E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor

Os consumidores online estão cada vez mais exigentes. No Google, por exemplo, a busca por “melhor” supera a busca por “mais barato”. Isso se deve ao fato de que é muito fácil encontrar o produto com menor preço pelas ferramentas do próprio Google ou dos marketplaces.

Mas definir qual é o produto de maior qualidade é subjetivo e demanda maior pesquisa. É aí que moram diversos critérios para definir a escolha dos produtos. Se você tem um e-commerce, não deixe de conferir esta lista com 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor.

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1. Preço

Esse é o fator mais óbvio, certo? Afinal, como falamos anteriormente, é muito fácil comparar o valor dos produtos à venda, então esse já é um filtro para estabelecer quanto o consumidor pode ou quer pagar.

Depois dessa peneira, as pessoas costumam pesquisar pelo produto que tem maior qualidade entre os que cabem no orçamento. Nesse ponto, a qualidade tende a definir qual produto escolher. Mas entre produtos de qualidades semelhantes, o preço acaba sendo o critério de desempate mais natural.

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2. Presença

Antes de mais nada, é preciso se fazer presente nas pesquisas do consumidor. O primeiro passo essencial para que alguém compre o seu produto é encontrá-lo. Por isso, além de estar disponível nas principais plataformas, ainda é preciso criar uma imagem forte e atraente para a marca e os produtos, para que eles se destaquem.

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3. Tendências

Naturalmente, a busca tende a ser maior por produtos que trazem novidades ou que estão na moda. Por isso, manter a lista de produtos atualizada à realidade do mercado é um passo essencial para alcançar boas vendas.

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4. Gatilhos de significado

São palavras, frases curtas, descrições, símbolos ou imagens que rapidamente criam atalhos mentais, fazendo com que o consumidor associe o produto a ideias positivas. É o caso de frases como “sem adição de açúcares”, palavras como “econômico”, desenhos como uma folha de árvore representando consciência ambiental, etc.

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5. Análises

Trata-se de recorrer a especialistas para saber qual produto eles consideram melhor. É o caso de uma influenciadora digital que faz avaliações de maquiagens, por exemplo. Também pode ser um site de tecnologia que faz análises dos diversos modelos de notebook para comparar quais são as vantagens de cada um.

6. Escassez

As pessoas tendem a se sentir mais impulsionadas a comprar quando o estoque do produto é pequeno, e ele corre o risco de acabar rapidamente. Isso faz que o consumidor tenha pouco tempo para decidir e acabe finalizando a compra para não se arrepender depois. Essa lógica funciona muito bem com vagas limitadas de cursos online, por exemplo.

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7. Gratuidade

Qualquer promoção que envolva o ganho de algo de forma gratuita gera um grande apelo no consumidor. Pode ser algo do tipo “compre 1 e leve 2”, um acréscimo na quantidade do produto ou até mesmo um brinde. Nesse quesito, o frete grátis também é uma questão chave.

8. Descontos

Parece tentador comprar um produto com 30% de desconto, afinal, é um excelente negócio. Claro, quanto maior o desconto, maior essa sensação. Por isso, esse é um fator que faz com que o consumidor sinta que está tendo muita vantagem na compra.

9. Avaliações

Um dos fatores mais importantes no anúncio de um produto são as avaliações dos consumidores. Por elas, é possível saber se o produto realmente cumpre o que promete e se tem qualidade. Do mesmo modo, reclamações em sites como o Reclame Aqui podem fazer com que o consumidor decida desistir da compra.

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10. Indicações

Mesmo quando falamos de e-commerce, o famoso “boca a boca” ainda cumpre um papel importante. Quando uma pessoa acha um produto com boas condições de venda, é comum que ela compartilhe isso com outras pessoas. Além disso, a jornada de compra pode começar pelo depoimento de alguém que já adquiriu aquele produto e gostou.

11. Entrega rápida

Quando um consumidor compra um produto, ele deseja tê-lo em mãos o mais rápido possível. Ele pode até estar comprando algo que precisa usar em poucos dias. Por isso, o tempo de entrega curto é um fator favorável, assim como um tempo longo pode levar à desistência da compra.

Veja como funciona o frete nos principais marketplaces no nosso artigo: 7 maiores marketplaces do Brasil 2022: como vender neles.

