E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor

Os consumidores online estão cada vez mais exigentes. No Google, por exemplo, a busca por “melhor” supera a busca por “mais barato”. Isso se deve ao fato de que é muito fácil encontrar o produto com menor preço pelas ferramentas do próprio Google ou dos marketplaces.

Mas definir qual é o produto de maior qualidade é subjetivo e demanda maior pesquisa. É aí que moram diversos critérios para definir a escolha dos produtos. Se você tem um e-commerce, não deixe de conferir esta lista com 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor.

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1. Preço

Esse é o fator mais óbvio, certo? Afinal, como falamos anteriormente, é muito fácil comparar o valor dos produtos à venda, então esse já é um filtro para estabelecer quanto o consumidor pode ou quer pagar.

Depois dessa peneira, as pessoas costumam pesquisar pelo produto que tem maior qualidade entre os que cabem no orçamento. Nesse ponto, a qualidade tende a definir qual produto escolher. Mas entre produtos de qualidades semelhantes, o preço acaba sendo o critério de desempate mais natural.

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2. Presença

Antes de mais nada, é preciso se fazer presente nas pesquisas do consumidor. O primeiro passo essencial para que alguém compre o seu produto é encontrá-lo. Por isso, além de estar disponível nas principais plataformas, ainda é preciso criar uma imagem forte e atraente para a marca e os produtos, para que eles se destaquem.

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3. Tendências

Naturalmente, a busca tende a ser maior por produtos que trazem novidades ou que estão na moda. Por isso, manter a lista de produtos atualizada à realidade do mercado é um passo essencial para alcançar boas vendas.

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4. Gatilhos de significado

São palavras, frases curtas, descrições, símbolos ou imagens que rapidamente criam atalhos mentais, fazendo com que o consumidor associe o produto a ideias positivas. É o caso de frases como “sem adição de açúcares”, palavras como “econômico”, desenhos como uma folha de árvore representando consciência ambiental, etc.

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5. Análises

Trata-se de recorrer a especialistas para saber qual produto eles consideram melhor. É o caso de uma influenciadora digital que faz avaliações de maquiagens, por exemplo. Também pode ser um site de tecnologia que faz análises dos diversos modelos de notebook para comparar quais são as vantagens de cada um.

6. Escassez

As pessoas tendem a se sentir mais impulsionadas a comprar quando o estoque do produto é pequeno, e ele corre o risco de acabar rapidamente. Isso faz que o consumidor tenha pouco tempo para decidir e acabe finalizando a compra para não se arrepender depois. Essa lógica funciona muito bem com vagas limitadas de cursos online, por exemplo.

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7. Gratuidade

Qualquer promoção que envolva o ganho de algo de forma gratuita gera um grande apelo no consumidor. Pode ser algo do tipo “compre 1 e leve 2”, um acréscimo na quantidade do produto ou até mesmo um brinde. Nesse quesito, o frete grátis também é uma questão chave.

8. Descontos

Parece tentador comprar um produto com 30% de desconto, afinal, é um excelente negócio. Claro, quanto maior o desconto, maior essa sensação. Por isso, esse é um fator que faz com que o consumidor sinta que está tendo muita vantagem na compra.

9. Avaliações

Um dos fatores mais importantes no anúncio de um produto são as avaliações dos consumidores. Por elas, é possível saber se o produto realmente cumpre o que promete e se tem qualidade. Do mesmo modo, reclamações em sites como o Reclame Aqui podem fazer com que o consumidor decida desistir da compra.

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10. Indicações

Mesmo quando falamos de e-commerce, o famoso “boca a boca” ainda cumpre um papel importante. Quando uma pessoa acha um produto com boas condições de venda, é comum que ela compartilhe isso com outras pessoas. Além disso, a jornada de compra pode começar pelo depoimento de alguém que já adquiriu aquele produto e gostou.

11. Entrega rápida

Quando um consumidor compra um produto, ele deseja tê-lo em mãos o mais rápido possível. Ele pode até estar comprando algo que precisa usar em poucos dias. Por isso, o tempo de entrega curto é um fator favorável, assim como um tempo longo pode levar à desistência da compra.

Veja como funciona o frete nos principais marketplaces no nosso artigo: 7 maiores marketplaces do Brasil 2022: como vender neles.

