Imposto de Renda 2022: prazos da declaração, programa e restituição. Entenda tudo!

Quando chega o início do ano, muita gente fica cheia de dúvidas a respeito da declaração do IR. Por isso, vamos trazer, a seguir, a resposta para as 10 perguntas mais comuns em relação a declaração do Imposto de Renda 2022. Confira abaixo!

1. Quem precisa declarar Imposto de Renda 2022?

Mais de 30 milhões de cidadãos precisam declarar o IRPF (Imposto de Renda de Pessoa Física) em 2022. É obrigado a fazer a declaração quem, durante o ano de 2021:

  • Obteve rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70. 
  • Obteve receita bruta superior a R$ 142.798,50 em atividades rurais.
  • Realizou operações na bolsa de valores.
  • Vendeu imóvel com ganho de capital e optou pela isenção para adquirir outro imóvel em até 180 dias.
  • Obteve rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte superiores a R$ 40 mil.
  • Teve posse de bens e direitos cujos valores somados tenham ultrapassado R$ 300 mil em 31 de dezembro de 2021.
  • Tornou-se residente no Brasil e ainda estava nessa situação em 31 de dezembro de 2021.

Consultar CPF pelo nome: descubra como e por que consultar

2. Quais documentos são necessários?

O declarante deve fazer uso de todos os documentos existentes para comprovação de renda e movimentação financeira, além daqueles que trazem os dados sobre bens e direitos adquiridos ou vendidos. Entre os documentos mais importantes, estão:

  • Informe de rendimentos entregue pela empresa na qual o declarante trabalha. A empresa tem até o último dia útil de fevereiro para disponibilizá-lo para os funcionários.
  • Saldos bancários em 31 de dezembro de 2021.
  • Informes de aplicações financeiras.
  • Comprovantes de compra e venda de imóveis e veículos.
  • Registros de posição acionária em empresas.
  • Recibos de despesas médicas, com educação, com pensão alimentícia e com contribuições previdenciárias.
  • CPF dos dependentes.
Businessman in his office holding a clock Free Photo

3. Qual é o prazo para declarar? 

O prazo começa no dia 7 de março de 2022 e vai até o dia 30 de abril de 2022. Quem entrega a declaração fora do prazo, além de ficar irregular com a Receita Federal, também precisa pagar uma multa que varia de R$ 165,74 a 20% do imposto devido.

Alerta: Receita Federal vai cruzar informações do pagamento do Auxílio  Emergencial

4. Onde declarar?

A declaração é toda feita pela Internet, a partir de um programa disponibilizado pela Receita Federal, que pode ser baixado neste link.

Caso você tenha feito a declaração no ano anterior, é possível importá-la para não ter que começar do zero novamente.

Também é possível fazer a declaração pelo celular, através deste aplicativo.

Photo of thoughtful handsome adult european man holds chin and looks pensively away tries to solve problem Free Photo

5. É melhor fazer declaração completa ou simplificada?

Isso depende do total de despesas que você tem para deduzir. O modelo simplificado considera uma dedução de 20% até o limite de R$ 16.754,34. Se o total de gastos que você tem para deduzir for superior a esse valor, vale mais a pena a declaração completa. Caso contrário, você pode optar pela simplificada.

São exemplos de gastos dedutíveis: despesas médicas, com educação, com previdência, com pensão-alimentícia, com dependentes, doações para algumas instituições, além de livros-caixa, no caso de autônomos.

Mas é preciso estar atentos aos limites específicos, como no caso das despesas com educação, que são limitadas a R$ 3.561,50 por pessoa, considerando o declarante e seus dependentes. As despesas médicas, por outro lado, não têm limites. Além dos gastos com educação e despesas médicas, ainda é possível deduzir mais até R$ 2.275,09 por dependente.

Pensive male customer looking away Free Photo

6. Quem pode ser dependente na declaração?

Podem entrar como dependentes na declaração do Imposto de Renda 2022 as seguintes pessoas:

  • Cônjuge.
  • Companheiro com quem o declarante tenha filhos ou com quem viva há mais de 5 anos.
  • Filhos e enteados com até 21 anos.
  • Filhos e enteados com até 24 anos que estejam cursando ensino superior ou técnico.
  • Filhos ou enteados com deficiência física ou mental que os impossibilite de trabalhar.
  • Irmãos, netos ou bisnetos de quem o declarante tenha guarda judicial, quando se encontrarem nas mesmas condições estabelecidas para filhos e enteados.
  • Pais, avós e bisavós que tenham tido, em 2021, ganhos tributáveis ou não de até R$ 22.847,76.
  • Pessoas incapacitadas de trabalhar cujo declarante seja tutor.

Não há limite de dependentes.

IR 2020: Receita abre na sexta-feira consulta ao 3º lote de restituição

7. Qual é o prazo para restituição?

Caso ficar confirmado na declaração que você já pagou mais IR do que deveria ao longo do ano, haverá restituição do que foi pago a mais. O governo tem até o final do ano de 2022 para fazer a devolução, e geralmente quem faz a declaração primeiro também recebe a restituição mais rápido.

