Live commerce: tendência para sua loja virtual vender mais

O live commerce é o futuro das compras online. Ele é considerado a maior tendência atual do comércio eletrônico brasileiro. Também chamado de live shop, funciona de forma parecida com os canais de televendas, no estilo Shoptime.

A China foi o primeiro país a utilizar essa estratégia, e hoje 37,4% das vendas do comércio eletrônico chinês já funcionam com live commerce. Essa novidade pode aumentar em até 10 vezes o engajamento e a taxa de conversão, segundo o B2W Marketplace. Além disso, ela também permite a captação de leads.

Se você ainda não conhecia essa ideia ou se já havia ouvido falar, mas estava em dúvida sobre como aplicá-la, este texto vai ajudar muito no crescimento do seu e-commerce. Confira tudo sobre essa tendência para sua loja virtual vender mais.

O que é o live commerce?

O live commerce é a divulgação e venda de produtos online ao vivo. O vendedor apresenta o produto em detalhes, faz demonstrações de uso e tira dúvidas. Devem ser oferecidas promoções que valem apenas durante a live. Além de vendas diretas, ele também promove divulgação. Assim, pode até ser que uma pessoa não compre durante a live, mas fique conhecendo o produto e volte para comprar depois.

Além de fins comerciais, também tem características de entretenimento e gamificação. Pode contar com um convidado, como um influenciador digital, para gerar maior engajamento. Tem intensão não só de vender, mas também de criar relação com o público. Além de divulgar os produtos, é possível dar dicas e fazer comentários sobre o setor em que a loja trabalha.

Como fazer uma live?

O live commerce pode ser feito nas mídias sociais, em plataformas de streaming ou em marketplaces que já oferecem essa opção. As lives costumam ter, em média, 1h de duração. Para ser mais efetivo, o live commerce demanda investimentos em equipamentos, cenário, Internet, convidados, etc.

Você deve fazer o máximo possível para atrair as pessoas para a live. Portanto, pense em benefícios exclusivos que elas podem ter ao acompanhar a sua transmissão. Isso pode incluir, por exemplo, o sorteio de brindes ou o oferecimento de descontos nas próximas compras para quem se cadastrar durante a live.

É importante mostrar proximidade com as pessoas que estão assistindo. Para isso, leia os comentários delas e fale os seus nomes. Faça perguntas para cada uma. Isso vai incentivar que outras pessoas também queiram interagir. Também faça perguntas gerais, enquetes, para que várias pessoas respondam e você possa ir lendo enquanto isso.

Essas são algumas estratégias para fazer uma boa live:

  • Prepare um bom roteiro para não depender só do improviso. Seja criativo.
  • O apresentador deve ser carismático, didático e ficar à vontade com a câmera.
  • Crie um cenário atraente e com boa iluminação.
  • Faça uma boa divulgação com antecedência, dizendo que sorteios e promoções irão acontecer.
  • Relembre os seguidores sobre a live pouco tempo antes de ela começar.

Concretizando as vendas

É importante se preocupar com a logística das vendas. Se os clientes forem comprar na plataforma automática do seu e-commerce, você pode oferecer um cupom de desconto valendo apenas pelo período da live. Mas outra opção é realizar as vendas de forma direta, o que é mais compatível com as lives feitas em mídias sociais.

Nesse caso, é preciso ter colaboradores preparados para atender rapidamente as pessoas pelo WhatsApp da loja ou por mensagens diretas na rede social. Também é dessa foram que você pode cadastrar pessoas para sorteios, por exemplo. Você pode dar um número sequencial para cada pessoa que quiser participar e depois sortear um deles.

O atendimento individualizado é importante porque fica muito confuso acompanhar as mensagens de todas as pessoas apenas pelos comentários da live. Os comentários podem ser usados para que as primeiras pessoas que comentarem tenham um desconto especial, por exemplo. Mas depois é importante pedir para que cada uma entre em contato individualmente para acertar os detalhes.

Essa parte das vendas, dos sorteios e dos descontos tem que funcionar muito bem, senão as pessoas vão ficar frustradas, comentar negativamente e não vão querer mais participar das próximas livres. Então lembre-se que você não deve se preocupar apenas com a apresentação.

Conte com os melhores parceiros para o seu e-commerce

Agora que você já sabe o que é o live commerce e como ele é uma tendência para sua loja virtual vender mais, o seu negócio tem tudo para estar um passo à frente no mercado. Mas não adianta estar conectado com as novas estratégias do e-commerce se você não trabalhar com quem te dá todo o suporte necessário.

A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em estratégias para e-commerce. Ela está sempre atenta às tendências e preparada para atender às atuais necessidades dos clientes. Conheça a Brasct!


Live commerce: tendência para sua loja virtual vender mais


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5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online


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E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor


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5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online

Ao visitar lojas físicas, o consumidor tem um número limitado de opções para escolher. Mas, na Internet, ele tem milhares de possibilidades ao seu alcance a partir de uma simples busca. Por isso, não basta apenas colocar seus produtos online, é preciso usar estratégias para se destacar.