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12. Interface da loja

Guiar o consumidor de forma clara e rápida para continuar a sua jornada de compra ajuda que ele continue o processo na sua loja mais facilmente. Muita burocracia ou uma lógica confusa pode fazer com que ele desista no meio da compra.

13. Apresentação

O consumidor se sente muito mais confortável para comprar um produto online a partir do momento em que ele tem informações completas a seu respeito. Por isso, além de fotos nítidas e variadas, é preciso uma descrição completa, incluindo detalhes sobre características, tamanhos, possibilidades de uso, etc. Um cliente pode deixar de comprar um notebook em uma loja, por exemplo, porque o anúncio não informa os detalhes técnicos dele.

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14. Formas de pagamento

Grande parte das vezes, o cliente não tem dinheiro para pagar o produto à vista. Portanto, a possibilidade de dividir o pagamento no cartão de crédito é uma necessidade para fechar muitas compras, especialmente se o número de parcelas puder ser maior.

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15. Garantia e devolução

Todas as vendas online são passíveis de devolução, mas apresentar uma política clara e segura sobre como isso funciona na sua loja dá segurança para os clientes. A garantia também é um fator diferencial e, claro, quanto maior, melhor.

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16. Qualidade

Começamos falando do preço e não poderíamos terminar sem falar da qualidade. Como dissemos, é ela quem consegue definir o que comprar dentro da faixa de preços possível. Muitos dos critérios acima refletem a qualidade, como as avaliações e as análises. No fim das contas, sempre vai fazer diferença o quão bom é o produto que você pode oferecer.

Conte com toda a ajuda necessária para o seu negócio

Esses foram os 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor no e-commerce. Agora que você já os conhece, é hora de se organizar para dar conta de se destacar nesse mercado.

A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em e-commerce. Conte com a nossa ajuda para manter as finanças da sua empresa em dia e ter condições de oferecer os melhores serviços para os seus clientes.


Shopee: nova taxa para vendedores CPF


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E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor


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Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?


Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?



Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?

Muitos vendedores no marketplace da Shopee têm optado por usar o dropshipping como método de venda online na plataforma. Essa é uma estratégia que tem se tornado cada vez mais comum no comércio eletrônico, mas que precisa ser pensada a partir das características de cada marketplace. Abaixo, vamos explicar se vale a pena fazer dropshipping na Shopee.

O que é o dropshipping?

Dropshipping é o método de vendas no qual você não tem estoque dos produtos que vende. A cada venda, você solicita o produto do fornecedor e pede que ele seja entregue diretamente no endereço do comprador. Portanto, você é apenas um intermediário entre o fornecedor e o cliente final. Os produtos nem chegam a passar pelas suas mãos.

O dropshipping é uma maneira mais fácil de começar a vender online, porque você não tem a necessidade de caixa inicial para comprar os produtos. Além disso, você não tem que fazer gestão de estoque e nem cuidar da parte logística, já que você não é o responsável pelas entregas.

Quais são as regras da Shopee?

A Shopee não deixa claro nos seus termos de uso como essa prática é regulada dentro da plataforma. Mas esse marketplace não foi criado com a intensão de promover estratégias de venda como essa. Isso significa que o processo de envio do pedido para o fornecedor não é automático e precisa ser feito manualmente.

Existem casos de vendedores que tiveram suas contas bloqueadas. Portanto, fazer dropshipping na Shopee é uma estratégia que envolve risco para o vendedor. Dessa forma, tenha em mente que esse é um proceso “extraoficial”, não regulamentado pela plataforma.

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Como fazer dropshipping na Shopee?

Se você quer atuar no comércio eletrônico a partir da estratégia de dropshipping, a primeira coisa a ser feita é um estudo de mercado para determinar que tipos de produtos você deve vender, inclusive definindo se serão produtos de apenas de um nicho ou de tipos variados.

Depois disso, você deve escolher os seus parceiros, que são os fornecedores. Isso é muito importante porque o seu negócio vai depender totalmente deles. Por isso, eles precisam ser confiáveis e fornecer produtos de qualidade. Fazer dropshipping nacional é mais fácil, pois o contato com o fornecedor é mais rápido.

Para realizar esse processo na Shopee, primeiro você deve fazer o seu cadastro na plataforma, o que é bem fácil e intuitivo. Você pode cadastrar seu CPF ou CNPJ. A Shopee tem uma Central do Vendedor, que explica todos os processos necessários em detalhes.