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12. Interface da loja

Guiar o consumidor de forma clara e rápida para continuar a sua jornada de compra ajuda que ele continue o processo na sua loja mais facilmente. Muita burocracia ou uma lógica confusa pode fazer com que ele desista no meio da compra.

13. Apresentação

O consumidor se sente muito mais confortável para comprar um produto online a partir do momento em que ele tem informações completas a seu respeito. Por isso, além de fotos nítidas e variadas, é preciso uma descrição completa, incluindo detalhes sobre características, tamanhos, possibilidades de uso, etc. Um cliente pode deixar de comprar um notebook em uma loja, por exemplo, porque o anúncio não informa os detalhes técnicos dele.

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14. Formas de pagamento

Grande parte das vezes, o cliente não tem dinheiro para pagar o produto à vista. Portanto, a possibilidade de dividir o pagamento no cartão de crédito é uma necessidade para fechar muitas compras, especialmente se o número de parcelas puder ser maior.

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15. Garantia e devolução

Todas as vendas online são passíveis de devolução, mas apresentar uma política clara e segura sobre como isso funciona na sua loja dá segurança para os clientes. A garantia também é um fator diferencial e, claro, quanto maior, melhor.

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16. Qualidade

Começamos falando do preço e não poderíamos terminar sem falar da qualidade. Como dissemos, é ela quem consegue definir o que comprar dentro da faixa de preços possível. Muitos dos critérios acima refletem a qualidade, como as avaliações e as análises. No fim das contas, sempre vai fazer diferença o quão bom é o produto que você pode oferecer.

Conte com toda a ajuda necessária para o seu negócio

Esses foram os 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor no e-commerce. Agora que você já os conhece, é hora de se organizar para dar conta de se destacar nesse mercado.

A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em e-commerce. Conte com a nossa ajuda para manter as finanças da sua empresa em dia e ter condições de oferecer os melhores serviços para os seus clientes.


Shopee: nova taxa para vendedores CPF


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E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor


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Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?


Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?



Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?

Muitos vendedores no marketplace da Shopee têm optado por usar o dropshipping como método de venda online na plataforma. Essa é uma estratégia que tem se tornado cada vez mais comum no comércio eletrônico, mas que precisa ser pensada a partir das características de cada marketplace. Abaixo, vamos explicar se vale a pena fazer dropshipping na Shopee.

O que é o dropshipping?

Dropshipping é o método de vendas no qual você não tem estoque dos produtos que vende. A cada venda, você solicita o produto do fornecedor e pede que ele seja entregue diretamente no endereço do comprador. Portanto, você é apenas um intermediário entre o fornecedor e o cliente final. Os produtos nem chegam a passar pelas suas mãos.

O dropshipping é uma maneira mais fácil de começar a vender online, porque você não tem a necessidade de caixa inicial para comprar os produtos. Além disso, você não tem que fazer gestão de estoque e nem cuidar da parte logística, já que você não é o responsável pelas entregas.

Quais são as regras da Shopee?

A Shopee não deixa claro nos seus termos de uso como essa prática é regulada dentro da plataforma. Mas esse marketplace não foi criado com a intensão de promover estratégias de venda como essa. Isso significa que o processo de envio do pedido para o fornecedor não é automático e precisa ser feito manualmente.

Existem casos de vendedores que tiveram suas contas bloqueadas. Portanto, fazer dropshipping na Shopee é uma estratégia que envolve risco para o vendedor. Dessa forma, tenha em mente que esse é um proceso “extraoficial”, não regulamentado pela plataforma.

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Como fazer dropshipping na Shopee?

Se você quer atuar no comércio eletrônico a partir da estratégia de dropshipping, a primeira coisa a ser feita é um estudo de mercado para determinar que tipos de produtos você deve vender, inclusive definindo se serão produtos de apenas de um nicho ou de tipos variados.

Depois disso, você deve escolher os seus parceiros, que são os fornecedores. Isso é muito importante porque o seu negócio vai depender totalmente deles. Por isso, eles precisam ser confiáveis e fornecer produtos de qualidade. Fazer dropshipping nacional é mais fácil, pois o contato com o fornecedor é mais rápido.

Para realizar esse processo na Shopee, primeiro você deve fazer o seu cadastro na plataforma, o que é bem fácil e intuitivo. Você pode cadastrar seu CPF ou CNPJ. A Shopee tem uma Central do Vendedor, que explica todos os processos necessários em detalhes.