No entanto, muitas delas são complexas e difíceis de serem implementadas, exigindo muito investimento financeiro e conhecimento especializado. Neste texto, vamos apresentar 5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online. Confira quais são para aumentar as vendas do seu e-commerce.

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1. Utilize as redes sociais

Defina qual é o seu público alvo e identifique quais redes sociais ele costuma usar. Se o público for mais jovem, por exemplo, o foco em novas plataformas, como o TikTok, deve ser mais eficiente do que no Facebook.

Defina uma rotina de postagens. Caso use o Instagram, por exemplo, pense em um tipo de story diferente para cada dia. Na segunda, você pode apresentar um produto. Na terça, postar o depoimento de um cliente, etc. Você também pode pagar para impulsionar os posts, direcionando que tipo de público você quer que eles alcancem.

Grande parte das lojas virtuais hoje são multiplataforma. Isso significa que vendem em vários canais, como sites próprios, diversos marketplaces e também em redes sociais. Essa variedade ajuda a alcançar mais clientes. Mas é interessante contar com um ERP para facilitar esse processo, se você opera em muitos canais.

2. Desenvolva o SEO

SEO significa “otimização para motores de busca” (Search Engine Optimization, em inglês). Significa usar mecanismos que facilitam que as suas páginas apareçam entre as primeiras nas pesquisas do Google sem que você tenha que pagar por isso.

Você pode usar essa estratégia, por exemplo, inserindo palavras-chave nos textos das páginas e colocando, em cada uma, links para outras páginas do site. Você também deve escolher uma plataforma para desenvolvimento do site que seja responsiva. Isso quer dizer que ela deve funcionar bem tanto em computadores quanto em celulares. Há ainda diversas outras técnicas de SEO que você pode implementar.

Mesmo que você não tenha um site próprio e venda somente em marketplaces, é importante tomar cuidados que facilitem que os clientes encontrem seus produtos no mecanismo de busca da plataforma. O nome do produto, por exemplo, deve conter as palavras-chave adequadas pelas quais o cliente possa pesquisar.

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3. Invista no atendimento ao cliente

O chat online é uma forma importante de tirar dúvidas do cliente e deixá-lo mais seguro para realizar a sua compra. Por isso, sempre que um cliente entrar em contato, responda com cuidado, gentileza e passando a maior quantidade possível de informações.

Também é interessante deixar claro no site da loja ou nos anúncios dos produtos que o cliente pode entrar em contato para solucionar qualquer dúvida. Em algumas plataformas, os clientes fazem comentários, e a loja pode respondê-los. Não deixe de dar esse retorno e seja ainda mais cuidadoso, uma vez que todas as pessoas poderão ler sua resposta.

Outro ponto é cuidar bem do pós-venda. É importante esforçar-se para resolver os problemas dos clientes e agradecer pelos retornos positivos. Isso faz com que eles queiram comprar novamente na sua loja e que a indiquem para outras pessoas. Além disso, a sua loja foge do risco de ser listada negativamente em sites como o Reclame Aqui.

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4. Encontre a melhor logística

O prazo de entrega e o frete são dois elementos não relacionados diretamente ao produto, mas que podem ser decisivos na escolha ou não pela compra. Um valor de frete elevado e um prazo de entrega muito longo podem fazer com que o cliente desista de um produto que ele já havia escolhido comprar.

Por isso, além de cuidar da qualidade das suas próprias mercadorias, é preciso se preocupar com a forma como elas vão chegar ao cliente. Uma forma de fazer isso é pesquisar por serviços de transportadoras ou utilizar sistemas de logística próprios dos marketplaces, por exemplo.

A opção de oferecer mais de uma possibilidade de frete é sempre interessante, assim o cliente pode escolher se quer pagar mais para receber mais rápido. O frete grátis é um grande impulsionador das vendas, mas o lojista precisa avaliar bem o impacto dessa opção.

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5. Cuide das imagens e da usabilidade da loja

Os seus produtos podem ser excelentes, mas o cliente precisa encontrá-los na sua loja e ver se eles correspondem às suas expectativas. Isso quer dizer que sua loja virtual deve dar ao cliente a mesma facilidade que ele teria para identificar e avaliar os produtos numa loja física. Portanto, sua loja deve ser organizada e atrativa.

Para conseguir isso é importante que as fotos dos produtos sejam de qualidade e mostrem tudo o que o cliente precisa saber a respeito deles. Além disso, as descrições também precisam ser completas e claras, para que o cliente se sinta seguro em relação ao que está comprando.

Do mesmo modo, os produtos não podem estar todos “bagunçados numa única pilha”. É preciso que eles sejam divididos em categorias e organizados de forma que o cliente possa identificar as diferentes opções similares. Por fim, o comprador deve ter facilidade para colocar os produtos no carrinho e fazer o pagamento, senão ele corre o risco de ir embora antes disso.

EXTRA: Planejamento financeiro

Além dessas 5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online, outro meio de garantir o sucesso do seu e-commerce é cuidando bem das finanças do seu negócio.