Então você deve cadastrar sua loja, criando um nome, uma logo e uma descrição interessantes para ajudar nas vendas. A partir daí, você já pode cadastrar os seus produtos. Para isso, pegue todos os dados, características e fotos deles com o seu fornecedor.

Você também deve informar para a Shopee que o envio será por sua conta, não integrado ao sistema de logística da plataforma.

Como funciona o processo de dropshipping?

A partir do momento em que você fizer uma venda, você é o responsável pela comunicação com o seu fornecedor e com o seu cliente. Para todos os efeitos, o cliente está comprando de você, portanto a responsabilidade é totalmente sua.

Você deve passar todos os dados da venda para o fornecedor, inclusive a etiqueta que a Shopee gera. O fornecedor é que vai ser responsável por separar, embalar e despachar o produto.

Você vai ficar responsável pelo relacionamento com o cliente, disponibilizando código de rastreio, prazo de entrega e ficando à disposição para tirar qualquer dúvida. Você também deve acompanhar a entrega até o recebimento do cliente, garantindo que tudo está dentro dos padrões, e que o cliente está satisfeito.

É importante entender a centralidade das demandas de contato com o fornecedor e de atendimento ao cliente, afinal de contas, é a sua loja que está sendo avaliada.

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Devo optar pelo dropshipping?

Como você viu neste artigo, o dropshipping na Shopee tem se tornado uma prática cada vez mais comum. Mas vale a pena fazer? O dropshipping pode ser um método de trabalho mais fácil por não demandar uma necessidade de caixa alto no início. Mas você vai ter uma demanda bem significativa relacionada aos processos manuais e de atendimento ao cliente. 

Portanto, o dropshipping é uma estratégia que envolve vantagens e desvantagens, e você deve levá-las em consideração na hora de optar ou não por esse método. De uma maneira ou de outra, você pode contar com a Brasct. Nós somos um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em dropshipping e demais estratégias de venda online.


Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?


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Tudo sobre a Restituição do Imposto de Renda 2022


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7 maiores marketplaces do Brasil 2022: como vender neles?

As vendas pela Internet têm se tornado uma tendência cada vez maior no mercado brasileiro. Por isso, se você ainda não faz vendas online, pode estar perdendo uma grande oportunidade. Mas, quando falamos nesse tema, é comum que muitos empreendedores não saibam nem por onde começar. Por isso, vamos te dar todas as dicas a seguir.

As vendas online costumam acontecer de duas formas: através de e-commerces ou de marketplaces. Os e-commerces são lojas virtuais próprias de cada empresa. Os marketplaces, por outro lado, são como shoppings virtuais, nos quais você encontra uma diversidade de produtos de diferentes vendedores.

Criar uma loja virtual própria exige mais investimento e estratégias de marketing para atrair clientes. Por isso, os marketplaces são a forma mais fácil e eficiente de entrar no mercado online. Neste artigo, vamos te explicar como vender nos 7 maiores marketplaces do Brasil em 2022. Acompanhe a lista abaixo:

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1. Mercado Livre

O Mercado Livre é amplamente reconhecimento como o maior marketplace do Brasil. O sucesso da plataforma é tão grande que, em 2020, ela superou a Vale, se tornando a empresa mais valiosa da América Latina. A plataforma conta com mais de 300 milhões de usuários cadastrados em todo o mundo.

  • Quem pode se inscrever: É possível criar uma conta no site tanto como pessoa física (CPF) quanto como pessoa jurídica (CNPJ).
  • Quanto é cobrado: A cada produto vendido, é cobrada uma comissão que varia entre 11% e 19%, dependendo do tipo de anúncio e de produto. Há uma opção gratuita limitada para as primeiras vendas.
  • Como funciona o envio: Dependendo da reputação do vendedor, ele ganha desconto de até 50% no frete grátis. É obrigatório oferecer frete grátis nas compras acima de R$ 79.

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2. Shopee

A Shopee tem se tornado rapidamente um dos marketplaces mais populares no Brasil pela facilidade com que as compras podem ser realizadas no aplicativo e pelos preços baixos. Um grande diferencial da Shopee é oferecer 2 cupons de frete grátis por mês para os clientes, além de 3 cupons de frete grátis extras que podem ou não ser aceitos pelos vendedores cadastrados.