Entretanto, os primeiros contribuintes a receberem normalmente são os idosos e as pessoas com necessidades especiais. As restituições ocorrem em lotes, seguindo um calendário estabelecido pela Receita ao longo do ano. Você pode consultar sobre a sua restituição neste link

Finances saveing economy concept. female accountant or banker use calculator. Free Photo

8. Que tipo de ganho deve ser declarado mensalmente?

Alguns ganhos devem ser informados à Receita Federal mensalmente, e não apenas na Declaração Anual do Imposto de Renda. Esses ganhos devem ser declarados no mês seguinte ao seu recebimento. Entre eles, estão:

  • Renda de profissionais autônomos: Ganhos advindos da prestação de serviços de pessoas físicas para pessoas físicas devem ser declarados por meio do Carnê-Leão, através do portal e-CAC da Receita Federal. Podem ser deduzidos os custos com o local de prestação dos serviços. Mas se o serviço for de pessoas físicas para pessoas jurídicas, as empresas contratantes é quem devem recolher o IR.
  • Recebimento de aluguel: Esse tipo de ganho também deve ser declarado por meio do Carnê-Leão. Gastos com IPTU e taxa de condomínio podem ser abatidos. Se uma pessoa jurídica for a locatária, a declaração é de responsabilidade dela.
  • Venda de imóveis: O imposto a ser pago deve ser calculado a partir do Programa de Apuração dos Ganhos de Capital (GCap), disponível no site da Receita Federal.
  • Compra e venda de ações: Também devem ser declaradas por meio do GCap.

Quando o contribuinte faz a Declaração Anual, ele deve apenas informar o pagamento desses impostos realizados anteriormente. Os valores calculados pelo GCap podem ser importados para o programa de declaração do IR.

Cropped view of hands typing on laptop Free Photo

9. Como retificar declaração do Imposto de Renda 2022?

Caso você tenha enviado a declaração com alguma informação errada, você pode enviar uma correção. Isso pode ser feito a partir do mesmo programa ou aplicativo usado para enviar a declaração, ou por meio do portal e-CAC da Receita Federal.

Photo of pretty ethnic woman ponders on how to answer question, thinks deeply about something, uses modern mobile phone, tries to made up good message, keeps index finger near lips, stands indoor Free Photo

10. Como saber se eu estou em dia com o Imposto de Renda?

Você pode verificar o status da sua declaração do IR e, com isso, descobrir se tem algum pagamento em atraso. A busca é feita por meio do portal e-CAC. O sistema informa se a declaração ainda está sendo processada, se já está concluída, se está na fila de restituição ou se está com alguma pendência.

Portrait of smiling small business owner in start up office. entrepreneur in red shirt looking confident at desk with clipboard and desktop computer. manager posing with turnover results. Free Photo

Boa declaração!

Deu para tirar todas as dúvidas em relação à declaração do Imposto de Renda 2022? Se precisar de apoio, conte com a BRASCT, um escritório de contabilidade em São Paulo que está sempre pronto para atender quem precisa de ajuda neste e em outros assuntos tributários e contábeis!

Mudança do IR na reforma tributária – como isso afeta sua empresa

No final de junho de 2021, o ministro da Economia Paulo Guedes entregou um projeto de reforma tributária ao deputado Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados. O projeto de lei passou a ser chamado de PL 2.337/21. Mas o que deve mudar com a aprovação desse projeto?

A seguir, vamos responder a essa pergunta e será possível perceber que contratar um escritório de contabilidade pode ser uma boa ideia neste momento. Um bom escritório de contabilidade é importante para garantir uma adaptação plena às mudanças que estão por vir.

O texto do projeto já foi alterado diversas vezes na Câmara, com a intenção de ajustar-se aos debates que vêm sendo realizados em torno do tema. Por isso, o que apresentaremos aqui são as informações atualizadas no momento do fechamento desta matéria. 

No entanto, vale ressaltar que essas mesmas informações já podem estar desatualizadas no momento da sua leitura. Além disso, após as discussões na Câmara, o texto será encaminhado para o Senado, onde pode ser aprovado com ou sem modificações, ou até mesmo reprovado.

É também por esse motivo que a Brasct é um escritório de contabilidade que buscar estar sempre atento às notícias, ciente de como as mudanças na legislação afetam, ou não, os seus clientes.

IRPJ: queda na alíquota geral

A principal mudança prevista pela reforma tributária em relação ao imposto de renda de pessoas jurídicas é a redução da alíquota geral. De 15%, ela passará para 6,5% em 2022 e 5,5% em 2023. Isso representa uma redução de 63%.

Como é possível perceber pelos números, essa mudança é bastante favorável às empresas, possibilitando uma queda expressiva nesse tipo de tributação. Mas, além da mudança de alíquota, há outras modificações em torno das cobranças do imposto de renda, descritas a seguir.

IRPJ: outros pontos

  • O limite de isenção do IR sobre venda de ações deve mudar de R$ 20 mil mensais para R$ 60 mil trimestrais. Isso quer dizer que poderá haver investimentos superiores a R$ 20.000 em determinado mês, desde que nos dois outros meses do trimestre os investimentos sejam inferiores.

