Dado isso, é recomendado delimitar
bem o perfil do consumidor, também chamado de público-alvo.


Outro fator importante é saber quem são as pessoas e profissionais importantes para o bom
funcionamento da empresa; ou seja, quem são os principais fornecedores, prestadores de
serviços, parceiros, etc.


É fundamental conhecer os concorrentes, entender como eles se posicionam no mercado,
quais são os preços praticados e qual é o diferencial da empresa. Além de pesquisar os valores
praticados por outras empresas do mesmo segmento, é importante conhecer os preços e
produtos dos fornecedores relacionados ao negócio.


Essa é a trajetória inicial para reconhecer as oportunidades e ameaças do empreendimento.
Ao conhecer o mercado fica muito mais fácil prever quais são os riscos relacionados àquele
negócio específico (dificuldade de aceitação do produto, matéria-prima cara ou de difícil
acesso, muitos concorrentes, etc) e como é possível minimizá-los.


Sócios ou investidores: aspectos a considerar


Ao começar um negócio, o empreendedor precisa estar disposto a lidar com muitas pessoas,
desde fornecedores e funcionários a sócios e investidores. É preciso avaliar muito bem o perfil
dessas pessoas e escolher com cautela quem você quer ao seu lado nessa trajetória.


Escolher muito bem os sócios minimiza os riscos de ocorrerem conflitos internos na empresa e
desavenças na tomada de decisões. Portanto, é fundamental que os objetivos de cada um e da
empresa estejam claros, seja a curto, médio ou longo prazo.


Além disso, é natural que busquemos alguém próximo para a sociedade, como um amigo ou
familiar, mas é interessante que o sócio agregue à empresa possibilidades complementares à
sua, ou seja, que ofereça algum diferencial em relação ao que você já pode oferecer.

Ademais, para aumentar as chances de sucesso, é fundamental cercar-se de pessoas da sua
confiança. É uma boa ideia contar desde o início com o auxílio de parceiros que facilitam o
trabalho, como assessorias, empresas de marketing e um bom escritório de contabilidade.


Planejamento financeiro: gastos que os empreendedores inexperientes esquecem de
calcular

Muitos empreendedores não fazem o planejamento financeiro adequado ao começar um
negócio, pois não consideram todos os custos que envolvem a abertura de uma empresa. Por
exemplo, a maioria calcula os custos básicos de implementação, como o investimento inicial
em matéria-prima, mão de obra necessária ou o aluguel do espaço, mas esquecem de várias
outras despesas relacionadas.


Existem custos que, apensar de não parecerem significativos, impactam muito os primeiros
meses da empresa; é o caso, por exemplo, das inscrições, licenças e alvarás. Além do registro
no CNPJ, Inscrição Estadual e Alvará de funcionamento, alguns segmentos precisam de licença
ambiental, licença sanitária, registro de produtos químicos controlados, entre outros.


O escritório de contabilidade contratado deve fornecer a indicação de todas as licenças,
inscrições e documentos necessários, além de informá-lo acerca das taxas e prazos para
pagamento.


Outros gastos que costumam ser desconsiderados pelos novos empreendedores são as
despesas com imprevistos. Por exemplo, se a empresa funcionar em uma loja física, o local
pode precisar de uma reforma. Já em um e-commerce, pode ser necessário pagar a mais pelo
sistema, criação de aplicativos ou melhorias no site.


Escolha do CNAE e do Regime de tributação: auxílio de um bom escritório de contabilidade


Logo no início da empresa, será necessário decidir o CNAE e o regime de tributação. Esses dois
aspectos, quando bem atribuídos ao negócio implicam em uma considerável economia de
dinheiro. A melhor escolha depende do faturamento, do lucro e das atividades exercidas.
Um bom escritório de contabilidade deve analisar os produtos e serviços oferecidos pela
empresa e apresentar o melhor regime, considerando a menor carga tributária e as legislações
vigentes.


