Loja virtual ou Marketplace?

Você sabe a diferença entre loja virtual e marketplace? Ambos são canais de venda pela Internet, mas com estratégias distintas. Neste artigo vamos falar sobre as principais características de cada um deles.

Uma loja virtual, também chamada de e-commerce, é um site em que uma marca vende seus produtos ou serviços online. Já no marketplace, não há uma marca específica ligada aos produtos e serviços ofertados. Ao invés disso, são oferecidos produtos e serviços de diversas marcas. 

Para entender melhor a diferença, é possível estabelecer uma relação com as lojas físicas que estamos acostumados a frequentar nas ruas e nos shoppings. A loja virtual é semelhante a uma loja física de uma determinada marca, onde você encontra vários produtos exclusivos dela. Já o marketplace é como uma loja física que vende produtos de diversas outras marcas; um hipermercado, por exemplo.

Portanto, há duas estratégias para que uma empresa venda seus produtos online: criando uma loja virtual própria ou entrando em um ou mais marketplaces.

Vantagens e desvantagens de uma loja virtual

Numa loja virtual o empreendedor não precisa se preocupar com concorrentes oferecendo produtos similares no mesmo site. A empresa também possui muito mais liberdade para personalizar a plataforma, oferendo ferramentas exclusivas e definindo como será a navegabilidade do cliente. 

Há ainda outra grande vantagem: poder reforçar a marca, deixando-a evidente para quem está navegando. Além disso, a empresa que possui uma estrutura própria, geralmente, transmite mais profissionalismo para o consumidor.

No que diz respeito à logística, é mais fácil controlar o fluxo de pedidos e o faturamento nas lojas virtuais, não havendo mediação de outra empresa. O empreendedor também pode contar com as ferramentas de gerenciamento do site para coletar dados sobre os acessos e traçar o perfil do seu público-alvo.

A principal desvantagem de uma loja virtual é o custo, pois contratar a criação e a personalização de um site do zero pode ter um custo alto. Além do mais, um site demanda manutenções constantes. Pode ser oneroso e trabalhoso manter uma boa plataforma de vendas atualizada e funcionando.

Ademais, especialmente para as pequenas e médias empresas, pode demorar até que os clientes conheçam o e-commerce, havendo a possibilidade de o retorno das vendas acontecer somente a médio ou longo prazo. 

Para conseguir o engajamento necessário, a empresa precisará investir em divulgação; além de  empregar estratégias de comunicação para conquistar o consumidor, pois alguns clientes podem ter receio de fazer compras num site que ainda não conhecem.

Vantagens e desvantagens de um marketplace

A grande diferença do marketplace em relação à loja virtual é a descomplicação. A empresa pode disponibilizar seus produtos em alguns marketplaces e rapidamente concretizar vendas; sem muita burocracia e com pouco investimento.

No marketplace, a empresa pode atingir um número muito grande de clientes em potencial. Além disso, o prestígio e a qualidade do marketplace acabam sendo transferidos para os produtos.

Entretanto, o marketplace possui a desvantagem da concorrência direta. Outros produtos muito semelhantes podem estar sendo oferecidos por um preço menor, por exemplo. Além disso, se o número de marcas oferecendo os mesmos produtos for grande, os produtos da empresa podem simplesmente passar despercebidos. Para contornar esse problema, muitos marketplaces disponibilizam ao vendedor a opção de pagar uma taxa extra para que seus produtos tenham destaque no site.

Outra desvantagem para grande parte das empresas é não criar uma relação entre o cliente e a marca; uma vez que num marketplace muitos clientes compram sem observar quem é o fabricante do produto. Assim, torna-se mais difícil fidelizar a clientela.

No marketplace, o vendedor ou o empreendimento também ficam submetidos a certas normas e procedimentos, não havendo como flexibilizar o processo. 

Para finalizar, um dos pontos mais importantes: o marketplace cobra uma porcentagem pela venda dos produtos. Dependendo do valor da mercadoria e do custo de produção, essa taxa pode ser relativamente alta e inviabilizar a comercialização.

Contabilidade para vendas online

A contabilidade de uma loja virtual funciona de maneira semelhante à das lojas físicas, mas há alguns detalhes que precisam ser observados. Se a empresa não existia anteriormente, de forma física, o primeiro passo é abrir um CNPJ. É possível fazer vendas online por meio de CPF, mas um CNPJ garante mais vantagens e mais profissionalismo. 

Em seguida, é preciso escolher o CNAE e o regime tributário. Os impostos a serem pagos são os mesmos das empresas físicas, mas alguns cálculos são feitos de maneira específica dependendo do tipo de venda. Também há impostos que incidem sobre as vendas para o exterior. 

O mais aconselhado é contratar um escritório de contabilidade de confiança para garantir que tudo seja feito de acordo com a lei e que a empresa pague a menor carga tributária possível.

No caso da contabilidade para marketplace, há processos específicos, como, por exemplo, a emissão de notas fiscais. A empresa emite uma nota com o valor total da venda para o cliente, e o marketplace repassa para a empresa o valor da venda menos a porcentagem devida. Depois disso, o marketplace também emite uma nota fiscal para a empresa, no valor desse desconto.

Como escolher entre uma loja virtual ou um marketplace?

A loja virtual é um caminho interessante para quem já tem uma loja física e deseja expandir. Já o marketplace pode ser uma boa opção para empresas que estão começando e ainda não têm como manter uma loja virtual. Entretanto, o marketplace pode limitar a empresa depois que ela cresce. Por isso, cabe à empresa investir na consolidação da marca e construir uma boa relação com os consumidores.

É claro que é possível trabalhar com as duas opções. A empresa pode usar o marketplace como apoio e também manter uma loja virtual.

Em qualquer uma das alternativas é importante ter atenção à contabilidade da empresa. A Brasct é um escritório de contabilidade em Osasco que possui mais de 48 anos de mercado. Além de atuar nas áreas de contabilidade e recuperação tributária, oferecemos consultoria empresarial; realizamos treinamentos com os gestores da empresa e apresentamos as soluções mais adequadas a cada demanda.

3 desafios na emissão de nota fiscal para Marketplace

Para as transações realizadas em marketplaces utiliza-se a nota fiscal eletrônica, afinal, todo o processo das vendas ocorre online. 

As notas fiscais eletrônicas possuem algumas vantagens, como a facilidade de organizá-las e encontrá-las, por meio do arquivamento em nuvem; além da possibilidade de gerá-las automaticamente, através de um software que faz todo o processo.

Os tipos de nota fiscal eletrônica

Existem dois tipos de nota fiscal eletrônica: a nota fiscal de produto (NF-e) e a nota fiscal de serviço (NFS-e). A NF-e também é conhecida como nota fiscal de mercadoria ou de venda. Ela é destinada à comercialização de produtos físicos. A NFS-e também é chamada de nota fiscal municipal. Ela é usada na venda de serviços digitais, como cursos online, por exemplo.

Ademais, a NFS-e também é usada para serviços afiliados, como o Uber e o Airbnb, que cobram uma comissão em troca de uma intermediação de vendas; afinal, esse também é um serviço digital. Os marketplaces também funcionam de maneira semelhante, pois conectam o cliente ao prestador do serviço ou do produto.

Em outras palavras, podemos dizer que todo marketplace também é um serviço afiliado, uma vez que é responsável pela intermediação da compra. Por isso, os marketplaces têm dois clientes há cada transação: o lojista e o consumidor final.