Além disso, a cobrança só será feita se o saldo dos investimentos do trimestre for positivo, não havendo tributação sobre ganhos que forem perdidos posteriormente. Essa compensação está prevista para poder ocorrer em qualquer modalidade de operação.

  • O projeto também prevê a possibilidade de atualização no valor de imóveis que não foram vendidos, na hora de declará-los no Imposto de Renda. Haverá uma cobrança de 4% sobre a valorização. Até então, o valor só podia ser atualizado na venda, havendo cobrança de 15% a 22,5% sobre a valorização. Essa possibilidade deve estar disponível até abril de 2022, em relação a imóveis declarados com referência a 2020.
  • Também está prevista uma taxação de 20% sobre os lucros distribuídos entre os acionistas, os chamados dividendos. Inicialmente, haveria isenção apenas para micro e pequenas empresas com recebimento de até R$ 20 mil por mês e para empresas optantes pelo Simples Nacional. Porém, a isenção foi estendida para empresas do regime Lucro Presumido com faturamento de até 4,8 milhões por ano.

O PL também prevê que ficarão isentas as incorporadoras imobiliárias, as entidades de previdência complementar e as empresas subsidiárias de um mesmo grupo que distribuem dividendos entre si.

Esse último ponto pode ser muito prejudicial às empresas que não serão isentas, de forma que elas poderão ter um aumento na carga tributária, mesmo com a diminuição da alíquota geral do IR.

MEI: declaração de renda de pessoa física

As questões a seguir são direcionadas para pessoa física. Portanto, é importante que qualquer pessoa tenha atenção, incluindo empreendedores. Tratam-se de mudanças previstas para o IRPF (Imposto de Renda de Pessoa Física).

A proposta prevê um aumento do valor mínimo para isenção do imposto, passando de R$ 1.093,98 para R$ 2.500,00. Isso deve garantir isenção para 5,6 milhões de pessoas que antes não contavam com esse benefício.

As demais faixas de alíquota do IRPF também serão alteradas. A proposta é que elas comecem em 7,5% para a faixa de renda entre R$ 2.500,01 e R$ 3.200,00, chegando a 27,5% para rendas acima de R$ 5.300,01.

Por outro lado, deve haver uma limitação na possibilidade de optar pela declaração simplificada. Ela deixa de estar disponível para qualquer pessoa física, passando a ser uma alternativa apenas para quem ganha até R$ 40.000,00 por ano.

Isso pode gerar um aumento na carga tributária de quem ganha mais de R$ 3.300,00 por mês, já que a declaração simplificada permite um desconto de 20%.

Outras mudanças importantes do projeto

  • A alíquota da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) também deve ser diminuída de 9% para 7,5% em 2022.
  • Algumas empresas que têm a obrigação de optar pelo Lucro Real como regime tributário podem ser liberadas dessa imposição, como as que fazem exploração de direitos de voz e imagem.
  • O projeto acaba com os Juros sobre Capital Próprio (JCP), que são uma forma de remuneração de acionistas.
  • O PL também prevê o fim de incentivos fiscais para empresas dos setores da indústria farmacêutica, de higiene pessoal e de perfumaria, além de químicos, de embarcações e de aeronaves. Esse ponto é polêmico, porque pode levar ao encarecimento de produtos produzidos por esses setores.

Reforma tributária: precisa de uma ajuda para se adaptar às novas regras?

A malha tributária brasileira é complexa e está sempre mudando. Com a reforma tributária, em especial, é preciso estar muito atento para não perder as oportunidades e nem se prejudicar por causa das novas regras.

Um bom escritório de contabilidade, como a Brasct em São Paulo, está preparado para te ajudar a se adaptar às novas regras, assim que forem sancionadas.

3 vantagens que os investimentos isentos do Imposto de Renda podem trazer

Investimentos isentos de Imposto de Renda (IR), como o próprio nome já diz, são um tipo específico de aplicação onde o Governo deixa de cobrar o Imposto de Renda.

Dentre as principais razões para que qualquer investimento seja isento do IR está a necessidade, na maioria dos casos, de se injetar dinheiro em uma área específica.

Quando se busca formas de investimentos que estejam livres das alíquotas do Imposto de Renda, pensa-se logo na Caderneta de Poupança.

Porém, apesar de ser a mais comum, a poupança está longe de ser o melhor investimento possível e existem diversas possibilidades que garantem um maior retorno. Além disso, esse tipo de aplicação ainda traz consigo três grandes vantagens.

Maior Rendimento Total

De forma geral, os impostos cobrados sobre cada Investimento não são retirados do valor depositado, mas são abatidos do total de retorno que o investidor tem a receber.

Assim, quem investe não paga no momento que é feito o aporte, mas quando vai retirar o valor a que se tem direito. Portanto, ao se escolher uma aplicação isenta de IR, o dinheiro que retorna ao dono do investimento estará livre deste tipo de taxação e, por isso, será maior.

Maior Lucro em Investimentos de Curto Prazo

Essa vantagem vem a partir da porcentagem das alíquotas de IR, que variam de acordo com o tempo que o dinheiro permanece investido.