Nesse sentido, contar com um bom escritório de contabilidade faz toda a diferença. A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em e-commerce. Estamos à disposição para te ajudar a aumentar a eficiência da sua loja online.


5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online


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E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor


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Shopee: nova taxa para vendedores CPF


Shopee: nova taxa para vendedores CPF



Shopee: nova taxa para vendedores CPF

A Shopee continua restringindo as possibilidades de venda com CPF na plataforma. Apesar de ser possível vender tanto com CNPJ quanto com CPF na Shopee, esse marketplace tem feito mudanças para incentivar os vendedores CPF a migrarem para o regime CNPJ.

Esse não é um movimento único da Shopee, muitos marketplaces não aceitam vendas por CNPJ, enquanto outros têm estabelecido restrições semelhantes, como o Mercado Livre, por exemplo. Acompanhe abaixo tudo o que você precisa saber sobre a nova taxa para vendedores CPF na Shopee.

O que muda para os vendedores CPF na Shopee?

No dia 1 de fevereiro de 2022, a Shopee começou a cobrar uma taxa adicional de R$ 3 para cada produto vendido por vendedores CPF que possuem grande volume de vendas. Recentemente, em 1 de junho de 2022, esse valor ficou ainda maior.

Os vendedores CPF que tiverem emitido mais de 900 produtos nos últimos três meses (média de 10 produtos por dia) passaram a ter que pagar R$ 5 de taxa por produto vendido, ao invés dos R$ 3 que estavam sendo cobrados anteriormente. Para os casos de produtos abaixo de R$ 10, a taxa estabelecida é a de metade do valor do item.

Além dessa taxa, ainda continua sendo necessário pagar uma comissão de 12% sobre o preço de cada produto. Portanto, se for vendido 1 item de R$ 100, o vendedor terá que pagar R$ 5 de taxa e R$ 12 de comissão, totalizando R$ 17.

Mas se forem vendidos 4 produtos de R$ 25 cada (totalizando R$ 100), o vendedor terá que pagar R$ 20 de taxa (4 x R$ 5) e R$ 12 de comissão (4 x R$ 3), totalizando R$ 32. Mesmo que o volume de vendas diminua posteriormente, essas taxas continuarão sendo cobradas.

Além disso, vendedores que têm faturamento anual superior a R$ 81 mil passaram a ter obrigação de emitir nota fiscal e, portanto, precisarão ter CNPJ.

Processo de migração para CNPJ 

As alterações foram apenas para vendedores CPF. Para os que vendem com CNPJ, as regras continuam as mesmas. Isso quer dizer que os vendedores CNPJ continuam não tendo que pagar uma taxa fixa por produto vendido, devendo arcar apenas com a comissão de 12%. Isso torna o regime CNPJ muito mais vantajoso para quem tem grande volume de vendas.

Os vendedores CPF podem evitar as novas taxas migrando para o regime CNPJ. A mudança de status ocorre em até 7 dias úteis. O processo de migração para CNPJ garante também o acesso ao sistema logístico da Shopee. Com isso, o vendedor pode enviar os produtos através de transportadoras parceiras.

Quem pretende continuar vendendo com CPF, terá que aumentar o valor dos produtos se quiser continuar tendo a mesma margem de lucro. Isso faz com que os itens de vendedores CPF sejam menos competitivos do que os de vendedores CNPJ.

Quem for abrir um CNPJ pode fazer isso de forma descomplicada através do regime MEI (Microempreendedor Individual), mas apenas se o faturamento anual for de até R$ 81 mil. Caso contrário, é preciso abrir uma ME (Microempresa) ou EPP (Empresa de Pequeno Porte).

Qual o motivo das mudanças

O principal motivo para que a Shopee e outros marketplaces, como o Mercado Livre, restrinjam as possibilidades de vender com CPF em suas plataformas é a tentava de garantir mais segurança jurídica.

Os órgãos de fiscalização governamental têm intensificado a supervisão das atividades em marketplaces. Além das questões tributárias, a venda com CNPJ torna mais clara a procedência das mercadorias.

Outro motivo é incentivar os vendedores a usarem o sistema de logística da Shopee. Para utilizar os serviços das transportadoras parceiras, é preciso emitir nota fiscal. Portanto, é preciso que o vendedor seja CNPJ.

A obrigação de emitir nota fiscal para quem fatura mais de 81 mil por mês se deve ao fato de que esse é o limite de faturamento para o enquadramento MEI. A questão é que o MEI não é obrigado a emitir nota fiscal quando vende para pessoa física, mas quem tem faturamento superior a esse limite é obrigado a fazer a emissão.

Conte com ajuda especializada para fazer a migração

O cerco contra a utilização de CPF nos marketplaces está cada vez maior. É por isso que a Shopee resolveu adotar essa nova taxa para vendedores CPF. Para evitar dores de cabeça, recomendamos que você faça já sua migração para CNPJ.

A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em e-commerce e vendas por marketplaces. Conte com uma assistência especializada no tipo de negócio da sua empresa para fazer essa migração. Clique aqui.


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