Como funciona a emissão de notas fiscais em um marketplace?

Quando uma venda é realizada, primeiro o fornecedor emite uma nota fiscal de produto (NF-e) para o cliente. A seguir, o marketplace deve emitir uma nota fiscal de serviço (NFS-e) para a empresa que realizou a venda.

A seguir, vamos falar de três desafios relacionados à emissão de notas fiscais para marketplace.

1. Escolha do modelo de emissão da nota fiscal

Existem duas modalidades para emissão da nota fiscal eletrônica: a emissão por transação e a emissão por valor acumulado. Na primeira, a emissão da nota fiscal é feita a cada vez que a empresa fornecedora faz uma venda no marketplace. Já na segunda, é gerada uma única nota para todas as vendas de serviços realizadas em um determinado período.

A vantagem da emissão por transação é que, caso seja solicitado o estorno de uma compra, os impostos relacionados especificamente a essa compra podem ser cancelados. Por outro lado, a principal desvantagem é o acúmulo de documentos.

Já a emissão por valor acumulado tem a vantagem de gerar um número muito menor de documentos, o que facilita o processo contábil e simplifica a experiência das empresas que contratam o marketplace. A desvantagem é a dificuldade em retirar os impostos de pagamentos estornados, pois os tributos de todas as vendas estarão juntos.

O modelo de emissão por transação é o padrão. De modo geral, para adotar o modelo de emissão por valor acumulado é preciso adquirir uma autorização das autoridades fiscais.

2. Formas de legalização dos vendedores

É possível vender produtos pela Internet utilizando apenas o CPF, mas nem todos os marketplaces aceitam essa opção. Quando o vendedor é pessoa física, o pagamento de impostos pode ser feito por meio do carnê-leão de pessoas físicas. No entanto, como a carga tributária geralmente é mais alta, a formalização pode valer a pena.

Nos casos em que o vendedor é pessoa jurídica, as vendas devem ser acompanhadas da emissão de nota fiscal. Se o vendedor for um micro empreendedor individual (MEI), ele só é obrigado a emitir nota fiscal para pessoas jurídicas, sendo opcional a emissão para pessoas físicas. No entanto, se o cliente, mesmo sendo pessoa física, solicitar a nota, o vendedor também deve gerá-la.

Para as microempresas (ME) ou empresas de pequeno porte (EPP) a emissão de nota fiscal é obrigatória em todas as vendas.

De maneira geral, para fazer a emissão das notas fiscais, primeiro é necessário ter um Certificado Digital, feito por meio de uma autoridade fiscalizadora ligada à Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). O Certificado Digital funciona como uma assinatura digital e garante a autenticidade dos acessos aos sistemas do governo.

É importante ressaltar que, mesmo nas situações em que as vendas são realizadas por CPF ou por MEI para pessoas físicas, apesar de não ser obrigatória a emissão da nota fiscal, ela ainda é recomendável. A nota fiscal garante a proteção de ambas as partes e facilita a organização das vendas. Além disso, ela traz mais credibilidade para o negócio. 

O site da prefeitura fornece mais informações sobre a emissão de notas fiscais nas vendas feitas por CPF, mas você também pode consultar um escritório de contabilidade de confiança.

3. Especificidades de cada prefeitura

As notas fiscais de produto são geradas pelo sistema da Secretaria da Fazenda (SEFAZ) do estado em que a empresa está sediada.

Já as notas fiscais de serviço são geradas pela prefeitura do município em que a empresa está sediada. Isso pode ser um pouco confuso para quem ainda está começando pois cada prefeitura solicita as informações de maneira diferente; algumas pedem o certificado digital, outras exigem login e senha, dentre outras formas.

Além disso, algumas prefeituras não aceitam a integração automática para a geração de notas fiscais e, nesses casos, o processo precisa ser feito manualmente. Além disso, também ocorrem muitos casos de instabilidade nos sites das prefeituras, o que dificulta a emissão das notas fiscais.

Quer entender mais sobre o assunto?

A emissão de notas fiscais para marketplace pode ser um tema um pouco complicado, mas é natural ter essa sensação quando você entra em contato com esse tema pela primeira vez.

Se o seu desejo é empreender nessa área, não deixe que desafios como esses te impeçam de fazê-lo. Você pode contar com o apoio de um bom escritório de contabilidade para te auxiliar em todas as etapas. A Brasct possui anos de experiência e sabemos os detalhes necessários para o bom funcionamento de um marketplace. Além de fazer a assessoria contábil também possuímos amplo conhecimento em gestão empresarial e estamos preparados para oferecer treinamentos e fazer a sua empresa crescer.

Controle de estoque: dicas para a gestão do seu e-commerce

Nos últimos 5 anos, o comércio on-line vem ultrapassando recordes de vendas; mas para que uma empresa seja bem sucedida no mundo digital é imprescindível fazer um controle de estoque eficiente e preciso. 

O bom gerenciamento de estoque de um e-commerce é fundamental para a satisfação dos clientes, uma vez que os produtos estão disponíveis para várias pessoas em todo o país e as vendas podem ser concretizadas a qualquer hora do dia ou da noite.

Drop shipping x Estoque regular

Regra geral, os e-commerces adotam dois tipos de estoque: Drop Shipping ou Estoque Regular. O Drop Shipping consiste em realizar as compras de acordo com a demanda; ou seja, o item é solicitado ao fornecedor depois que a compra é efetivada. Basicamente, a loja virtual não possui estoque próprio.

Já o Estoque Regular é o modelo tradicional, ou seja, a empresa adquire previamente os produtos que vão estar disponíveis na loja virtual. Para esse tipo de estoque, os desafios são os mesmos das lojas físicas: risco de perda, roubo, extravio, devoluções, espaço, conservação, limpeza, organização, etc.

Como minimizar os riscos

Existem formas de minimizar os riscos e assegurar o cumprimento de normas e processos. Nesse artigo fornecemos dicas essenciais para fazer o gerenciamento do estoque de um e-commerce e melhorar a gestão de seu negócio.

1 – Inventário de Estoque e Inventário Permanente

Apesar das nomenclaturas parecidas, esses termos possuem significados diferentes. De forma bem resumida, enquanto o primeiro consiste em uma lista de itens, o segundo é uma forma de controle do estoque; abaixo vamos explicar em detalhes.

O Inventário de Estoque consiste em uma lista completa de todos os produtos de seu estoque, devidamente identificados e classificados. Todos os itens da sua empresa podem e devem ser inventariados, desde as mercadorias que você vende até os itens de escritório. A periodicidade de realização do inventário pode ser diária, semanal, mensal, etc.

Porém, no caso de um e-commerce, o estoque das mercadorias da loja online funciona melhor se estiver constantemente atualizado. Portanto, o gerenciamento mais indicado é o que chamamos de Inventário Permanente e consiste em uma forma de controle imediata. Nesse modo de gestão, a cada operação realizada na loja virtual é feita a baixa nos itens do estoque. Isso evita, por exemplo, que dois clientes comprem o mesmo produto.

Em suma, o mais indicado para um e-commerce é fazer os dois: possuir um controle que atualiza imediatamente o estoque e realizar periodicamente o inventário de estoque presencial.