Nesse sentido, em uma aplicação comum, quanto menor o tempo de manutenção do dinheiro, maior será o imposto cobrado sobre ele. Dessa forma, caso não exista cobrança de IR, essas alíquotas desaparecem, tornando aplicações curtas mais rentáveis.

A variação das alíquotas de Imposto de Renda costuma ser calculada da seguinte forma: até 180 dias de aplicação = 22,5% de imposto. De 181 até 360 dias de aplicação = 20% de imposto. De 361 até 720 dias = 17% de imposto. Acima de 721 dias = 15% de imposto.

Assim, investimentos de curto prazo podem acabar rendendo até 7,5% a menos do que aplicações com tempo de depósito mais longo.

Segurança

É de se pensar que, por não ter o Imposto de Renda descontado, esse tipo de investimento não seja tão bem visto pelo Governo, que deixa de lucrar.

Contudo, a isenção de IR não chega a ser um problema e essa maneira de aplicação é sim bem vista e incentivada. Isso acontece, como dito anteriormente, muito pela necessidade de injetar dinheiro para que determinada área siga funcionando.

Dessa forma, ao passo que deixa de lucrar com a arrecadação das alíquotas de Imposto de Renda sobre diversos investimentos, o Governo vê diminuir a necessidade de injetar dinheiro na área específica, já que as aplicações servem para suprir a necessidade.

Dessa forma, fica claro como os Investimentos sem IR têm importância dentro da economia e estão longe de operar de forma “clandestina”.

Exemplos de Investimentos Isentos do Imposto de Renda

O primeiro deles é a LCI (Letra de Crédito Imobiliário). Este é um investimento de renda fixa, onde um banco “pega empréstimos” com investidores para então oferecer ajuda financeira para pessoas e empresas do ramo imobiliário.

Em seguida, o banco que recebeu o dinheiro o devolve corrigido de acordo com a tabela de juros.

Já a LCA (Letra de Crédito para o Agronegócio), funciona da mesma maneira. A única diferença é que, ao invés de pegar seu dinheiro e reinvestir no meio imobiliário, os bancos o utilizam para aportes financeiros no Agronegócio. Os dois tipos de aplicação são incentivados pelo Governo.

Por fim, destaca-se o CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio). Este tipo de Investimento só tem isenção de Imposto de Renda para Pessoas Físicas, sendo que empresas tem, somente, a isenção de IOF.

Nesta opção, o CRA é emitido por empresas securitizadoras, que funcionam transformando dívidas em títulos.

Essa forma de investimentos pode render mais lucros do que outras aplicações de renda fixa, porque traz um retorno acima da inflação. Contudo, a garantia do seu investimento está na saúde financeira da empresa. Caso a companhia investida vá a falência, por exemplo, seu investimento é perdido.

Investimentos com isenção do Imposto de Renda podem se tornar uma excelente forma aumentar a renda obtida através de aplicações. Quer mais informações sobre operações desse tipo? Entre em contato conosco pelo WhatsApp.

 

Imposto de renda nos investimentos: entenda como funciona a sua tributação

É fato que a legislação tributária brasileira é uma das mais complexas em todo o mundo, deixando até os mais experientes com dúvidas, principalmente, no que diz respeito ao IR — Imposto de Renda nos investimentos realizados. Embora se trate apenas de um imposto, a regra varia de acordo com o modal do investimento.

Como estamos em um período de “prestação de contas com o leão”,  você pode estar se perguntando: como fica o IR das operações de investimentos que realizei no ano anterior? Se tem dúvidas, você está no lugar certo! Continue a leitura deste artigo e saiba mais sobre o tema!

Conheça os investimentos isentos de imposto de renda

Para iniciarmos a abordagem do tema é preciso que, antes de tudo, você saiba que há alguns investimentos que são isentos de imposto de renda, o que vai te ajudar a maximizar os resultados nas atividades de investir as suas reservas financeiras. Assim, veja a seguir os produtos financeiros isentos de IR:

  • LCI — Letra de Crédito Imobiliário;
  • LCA — Letra de Crédito do Agronegócio;
  • CRI — Certificado de Recebíveis Imobiliários;
  • CRA — Certificado de Recebíveis Agrícolas;
  • Debêntures incentivadas;
  • Poupança.

Há também a regra de isenção do imposto de renda para investimento em ações, mas, nesse caso, deve ser respeitado o limite de R$20 mil em vendas por mês em operações comuns (compra e venda ou venda e compra em pregões diferentes).

Mas lembre-se que, mesmo sendo isento de imposto de renda, você deve declará-los como Bens e Direitos na hora de prestar contas com a Receita Federal.

Isenção sobre os rendimentos

Outra regra do imposto de renda nos investimentos diz respeito a isenção sobre os rendimentos em alguns produtos financeiros como, por exemplo, a poupança, o FII — Fundo de Investimento Imobiliário e os dividendos recebidos nos investimentos em ações.

Assim, o rendimento será totalmente líquido para o resgate, livre da famosa “mordida do leão”.