Além de escolher entre os três regimes tributários, Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro
Real, é preciso considerar questões particulares aos segmentos. As empresas mecânicas e
autopeças, por exemplo, são isentas de alguns impostos devido à tributação monofásica. Já os
e-commerces, dependendo do Estado, podem usufruir de benefícios para empresas que
realizam vendas exclusivamente não presenciais.


Precisa de ajuda?


Quer abrir uma empresa e precisa de ajuda neste processo? A escolha de um escritório de
contabilidade sério e de confiança, lhe dará tranquilidade para se dedicar ao empreendimento.
A BRASCT é referência em contabilidade para pequenas empresas, oferecendo uma gama de
serviços contábeis, tributários e de recursos humanos, com um trabalho sério e cuidadoso. Se
deseja tirar seus planos do papel ou migrar para um escritório que te atenda de forma eficaz e
personalizada, estamos à sua disposição.


Contabilidade para autopeças e mecânica em São Paulo


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Como pagar menos impostos?


Como pagar menos impostos?





Como calcular os impostos de uma pequena empresa?


Como calcular os impostos de uma pequena empresa?



Tributação para e-commerce: como funciona a contabilidade de uma loja virtual?

O cenário atual é muito positivo para as vendas on-line. Não só para as marcas que já
estão estabelecidas fisicamente, como para aquelas que irão começar do zero. O
comércio eletrônico cresce à cada ano e existem muitas vantagens em ganhar presença
no mundo virtual.


Uma análise do comércio eletrônico brasileiro verificou um recorde de faturamento dos
últimos 20 anos no primeiro semestre de 2020. O faturamento em vendas online no
primeiro semestre de 2019 foi de 26,4 bilhões, enquanto que no primeiro semestre de
2020 esse valor passou para 38,8 bilhões – um aumento de 47%. (42ª edição do
Webshoppers).


Além do crescente interesse do consumidor brasileiro pelas compras on-line, vender pela
internet também podem significar custos reduzidos; gasta-se menos em alugueis,
decoração da loja física, publicidade local e fachada. Além disso, muitos funcionários
podem trabalhar em home-office e/ou prestar atendimento à várias regiões do país.


Que tipo de empresa pode auxiliar na abertura de um e-commerce?

Geralmente, observa-se dois comportamentos no que diz respeito à tarefa de empreender
no mundo virtual. Alguns gestores de empresas físicas sentem-se inseguros em expandir
os negócios para um e-commerce; normalmente por não compreenderem quais são as
mudanças necessárias na contabilidade, nos processos internos e nas rotinas comerciais.


Ao mesmo tempo, outros empreendedores aventuram-se no mundo digital sem de fato
constituir empresa, apenas com o CPF; arriscando-se a perder a credibilidade dos
clientes ou, até mesmo, sofrer complicações legais e tributárias.


Existem escritórios de contabilidade especializados e com vasto conhecimento nas
questões financeiras, legais e tributárias das vendas pela internet. É o caso da Brasct
Contabilidade, uma empresa com 48 anos de mercado e especialista em pequenas e
médias empresas.


Como e por quê regularizar o meu e-commerce?


Para quem já possui uma loja física


Expandir o negócio para as vendas on-line pode ser muito interessante para quem já
possui um negócio físico; o mundo virtual possibilita ao comerciante atingir nichos
específicos, alargar o público-alvo e aumentar as possibilidades de fechamento de
negócios.


No que diz respeito às questões tributárias existem algumas diferenças; não são muitas,
mas precisam de atenção. Mais adiante nesse artigo vamos abordar as
particularidades da contabilidade de um e-commerce.

O mais indicado é fazer um planejamento financeiro e estratégico. O auxílio de um
escritório de contabilidade especializado é importante para garantir custos tributários
reduzidos e o cumprimento das legislações vigentes.


Para quem começa um negócio virtual do zero

Assim como uma loja física, ao começar um negócio virtual, o empreendedor deve fazer o
registro no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), na junta comercial e na
prefeitura da cidade.


