Já é 2026 e, a partir de agora, anunciar no Facebook e no Instagram custa mais caro.
Não por aumento de concorrência.
Não por queda de performance.
O motivo é outro: impostos passaram a incidir diretamente sobre os anúncios.
Na prática, isso significa algo simples — e brutal.
Parte do seu orçamento de mídia não vira alcance, clique nem venda. Vai direto para o governo.
Se antes você investia R$ 1.000 em anúncios, agora apenas R$ 878,50 são efetivamente usados para impulsionar campanhas.
Os outros R$ 121,50 ficam pelo caminho, consumidos por tributos como PIS, COFINS e ISS.
E é exatamente aqui que mora o perigo.
O erro que quase todo e-commerce continua cometendo
Grande parte dos e-commerces insiste no mesmo erro de principiante:
tratar imposto como algo que se resolve no fechamento do mês.
O problema é que o imposto sobre anúncios não é um detalhe contábil.
Ele é custo de aquisição.
Quando 12,15% do investimento em tráfego pago vai direto para tributos, o seu CAC sobe automaticamente — mesmo que a campanha esteja performando bem.
- 📉 O anúncio não piorou
- 📉 O criativo não errou
- 📉 O algoritmo não mudou
Quem mudou foi o jogo financeiro.
E quem não recalcula, perde dinheiro em silêncio.
Por que o impacto demora a ser percebido
Esse aumento não aparece de forma explícita.
Ele não chega com um alerta nem com um aviso claro no gerenciador.
Aos poucos, os sinais começam a surgir:
- o ROI aperta,
- a margem diminui,
- o lucro some.
Como consequência, muitos e-commerces tentam resolver o problema do jeito errado.
As decisões erradas que custam caro em 2026
Diante da queda de resultado, o movimento costuma ser previsível:
- cortar tráfego que ainda é lucrativo,
- reduzir investimento sem recalcular números,
- pressionar fornecedores,
- ou simplesmente esperar que “o mercado melhore”.
No entanto, o imposto não vai embora.
O que precisa mudar é o modelo financeiro da operação.
E-commerces que dependem de tráfego pago precisam pensar como gestores financeiros, não apenas como gestores de campanha.
Se antes a pergunta era:
“Será que vale a pena investir em tráfego pago?”
Agora a pergunta correta é outra:
“Dessa verba, quanto realmente vira clique e quanto vira imposto?”
O que precisa ser recalculado de verdade
Responder essa pergunta exige estrutura. Não achismo.
Mais especificamente:
- cálculo real de CAC já considerando impostos,
- análise de margem por canal,
- revisão de preços,
- e, principalmente, planejamento tributário adequado ao e-commerce.
Sem isso, cada turbinada no post vira um tiro no escuro.
O papel da contabilidade no novo cenário do e-commerce
Nesse novo cenário, quem conta com uma contabilidade ativa — que participa da estratégia de crescimento — não sofre.
Uma contabilidade especializada em e-commerce precisa:
- entender o impacto real dos impostos no tráfego pago,
- escolher o regime tributário mais eficiente,
- recalcular preços com base em margem, não em achismo,
- proteger o lucro antes de escalar.
E essa é exatamente a proposta da BRASCT.
Anunciar continua sendo essencial — improvisar, não
Anunciar vai continuar sendo fundamental para crescer.
O que muda é que, agora, até para escalar anúncios é preciso estrutura tributária bem definida.
Quem se antecipa não trava campanhas.
Quem ignora, paga para anunciar e ainda perde margem.
👉 Fale com o time da BRASCT e entenda o impacto real de todos os impostos dentro da sua operação antes de escalar.