Mas é preciso ter uma atenção especial em relação aos FIIs, pois, ele é isento de IR aos seus rendimentos, mas, é tributado em 20% ao vender quotas e obter lucro com essa operação. Nesse caso, o investidor é o responsável por recolher o imposto de renda devido por meio de DARF — Documento de Arrecadação da Receita Federal, e deve ser pago até o último dia último do mês subsequente.

Imposto de renda com tabela regressiva

A maioria dos investimentos em renda fixa que são sujeitos ao IR sobre os rendimentos é regida pela tabela regressiva em relação ao tempo que mantém o dinheiro aplicado, ou seja, quanto maior for à duração do investimento, menor será a alíquota do imposto de renda. O CDB — Certificado de Depósito Bancário, o Tesouro Direto e a LC — Letra de Câmbio são alguns dos exemplos dessa categoria.

Veja a seguir a tabela regressiva de IR praticada em muitos investimentos:

  • Aplicações de até 180 dias: 22,5%;
  • Aplicações entre 181 e 360 dias: 20%;
  • Aplicações entre 361 e 720 dias: 17,5%;
  • Aplicações maiores do que 721 dias: 15%.

Vale ressaltar que o IR incide apenas sobre os rendimentos, nunca sobre o total aplicado.

Se surgir alguma dúvida sobre a tabela regressiva de IR ou demais pontos citados nesse artigo, basta nos chamar no nosso WhatsApp que um dos nossos especialistas vai te ajudar!WhatsApp contabilidade em são paulo

 

Operações na bolsa de valores

Seja no mercado à vista ou no mercado futuro, as operações na bolsa de valores se dividem em operações comuns (negociações de um mesmo ativo em pregões diferentes) e operações day trade (negociações de um mesmo ativo dentro do mesmo pregão). Essa definição não se aplica aos FIIs, pois, apesar desse ativo ser negociação na bolsa de valores, não possui distinção de tipo de operação.

Assim, a incidência do imposto de renda sobre as operações na bolsa são:

  • Operações comuns — 15% (com exceção da regra de isenção de vendas de ações no valor de até R$20 mil por mês);
  • Operações day trade — 20%.

Vale ressaltar que é de responsabilidade do investidor apurar e recolher o imposto de renda devido através de DARF a ser pago até o último dia útil do mês subsequente. Outro detalhe importante é que deve ser gerado apenas um único DARF referente a todas as operações do mês de competência.

Percebeu como é possível investir e, ao mesmo tempo, ter a tranquilidade de estar em dia com as obrigações tributárias? Com o conhecimento correto o dinheiro pode (e vai) fazer mais por você!

Precisando de ajuda para declarar os seus investimentos no imposto de renda e entender melhor sobre a tributação incidente? Nós podemos te ajudar! Entre em contato conosco e solicite agora mesmo uma assessoria personalizada!

contato whatsapp brascont

Declaração do Imposto de Renda: 4 dicas para não errar na hora de fazer a sua!

A Declaração do Imposto de Renda precisa ser feita todos os anos por pessoas que estão enquadradas dentro de determinados critérios. Só que é muito comum errar ao fazer a declaração, principalmente se for sem ajuda. Este artigo traz 4 dicas para não errar na hora de fazer a sua.

1. Não se esqueça dos seus dependentes

Com os documentos em mãos, você já pode começar a Declaração do Imposto de Renda, mas precisa levar em conta que as informações serão conferidas e, se houver algum problema com elas, o Imposto de Renda será retido, está bem?

Um dos erros que muita gente comete é deixar de colocar os seus dependentes na declaração. Pois é, é preciso colocar quanto ganha cada um dos seus dependentes, o que inclui estágios.

Se um filho estiver estagiando de maneira remunerada, a empresa vai declarar o pagamento. Aí, já viu, não é? Se houver essa inconsistência, e não declaração de um lado e a declaração de outro, isso pode ser apontado claramente como erro.

2. Saiba os valores reais do seu patrimônio

Outro erro que o ocorre muito é não declarar o patrimônio que uma pessoa tem, colocar o valor que acha que esse patrimônio vale, ignorando o quanto realmente pagou pelos itens.

O que acontece é que, apesar de ser mais fácil saber quanto pagou nos itens que a pessoa adquiriu recentemente, para os itens antigos não é, como você já imagina, fácil assim. Mesmo assim, procure colocar quanto pagou em cada item que você possui.

Se você está com dúvidas nisso, solicite um contato com a gente, pois teremos o prazer de ajudar.

3. Declaração de imóveis e de veículo

Ao declarar o imóvel incorretamente, é possível cair na chamada malha fina e ser pego pelo Leão. Isso porque não basta apenas declarar o valor do imóvel, mas também o valor de todas as reformas e melhorias realizadas.

Para ilustrar isso, você sabia que as construtoras e cartórios todos os anos entregam a Declaração sobre Bens Imobiliários? Isso significa que eles apresentam o valor e que você precisa declarar o mesmo valor que eles, para não gerar inconsistências.

A declaração do veículo também precisa da sua atenção. Nela, é preciso informar modelo, marca, ano de fabricação, a placa do automóvel e o registro. Ufa! Se esta é sua primeira declaração e o automóvel foi adquirido há mais tempo, você precisa repetir as informações na página.