  • Quem pode se inscrever: É possível criar uma conta no site tanto como pessoa física (CPF) quanto como pessoa jurídica (CNPJ).
  • Quanto é cobrado: É cobrada uma comissão de 12% por produto vendido, até o máximo de R$ 100.
  • Como funciona o envio: O vendedor não paga nada pelo envio quando o comprador usa um cupom de frete grátis. Se o vendedor optar por aceitar cupons de frete grátis extras, é cobrada uma taxa adicional de 6% por produto vendido.
  • Observação: O Shopee está restringindo a quantidade de vendas que podem ser feitas por pessoas físicas. Em abril de 2022, passará a haver o limite de 100 vendas por mês para quem usa o CPF. A partir de maio, esse limite cairá para 30 vendas por mês.

Images and videos | Amazon.com, Inc. - Press Room

3. Amazon

Inicialmente voltada apenas para a comercialização de livros, a Amazon se abriu para outros segmentos, tornando-se um dos marketplaces de maior destaque. Ela é a maior empresa do mundo na atualidade, mas não tem tanta liderança do mercado brasileiro quanto tem em outros países mundo afora.

  • Quem pode se inscrever: É possível criar uma conta no site tanto como pessoa física (CPF) quanto como pessoa jurídica (CNPJ).
  • Quanto é cobrado: Há dois planos, o Profissional e o Individual. É cobrada uma taxa mensal de R$ 19 no primeiro, e uma taxa de R$ 2 por item vendido no segundo. Além dessas taxas, também é cobrada uma comissão que varia entre 8% e 20%, dependendo do tipo de produto.
  • Como funciona o envio: A Amazon entrega os produtos para os clientes, cobrando o valor integral do vendedor, que varia de acordo com o item.

Magazine Luiza Logo – Magalu Logo - PNG e Vetor - Download de Logo

4. Magazine Luiza

Partindo do sucesso da rede de lojas físicas, a apelidada Magalu se tornou uma presença muito forte no mercado online brasileiro. Destacando-se inicialmente no ramo de móveis e eletrodomésticos, nas vendas online, ela conta com a mais diversa variedade de produtos. Recentemente incorporou a Netshoes.

  • Quem pode se inscrever: Só é possível criar uma conta no site como pessoa jurídica (CNPJ). 
  • Quanto é cobrado: Para quem é MEI ou optante pelo Simples Nacional, é cobrada uma comissão de 3,99%. Para outras empresas, é cobrada uma comissão que varia entre 10% e 20%, dependendo do tipo de produto.
  • Como funciona o envio: A Magazine Luiza entrega os produtos para os clientes. É obrigatório oferecer frete grátis acima de R$ 79, sendo cobrada uma coparticipação do vendedor, que pode ser zerada se ele cumprir os prazos de entrega.
  • Observação: Existe a possibilidade de criar uma conta como “divulgador”, cadastrando-se como pessoa física (CPF). Mas ela não possibilita vender produtos próprios, apenas anunciar produtos oferecidos por empresas. Ainda assim, pode ser um bom investimento, já que, com essa modalidade, é possível ganhar uma comissão que varia entre 1% e 12%.

Onboarding

5. Via Marketplace

Via Marketplace é o novo nome do antigo Via Varejo. Esse conglomerado é composto pelas Casas Bahia, pelo Extra e pelo Ponto. Portanto, cadastrando-se nele, você tem seu produto divulgado nesses três sites. Todas essas empresas têm forte presença no mercado brasileiro a partir das suas lojas físicas, tornando-se uma forte potência quando unidas no ambiente online.

  • Quem pode se inscrever: Só é possível criar uma conta no site como pessoa jurídica (CNPJ).
  • Quanto é cobrado: É cobrada uma comissão que varia entre 18,5% e 21%, dependendo do tipo de produto.
  • Como funciona o envio: O Via Marketplace tem um sistema próprio de entregas chamado Envvias, que sai mais em conta para o vendedor.

File:Lojas Americanas Logo.svg - Wikimedia Commons

6. Americanas Marketplace

Americanas Marketplace é o nome que a B2W, dona da plataforma, tem usado atualmente. Mesmo assim, ela ainda é muito referida como B2W Marketplace. Esse conglomerado é composto pelas Americanas, pelo Submarino e pela Shoptime. Portanto, cadastrando-se nele, o vendedor tem seus produtos divulgados nesses três sites.