2 – Mapeamento do Fluxo

O mapeamento do fluxo de entrada e saída dos produtos fornece uma estimativa de quando será necessário repor o estoque e ajuda o gestor a desenvolver uma visão mais clara do negócio.

Por meio do mapeamento do fluxo é possível observar, por exemplo, quais produtos tem maior ou menor volume de vendas, de quanto em quanto tempo os itens devem ser repostos no estoque, os índices de devoluções por produto, etc.

É importante lembrar que, além da compra e venda de produtos, existem outras situações que afetam a entrada e saída, como devoluções, trocas ou produtos com defeitos. Ademais, é preciso observar a sazonalidade e as datas comemorativas, pois as vendas podem variar muito de acordo com a época do ano.

3 – Organização e padronização do estoque

Além da gestão e organização dos itens no ambiente online, é imprescindível organizar e padronizar os produtos no espaço físico em que estão armazenados. O melhor é definir quais serão os parâmetros para a separação dos itens, além de dividir e classificar as secções.

Uma boa ideia é atribuir códigos aos itens do estoque. O código pode ser gerado de acordo com a natureza do produto e o local onde ele está armazenado. 

Outra dica valiosa é fazer um mapa para identificação dos locais de armazenagem. Existem softwares de gestão que facilitam esses processos e são uma boa alternativa para reduzir o tempo gasto em controles manuais. 

4 – Estudo do perfil de compra

Para quem ainda está começando pode ser difícil decidir entre possuir uma grande variedade de produtos ou muitos unidades de um mesmo produto. Alguns especialistas sugerem que o mais indicado é começar com pouca variedade, pois assim você pode adquirir apenas os itens que tem mais procura e expandir sua atuação no mercado aos poucos.

Outra estratégia é realizar pesquisas. Existem ferramentas que fornecem estimativas do volume de buscas de um determinado produto na Internet. É possível recolher informações sobre a região, faixa etária, poder econômico, entre outras características do seu cliente em potencial.

Porém, se você tem um negócio funcionando, já possui acesso a grande parte das informações de que precisa. Por meio da gestão do estoque e do mapeamento do fluxo você pode traçar o perfil de compra do seu público consumidor. 

Faça uma análise detalhada e criteriosa do histórico de vendas e cruze essas informações com a situação do estoque ao longo da semana, mês ou ano. Essa é uma estratégia importante para planejar com mais assertividade os futuros lançamentos. 

5 – Auditorias

Fazer auditorias de todos os processos é fundamental para identificar e corrigir falhas. Uma dica valiosa é programar as datas dessas conferências e realizá-las sem pressa. Caso não seja possível conferir tudo que é realizado, selecione itens ou períodos aleatoriamente. Se for identificada uma falha, revise todo o processo no qual ela foi gerada.

É importante conferir os pedidos, o recebimento das mercadorias, as notas fiscais e o estoque; ou seja, além do inventário programado é preciso também auditar o processo de inventário.

6 – Fornecedores e parceiros de confiança

Escolha empresas, profissionais e fornecedores que mantêm os compromissos, cumprem prazos e entregam um serviço de qualidade. Esses fatores também são essenciais para que o abastecimento de seu estoque, a entrega dos produtos, emissão de notas fiscais e pedidos, dentre tantos outros processos importantes ocorram conforme o planejado.

Um escritório de contabilidade especializado, por exemplo, faz muito mais que a contabilidade de seu negócio. Além da contabilidade, a Brasct atua nas áreas de análise e recuperação tributária e consultoria empresarial. 


Controle de estoque: dicas para a gestão do seu e-commerce


Controle de estoque: dicas para a gestão do seu e-commerce





O Mercado de Autopeças: Como abrir uma loja com pouco dinheiro


O Mercado de Autopeças: Como abrir uma loja com pouco dinheiro





4 riscos de abrir uma empresa e como minimizá-los


4 riscos de abrir uma empresa e como minimizá-los



Tributação para e-commerce: como funciona a contabilidade de uma loja virtual?

O cenário atual é muito positivo para as vendas on-line. Não só para as marcas que já
estão estabelecidas fisicamente, como para aquelas que irão começar do zero. O
comércio eletrônico cresce à cada ano e existem muitas vantagens em ganhar presença
no mundo virtual.


Uma análise do comércio eletrônico brasileiro verificou um recorde de faturamento dos
últimos 20 anos no primeiro semestre de 2020. O faturamento em vendas online no
primeiro semestre de 2019 foi de 26,4 bilhões, enquanto que no primeiro semestre de
2020 esse valor passou para 38,8 bilhões – um aumento de 47%. (42ª edição do
Webshoppers).


Além do crescente interesse do consumidor brasileiro pelas compras on-line, vender pela
internet também podem significar custos reduzidos; gasta-se menos em alugueis,
decoração da loja física, publicidade local e fachada. Além disso, muitos funcionários
podem trabalhar em home-office e/ou prestar atendimento à várias regiões do país.


Que tipo de empresa pode auxiliar na abertura de um e-commerce?

Geralmente, observa-se dois comportamentos no que diz respeito à tarefa de empreender
no mundo virtual. Alguns gestores de empresas físicas sentem-se inseguros em expandir
os negócios para um e-commerce; normalmente por não compreenderem quais são as
mudanças necessárias na contabilidade, nos processos internos e nas rotinas comerciais.


Ao mesmo tempo, outros empreendedores aventuram-se no mundo digital sem de fato
constituir empresa, apenas com o CPF; arriscando-se a perder a credibilidade dos
clientes ou, até mesmo, sofrer complicações legais e tributárias.


Existem escritórios de contabilidade especializados e com vasto conhecimento nas
questões financeiras, legais e tributárias das vendas pela internet. É o caso da Brasct
Contabilidade, uma empresa com 48 anos de mercado e especialista em pequenas e
médias empresas.


Como e por quê regularizar o meu e-commerce?


Para quem já possui uma loja física


Expandir o negócio para as vendas on-line pode ser muito interessante para quem já
possui um negócio físico; o mundo virtual possibilita ao comerciante atingir nichos
específicos, alargar o público-alvo e aumentar as possibilidades de fechamento de
negócios.


No que diz respeito às questões tributárias existem algumas diferenças; não são muitas,
mas precisam de atenção. Mais adiante nesse artigo vamos abordar as
particularidades da contabilidade de um e-commerce.

O mais indicado é fazer um planejamento financeiro e estratégico. O auxílio de um
escritório de contabilidade especializado é importante para garantir custos tributários
reduzidos e o cumprimento das legislações vigentes.


Para quem começa um negócio virtual do zero

Assim como uma loja física, ao começar um negócio virtual, o empreendedor deve fazer o
registro no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), na junta comercial e na
prefeitura da cidade.


Apesar de haver a possibilidade de realizar vendas utilizando apenas o CPF, esse não é o
método mais indicado. Existem três razões principais para regularizar um e-commerce:
a) transmitir credibilidade e segurança para o cliente;
b) emitir notas fiscais, que são uma garantia para o consumidor;
c) acesso à créditos com juros mais atrativos e maior facilidade na compra de
produtos no atacado.


É importante ressaltar que, ao fazer o cadastro no CNPJ, o empreendedor precisará
escolher o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas). A assessoria de um
escritório de contabilidade é recomendável mesmo no início, pois a escolha do CNAE
interfere na tributação e na fiscalização das atividades da empresa.


Quais impostos devem ser pagos pela loja virtual ou e-commerce?


