3 dicas para reduzir os custos tributários na sua empresa

Toda empresa precisa cumprir com o pagamento de tributos e taxas, o que muitas vezes, acaba abalando a saúde financeira da empresa. Por conta dos altos tributos cobrados pelo Governo, os empresários procuram sempre alternativas para reduzir a carga tributária da empresa, ou seja, pagar menos tributos.

Para que isso seja possível, a empresa deve se organizar e atentar-se a alguns fatores que, de preferência, devem ser orientados por um advogado tributário, para que não haja sonegação fiscal e a empresa consiga pagar menos de forma legal.

Dessa forma, um eficiente planejamento tributário se faz necessário, contando, se possível, com profissionais especializados e com tecnologia que auxilie no monitoramento e nos cálculos dos compromissos fiscais.

Quando essa tarefa é bem-feita e sem riscos fiscais, a empresa consegue melhorar o seu saldo de fluxo de caixa, o que proporciona mais dinheiro para investimentos e cumprimento das obrigações da empresa.

Separamos algumas dicas para sua empresa conseguir reduzir a carga tributária de forma legal e totalmente positiva. Confira!

Defina o regime tributário da empresa

O primeiro passo de um bom planejamento tributário, é definir qual regime a empresa se encaixa. Essa decisão é feita todo ano e é a partir dela que são definidos quais impostos devem ser recolhidos e como os procedimentos ocorrerão. Em nosso país, encontramos 3 tipos de regimes tributários:

• Lucro Real: A tributação incide sobre o lucro líquido real da empresa durante um determinado período. É indicado para empreendimentos de grande porte.

• Lucro Presumido: A carga tributária incide sobre um lucro estimado pela lei. É indicado para empresas que apresentam margens de lucro menores.

• Simples Nacional: Todos os tributos são pagos por meio de um único documento: o Documento de Arrecadação do Supersimples (DAS). Assim, a gestão dos tributos é mais simplificada e os valores cobrados são mais baixos. É indicado para ME (microempresa), EPP (empresa de pequeno porte) e MEI (microempreendedor individual).

Ao saber qual regime a sua empresa se encaixa, a sua equipe poderá conhecer os tributos a serem cobrados e obrigatórios e quais podem ser reduzidos legalmente.

É importante ressaltar que é de suma relevância que a sua equipe e você, empreendedor, saiba a realidade financeira da sua empresa antes de decidir o regime ideal para a mesma. Ao comparar as formas de pagamento de cada regime, as brechas e as hipóteses de isenção com a realidade financeira da empresa, é possível optar pela tributação mais adequada.

E isso não significa que o regime mais simples seja o mais vantajoso economicamente. Por exemplo, enquanto o Lucro Real exige mais declarações ao longo do ano, porém tributa somente o lucro da empresa nos seus maiores impostos e não seu faturamento total.

Benefícios fiscais podem ajudar

Os benefícios fiscais acontecem através de trocas interessantes para o Governo, que irão ser revertidas em redução ou até mesmo isenção de impostos de empresas. Exemplos disso, são as aquisições de ações da empresa, investimentos em áreas específicas ligadas ao Governo ou entradas em programas do Governo. Dessa forma, a organização tem redução ou isenção de imposto de renda e Contribuição Social.

Geralmente, esses investimentos estão ligados ao incentivo de ações voltadas à cultura, à educação ou à responsabilização e conscientização social, o que consegue também melhorar a imagem da empresa e proporcionar mais credibilidade.

Subdivida a empresa

Empresas muito grandes ou que realizam mais de um tipo de atividade comercial, podem subdividir a empresa para reduzir o impacto dos impostos. Assim, você consegue enquadrar cada atividade no melhor regime tributário e obter uma economia considerável para o todo. Além disso, a subdivisão pode diminuir a carga tributária, por reduzir a base de cálculo de cada parte da empresa e, assim, gerar incidências alíquotas mais baixas.

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Como aumentar os lucros de uma Autopeças

O setor de autopeças é detentor de uma atividade promissora.

Mas para obter sucesso por dessa atividade são necessárias estratégias para alavancar as vendas e obter lucros.

O aumento na frota de automóveis é exponencial e com isso há maior necessidade de peças e consequentemente chances de vender mais.

Esse aumento leva em consideração fatores diversos, entre eles especialidades, divulgação, localização e bons preços.

Além desse aumento a capacidade que o gestor tem no momento de trabalhar a base de clientes é essencial.

Quanto mais conhecer o cliente e suas necessidades mais chances de atendê-lo quando necessitar.

É importante para isso manter um histórico do cliente, de compras e periodicidade.

Para que uma autopeça dê lucro e progrida a gestão é essencial.

Outra maneira de obter aumento de lucros é com a instituição de inventário rotativo.

Você sabe o que é inventário rotativo?

Essa é uma maneira de inventário que realiza a contagem de apenas porções do estoque de maneira regular.

Ao invés de contar o estoque por completo.