Apesar de haver a possibilidade de realizar vendas utilizando apenas o CPF, esse não é o
método mais indicado. Existem três razões principais para regularizar um e-commerce:
a) transmitir credibilidade e segurança para o cliente;
b) emitir notas fiscais, que são uma garantia para o consumidor;
c) acesso à créditos com juros mais atrativos e maior facilidade na compra de
produtos no atacado.


É importante ressaltar que, ao fazer o cadastro no CNPJ, o empreendedor precisará
escolher o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas). A assessoria de um
escritório de contabilidade é recomendável mesmo no início, pois a escolha do CNAE
interfere na tributação e na fiscalização das atividades da empresa.


Quais impostos devem ser pagos pela loja virtual ou e-commerce?


Fundamentalmente, os tributos a serem recolhidos por uma loja virtual são os mesmos de
um estabelecimento físico. No que diz respeito à tributação não existem mudanças muito
expressivas, portanto a carga tributária dependerá essencialmente das atividades
exercidas pela empresa, produtos e/ou serviços comercializados e o regime tributário.


No entanto, é necessário atenção especial à tributação do ICMS (Imposto sobre
Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e
Intermunicipal e de Comunicação), uma vez que a grande maioria dos e-commerces e
lojas virtuais realizam vendas interestaduais.

Até 2018 o recolhimento do imposto era compartilhado entre o estado de origem e o
estado de destino das compras. No entanto, desde 2019, o imposto é recolhido apenas
pelo estado de destino. O valor da alíquota do ICMS varia de acordo com a categoria da
mercadoria ou serviço e o estado de origem e destino das transações, podendo ir de 7% a
35%.


Como funciona a contabilidade para um e-commerce ou um negócio virtual?

A lista de atribuições contábeis de um e-commerce é extensa; constituída por tarefas
essenciais para a saúde financeira do negócio, incluindo: elaborar o balanço patrimonial e
balancetes de verificação, definir e zelar pelo capital de giro, gerenciar o pró-labore dos
sócios, calcular e pagar os impostos devidos, entre muitas outras.


O que um escritório de contabilidade de confiança pode fazer pelo e-commerce?


O auxílio de um escritório de contabilidade bem preparado é indispensável para que o
gestor do e-commerce tenha tranquilidade e segurança para gerir o negócio e tomar
decisões bem fundamentadas.

Quando bem escolhido, o escritório de contabilidade é um dos principais aliados da
empresa, sendo responsável por:
a) controle, planejamento e gestão tributária;
b) registro das movimentações financeiras, emissão de livros e controle de
documentos contábeis;
c) controle da folha de pagamento;
d) consultoria empresarial para alterações contratuais, emissão de certidões
negativas, obrigações acessórias e outras;
e) consultoria estratégica e financeira;

O controle cuidadoso e a apuração precisa dos dados financeiros e contábeis possibilita
que o gestor tome decisões assertivas, sabendo com clareza qual é a situação financeira
da empresa e os recursos de que o negócio dispõe para novos investimentos.

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Contabilidade para autopeças e mecânica em São Paulo


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Como pagar menos impostos?


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Como calcular os impostos de uma pequena empresa?


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5 segredos da contabilidade que todo gestor deveria saber

Um bom empreendedor precisa estar ciente da importância dos registros contábeis. Esses registros são muito importantes para que a empresa esteja em dia com a lei e é através deles que o empresário poderá ter acesso a várias informações, como custos, giro de capital, giro do estoque e carga tributária. Por meio dessas informações o empreendedor verifica a saúde financeira da empresa e faz o planejamento estratégico do negócio.

Por esse motivo, pensando em como ajudar os empreendedores na tomada de decisões, a BRASCT preparou algumas dicas de contabilidade, incluindo conceitos que todo gestor deve saber.

Demonstração de Fluxo de Caixa

A Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC) é um relatório contábil com o registro de todas as entradas e saídas de dinheiro da empresa. Todos os gastos, mesmo os que parecem insignificantes, precisam ser registrados no Fluxo de Caixa.