4. Cuidado com os erros simples

Os erros citados acima são bastante comuns e são erros maiores, por assim dizer, mas isso não significa que você deve deixar de se preocupar com erros menores. É o caso, por exemplo, dos erros de digitação, que precisam ser evitados justamente por ser o suficiente para cair na malha.

A omissão de documentos também deve ser evitada, portanto reencha todos os documentos que você possui, inclusive Certificado de Reservista e Título de Eleitor. Caso você omita documentos, pode ficar com o CPF irregular e ter sua conta bloqueada.

A Declaração do Imposto de Renda pode ser complicada de fazer sozinho, então, por via das dúvidas, conte com uma empresa que resolve isso para você. Envie-nos uma mensagem no WhatsApp:

WhatsApp contabilidade em são paulo

FONTES: contsimples.com.br/blog/irpf-10-dicas-para-nao-errar-na-sua-declaracao

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2019/02/11/internas_economia,736628/saiba-como-nao-errar-na-declaracao-do-ir-e-assim-evitar-a-malha-fina.shtml

https://economia.uol.com.br/imposto-de-renda/noticias/redacao/2020/03/07/ir-2020-veja-dicas-para-um-principiante-entender-como-faz-a-declaracao.htm

Day Trade no Imposto de Renda: como funciona a declaração?

E foi dada a largada para o calendário de 2020 para o “acerto de contas com o Leão”, em que uma grande parcela da população brasileira deverá elaborar e entregar a sua Declaração de IRPF — Imposto de Renda Pessoa Física. Com ele, surgem muitas dúvidas de como proceder no preenchimento correto, principalmente, por parte de quem atua como investidor na Bolsa de Valores, afinal, essa atividade está regida sob muitas regras.

Neste artigo abordaremos como declarar as operações de Day Trade no IRPF e, assim, estar em dia com as suas obrigações fiscais e tributárias, evitando cair na tão famosa e temida lista da “malha fina”. Então, continue esta leitura e saiba mais sobre esse tema tão importante!

Apure mensalmente o lucro e recolha o imposto

É caracterizado como uma operação de Day Trade a compra e venda (ou vice-versa) de um mesmo ativo dentro do mesmo pregão. Essa operação pode resultar em lucro ou prejuízo e, no caso de lucro, o investidor deve apurar o IR (Imposto de Renda) sobre os rendimentos a uma alíquota de 20%. Nesse processo você deve aplicar a alíquota informada (20%) e diminuir do valor do IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte), que está expresso na sua nota de corretagem.

Eis um grande erro cometido por alguns investidores que operam nessa modalidade: não recolher mensalmente o IR sobre os lucros, achando que poderá acertar as contas somente no IRPF. No entanto, a Declaração Anual serve apenas como ajuste do imposto que foi movimentado ao longo do ano, e não para quitar dívidas passadas.

Então, a preparação para a IRPF começa muito antes que você imagina, ou seja, se inicia a partir do recolhimento mensal do imposto devido por meio do DARF — Documento de Arrecadação da Receita Federal.

Se você não recolheu o IR no prazo devido, então gere os DARFs e pague (acrescido da multa) antes de elaborar e entregar a IRPF.

Lembre-se que você pode (e deve) abater os custos das operações, ou seja, os valores de corretagem, emolumentos, registro e demais elementos podem ser descontados do lucro.

Caso precise de ajuda para entender melhor a legislação que regula os investimentos na modalidade Day Trade é só entrar em contato conosco pelo nosso WhatsApp que um dos nossos especialistas vai ajudá-lo.

Partindo para o programa IRPF

Agora que você já apurou os lucros ou prejuízos mensalmente, separou os valores pagos nos DARFs dos seus respectivos meses de referência, chegou o momento de iniciar as atividades no programa IRPF, onde será gerada a sua Declaração Anual de ajuste.

As operações de Day Trade devem ser lançadas na ficha Renda Variável, opção Operações Comuns/Day Trade. Ao escolher essa opção será aberto o formulário mensal. Nele você encontrará a coluna Day Trade e várias linhas de acordo com a natureza (Mercado à Vista, Mercado Opções, Mercado Futuro e Mercado a Termo) e o produto (ações, ouro, dólar, índice, juros e outros) que foi operado nessa modalidade, além das guias com os meses do ano.

Nessa coluna você deve informar o lucro auferido e, caso o mês tenha fechado no prejuízo, você deve colocar o sinal de “-“ (negativo) antes do valor. Nessa mesma coluna, o último campo (Imposto pago) você deve informar o valor pago no DARF referente ao mês de competência.

Lembre-se que esse processo deve ser mês a mês, ou seja, em nenhuma hipótese você pode somar os valores de todos os meses. Assim, cada mês tem suas próprias informações.

Transportando prejuízos do ano anterior

Infelizmente o programa IRPF não importa os prejuízos do ano anterior, devendo o contribuinte informar manualmente. Mas fique tranquilo que o procedimento é simples! Na ficha Renda Variável, opção Operações Comuns/Day Trade. No mês de janeiro, no campo Resultado negativo até o mês anterior você deve informar o prejuízo do ano anterior.