Então você deve cadastrar sua loja, criando um nome, uma logo e uma descrição interessantes para ajudar nas vendas. A partir daí, você já pode cadastrar os seus produtos. Para isso, pegue todos os dados, características e fotos deles com o seu fornecedor.

Você também deve informar para a Shopee que o envio será por sua conta, não integrado ao sistema de logística da plataforma.

Como funciona o processo de dropshipping?

A partir do momento em que você fizer uma venda, você é o responsável pela comunicação com o seu fornecedor e com o seu cliente. Para todos os efeitos, o cliente está comprando de você, portanto a responsabilidade é totalmente sua.

Você deve passar todos os dados da venda para o fornecedor, inclusive a etiqueta que a Shopee gera. O fornecedor é que vai ser responsável por separar, embalar e despachar o produto.

Você vai ficar responsável pelo relacionamento com o cliente, disponibilizando código de rastreio, prazo de entrega e ficando à disposição para tirar qualquer dúvida. Você também deve acompanhar a entrega até o recebimento do cliente, garantindo que tudo está dentro dos padrões, e que o cliente está satisfeito.

É importante entender a centralidade das demandas de contato com o fornecedor e de atendimento ao cliente, afinal de contas, é a sua loja que está sendo avaliada.

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Devo optar pelo dropshipping?

Como você viu neste artigo, o dropshipping na Shopee tem se tornado uma prática cada vez mais comum. Mas vale a pena fazer? O dropshipping pode ser um método de trabalho mais fácil por não demandar uma necessidade de caixa alto no início. Mas você vai ter uma demanda bem significativa relacionada aos processos manuais e de atendimento ao cliente. 

Portanto, o dropshipping é uma estratégia que envolve vantagens e desvantagens, e você deve levá-las em consideração na hora de optar ou não por esse método. De uma maneira ou de outra, você pode contar com a Brasct. Nós somos um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em dropshipping e demais estratégias de venda online.


Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?


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Por que o ERP é a ferramenta mais importante para o e-commerce?


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Tudo sobre a Restituição do Imposto de Renda 2022


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Controle de estoque: dicas para a gestão do seu e-commerce

Nos últimos 5 anos, o comércio on-line vem ultrapassando recordes de vendas; mas para que uma empresa seja bem sucedida no mundo digital é imprescindível fazer um controle de estoque eficiente e preciso. 

O bom gerenciamento de estoque de um e-commerce é fundamental para a satisfação dos clientes, uma vez que os produtos estão disponíveis para várias pessoas em todo o país e as vendas podem ser concretizadas a qualquer hora do dia ou da noite.

Drop shipping x Estoque regular

Regra geral, os e-commerces adotam dois tipos de estoque: Drop Shipping ou Estoque Regular. O Drop Shipping consiste em realizar as compras de acordo com a demanda; ou seja, o item é solicitado ao fornecedor depois que a compra é efetivada. Basicamente, a loja virtual não possui estoque próprio.

Já o Estoque Regular é o modelo tradicional, ou seja, a empresa adquire previamente os produtos que vão estar disponíveis na loja virtual. Para esse tipo de estoque, os desafios são os mesmos das lojas físicas: risco de perda, roubo, extravio, devoluções, espaço, conservação, limpeza, organização, etc.

Como minimizar os riscos

Existem formas de minimizar os riscos e assegurar o cumprimento de normas e processos. Nesse artigo fornecemos dicas essenciais para fazer o gerenciamento do estoque de um e-commerce e melhorar a gestão de seu negócio.

1 – Inventário de Estoque e Inventário Permanente

Apesar das nomenclaturas parecidas, esses termos possuem significados diferentes. De forma bem resumida, enquanto o primeiro consiste em uma lista de itens, o segundo é uma forma de controle do estoque; abaixo vamos explicar em detalhes.

O Inventário de Estoque consiste em uma lista completa de todos os produtos de seu estoque, devidamente identificados e classificados. Todos os itens da sua empresa podem e devem ser inventariados, desde as mercadorias que você vende até os itens de escritório. A periodicidade de realização do inventário pode ser diária, semanal, mensal, etc.

Porém, no caso de um e-commerce, o estoque das mercadorias da loja online funciona melhor se estiver constantemente atualizado. Portanto, o gerenciamento mais indicado é o que chamamos de Inventário Permanente e consiste em uma forma de controle imediata. Nesse modo de gestão, a cada operação realizada na loja virtual é feita a baixa nos itens do estoque. Isso evita, por exemplo, que dois clientes comprem o mesmo produto.