Fundamentalmente, os tributos a serem recolhidos por uma loja virtual são os mesmos de
um estabelecimento físico. No que diz respeito à tributação não existem mudanças muito
expressivas, portanto a carga tributária dependerá essencialmente das atividades
exercidas pela empresa, produtos e/ou serviços comercializados e o regime tributário.


No entanto, é necessário atenção especial à tributação do ICMS (Imposto sobre
Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e
Intermunicipal e de Comunicação), uma vez que a grande maioria dos e-commerces e
lojas virtuais realizam vendas interestaduais.

Até 2018 o recolhimento do imposto era compartilhado entre o estado de origem e o
estado de destino das compras. No entanto, desde 2019, o imposto é recolhido apenas
pelo estado de destino. O valor da alíquota do ICMS varia de acordo com a categoria da
mercadoria ou serviço e o estado de origem e destino das transações, podendo ir de 7% a
35%.


Como funciona a contabilidade para um e-commerce ou um negócio virtual?

A lista de atribuições contábeis de um e-commerce é extensa; constituída por tarefas
essenciais para a saúde financeira do negócio, incluindo: elaborar o balanço patrimonial e
balancetes de verificação, definir e zelar pelo capital de giro, gerenciar o pró-labore dos
sócios, calcular e pagar os impostos devidos, entre muitas outras.


O que um escritório de contabilidade de confiança pode fazer pelo e-commerce?


O auxílio de um escritório de contabilidade bem preparado é indispensável para que o
gestor do e-commerce tenha tranquilidade e segurança para gerir o negócio e tomar
decisões bem fundamentadas.

Quando bem escolhido, o escritório de contabilidade é um dos principais aliados da
empresa, sendo responsável por:
a) controle, planejamento e gestão tributária;
b) registro das movimentações financeiras, emissão de livros e controle de
documentos contábeis;
c) controle da folha de pagamento;
d) consultoria empresarial para alterações contratuais, emissão de certidões
negativas, obrigações acessórias e outras;
e) consultoria estratégica e financeira;

O controle cuidadoso e a apuração precisa dos dados financeiros e contábeis possibilita
que o gestor tome decisões assertivas, sabendo com clareza qual é a situação financeira
da empresa e os recursos de que o negócio dispõe para novos investimentos.

QUER SABER MAIS? CLIQUE EM ALGUNS DOS NOSSOS CONTEÚDOS ABAIXO:



Contabilidade para autopeças e mecânica em São Paulo


Contabilidade para autopeças e mecânica em São Paulo





Como pagar menos impostos?


Como pagar menos impostos?





Como calcular os impostos de uma pequena empresa?


Como calcular os impostos de uma pequena empresa?



PIX para e-commerce como tirar proveito dessa tecnologia

PIX, o meio de pagamento inovador que facilita e muito a vida dos seus usuários.

Criamos este artigo para ajudar você empreendedor que quer saber mais sobre o PIX e como ele pode ajudar seu e-commerce.

PIX para e-commerce como tirar proveito dessa tecnologia.

Continue essa leitura e tenha um panorama sobre o que é o PIX para e-commerce como tirar proveito dessa tecnologia.

Vem comigo!

O que é o Pix?

logotipo PIX: O que é PIX

De maneira simples o PIX é uma nova forma de realizar transferências e pagamentos de maneira instantânea.

No dia 20 de fevereiro 2020 o Banco Central anunciou que lançaria ainda no ano de 2020 o meio de pagamento instantâneo, PIX.

Transferências entre contas bancárias de diferentes instituições são feitas através de TEDs e DOCs.

O que normalmente levam algumas horas e até mesmo dias para serem concluídos.

Isso acontece também no caso de pagamentos de contas quando feitos por boletos.

Já com o PIX os pagamentos e transferências são realizados de maneira rápida, podendo ser feitos em qualquer dia e horário, incluindo finais de semana.

Esse meio de pagamento irá facilitar e muito a vida das pessoas, também os pagamentos de contas e até recolhimento de impostos e taxas de serviços, entre outros.

Como utilizá-lo no meu e-commerce

O PIX chegou para facilitar a vida de seus usuários e todos poderão tirar vantagem dessa nova modalidade de pagamento.

Ele entra no dia-a-dia dos e-commerces como mais um meio de pagamento, muito mais fácil e ágil.

Com os outros meios de pagamentos o comprador iria esperar a compensação para a compra ser aprovada.

Já com o PIX esse processo é muito mais rápido e aprovação do pagamento é instantânea.

Se tornando um diferencial para as pessoas que optam por compras virtuais e também para o próprio e-commerce que recebe em poucos segundos a confirmação do pagamento.

Ou seja, ao fazer uma venda por meio do Pix, o pagamento é identificado imediatamente, o que oferece maior capital de giro para o seu negócio e ainda reduz o tempo de entrega do produto.

Quais sãos as vantagens do PIX para o e-commerce?

Além das vantagens citadas acima, vamos listar mais algumas que te farão ver o quanto essa tecnologia chegou para se tornar uma aliada do e-commerce.

As vantagens em optar pelo novo meio de pagamento PIX para seu e-commerce, são?

Baixo custo;

Facilidade e segurança;

Competitividade;

Eficiência;

Disponibilidade e velocidade.

São muitas as vantagens oferecida por esse novo meio de pagamento PIX.

Como realizar um PIX

Utilizar o PIX é muito simples, existem três maneiras:

Por meio da Chave Pix;

Pela leitura de um QR Code;

Ou pela inserção dos dados do recebedor (como acontece hoje com TED/DOC)

Para o recebimento do PIX basta informar a chave para o pagador.

É possível registrar como chave PIX com os seguintes dados: número de celular, CPF/CNPJ, e-mail ou até mesmo a “chave aleatória” (sequência de letras e números, como uma senha) gerada pelas instituições.

PIX para e-commerce como tirar proveito dessa tecnologia

O PIX será mais um meio que seus clientes poderão optar dentro do seu e-commerce.

Além de todas as vantagens que essa tecnologia oferece para o seu e-commerce, também será um diferencial competitivo muito vantajoso.

Muitos brasileiros não possuem acesso aos cartões de crédito, logo o PIX trará consigo acessibilidade, sendo a solução para essas pessoas efetuarem compras via internet.

Impulsionando as vendas do e-commerce com o PIX

Devido ser um meio de pagamento de fácil utilização e pagamento instantâneo as vendas acabam consequentemente aumentando.

Hoje grande parte dessas vendas são efetuadas através de boletos, e os e-commerces acabam sofrendo com o não pagamento de muitos desses boletos e o PIX poderá ser uma grande solução para isso.

Normalmente o comércio eletrônico oferece três dias úteis para o pagamento dos boletos gerados nas possíveis compras.

Mas, até a confirmação deste pagamento o produto é separado no estoque até a instituição bancária confirmar o pagamento, o que pode levar até 72 horas.

Nesse período de espera, que pode levar até seis dias úteis entre a data da compra e a confirmação do pagamento, o produto fica indisponível no estoque.

Uma vez que esse boleto não é quitado o lojista perde a venda inicial e a oportunidade de vender o produto para outro cliente.

Logo, o PIX irá impulsionar ainda mais as vendas nos e-commerces.

Já que os pagamentos são feitos de forma instantânea, gerando a confirmação da venda muito mais rápido para o lojista que receberá em pouco tempo comparado ao boleto.