O Fluxo de Caixa fornece um panorama da situação real da empresa. Muitas vezes, o empreendedor inexperiente fica atento somente à entrada de dinheiro e não percebe gastos desnecessários que podem estar minando o lucro do empreendimento.

Além disso, a DFC ajuda a entender o comportamento da empresa e qual é a sua capacidade de gerar caixa em um determinado período de tempo. A DFC inclui, além do fluxo de caixa, a demonstração de contas bancárias e aplicações de liquidez imediata. 

É importante ressaltar que essa declaração é obrigatória para diversos tipos de empresas e deve ser apresentada pelo menos uma vez por ano, em conjunto com outros relatórios contábeis do balanço da empresa.

Capital de Giro

Ao abrir o CNPJ e iniciar as atividades a empresa recebe dois tipos de investimento. O primeiro é o que chamamos de investimento fixo e é utilizado para adquirir móveis, prédios, veículos, máquinas e outros itens do ativo imobilizado. Além desse, existe parte do investimento que chamamos de Capital de Giro e sobre o qual vamos falar.

Para que a empresa permaneça funcionando é necessário que todos os meses ela possua um valor de investimento que equivale ao custo de suas funções. Essa reserva de recursos chamada Capital de Giro é utilizada para suprir as necessidades financeiras da empresa, ou seja, para fazer a empresa “girar”.

Entender o Capital de Giro é importante para compreender quanto do faturamento será necessário todos os meses para manter a empresa funcionando. As datas de entrada e saída de dinheiro também afetam esse valor. Por exemplo, se for tomada uma decisão de compra de material em excesso ou se for concedido mais tempo para os clientes nas vendas à prazo, a empresa precisará de uma quantidade maior de dinheiro disponível para suprir suas necessidades naquele momento. 

Conciliação Financeira

A Conciliação Financeira, apesar de negligenciada por muitos pequenos empreendedores, é fundamental para o controle financeiro da empresa, além de evidenciar fraudes ou desvios de dinheiro.

Em suma, a Conciliação Financeira consiste na conferência dos dados financeiros, ou seja, trata-se de confrontar as informações de entrada e saída de dinheiro com os valores que entram e saem das contas bancárias. O objetivo é garantir que todas as transações foram efetuadas corretamente e identificar eventuais inconsistências.

Além de trazer mais segurança financeira e evitar sustos no futuro, a Conciliação Financeira otimiza o trabalho da tesouraria e permite que novos investimentos sejam feitos com confiança.

Armazenamento de documentos contábeis

O armazenamento correto dos documentos pode evitar muita dor de cabeça para o empreendedor. Os danos de não ter os documentos em ordem vão muito além da dificuldade em encontrar informações e podem implicar em autuações fiscais, cobranças pagas indevidamente e sérios prejuízos. 

Todos os recibos, notas fiscais e outros documentos relativo às transações financeiras precisam ser arquivados. Isso inclui até mesmo aqueles que parecem insignificantes à primeira vista. O escritório de contabilidade de sua confiança é seu grande aliado, pois poderá auxiliá-lo nesse processo, ajudando-o a identificar como e por quanto tempo guardar seus documentos.

Redução de Impostos

A contabilidade é um aspecto fundamental de todo empreendimento. A maioria dos empreendedores sabe que ter o devido auxílio contábil é necessário para cumprir as obrigações junto ao Governo e evitar autuações fiscais, multas e atrasos. 

Contudo, existe uma outra importante razão para se escolher bem o escritório de contabilidade que ficará responsável pela sua empresa. Um escritório de contabilidade eficiente e atualizado poderá identificar as necessidades de seu empreendimento e indicar o melhor regime de tributação em função do momento vivido pela empresa. Esse cuidado pode significar redução na carga tributária, o que consiste muitas vezes em uma economia expressiva.

A BRASCT sabe a importância da contabilidade para uma boa gestão. O auxílio de um escritório de contabilidade pode significar muito mais tranquilidade e segurança para o empreendedor que deseja crescer e ver o seu negócio prosperar.