Em suma, o mais indicado para um e-commerce é fazer os dois: possuir um controle que atualiza imediatamente o estoque e realizar periodicamente o inventário de estoque presencial.

2 – Mapeamento do Fluxo

O mapeamento do fluxo de entrada e saída dos produtos fornece uma estimativa de quando será necessário repor o estoque e ajuda o gestor a desenvolver uma visão mais clara do negócio.

Por meio do mapeamento do fluxo é possível observar, por exemplo, quais produtos tem maior ou menor volume de vendas, de quanto em quanto tempo os itens devem ser repostos no estoque, os índices de devoluções por produto, etc.

É importante lembrar que, além da compra e venda de produtos, existem outras situações que afetam a entrada e saída, como devoluções, trocas ou produtos com defeitos. Ademais, é preciso observar a sazonalidade e as datas comemorativas, pois as vendas podem variar muito de acordo com a época do ano.

3 – Organização e padronização do estoque

Além da gestão e organização dos itens no ambiente online, é imprescindível organizar e padronizar os produtos no espaço físico em que estão armazenados. O melhor é definir quais serão os parâmetros para a separação dos itens, além de dividir e classificar as secções.

Uma boa ideia é atribuir códigos aos itens do estoque. O código pode ser gerado de acordo com a natureza do produto e o local onde ele está armazenado. 

Outra dica valiosa é fazer um mapa para identificação dos locais de armazenagem. Existem softwares de gestão que facilitam esses processos e são uma boa alternativa para reduzir o tempo gasto em controles manuais. 

4 – Estudo do perfil de compra

Para quem ainda está começando pode ser difícil decidir entre possuir uma grande variedade de produtos ou muitos unidades de um mesmo produto. Alguns especialistas sugerem que o mais indicado é começar com pouca variedade, pois assim você pode adquirir apenas os itens que tem mais procura e expandir sua atuação no mercado aos poucos.

Outra estratégia é realizar pesquisas. Existem ferramentas que fornecem estimativas do volume de buscas de um determinado produto na Internet. É possível recolher informações sobre a região, faixa etária, poder econômico, entre outras características do seu cliente em potencial.

Porém, se você tem um negócio funcionando, já possui acesso a grande parte das informações de que precisa. Por meio da gestão do estoque e do mapeamento do fluxo você pode traçar o perfil de compra do seu público consumidor. 

Faça uma análise detalhada e criteriosa do histórico de vendas e cruze essas informações com a situação do estoque ao longo da semana, mês ou ano. Essa é uma estratégia importante para planejar com mais assertividade os futuros lançamentos. 

5 – Auditorias

Fazer auditorias de todos os processos é fundamental para identificar e corrigir falhas. Uma dica valiosa é programar as datas dessas conferências e realizá-las sem pressa. Caso não seja possível conferir tudo que é realizado, selecione itens ou períodos aleatoriamente. Se for identificada uma falha, revise todo o processo no qual ela foi gerada.

É importante conferir os pedidos, o recebimento das mercadorias, as notas fiscais e o estoque; ou seja, além do inventário programado é preciso também auditar o processo de inventário.

6 – Fornecedores e parceiros de confiança

Escolha empresas, profissionais e fornecedores que mantêm os compromissos, cumprem prazos e entregam um serviço de qualidade. Esses fatores também são essenciais para que o abastecimento de seu estoque, a entrega dos produtos, emissão de notas fiscais e pedidos, dentre tantos outros processos importantes ocorram conforme o planejado.

Um escritório de contabilidade especializado, por exemplo, faz muito mais que a contabilidade de seu negócio. Além da contabilidade, a Brasct atua nas áreas de análise e recuperação tributária e consultoria empresarial. 


Controle de estoque: dicas para a gestão do seu e-commerce


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O Mercado de Autopeças: Como abrir uma loja com pouco dinheiro


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4 riscos de abrir uma empresa e como minimizá-los


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Riscos em vender na internet como pessoa física

Você já pensou em vender algo pela internet?

E-commerces são cada vez mais comuns no mercado, e já fazem parte de uma boa fatia do faturamento das vendas no Brasil.