A Americanas, enquanto rede de lojas físicas, já trazia uma imensa variedade de produtos. Nas vendas online, ela ampliou seu alcance se juntando a esses veteranos da Internet.

  • Quem pode se inscrever: Só é possível criar uma conta no site como pessoa jurídica (CNPJ).
  • Quanto é cobrado: É cobrada uma comissão que varia entre 12% e 19% por venda, dependendo do tipo de produto. A comissão é sobre o valor do produto + o valor do frete.
  • Como funciona o envio: As entregas são feitas pelo Americanas Marketplace. O custo do frete grátis tem um desconto de 80% para os vendedores que aderirem ao programa Fulfillment.

OLX Logo - PNG and Vector - Logo Download

7. OLX

A OLX surgiu como uma espécie de classificados online, muito relacionada à venda de produtos usados. Mas o crescimento do site tem atraído cada vez mais empresas para ele.

Inicialmente, todo o processo de pagamento e envio ocorria entre o vendedor e o cliente, de forma independente da plataforma. Mas com a criação da carteira digital OLX Pay, passou a existir a possibilidade de o site intermediar esses processos.

Também é conhecida por permitir anúncios de imóveis e veículos.

  • Quem pode se inscrever: Qualquer um pode se inscrever. O cadastro no site é bastante simples, podendo ser feito até mesmo através da conta do Facebook ou do Google.
  • Quanto é cobrado: Há uma opção gratuita, que permite até 40 anúncios por mês, e o Plano Profissional, que custa a partir de R$ 59,90 por mês. É cobrada uma taxa de 10% para quem usa a OLX Pay. Caso contrário, o pagamento não é feito pela plataforma.
  • Como funciona o envio: A forma de entrega é combinada diretamente com o cliente. Mas nas compras com OLX Pay, é possível usar o serviço Entrega em Casa, pago pelo cliente.

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Pronto para começar a vender online?

Deu para entender como vender nos 7 maiores marketplaces do Brasil em 2022? A BRASCT é um escritório de contabilidade em São Paulo preparado para te ajudar a dar esse passo no seu negócio. Precisa de ajuda para organizar suas vendas online? Fale com a gente!

Como declarar as vendas feitas no Mercado Livre

Qual os maiores objetivos que todas autopeças têm em comum?

Vender mais, esse é o maior objetivo em comum não apenas das autopeças, mas também de qualquer comércio, uma vez que a empresa depende das vendas para se manter e  quanto maior for seu faturamento maior será o poder de reinvestir na empresa e consequentemente poder crescer.

Formas de impulsionar as vendas da sua autopeça

Para que as vendas se tornem realidade o empresário precisa buscar diversas modalidades de divulgação dos seus produtos para não ficar dependendo única e exclusivamente do seu balcão de vendas.

Uma das alternativas que empresários utilizam é a plataforma de marketplace do MercadoLivre que possibilita vendedores expor de forma online seus produtos pagando pequenas taxas sobre as vendas realizadas.

Muitas pessoas acreditam que o Mercado Livre dispõe de contas apenas para pessoas físicas, mas existe também a possibilidade de criar contas para empresas, onde o vendedor pode destacar sua marca e com pequenos valores consegue posicionar seus produtos com destaques em determinadas categorias, neste caso linha automotiva.

Tela de cadastro para empresas do MercadoLivre.

Além de poder fazer vendas utilizando o Mercado Livre também é possível utilizar o Mercado shops, um tipo de loja virtual 100% customizada para o seu negócio onde você não terá mensalidade e só paga por vendas realizadas igual no próprio Mercado Livre.

 

 

As vantagens de utilizar o Mercado shops é que você tem uma loja 100% online com todos os seus produtos (você deverá cadastrar item a item), com a sua logo marca seus dados de contato tudo muito simples e fácil de configurar, caso você não tenha conhecimento técnico existem empresas que prestam assessoria para configuração.

Caso você utilize apenas o marketplace do MercadoLivre é mais simples de realizar todas as configurações, cadastro da empresa e dos produtos e então começar a realizar as suas vendas sejam elas de forma orgânica ou patrocinada pelo próprio Mercado Livre ou através de outras plataformas (Google Ads ou Facebook Ads).