Conclusão

Neste artigo conseguimos compreender mais sobre esse novo meio de pagamento PIX que veio para facilitar tanto dos recebedores quanto dos pagadores.

Devido a pandemia do covid-19 criou-se a necessidade de um novo sistema financeiro digital capaz de realizar transações de forma remota, rápida e com menor custo em relação às operações tradicionais.

O PIX surgiu com uma proposta muito interessante é irá mudar a forma como as pessoas realizam seus pagamentos, facilidade e agilidade são seus maiores diferenciais.

Se você deseja receber conteúdos ricos em informações como esse continue nos acompanhando.

Nós da Brasct já ajudamos milhares de empreendedores e podemos te ajudar também! Somos uma contabilidade especializada para e-commerce, entre em contato conosco e fale agora mesmo com um de nossos consultores.

WhatsApp contabilidade em são paulo

Riscos em vender na internet como pessoa física

Você já pensou em vender algo pela internet?

E-commerces são cada vez mais comuns no mercado, e já fazem parte de uma boa fatia do faturamento das vendas no Brasil.

E por isso, tem muitas pessoas investindo e querendo investir nesse modelo de vendas.

Hoje eu vou falar sobre os riscos e vantagens de vender pela internet, e se realmente é necessário ter um CNPJ para isso.

MODELO TRADICIONAL E-COMMERCE

Antes de chegar a uma conclusão, preciso te explicar como funciona o modelo tradicional de e-commerce.

Funciona basicamente em 4 etapas:  Compra, Pagamento, Separação no estoque e Envio.

O dono do e-commerce fica responsável por toda a logística de entrega, controle de estoque e atendimento ao cliente.

Isso é bom, pois você tem total controle sobre o que pode vender e também ter produtos exclusivos.

O que leva a uma margem de lucro maior.

Por outro lado, o risco é maior e tem um custo fixo alto, pois precisa ter funcionários, fazer a logística, e controlar o estoque.

Sem falar que o prejuízo de não vender fica todo com você, afinal o estoque é todo seu. 

TENDÊNCIA EM NÃO TER ESTOQUE

Riscos em vender na internet como pessoa física

Para tentar diminuir esses riscos, começou a crescer uma tendência de empresas que não tem estoque, porém vendem mesmo assim.

O AliBaba, um dos maiores e-commerces do mundo, não tem estoque próprio, outros exemplos são a Uber, que não tem nenhum carro e o Ifood que não possui cozinha.

E seguindo essa tendência, surgiu um novo modelo de e-commerce, conhecido como dropshipping.

O QUE É DROPSHIPPING

Dropshipping é um e-commerce, porém funciona um pouco diferente. A loja virtual não tem estoque próprio e vende produtos do estoque de um fabricante.

A loja virtual fica responsável por fazer a captação de clientes e intermediar o pagamento, e o fabricante, por sua vez, faz todo o controle de estoque, separação e entrega diretamente ao cliente.

Geralmente o cliente não sabe quando uma loja virtual é um dropshipping, até o momento da entrega.

EXISTEM VANTAGENS?

Você deve estar se perguntando quais as vantagens deste modelo.

Como falei mais acima, os principais riscos do modelo tradicional de e-commerce, é a gestão de estoque e logística de entrega.

Isso não ocorre no modelo de Dropshipping, essas responsabilidades ficam todas por conta do fabricante.

Você também consegue escalar suas vendas muito mais rápido, se precisar se preocupar em aumentar o espaço físico para armazenamento ou investir em mais estoque.

Outro ponto interessante é que o investimento para começar a vender também é menor. Você não vai precisar de uma grande estrutura, e isso facilita muito para achar o nicho de mercado certo.

Tenho certeza que agora você já deve estar pensando o que vai começar a vender amanhã.

Mas calma! Existem alguns riscos que você deve calcular.

QUAIS OS RISCOS?

Se não existir um sistema que sincroniza as informações, você pode acabar vendendo um produto que não existe mais no estoque do fabricante.

Sua loja não tem controle sobre a entrega, porém o cliente não sabe disso, então você pode ter que lidar com situações complexas, caso haja extravio ou atrasos.

Como existe um intermediário na venda, as margens de lucro diminuem  para ambos os lados, vendedor e fabricante.

E, a menos que você tenha algum contrato de exclusividade, é bem provável que existam outras lojas vendendo o mesmo produto. 

Isso faz que o seu diferencial passe a ser os serviços disponíveis na loja virtual, como SAC meios de pagamento e experiência do usuário.

Bom, agora que você já sabe como funciona o dropshipping os riscos e vantagens, vamos a pergunta que não quer calar. 

VALE A PENA USAR MEU CPF?

internet como pessoa física

Muitas pessoas se empolgam com a facilidade de vender no modelo dropshipping e acabam iniciando de qualquer maneira, como pessoa física.

Em um primeiro momento, pode parecer vantajoso, mas a médio e longo prazo isso vai te trazer alguns problemas.

Você vai pagar um Imposto mais alto. As linhas de crédito para pessoa física são muito mais caras comparadas às pessoas jurídicas.

E, saindo um pouco dos números, podemos falar da idoneidade da sua loja, existem muitos golpes e lojas falsas na internet. 

Ter um CNPJ,  gera muito mais confiança e transmite mais seriedade para sua loja, e você ainda vai ter acesso a linhas de crédito e financiamentos mais baratos.

Por isso, apesar de ser tentador, começar amanhã mesmo, procure um escritório de contabilidade especializado e dê início a sua empresa.

Aqui na Brasct, temos muita experiência nesse tipo de negócio, e podemos te dar mais dicas para começar certo.

Conheça nosso site, e nos siga nas redes sociais para ficar por dentro deste e muitos outros assuntos.

Até a próxima!

Quais impostos são devidos na importação de produtos para revenda?

Se você chegou até aqui é um sinal de que você também está pensando na possibilidade de importar produtos de forma correta, certo? E não é pra menos, no Brasil a incidência de impostos sobre produtos industrializados além de ser muito elevado também tem um alto custo com maquinários e mão de obra, o que dificulta um pouco mais em todo o processo.

Neste artigo vamos falar sobre quais são os impostos devidos no momento da importação de produtos para revenda e até mesmo para concluir algum processo industrial e posteriormente a venda final para comercialização.

Quais são os impostos?

Os impostos devidos para na importação de produtos não são tão diferentes quantos os produtos industrializados por 2 motivos, se fosse incidido menos impostos tornaria o mercado interno inviável para produção, e por outro lado se houvesse incidência de muitos impostos teria o mesmo efeito o que limitaria muito o comércio de importação e exportação.

O principal imposto devido na importação é o II (imposto sobre importação), mais algumas taxas como é o caso da AFRMM, CIDEs e SISCOMEX, todos os demais impostos são iguais aos já devido em território nacional.

Os impostos são:

  • II (impostos sobre importação) – Federal
  • IPI (imposto sobre produto industrializado) – Federal
  • PIS (Programa de Integração Social) – Federal
  • COFINS (Contribuição para FIns Sociais) – Federal
  • IOF
  • ICMS (Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços) – Estadual
  • AFRMM (Adicional de frete para renovação da marinha mercante)
  • CIDEs
  • SISCOMEX

Antes de explicarmos o que são cada um desses impostos vamos já explicar uma diferença entre importação para comercialização e importação para industrialização.