Para que isso seja possível definem-se ciclos de contagem de modo que sejam contados todos os itens do estoque em período determinado.

Qual o objetivo utilizando esse método?

O objetivo central das empresas hoje em dia que precisam trabalhar com um estoque é reduzi-lo de forma que seja possível comprar apenas os itens que tem demanda.

Para que haja essa possibilidade é preciso ter noção exata da demanda e também conseguir prever variações a ocorrer.

Esse tipo de previsão evita quebras de estoque ou estoque sobressalente.

Quando existe uma previsão segura há margem de redução de estoque sem prejuízos a operação ou as vendas.

E esse tipo de inventário cíclico também permite identificar problemas na contagem e uma tomada rápida de decisão para correção.

Quando existe possibilidade de manter um estoque mínimo nas autopeças contamos com a redução do capital investido em estoque.

E isso aumenta os lucros.

É possível aperfeiçoar a armazenagem e reduzir custos pessoais na manutenção do estoque.

Esse tipo de inventário rotativo é indicado para grandes e pequenos estoques.

Ele aumenta a exatidão das informações e não compromete o nível do serviço.

É uma pratica logística que garante resultados positivos e está sendo usado mundialmente por empresas de sucesso.

Quais peças inventariar desse modo?

Todas as peças serão contadas, mas numa quantidade diferente conforme a classificação de prioridade em cada grupo de peças.

E como fazer essa priorização?

Existem vários métodos de priorização.

Existe a curva ABC para se definir diferentes tipos de critérios.

Seguem alguns exemplos:

Curva ABC segundo o critério de popularidade:  Os itens mais vendidos e consumidos no estoque se tornam prioritários e serão envolvidos em maior número de contagem.

Curva ABC segundo o critério de custo das autopeças: esta opção prioriza os itens mais caros. Eles serão contados com mais frequência.

Curva ABC segundo o critério de lucratividade das autopeças: Esse ponto prioriza os itens que trazem maior lucratividade para a contagem.

Existem outras possibilidades de critérios que envolvem itens com maior risco de furto ou roubo e com maiores riscos e defeitos.

A acuracidade que se refere à exatidão do estoque é também muito importante.

A acuracidade é a relação entre as quantidades das peças apontadas pelo sistema e o saldo real físico.

A média da acuracidade de empresas grandes é de 97% em seu estoque.

Quando deve ser realizado um inventário rotativo?

Ele pode ser realizado antes do ponto do pedido, antes ou depois do recebimento de uma compra, quando houver demanda de compra entre outros.

Cada empresa deve partir da análise de demanda para entender qual o tempo necessário de um ciclo de inventário rotativo.

É importante que pelo menos uma vez ao ano todos os itens sejam inventariados.

A vantagem de um inventário rotativo em relação a um inventário periódico é que o segundo gera picos de custo.

Quando a pretensão é de aumentar a lucratividade essa não é a melhor opção.

O inventário periódico é feito com o estoque fechado, e isso impacta diretamente nas vendas e operações da empresa.

O inventário periódico não busca causas para as diferenças e nem prove melhoria na precisão de informações.

Além disso, é um processo que a equipe de contagem tem que reaprender a cada vez que for realizar.

Em contrapartida o inventário rotativo não impacta diretamente na rotina operacional da empresa.

Não é necessário fechar as portas do estoque.

Ele facilita a tomada de ações corretivas e a equipe responsável acaba se familiarizando mais com as necessidades.

Isso melhora a exatidão das informações e a capacidade de gestão.

Para execução de um processo de inventário rotativo algumas atividades são essenciais.

É preciso um cadastro organizado para poder gerir as entradas e saídas de peças.

Existem softwares de gestão com baixos custos disponíveis no mercado.

Montar um plano de contagem também é importante.

Para isso é preciso definir um critério de prioridade e não esquecer que esses itens precisam ser contados mais de uma vez dentro do período.

Isso inclui um cronograma de contagem que é essencial.

Uma planilha com data e hora das contagens, classificando as peças que foram contadas e por quais profissionais é interessante também.

Após cada contagem é importante registrar em um documento as inconstâncias bem como as causas dos problemas que ocorreram. E também quais providências foram tomadas.

O objetivo da contagem cíclica é aumentar de maneira continua o índice de acuracidade do estoque.

Cada vez que for calculado estoque é importante que seja comparado com resultados anteriores.

O objetivo é a evolução ao longo do tempo.

Antes de cada contagem limpe e organize o local onde ela ocorrerá.

As causas de problemas podem ser várias:

  • Solicitação de compra em duplicidade
  • Trocas de códigos em entradas de produtos.
  • Trocas de código na saída de produtos
  • Não registrar a entrada dos produtos

As ações corretivas são respectivamente:

  • Conferencia das solicitações de compra
  • Conferencia dos códigos nas entradas
  • Conferencia de códigos na saída
  • Comparar entradas no sistema com a nota fiscal.

As empresas que permanecem com uma visão patrimonialista focam em realizar inventários anuais.