E por isso, tem muitas pessoas investindo e querendo investir nesse modelo de vendas.

Hoje eu vou falar sobre os riscos e vantagens de vender pela internet, e se realmente é necessário ter um CNPJ para isso.

MODELO TRADICIONAL E-COMMERCE

Antes de chegar a uma conclusão, preciso te explicar como funciona o modelo tradicional de e-commerce.

Funciona basicamente em 4 etapas:  Compra, Pagamento, Separação no estoque e Envio.

O dono do e-commerce fica responsável por toda a logística de entrega, controle de estoque e atendimento ao cliente.

Isso é bom, pois você tem total controle sobre o que pode vender e também ter produtos exclusivos.

O que leva a uma margem de lucro maior.

Por outro lado, o risco é maior e tem um custo fixo alto, pois precisa ter funcionários, fazer a logística, e controlar o estoque.

Sem falar que o prejuízo de não vender fica todo com você, afinal o estoque é todo seu. 

TENDÊNCIA EM NÃO TER ESTOQUE

Riscos em vender na internet como pessoa física

Para tentar diminuir esses riscos, começou a crescer uma tendência de empresas que não tem estoque, porém vendem mesmo assim.

O AliBaba, um dos maiores e-commerces do mundo, não tem estoque próprio, outros exemplos são a Uber, que não tem nenhum carro e o Ifood que não possui cozinha.

E seguindo essa tendência, surgiu um novo modelo de e-commerce, conhecido como dropshipping.

O QUE É DROPSHIPPING

Dropshipping é um e-commerce, porém funciona um pouco diferente. A loja virtual não tem estoque próprio e vende produtos do estoque de um fabricante.

A loja virtual fica responsável por fazer a captação de clientes e intermediar o pagamento, e o fabricante, por sua vez, faz todo o controle de estoque, separação e entrega diretamente ao cliente.

Geralmente o cliente não sabe quando uma loja virtual é um dropshipping, até o momento da entrega.

EXISTEM VANTAGENS?

Você deve estar se perguntando quais as vantagens deste modelo.

Como falei mais acima, os principais riscos do modelo tradicional de e-commerce, é a gestão de estoque e logística de entrega.

Isso não ocorre no modelo de Dropshipping, essas responsabilidades ficam todas por conta do fabricante.

Você também consegue escalar suas vendas muito mais rápido, se precisar se preocupar em aumentar o espaço físico para armazenamento ou investir em mais estoque.

Outro ponto interessante é que o investimento para começar a vender também é menor. Você não vai precisar de uma grande estrutura, e isso facilita muito para achar o nicho de mercado certo.

Tenho certeza que agora você já deve estar pensando o que vai começar a vender amanhã.

Mas calma! Existem alguns riscos que você deve calcular.

QUAIS OS RISCOS?

Se não existir um sistema que sincroniza as informações, você pode acabar vendendo um produto que não existe mais no estoque do fabricante.

Sua loja não tem controle sobre a entrega, porém o cliente não sabe disso, então você pode ter que lidar com situações complexas, caso haja extravio ou atrasos.

Como existe um intermediário na venda, as margens de lucro diminuem  para ambos os lados, vendedor e fabricante.

E, a menos que você tenha algum contrato de exclusividade, é bem provável que existam outras lojas vendendo o mesmo produto. 

Isso faz que o seu diferencial passe a ser os serviços disponíveis na loja virtual, como SAC meios de pagamento e experiência do usuário.

Bom, agora que você já sabe como funciona o dropshipping os riscos e vantagens, vamos a pergunta que não quer calar. 

VALE A PENA USAR MEU CPF?

internet como pessoa física

Muitas pessoas se empolgam com a facilidade de vender no modelo dropshipping e acabam iniciando de qualquer maneira, como pessoa física.

Em um primeiro momento, pode parecer vantajoso, mas a médio e longo prazo isso vai te trazer alguns problemas.

Você vai pagar um Imposto mais alto. As linhas de crédito para pessoa física são muito mais caras comparadas às pessoas jurídicas.

E, saindo um pouco dos números, podemos falar da idoneidade da sua loja, existem muitos golpes e lojas falsas na internet. 

Ter um CNPJ,  gera muito mais confiança e transmite mais seriedade para sua loja, e você ainda vai ter acesso a linhas de crédito e financiamentos mais baratos.