Em ambos os casos é devido o IPI (impostos sobre produto industrializado), esse imposto deve ser pago já no desembaraço aduaneiro, ou seja no porto antes de retirar a mercadoria.

Agora a grande diferença, o IPI pago na importação para comercialização é pago uma única vez, como mencionado acima antes de retirar a mercadoria no porto, já no caso das indústrias que estão importando produtos ou matérias primas, ocorre uma bitributação de IPI, uma no mesmo caso da importação para comercialização e depois é devido também na revenda depois desse produto passar por novos processos de industrialização já em território nacional.

Um exemplo, se uma empresa adquirir produtos e simplesmente trocar a embalagem ou adicionar um parafuso que seja na matéria original já é tido como processo de industrialização e passa a ser devido novamente o IPI.

Só é tido como importação para comercialização quando o produto não sofre alterações na sua composição original, essas situações são esclarecidas no momento do desembaraço aduaneiro.

O que são cada um desses impostos?

quais são os impostos a pagar na importação e o que são cada um deles

II – Imposto sobre Importação, é um impostos federal devido em todos os produtos de importação para industrialização ou comércio, só não é devido esse impostos em caso da mercadoria sofrer avarias e não ter mais aplicação para nenhuma das atividades, neste caso o produto é destruído no local.

IPI – Imposto sobre produto industrializado: Conforme explicado acima é devido uma única vez quando for para comercialização e bitributado quando sofrer novo processo industrial.

PIS – Programa de Integração Social – Imposto Federal: é através desse arrecadamento que é pago anualmente o PIS para trabalhadores que recebem menos de 2 salários mínimo.

COFINS – Contribuição para FIns Sociais – Federal – É destinado a arrecadar fundos para seguridade social (saúde pública, previdência social e assistência social)

ICMS – (Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços) – Estadual – É distribuído entre os estados e municípios para ser aplicado em políticas públicas sociais, saúde, educação e segurança pública.

Taxas pagas na importação de mercadorias:

AFRMM – (Adicional de frete para renovação da marinha mercante) – Essa taxa muitas vezes não prevista pelo importador é uma contribuição para marinha mercante e indústria de construção e reparação naval.

SISCOMEX – Taxa paga para custear a operação e os investimentos do Sistema Integrado de Comércio Exterior

Quais são os riscos em não pagar os impostos devidamente na importação de produtos?

Pagar os impostos sobre produtos de importação não chega a ser uma opção na verdade, a não ser que você não queira retirar a sua mercadoria.

Você na posição de importador ou já deve ter pago pela mercadoria ou ter firmado contrato de compra com o seu fornecedor para pagamento posterior, então a mercadoria paga ou não só será liberada após o pagamento dos impostos devidos.

Os impostos que ficarão pendentes de pagar serão os mesmos devidos por qualquer outro comércio, ficando a sua empresa sujeita às mesmas regras de fiscalização e multas para o caso de sonegação ou omissão tributária.

Então é muito importante que você faça um planejamento adequado e veja se realmente vale a pena importar mercadorias, muitas vezes quando acrescido de todos os impostos e taxas pode se tornar muito mais viável comprar dentro do Brasil.

O que preciso para começar a importar?

Como já abordamos no artigo “Formas de importar mercadoria para revenda” você precisa de muito planejamento, conhecimento e fornecedores, mas o principal de tudo é estar devidamente protegido com a sua empresa constituída e ter uma assessoria contábil que realmente entenda de todo o processo para te orientar da melhor maneira.

Lembre-se sempre que importar mercadorias para revenda além de incidir impostos na chegada ao Brasil, incidem impostos também sobre as vendas e para o caso de pessoas físicas o alto risco em ter imposto devido na declaração do IRPF, o que inviabiliza todo o processo como pessoa física.

Como se proteger de impostos elevados?

assessoria especializada Brasct

Para se proteger mesmo que você já possua empresa constituída vale sempre a pena analisar se existe alguma possibilidade de redução tributária, muitas vezes você não pensa em trocar de contabilidade, mas contratar uma análise tributária pode trazer grandes possibilidades para o seu negócio, além da redução tributária também possibilita em alguns casos a recuperação de impostos pagos indevidamente.

Cadastre-se abaixo e faça parte do grupo de empreendedores que recebem frequentemente atualizações e novidades para melhorar os resultados de suas empresas.



Como vender produtos na internet?

Quer saber como vender produtos na internet? Você está em busca de novas formas de alcançar o seu público alvo sem ficar limitado em uma determinada área geográfica e aumentar as suas vendas e ainda não sabe por onde começar?

Neste artigo vamos falar como é possível você vender os seus produtos pela internet e com isso alcançar suas metas de vendas ou até mesmo começar um novo negócio, afinal neste artigo vamos falar de diversas possibilidades para você.

Vale a pena vender na internet?

Uma questão comum que vemos com muita frequência em diversos lugares e grupos de empreendedores, vender na internet realmente vale a pena?

Uns dizem que não por questões de logística, outros dizem que não por questões tributárias e já outros são totalmente adeptos e sempre falam dos benefícios em empreender no mercado online.

A nossa resposta é sim, vale a pena trabalhar de forma online vender produtos e serviços de forma 100% digital ou parcialmente tem sido um grande plus para diversas empresas que buscam melhorar os seus resultados nas vendas e utilizam diversas estratégias em conjunto e atuar de forma 100% online é com certeza uma das principais pelo simples fato de você sair de uma área limitada de atuação para uma área totalmente ampla atingindo diversas regiões se assim for o seu objetivo.

crescimento vendas pela internet no brasil em 2019

FONTE: nielsen.com/br

O que pode ser vendido na internet?

Hoje é possível vender praticamente tudo na internet desde produtos de uso e consumo, serviços principalmente se não houver a necessidade de ir até o cliente e até mesmo casas, carros, barcos, praticamente tudo.

Existem pessoas e empresas que vendem produtos de todos os tipos, vendem dos mais diversos tipos de serviços e até mesmo o próprio conhecimento, você já deve ter visto em anúncios nas mídias sociais pessoas oferecendo cursos online, esse é uma forma de vender os seus conhecimentos.

Como começar a vender e onde posso vender?

Para você começar a vender online você precisa ter em mente todo o processo da logística, desde a compra, armazenamento caso seja necessário e como enviar o produto para o seu cliente final.

Quando você define todo esse processo se torna mais fácil identificar tudo que será necessário para que você coloque os seus planos em prática, desde ferramentas, sistemas, emissores de nfs, formas de pagamento, armazenamento entre diversos outros pontos.

Por exemplo, uma pessoa/empresa que queira vender peças automotivas ou produtos cosméticos e ainda não possuí loja física terá que pensar desde quem serão os fornecedores, prazos de entrega, armazenamento, como e onde será vendido, como será feito o pagamento e emissão de notas fiscais e por fim como será o envio para o cliente final se será via correios ou transportadoras.

Já uma empresa que já possui loja física ou um armazém fica muito mais simples na hora de armazenar o produto otimizando o mesmo espaço para atender de forma física e online, utilizando até mesmo a mesma mão de obra para realizar ambos os atendimentos.

Depois disso você precisa pensar nas ferramentas de divulgação, como será a sua vitrine online?

