3 vantagens que os investimentos isentos do Imposto de Renda podem trazer

Investimentos isentos de Imposto de Renda (IR), como o próprio nome já diz, são um tipo específico de aplicação onde o Governo deixa de cobrar o Imposto de Renda.

Dentre as principais razões para que qualquer investimento seja isento do IR está a necessidade, na maioria dos casos, de se injetar dinheiro em uma área específica.

Quando se busca formas de investimentos que estejam livres das alíquotas do Imposto de Renda, pensa-se logo na Caderneta de Poupança.

Porém, apesar de ser a mais comum, a poupança está longe de ser o melhor investimento possível e existem diversas possibilidades que garantem um maior retorno. Além disso, esse tipo de aplicação ainda traz consigo três grandes vantagens.

Maior Rendimento Total

De forma geral, os impostos cobrados sobre cada Investimento não são retirados do valor depositado, mas são abatidos do total de retorno que o investidor tem a receber.

Assim, quem investe não paga no momento que é feito o aporte, mas quando vai retirar o valor a que se tem direito. Portanto, ao se escolher uma aplicação isenta de IR, o dinheiro que retorna ao dono do investimento estará livre deste tipo de taxação e, por isso, será maior.

Maior Lucro em Investimentos de Curto Prazo

Essa vantagem vem a partir da porcentagem das alíquotas de IR, que variam de acordo com o tempo que o dinheiro permanece investido.

Nesse sentido, em uma aplicação comum, quanto menor o tempo de manutenção do dinheiro, maior será o imposto cobrado sobre ele. Dessa forma, caso não exista cobrança de IR, essas alíquotas desaparecem, tornando aplicações curtas mais rentáveis.

A variação das alíquotas de Imposto de Renda costuma ser calculada da seguinte forma: até 180 dias de aplicação = 22,5% de imposto. De 181 até 360 dias de aplicação = 20% de imposto. De 361 até 720 dias = 17% de imposto. Acima de 721 dias = 15% de imposto.

Assim, investimentos de curto prazo podem acabar rendendo até 7,5% a menos do que aplicações com tempo de depósito mais longo.

Segurança

É de se pensar que, por não ter o Imposto de Renda descontado, esse tipo de investimento não seja tão bem visto pelo Governo, que deixa de lucrar.

Contudo, a isenção de IR não chega a ser um problema e essa maneira de aplicação é sim bem vista e incentivada. Isso acontece, como dito anteriormente, muito pela necessidade de injetar dinheiro para que determinada área siga funcionando.

Dessa forma, ao passo que deixa de lucrar com a arrecadação das alíquotas de Imposto de Renda sobre diversos investimentos, o Governo vê diminuir a necessidade de injetar dinheiro na área específica, já que as aplicações servem para suprir a necessidade.

Dessa forma, fica claro como os Investimentos sem IR têm importância dentro da economia e estão longe de operar de forma “clandestina”.

Exemplos de Investimentos Isentos do Imposto de Renda

O primeiro deles é a LCI (Letra de Crédito Imobiliário). Este é um investimento de renda fixa, onde um banco “pega empréstimos” com investidores para então oferecer ajuda financeira para pessoas e empresas do ramo imobiliário.

Em seguida, o banco que recebeu o dinheiro o devolve corrigido de acordo com a tabela de juros.

Já a LCA (Letra de Crédito para o Agronegócio), funciona da mesma maneira. A única diferença é que, ao invés de pegar seu dinheiro e reinvestir no meio imobiliário, os bancos o utilizam para aportes financeiros no Agronegócio. Os dois tipos de aplicação são incentivados pelo Governo.

Por fim, destaca-se o CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio). Este tipo de Investimento só tem isenção de Imposto de Renda para Pessoas Físicas, sendo que empresas tem, somente, a isenção de IOF.

Nesta opção, o CRA é emitido por empresas securitizadoras, que funcionam transformando dívidas em títulos.

Essa forma de investimentos pode render mais lucros do que outras aplicações de renda fixa, porque traz um retorno acima da inflação. Contudo, a garantia do seu investimento está na saúde financeira da empresa. Caso a companhia investida vá a falência, por exemplo, seu investimento é perdido.

Investimentos com isenção do Imposto de Renda podem se tornar uma excelente forma aumentar a renda obtida através de aplicações. Quer mais informações sobre operações desse tipo? Entre em contato conosco pelo WhatsApp.

 

Imposto de renda nos investimentos: entenda como funciona a sua tributação

É fato que a legislação tributária brasileira é uma das mais complexas em todo o mundo, deixando até os mais experientes com dúvidas, principalmente, no que diz respeito ao IR — Imposto de Renda nos investimentos realizados. Embora se trate apenas de um imposto, a regra varia de acordo com o modal do investimento.