Por isso, apesar de ser tentador, começar amanhã mesmo, procure um escritório de contabilidade especializado e dê início a sua empresa.

Aqui na Brasct, temos muita experiência nesse tipo de negócio, e podemos te dar mais dicas para começar certo.

Conheça nosso site, e nos siga nas redes sociais para ficar por dentro deste e muitos outros assuntos.

Até a próxima!

Dropshipping, como iniciar nesse mercado?

Você sabe o que é dropshipping e como funciona esse mercado que tem crescido cada dia mais entre Brasileiros?

A técnica de Dropshipping é uma forma de gestão e solução em logística onde o revendedor não precisa ter um armazenamento próprio, ou seja, ele trabalha com o estoque do seu fornecedor otimizando custos com transportes (fretes e armazenamento) e agilizando o processo de entrega, abordamos mais sobre os princípios do dropshipping no nosso artigo “Dropshipping, o que é e como funciona?”.

Dropshipping é o mesmo que ecommerce?

É muito frequente a comparação feita pelas entre o dropshipping com ecommerce, porém a operação e investimentos são bem distintos, veja só:

Vantagens e desvantagem com Dropshipping:

Custo inicial baixo;

Não tem custo de armazenagem de mercadorias;

Flexibilidade para trabalhar de diversos locais;

Você não controla o envio do produto;

Dificuldade com custo de frete;

Tem riscos em vender algo que não esteja mais disponível pelo fornecedor;

Vantagens e desvantagem com Marketplace:

Você não precisa ter estoque;

Não é responsável pelas entregas;

Não paga fretes;

Baixa comissão;

Precisa ter muitos produtos;

Concorrência muito acirrada;

Um exemplo de marketplace é o Mercado Livre, nele diversas empresas anunciam seus produtos para venda e pagam apenas uma comissão para o Mercado Livre, como se fosse aluguel pelo espaço vendido.

Para o vendedor isso é uma excelente oportunidade porque reduz drasticamente o custo com marketing digital, campanhas em facebook ou Google ads, mas, fica dependente do destaque na plataforma por isso é importante ter algum diferencial no momento de anunciar, já falamos um pouquinho sobre isso no artigo “Como declarar vendas feitas no mercado livre”.

Como iniciar com dropshipping?

Para iniciar no mercado de dropshipping apesar de ter um baixo custo é extremamente aconselhável que você se prepare, realize alguns cursos para entender um pouco mais sobre todos os trâmites para gestão.

Hoje existem algumas pessoas e empresas que se destacam neste mercado e ensinam através de cursos e mentorias como começar e ter resultados positivos, mas vale lembrar que o resultado não é igual para todos, como em todo mercado, existem pessoas que se destacam mais e outras menos tudo vai do quanto você irá se dedicar para isso afinal o seu resultado será proporcional ao seu esforço.

Cursos para quem deseja iniciar no mercado de dropshipping:

9ds.com.br

tanbrothers.com.br/

Antes de você iniciar é importante que você pense em quais tipos de produtos você tem mais familiaridade e o que gosta de trabalhar, ter lucro é importante, mas, quando você identifica e trabalha com produtos que já tem familiaridade fica mais fácil de alcançar boas vendas.

Por exemplo, não adianta você querer trabalhar com todos os itens porque será necessário investir em tráfego pago, precisará cuidar das vendas e fazer isso para muitos produtos acaba sendo inviável.

Se você quer focar em relógio tenha alguns modelos e busque alguns fornecedores para os modelos que você vai trabalhar, dessa forma você evita perder vendas caso o seu fornecedor não disponibilize de estoque.

Preciso ter empresa para trabalhar com dropshipping?

Muitas pessoas pregam que você pode começar a trabalhar sem constituir uma empresa, para “economizar” com custos de legalização e contador, mas isso é um grande mito, falamos detalhadamente no artigo “O que é dropshipping e como funciona”.

Quando você opta por iniciar um negócio informalmente, você está assumindo uma grande responsabilidade para você, todas as pessoas que desejam empreender precisam ter no seu planejamento a formalização do seu negócio, é a única forma correta para pagar a menor carga tributária e não ter riscos com o fisco.

Afinal se você quer abrir um negócio você quer que ele dê lucros não é mesmo?

Caso você precise de uma assessoria especializada entre em contato com a nossa equipe ou clique no botão abaixo para falar com a gente por Whatsapp.

 

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