A sua loja online (site/ecommerce/mercado livre/redes sociais) precisa ser otimizada, leve e ser segura tanto na navegação quanto nos meios de pagamento, é muito importante que você ofereça total segurança para o seu cliente, você será o responsável pelos dados inseridos no seu site então tenha muito cuidado para que os dados estejam protegidos e caso você utilize algum tipo de ferramenta de terceiros a dica é, utilize ferramentas seguras, analise as plataformas e busque sempre ver os depoimentos dos clientes para tomar a decisão de contratar essa plataforma.

Você precisa ter todo cuidado com esse tipo de terceirização por 2 motivos, um a segurança que já mencionamos acima, outra o custo envolvido, imagina você contratar uma plataforma para vender 500 produtos onde você precisa configurar manualmente cada um deles, agora imagina que ao terminar você perceba que a plataforma não atende todas as suas necessidades e você precisar mudar para outra plataforma.

Isso terá um custo altíssimo sem falar no transtorno e perda de tempo e dinheiro.

Caso você já tenha um serviço de contabilidade e eles sejam especializados em ecommerce ou distribuidores assim como nós da Brasct vale a pena conversar com o seu contador e pedir auxílio para analisar a questão tributária e se possível analisar se as plataformas atenderão as suas necessidades.

Vale mais a pena pagar pela consultoria do que correr riscos e ficar com prejuízos futuramente não é mesmo.

Como alcançar o seu público alvo e vender mais?

Depois de definir fornecedores, plataformas, logística e com tudo configurado é chegada a hora de começar a vender e para isso você precisa além de ter a sua loja online devidamente configurada em questões de estoque, custos, formas de pagamento, você precisará pensar nas estratégias que serão utilizadas.

Quem é o seu público alvo, onde o seu público está, qual o perfil desse público e quais seus hábitos de uso e consumo.

Tudo isso você consegue analisar com uma boa assessoria em marketing digital, um profissional experiente terá toda capacidade de te auxiliar na construção da sua persona e a criar as melhores estratégias para alcançar esse público e então começar a realizar as suas vendas.

Qual estratégia posso utilizar para vender mais?

Hoje existem diversas estratégias de vendas, já ouvimos falar em e-mail marketing, vídeo marketing, whatsapp marketing entre diversas outras técnicas e com todos esses tipos de “marketing” fica até mesmo difícil pensar em qual a melhor delas.

Uma coisa podemos falar, marketing é questão de teste, ao definir o seu público alvo e seus hábitos de uso/consumo você pode definir por onde deseja começar a sua estratégia.

Vale ressaltar que a estratégia que funciona para uma pessoa que vende cursos online, por exemplo, não é a mesma para quem vende serviços nem produtos físicos, mas, utilizando algumas estratégias em conjunto é totalmente possível você identificar a que melhor se aplica.

Em 2020 existe uma projeção que o aumento de uso de vídeos para vender seja o maior de todos os tempos.

consumo de vídeos na internet

E você pode e até deve utilizar o vídeo para criar uma conexão ainda maior com o seu público alvo.

Imagina que você vai vender esmaltes, é possível criar vídeos de conteúdos ensinando a aplicar o esmalte, qual melhor tipo, cuidados e como manter ele por mais tempo nas unhas.

Caso você venda peças automotivas é possível você ensinar o seu cliente como trocar as peças, as melhores marcas, como ter maior durabilidade sobre as importâncias de fazer a manutenção adequadamente.

E com essa técnica de vídeos você pode somar com a publicação nas principais mídias sociais, e claro fazer bom uso do Youtube Ads e Google Ads.

Cuidados na hora de vender produtos online

Ter cuidado na hora de vender online é primordial para que o seu negócio seja duradouro, já vimos casos de empresas que são muito boas de forma off-line e na hora de atuar de forma online acabam pecando com alguns cuidados.

A forma de tributação é diferente, você precisa ficar atento aos detalhes, por exemplo, como a sua empresa está enquadrada, você precisa alinhar com o seu escritório contábil o ajuste da sua empresa, os códigos de atividades não são os mesmos.

A o seu sistema precisa estar devidamente configurado, aqui na Brasct nós oferecemos o serviço de análise e parametrização de sistemas, onde analisamos como foi configurado o tipo de entrada e saída das NFs, CFOPs, Substituição Tributária (ST), PIS/COFINS entre diversos outros pontos.

Não basta simplesmente você criar uma loja online e sair vendendo, existe todo um cuidado a ser tomado no backstage, então antes de tomar as suas decisões consulte-nos nós com certeza podemos te auxiliar.

Proteja seus lucros das vendas online

Após conquistar os seus objetivos de criar a sua loja online, vender os produtos/serviços e ganhado muito dinheiro, é preciso você já ter planejado como proteger e como crescer ainda mais o seu negócio.

E mais uma vez a contabilidade faz a diferença.

Existem muitos escritórios contábeis que não estão devidamente preparadas para atender as suas necessidades deixando muitas vezes de fazer até mesmo a segregação tributária onde são separados os tipos de produtos pagando apenas o imposto devido sobre cada tipo de produto e não sobre o total do faturamento.

Essa técnica irá te ajudar a economizar e muito na hora de pagar os seus impostos, assim você não precisará ficar preocupado em pensar na recuperação tributária futuramente.

Se você está em busca de ter resultados reais, você precisa ter uma contabilidade que realmente entende e compreende do seu negócio e é isso que nós da Brasct oferecemos para os nossos clientes, soluções reais, que você pode confiar tranquilamente.

Fale com os nossos consultores e conheça mais vantagens em também se tornar nosso cliente.



Formas de como importar mercadorias para revenda

A forma correta e segura para distribuidores e revendedores

Importar mercadorias hoje em dia ainda está sendo algo trabalhoso quando você pensa em utilizar essa atividade para empreender, porém, apesar de ser trabalhoso ainda sim é vantajoso para que o empreendedor tenha uma margem de lucro um pouco maior ou se tornar mais competitivo no mercado.

O que é preciso para importar mercadorias?

O primeiro passo e até o mais importante na hora de você importar mercadorias para sua loja ou distribuidora é a formalização adequada da sua empresa.

É muito frequente empresas que não estão devidamente enquadradas terem problemas com importação de produtos, isso porque alguns empresários acreditam que apenas ter o CNAE de comércio é suficiente para importar mercadorias, mas, engana-se quem acredita que seja tão simples assim.

Para você importar mercadorias é crucial que a atividade de importação também tenha sido registrada para sua empresa e, você não pode ter pendências com o fisco, então antes de importar certifique-se que a sua empresa está em dia com as obrigações e que a sua empresa está devidamente enquadrada.

Registro no SISCOMEX

O SISCOMEX – Sistema Integrado de Comércio Exterior é o meio eletrônico onde todo empreendedor que irá atuar com importação e exportação precisa ser registrado ou habilitado.

Esse sistema auxilia o fisco a acompanhar diversos processos da importação, além de facilitar a comunicação entre os demais órgãos governamentais que, em alguns casos precisam anuir para que você possa importar, ministério da saúde e exército são alguns exemplos.

Existem 3 fases da importação

  1. Administrativo: Quando você cuida da burocracia, pedidos de autorização para importar a mercadoria.
  2. Fiscal: Quando é realizada a liberação dos produtos na alfândega e recolhido os impostos sobre o produto.
  3. Cambial: Quando você envia o pagamento para o exportador, ou seja, quando você paga pela mercadoria.