Cuidados ao realizar vendas no Mercado Livre

Se você já passou por todo o processo mencionado acima e já está vendendo agora esta na hora de você ficar atento, pois todas as vendas originadas de forma online através de marketplace como o Mercado Livre precisam ter cuidados muito importantes para serem tomados e você não ser pego com a fiscalização.

Quando uma pessoa decide vender algo em vias de regra a pessoa tem que comprar esse objeto correto?

Ou seja, vamos seguir a ideia de que você já possui a sua autopeça legalizada e decidi vender parte do seu estoque no Mercado Livre, então você tem nota fiscal de entrada, essa nota fiscal precisa ter sido emitida por um fornecedor seja ele distribuidor ou indústria, muito cuidado para notas fiscais de bonificação, brindes, simples remessa ou remessas para conserto, esses tipos de classificação para notas fiscais não podem ser revendidos e caso sejam pode gerar problemas futuros.

Então para que você possa vender algum produto como Pessoa Jurídica é primordial que o produto vendido tenha uma nota fiscal para ser lançada em seu estoque e posteriormente vendido no comércio eletrônico.

As primeiras vendas no Mercado Livre

Quando você realizar a primeira venda você precisa especificar o tipo de transporte, imagine se você tenta vender um capô ou uma porta por exemplo, como você iria enviar isso por correios?

Então o mais ideal que você negocie a forma de entrega da mercadoria, se a pessoa irá retirar na sua loja, se você irá entregar com veículo próprio ou se irá enviar por correios ou transportadora dependendo do tipo de produto que está sendo vendido.

Vendas do MercadoLivre devem ter nota fiscal?

Se você também já se fez essa pergunta, a resposta é SIM, você como um empreendedor deve emitir nota fiscal no ato da venda para que a mesma seja enviada junto com a mercadoria evitando que seja apreendida por fiscalizações que possam ocorrer.

Então atente-se de ter todos os dados do comprador para emissão da nota fiscal, e lembre-se que a sua nota fiscal precisa ser uma nota de vendas sela para dentro ou fora do estado, o que não pode ocorrer é no momento da sua emissão colocar como simples remessa, bonificação, brindes ou qualquer outra classificação, lembra o que falamos sobre as notas fiscais de entrada para sua empresa? Siga as mesmas regras para fazer a nota fiscal de saída, dessa forma você terá declarado em seu sistema a origem de entrada da mercadoria e a saída fechando o ciclo como um todo.

Como declarar as vendas feitas no Mercado Livre, quais impostos são devidos?

Assim como as vendas que ocorrem no seu balcão de vendas caso tenha um, ou vendas de qualquer outra plataforma de marketplace, as vendas originadas no MercadoLivre compõem o faturamento da empresa como um todo, sendo pago um percentual sobre o faturamento bruto da empresa.

Como o setor de autopeças tem tributação monofásica os impostos como PIS e COFINS devem ser retidos na fonte, ou seja, são pagos diretamente na indústria ou pelo importador caso o produto seja de origem estrangeira.

Muitas empresas acabam pagando em duplicidade alguns impostos pelo simples fato de não solicitarem a isenção dos impostos sobre mercadoria monofásica, muitas vezes com receio de uma possível fiscalização, porém quando solicitado a isenção será analisado se a empresa está em dia com suas obrigações e se tem ou não pendências com a união, caso não tenham a possibilidade de conseguir a redução tributária é muito maior.

Então, para autopeças do simples nacional que vendem através do mercado livre fica devido o DAS mensal, este como falado é calculado sobre o faturamento mensal da empresa pagando apenas uma porcentagem geralmente iniciando em 4% para faturamento de até 180 mil reais/ano.

Então se você também tem vendido através do Mercado Livre ou qualquer outro marketplace não deixe de emitir todas as notas fiscais antes do envio da mercadoria, para que a nota fiscal e a mercadoria chegam juntas ao seu destino final.

Caso você ainda tenha alguma dúvida sobre este tema ou gostaria de conhecer as possibilidades de redução tributária para autopeças entre em contato, nós já realizamos a recuperação de mais de 600 mil reais em impostos pagos a maior ou de forma indevida.

 

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