Assim, você estará informando à Receita Federal que no ano anterior as suas operações de Day Trade geraram prejuízos e, assim, poderá compensá-los futuramente nos meses em que for auferido lucro.

Viu como é simples declarar suas operações de Day Trade no imposto de Renda? Ao seguir as dicas desse artigo você terá a tranquilidade de estar em conformidade com as regras vigentes.

Se você precisa de assessoria para elaborar a sua Declaração de Imposto de Renda, nós podemos te ajudar! Entre em contato por meio do nosso WhatsApp!

Entenda como funciona a declaração de ações no Imposto de Renda

Os questionamentos sobre os pontos relativos à declaração de Imposto de Renda são recorrentes todos os anos tanto no âmbito empresarial quanto pessoal.

Dúvidas a respeito de diferentes tópicos do Imposto de Renda assolam contribuintes de todo Brasil ao longo do período de declaração estipulado pela Receita Federal.

É preciso estar atento aos diversos elementos cobrados na declaração para evitar problemas graves com o fisco em um momento posterior. Multas e restrições podem ser impostas ao contribuinte caso determinados erros sejam cometidos no processo de declaração do Imposto de Renda.

Um dos elementos que tem gerado bastante dúvida é a declaração dos rendimentos obtidos através de ações, e o pagamento dos seus respectivos tributos. Descuidos nesse quesito podem gerar prejuízos importantes para o declarante.

Devo declarar todos os rendimentos obtidos com ações?

É muito importante salientar que – mesmo para os contribuintes que não fizeram operações financeiras superiores a 20 mil reais (mensais) – é fundamental declarar todos os rendimentos conquistados através do mercado de ações.

Também é imprescindível lembrar que operações como as EFT de ações, Day Trade, e as relativas aos fundos imobiliários não possuem isenção.

Qual o motivo para declarar ações no Imposto de Renda?

Todo investidor precisa ter em mente que a Receita Federal analisa e interliga os dados transmitidos pelas organizações financeiras com os rendimentos obtidos no mercado de ações informados pelo contribuinte.

Portanto, é fundamental declarar os ganhos com as operações no mercado financeiro, obedecendo à orientação da Receita Federal, que deixa textualmente bem claro na Instrução Normativa (número 1871) que todos que obtiveram rendimentos a partir de operações em bolsas de valores e similares são obrigados a informar o total desses ganhos ao Estado brasileiro, e arcar com os impostos devidos.

Como declarar ações no Imposto de Renda 2020?

O primeiro passo para efetuar a declaração de ações no Imposto de Renda é baixar o programa disponibilizado pela Receita Federal.

Em seguida, o contribuinte deve reunir toda a documentação exigida pelo órgão governamental. Essa documentação deve indicar todas as movimentações financeiras no mercado de ações realizadas pelo investidor entre o dia 1 de janeiro e o dia 31 de dezembro de 2019.

É preciso especificar todos os valores operados mensalmente e os respectivos ativos (ação ou dólar, por exemplo) e suas informações específicas (custo médio, entre outras), bem como, o tipo de venda (Day Trade ou ordinária).

Também é imprescindível anexar os extratos de Imposto de Renda, as notas de corretagem, e os DARFs.

Posteriormente, é preciso somar os resultados das operações, verificando as especificidades de tributação de cada uma.

É necessário, ainda, informar individualmente – na Ficha de Bens e Direitos – os saldos dos ativos (através dos seus códigos).

Qual o valor do imposto sobre o rendimento alcançado?

Também é muito importante frisar que existem alíquotas diferentes para determinados tipos de operação financeira.

Os rendimentos conquistados por meio das operações comuns têm uma tributação de 15%. Já os ganhos obtidos através da operação denominada Day Trade possuem uma alíquota de 20%.

Conheça os tipos de investimentos que são isentos do Imposto de Renda

Entrar no mundo de investimentos significa ter que arcar com a responsabilidade de estudar sobre o mercado e analisar quais fundos são mais pertinentes para aplicação.

Com a taxa Selic em baixa e o crescimento do interesse pela renda variável, muitas dúvidas acabam surgindo, principalmente no que tange às altas cargas tributárias sobre rendimentos.

Mas afinal, quais são os melhores investimentos com isenção de Imposto de Renda? Vamos te contar tudo sobre eles!

Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito de Agronegócio e (LCA)

Bastante procurados por investidores de perfil moderado, o LCI e o LCA têm se consagrado como títulos bastante atrativos por conta da ausência de Imposto de Renda.

Na realidade, esses fundos são viabilizados por instituições bancárias que tem por objetivo arrecadar dinheiro para fornecer aos setores de agronegócio e imobiliário.

Quando o título vence, o banco paga o que foi investido mais o valor da taxa de juros.

Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Certificados Recebíveis do Agronegócio (CRA)

Ambos são fundos de renda fixa indicados para investidores que não pretendem se arriscar muito no mercado financeiro. Os títulos normalmente são feitos pelos bancos e o dinheiro aplicado pelo investidor é usado para quitar as dívidas em atividade.

Bônus com ações na bolsa de valores

Quem consegue vender até R$20 mil na bolsa de valores também consegue o benefício de ficar isento do Imposto de Renda. Mas essa condição só vale quando a negociação é feita em dia diferente da compra.