Realização inventários rotativos visa aperfeiçoar as atividades de gestão de estoque.

Dessa forma, aumentando a exatidão do estoque permite-se a sua redução de acordo com a demanda.

Esse tipo de ação traz mais lucratividade para a empresa.

Além de transformar a equipe em especialista nas contagens, motiva a encontrar e corrigir erros.

E evita a aquisição de itens que ficariam sobressalentes.

Mas para chegar a ter um estoque mínimo ideal numa autopeças a realização dos inventários rotativos e apenas um dos passos.

É preciso mais que isso.

É necessário saber:

  • Quando comprar
  • Quanto comprar
  • De quem comprar

E ainda automatizar por meio de um sistema cotações e compras.

É uma maneira inteligente de visar o aumento de lucros e que vem sendo utilizada por grandes empresas obtendo sucesso.

 

Será que o comércio automotivo no Brasil vai morrer? Veja aqui

Com a retomada do crescimento econômico em 2017 no setor automotivo, a produção da frota vem crescendo consideravelmente, segundo pesquisas da ANFAVEA – Associação Nacional dos Fabricantes De Veículos Automotores, houve um crescimento no mês de março de 18,1%, com relação ao mesmo período em 2016, e uma taxa de 24% se comparado com primeiro trimestre do ano passado.

Com a indústria automotiva dando sinais positivos de desenvolvimento, as vendas também cresceram, foram registradas altas de 39,4% em relação a fevereiro de 2017 e 5,5% se comparado com o mesmo período do ano anterior.

Um grande reflexo foi apresentado também na exportação e licenciamento de veículos no atual momento.

Os desafios ainda existem no setor do comércio automotivo, porém ele está longe de morrer, e para se destacarem as empresas precisam se adequar ao momento de expansão que vem sendo anunciado.

Os clientes atuais estão trocando a compra por impulso e preferindo adquirir o produto de forma mais consciente onde qualidade e os benefícios são itens importantes. E pensando em todo esse cenário, é necessário se adaptar aos desafios

Desafios do comércio automotivo em 2017. Como superá-los?

         1-Organização dos dados financeiros e contábeis

Para maximizar lucros é necessário a organização do orçamento empresarial com foco na expansão do comércio, trabalhando dentro de um orçamento harmonioso a empresa terá ganhos expressivos.

O equilíbrio entre, vendas, caixa, despesas e custos, compras e marketing aumentarão a rentabilidade do negócio. E um olhar atento do gestor sobre o aspecto financeiro da empresa é um grande passo rumo ao futuro saudável do seu comércio.

        2-Controle dos Custos

Com mudanças de estratégias direcionadas aos mercados em ascensão e a globalização, o desafio é grande de manter padrões internacionais em veículos prontos. Com objetivo de se manter atualizada e rentável a indústria automotiva precisa enxugar custos em todo o caminho que o veículo percorre, desde sua produção até a comercialização.

É Importante que o empresário empenhe seus esforços para que medidas eficazes tragam resultados satisfatórios.

       3-Se adequar ao consumidor

Com a popularização de meios de transporte individuais, parte dos consumidores está optando por não possuir carros próprios, sendo assim o comércio deve se organizar para atender a necessidade de um novo público, utilizando estratégias para conquistar e manter clientes.

       4-Oferecer diferencial

Mais que fabricação ou venda é de vital importância oferecer novidades tecnológicas em concessionárias e serviços complementares, que estão cada vez mais se moldando e atendendo de forma personalizada e exclusiva seus clientes, encontrando maneiras inovadoras de alcançar e conquistar o consumidor, investir nesse sentido é retorno garantido ao empreendedor.

       5-Transformação digital

Um relatório emitido pelo Fórum Econômico Mundial mostra que o segmento de autopeças irá gerar de 10% a 15% da receita total de maneira online até o ano de 2025. A China se mostra o mercado mais atraente no crescimento do mundo digital no setor.

Com isso se torna imprescindível o olhar sobre novas tecnologias e investimentos na área digital, englobando marketing e comercialização.

Os empreendedores de indústrias automotivas que começarem a se preparar para o futuro agora, terão grandes ganhos, ainda hoje, os donos de veículos automotores se preocupam com manutenções preventivas conforme os quilômetros rodados, mas em um futuro bem próximo, o veículo poderá estar ligado a concessionária, para alertá-lo sobre prazos e até mesmo fazer o agendamento automático para serviços e revisões.

Grandes desafios são previstos para o ano de 2017, mas com um bom planejamento financeiro combinado a ajustes para seguir as novidades tecnológicas do segmento, o comércio automotivo não só tem lugar garantido no mercado como também tem excelentes perspectivas de crescimento e desenvolvimento Mundial.

Por isso a dica é prepare-se, se recicle, mantenha-se aberto e atento às mudanças no setor, invista em propaganda e organização digital, conheça e aproxime-se do consumidor e isso fará com que tenha muito sucesso financeiro em seu empreendimento.

Até a próxima!