Controle os custos

Diversas pessoas acreditam que somente pelo fato de importar já se torna muito vantajoso financeiramente, mas nem sempre é assim.

Existem diversos produtos que podem ser até mais caros na hora de calcular todos os custos e outros produtos que não podem ser importados em hipótese alguma, como pneus, produtos químicos por exemplo.

Você deve planilhar todos os custos e comparar com a compra no mercado nacional é extremamente importante, assim você terá uma visão do que vale a pena e o que não vale a pena, nessa planilha você precisa colocar todos os pontos como:

  • Frete Internacional
  • Seguro de Transporte Internacional
  • Imposto de Importação
  • Imposto sobre Produtos Industrializados
  • PIS/Pasep
  • COFINS
  • Despesas Bancárias
  • Taxas Portuárias
  • Taxas de Armazenagem
  • ICMS
  • Despachante Aduaneiro (se houver)
  • Frete Interno
  • Margem de lucro

Dessa forma você terá uma visão límpida do seu negócio e será muito mais fácil decidir se ainda sim compensa importar essa mercadoria.

Fornecedores, como escolher?

A escolha dos fornecedores também é um processo tão importante quanto os demais, quando você decidi fazer negócios com empresas estrangeiras é importante que você tenha toda cautela e procure sempre trabalhar com empresas devidamente certificadas em questões de segurança e maquinários.

Além do mais, você precisa se certificar que esse fornecedor terá condições de suprir suas necessidades no caso de reposição de mercadorias quando necessário.

Incoterms fique atento.

Você precisa ficar atento e sempre solicitar que o seu fornecedor no exterior envie um documento discriminando as práticas entre ele (exportador) e a sua empresa (importador).

Dentre as práticas devem ser discriminados, preços de vendas, formas de pagamento, prazos de entrega e quaisquer outros aspectos que vocês possam ter negociado, dessa forma você estará precavido caso a Secretária do Comércio Exterior – Secex solicite alguma documentação.

Produtos em alta para importação

Existe uma gama de produtos que podem ser importados e que têm uma grande busca no mercado, separamos alguns produtos para você tenha ideia do que importar.

  1. Roupas de marca
  2. Maquiagem e Perfumes
  3. Acessórios femininos
  4. Eletrônicos
  5. Peças automotivas
  6. Games
  7. Decoração

Além desses produtos existem diversos outros que são muito rentáveis com boa demanda, caso você esteja começando vale pensar em testar produtos por nicho ao contrário de querer comprar de tudo um pouco e no final das contas ficar com muito estoque parado

Curso como importar mercadorias

Existe uma infinidade de produtores digitais hoje ensinando como importar mercadorias, além das diversas estratégias você também irá perceber uma grande diferença de custo de investimento, então se você realmente quer importar de forma correta vale pensar em participar de um desses cursos antes de iniciar por conta própria.

Alternativa para trabalhar com mercadorias importadas

Como alternativa você também pode pensar em empreender com dropshipping, uma técnica de vendas sem estoque físico, essa técnica muito comum em diversos países está começando a pegar forma também no Brasil e já existem pessoas que vivem somente disso.

Saiba mais sobre dropshipping nestes artigos:

Dropshipping, o que é e como funciona?

Dropshipping, como iniciar nesse mercado?

Solicite abaixo nossa proposta, proteja sua empresa com uma assessoria especializada no seu negócio.

 

WhatsApp contabilidade em são paulo

Dropshipping, como iniciar nesse mercado?

Você sabe o que é dropshipping e como funciona esse mercado que tem crescido cada dia mais entre Brasileiros?

A técnica de Dropshipping é uma forma de gestão e solução em logística onde o revendedor não precisa ter um armazenamento próprio, ou seja, ele trabalha com o estoque do seu fornecedor otimizando custos com transportes (fretes e armazenamento) e agilizando o processo de entrega, abordamos mais sobre os princípios do dropshipping no nosso artigo “Dropshipping, o que é e como funciona?”.

Dropshipping é o mesmo que ecommerce?

É muito frequente a comparação feita pelas entre o dropshipping com ecommerce, porém a operação e investimentos são bem distintos, veja só:

Vantagens e desvantagem com Dropshipping:

Custo inicial baixo;

Não tem custo de armazenagem de mercadorias;

Flexibilidade para trabalhar de diversos locais;

Você não controla o envio do produto;

Dificuldade com custo de frete;

Tem riscos em vender algo que não esteja mais disponível pelo fornecedor;

Vantagens e desvantagem com Marketplace:

Você não precisa ter estoque;

Não é responsável pelas entregas;

Não paga fretes;

Baixa comissão;

Precisa ter muitos produtos;

Concorrência muito acirrada;

Um exemplo de marketplace é o Mercado Livre, nele diversas empresas anunciam seus produtos para venda e pagam apenas uma comissão para o Mercado Livre, como se fosse aluguel pelo espaço vendido.

Para o vendedor isso é uma excelente oportunidade porque reduz drasticamente o custo com marketing digital, campanhas em facebook ou Google ads, mas, fica dependente do destaque na plataforma por isso é importante ter algum diferencial no momento de anunciar, já falamos um pouquinho sobre isso no artigo “Como declarar vendas feitas no mercado livre”.

Como iniciar com dropshipping?

Para iniciar no mercado de dropshipping apesar de ter um baixo custo é extremamente aconselhável que você se prepare, realize alguns cursos para entender um pouco mais sobre todos os trâmites para gestão.

Hoje existem algumas pessoas e empresas que se destacam neste mercado e ensinam através de cursos e mentorias como começar e ter resultados positivos, mas vale lembrar que o resultado não é igual para todos, como em todo mercado, existem pessoas que se destacam mais e outras menos tudo vai do quanto você irá se dedicar para isso afinal o seu resultado será proporcional ao seu esforço.

Cursos para quem deseja iniciar no mercado de dropshipping:

9ds.com.br

tanbrothers.com.br/

Antes de você iniciar é importante que você pense em quais tipos de produtos você tem mais familiaridade e o que gosta de trabalhar, ter lucro é importante, mas, quando você identifica e trabalha com produtos que já tem familiaridade fica mais fácil de alcançar boas vendas.

Por exemplo, não adianta você querer trabalhar com todos os itens porque será necessário investir em tráfego pago, precisará cuidar das vendas e fazer isso para muitos produtos acaba sendo inviável.

Se você quer focar em relógio tenha alguns modelos e busque alguns fornecedores para os modelos que você vai trabalhar, dessa forma você evita perder vendas caso o seu fornecedor não disponibilize de estoque.

Preciso ter empresa para trabalhar com dropshipping?

Muitas pessoas pregam que você pode começar a trabalhar sem constituir uma empresa, para “economizar” com custos de legalização e contador, mas isso é um grande mito, falamos detalhadamente no artigo “O que é dropshipping e como funciona”.

Quando você opta por iniciar um negócio informalmente, você está assumindo uma grande responsabilidade para você, todas as pessoas que desejam empreender precisam ter no seu planejamento a formalização do seu negócio, é a única forma correta para pagar a menor carga tributária e não ter riscos com o fisco.

Afinal se você quer abrir um negócio você quer que ele dê lucros não é mesmo?

Caso você precise de uma assessoria especializada entre em contato com a nossa equipe ou clique no botão abaixo para falar com a gente por Whatsapp.

 

WhatsApp contabilidade em são paulo