Como estamos em um período de “prestação de contas com o leão”,  você pode estar se perguntando: como fica o IR das operações de investimentos que realizei no ano anterior? Se tem dúvidas, você está no lugar certo! Continue a leitura deste artigo e saiba mais sobre o tema!

Conheça os investimentos isentos de imposto de renda

Para iniciarmos a abordagem do tema é preciso que, antes de tudo, você saiba que há alguns investimentos que são isentos de imposto de renda, o que vai te ajudar a maximizar os resultados nas atividades de investir as suas reservas financeiras. Assim, veja a seguir os produtos financeiros isentos de IR:

  • LCI — Letra de Crédito Imobiliário;
  • LCA — Letra de Crédito do Agronegócio;
  • CRI — Certificado de Recebíveis Imobiliários;
  • CRA — Certificado de Recebíveis Agrícolas;
  • Debêntures incentivadas;
  • Poupança.

Há também a regra de isenção do imposto de renda para investimento em ações, mas, nesse caso, deve ser respeitado o limite de R$20 mil em vendas por mês em operações comuns (compra e venda ou venda e compra em pregões diferentes).

Mas lembre-se que, mesmo sendo isento de imposto de renda, você deve declará-los como Bens e Direitos na hora de prestar contas com a Receita Federal.

Isenção sobre os rendimentos

Outra regra do imposto de renda nos investimentos diz respeito a isenção sobre os rendimentos em alguns produtos financeiros como, por exemplo, a poupança, o FII — Fundo de Investimento Imobiliário e os dividendos recebidos nos investimentos em ações.

Assim, o rendimento será totalmente líquido para o resgate, livre da famosa “mordida do leão”.

Mas é preciso ter uma atenção especial em relação aos FIIs, pois, ele é isento de IR aos seus rendimentos, mas, é tributado em 20% ao vender quotas e obter lucro com essa operação. Nesse caso, o investidor é o responsável por recolher o imposto de renda devido por meio de DARF — Documento de Arrecadação da Receita Federal, e deve ser pago até o último dia último do mês subsequente.

Imposto de renda com tabela regressiva

A maioria dos investimentos em renda fixa que são sujeitos ao IR sobre os rendimentos é regida pela tabela regressiva em relação ao tempo que mantém o dinheiro aplicado, ou seja, quanto maior for à duração do investimento, menor será a alíquota do imposto de renda. O CDB — Certificado de Depósito Bancário, o Tesouro Direto e a LC — Letra de Câmbio são alguns dos exemplos dessa categoria.

Veja a seguir a tabela regressiva de IR praticada em muitos investimentos:

  • Aplicações de até 180 dias: 22,5%;
  • Aplicações entre 181 e 360 dias: 20%;
  • Aplicações entre 361 e 720 dias: 17,5%;
  • Aplicações maiores do que 721 dias: 15%.

Vale ressaltar que o IR incide apenas sobre os rendimentos, nunca sobre o total aplicado.

Se surgir alguma dúvida sobre a tabela regressiva de IR ou demais pontos citados nesse artigo, basta nos chamar no nosso WhatsApp que um dos nossos especialistas vai te ajudar!WhatsApp contabilidade em são paulo

 

Operações na bolsa de valores

Seja no mercado à vista ou no mercado futuro, as operações na bolsa de valores se dividem em operações comuns (negociações de um mesmo ativo em pregões diferentes) e operações day trade (negociações de um mesmo ativo dentro do mesmo pregão). Essa definição não se aplica aos FIIs, pois, apesar desse ativo ser negociação na bolsa de valores, não possui distinção de tipo de operação.

Assim, a incidência do imposto de renda sobre as operações na bolsa são:

  • Operações comuns — 15% (com exceção da regra de isenção de vendas de ações no valor de até R$20 mil por mês);
  • Operações day trade — 20%.

Vale ressaltar que é de responsabilidade do investidor apurar e recolher o imposto de renda devido através de DARF a ser pago até o último dia útil do mês subsequente. Outro detalhe importante é que deve ser gerado apenas um único DARF referente a todas as operações do mês de competência.

Percebeu como é possível investir e, ao mesmo tempo, ter a tranquilidade de estar em dia com as obrigações tributárias? Com o conhecimento correto o dinheiro pode (e vai) fazer mais por você!

Precisando de ajuda para declarar os seus investimentos no imposto de renda e entender melhor sobre a tributação incidente? Nós podemos te ajudar! Entre em contato conosco e solicite agora mesmo uma assessoria personalizada!

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