Debêntures

Por fim, a última categoria de investimento não tributável, é a debênture, cujos títulos são emitidos por corporações de capital aberto ou fechado. Assim como as instituições financeiras, esses fundos ficam disponíveis para serem adquiridos para que o dinheiro aplicado seja usado para manter as atividades e os compromissos da empresa.

Títulos isentos de IR valem mesmo a pena?

Como dissemos lá no início desta conversa, o mercado de investimentos é bastante complexo e exige disciplina e comprometimento. Em meio a tantas oscilações e tantos produtos ofertados por carteiras de diversas corretoras, fica até difícil de tomar uma decisão logo de cara, certo? E aí surge a dúvida: será que esses fundos isentos do Imposto de Renda valem mesmo a pena?

Pois é, essa categoria de aplicação é bem atrativa por não ser tributável, mas recomenda-se que o investidor tenha um conhecimento profundo do título que está adquirindo. Isso porque, às vezes, mesmo que haja um certo valor a ser pago a Receita Federal, o rendimento acaba sendo viável.

Mas é claro que esse não é o único aspecto a ser levado em consideração.

Para conseguir aumentar suas chances de sucesso com a rentabilidade do seu investimento, é essencial manter uma rotina de estudos sobre o mercado financeiro. Isso inclui saber sobre as principais empresas de capital aberto e fechado, a influência de decisões políticas na bolsa de valores, entre outras informações.

Quer saber mais sobre como investir do jeito certo? Acompanhe nosso blog e fique por dentro de todas as novidades!

Entenda tudo sobre Imposto de Renda de Pessoa Física

Todo ano é a mesma coisa: quando chega o mês de março começa o período para entrega da declaração do Imposto de Renda. Nessa época, sempre surgem dúvidas sobre o imposto e sobre como fazer a declaração. Para tirar suas dúvidas, elaboramos este post.

Imposto de Renda – conceito

O Imposto de Renda é um tributo com finalidade fiscal, sendo considerado o maior arrecadador entre os impostos federais. Como o nome já diz, ele incide sobre a renda, mas também sobre os proventos de qualquer natureza.

O objetivo do Imposto de Renda é tributar os acréscimos patrimoniais. Portanto, verbas indenizatórias, como vale alimentação, não são tributadas por esse imposto.

Alíquotas para incidência mensal

Diz-se que o Imposto de Renda é progressivo, ou seja, quanto maior a renda do indivíduo, maior o montante a ser pago. Há quatro faixas de alíquotas para o Imposto de Renda, que variam de acordo com os rendimentos mensais do contribuinte. São elas:

7,5 %

15 %

22,5 %

27,5 %

Quem precisa declarar o Imposto de Renda referente ao exercício 2020?

Quem recebeu rendimentos tributáveis cuja soma anual foi superior a R$ 28.559,70;

Quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00.

Quem tem bens e/ou propriedades de valor superior a R$300 mil.

Quem comprou ou vendeu ações na bolsa.

Quer informações mais específicas sobre o Imposto de Renda? Então entre em contato ou nos chame no WhatsApp.

WhatsApp contabilidade em são paulo

Tipos de declaração

Existem dois tipos de declaração: a completa e a simplificada.

A declaração simplificada é indicada para quem não tem muitas despesas para deduzir, pois o sistema calcula como padrão um desconto de 20% sobre os rendimentos tributáveis, limitado a R$ 16.754,34 para o exercício de 2019. É uma forma mais simples e prática.

No modelo completo, o contribuinte precisa detalhar todas as despesas tributárias que teve ao longo do ano. Os gastos mais comumente declarados para obter dedução são os referentes à saúde, educação e previdência.

A declaração completa é mais recomendada para aquelas pessoas que possuem muitas despesas para abater. Nesse caso, é necessário guardar os comprovantes das despesas por cinco anos, para o caso de a Receita Federal solicitar algum esclarecimento.

Como fazer a declaração

Para aqueles que não se encaixam na condição de isentos, é preciso fazer a declaração. Para isso, o primeiro passo é juntar toda a documentação necessária. Isso inclui comprovante de rendimentos cedido pelo empregador, comprovantes de pagamento de plano de saúde, recibos médicos e odontológicos, etc.

É possível fazer a declaração em um computador ou em um dispositivo móvel, como o celular.

No computador, há duas formas: tanto é possível baixar o Programa Gerador da Declaração (PGD), disponível no site da Receita Federal, como é possível acessar o serviço Meu Imposto de Renda, disponível no Portal e-CAC.

Em dispositivos móveis, é necessário utilizar o serviço “Meu Imposto de Renda”, no APP “Meu Imposto de Renda”.

Caso o contribuinte atrase a entrega da declaração, deverá arcar com uma multa.

Para os contribuintes que estão sem tempo ou não querem ter que se preocupar com o assunto, é indicado contratar um escritório de contabilidade.

Para saber mais sobre o Imposto de Renda, recuperação de impostos ou outros assuntos contábeis, entre em contato ou nos chame pelo WhatsApp.

whatsapp contabilidade em sao paulo