Recomposição de Alíquota de ICMS Simplificada:
Contabilidade como Aliada

Sabendo que o sistema tributário brasileiro é um dos — se não o mais — complexo do mundo, alguns dos seus impostos aumentam bastante o nível de dificuldade da operação de empresas de diversos nichos e portes no país, principalmente as empresas de e-commerce, por conta da sua natureza logística.

O ICMS e a Recomposição de Alíquota:

Um imposto em especial se destaca neste meio: o ICMS, Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, sendo ele o principal e mais complexo imposto a impactar as empresas de comércio eletrônico no território nacional. Com alíquotas variadas e regras específicas para cada estado, o recolhimento desse tributo pode se tornar um desafio para as empresas que realizam vendas interestaduais.

Nesse cenário já bastante complicado, surge a Recomposição de Alíquota de ICMS, que é uma estratégia utilizada por alguns estados para aumentar a alíquota do imposto em operações interestaduais envolvendo produtos primários e semielaborados que foram beneficiados pela isenção da famosa Lei Kandir. Com isso, busca-se recuperar parte da receita que foi desonerada em decorrência das exportações e reequilibrar as finanças estaduais.

Essa recomposição pode trazer mudanças significativas na tributação das vendas online, exigindo uma atenção redobrada das empresas de e-commerce.

O Papel da Contabilidade:

Nesse contexto, a contabilidade desempenha um papel crucial como aliada das empresas, principalmente as focadas em comércio eletrônico/e-commerce.

Afinal, ela é a responsável por acompanhar as mudanças na legislação tributária e orientar os empresários sobre as novas obrigações e os impactos em suas operações. Principalmente em um cenário tão contabilmente complexo, como o mercado brasileiro.

Os Benefícios de Contar com a Assessoria Contábil:

1. Atualização Tributária: A legislação tributária é dinâmica e está sujeita a alterações frequentes. Contar com uma assessoria contábil especializada mantém a empresa informada e atualizada sobre as mudanças na legislação e, assim, evita-se o risco de descumprir obrigações fiscais.

2. Planejamento Tributário: Com o suporte da contabilidade, é possível realizar um planejamento tributário eficiente, buscando formas legais de reduzir a carga tributária da empresa, inclusive antecipando-se às possíveis recomposições de alíquota.

3. Elaboração e Análise de Documentos: A contabilidade é responsável pela elaboração e análise dos documentos fiscais, garantindo que estejam de acordo com as normas e requisitos legais, evitando autuações e problemas com o Fisco.

4. Eficiência Financeira: A contabilidade ajuda a empresa a ter um melhor controle financeiro, identificando possíveis gargalos e oportunidades de economia, especialmente em momentos de ajuste tributário.

5. Redução de Riscos: Com a contabilidade como aliada, a empresa minimiza os riscos de penalidades, autuações e prejuízos decorrentes de falhas ou desconhecimento das obrigações fiscais.

Concluir um processo de Recomposição de Alíquota de ICMS de forma simplificada é uma grande oportunidade para as empresas recuperarem valores pagos a mais e melhorarem a gestão financeira. No entanto, esse procedimento pode ser complexo e apresentar desafios, tornando imprescindível a participação de uma equipe de contabilidade especializada.

Aqui na BRASCT Contabilidade você poderá contar com o apoio e suporte necessário para essa e outras demandas. Entre em contato conosco para que possamos te auxiliar nesse processo.

Dicas para Otimizar a Precificação de Produtos em um E-commerce

A precificação adequada dos produtos é uma das etapas mais importantes para o sucesso de um negócio de e-commerce. Determinar preços competitivos e lucrativos pode fazer toda a diferença na atração de clientes, na maximização das vendas e no aumento dos lucros. Neste artigo, compartilharemos algumas dicas essenciais para otimizar a precificação dos produtos em seu e-commerce.

  1. Conheça seus custos:
    Antes de definir os preços dos produtos, é fundamental entender os custos envolvidos em cada venda. Considere os custos de produção, logística, embalagem, armazenamento, marketing, impostos e outras despesas relacionadas. Analisar esses custos permitirá que você estabeleça preços que cubram suas despesas e ainda proporcionem margem de lucro.
  1. Pesquise a concorrência:
    Realize uma pesquisa detalhada dos preços praticados pelos concorrentes. Isso fornecerá uma referência para a precificação dos seus produtos. Analise produtos semelhantes em termos de qualidade, recursos, marca e posicionamento no mercado. Lembre-se de que nem sempre é necessário ter os preços mais baixos, mas sim oferecer um valor competitivo para atrair clientes.
  1. Utilize estratégias de precificação:
    Experimente diferentes estratégias de precificação para atrair diferentes segmentos de clientes. Por exemplo, você pode adotar a precificação psicológica, estabelecendo preços como R$ 19,99 em vez de R$ 20,00. Outra opção é a precificação dinâmica, ajustando os preços com base na demanda, estoque e sazonalidade. Além disso, considere a implementação de promoções, descontos e pacotes especiais para incentivar as vendas.
  1. Acompanhe os indicadores financeiros:
    Monitore regularmente os indicadores financeiros relacionados à precificação dos produtos. Analise métricas como margem de lucro, rentabilidade por produto, ticket médio e taxa de conversão. Essas informações permitirão que você identifique oportunidades de otimização e faça ajustes nos preços, caso necessário.
  1. Ofereça opções de frete:
    O custo do frete pode ter um impacto significativo na decisão de compra dos clientes. Considere oferecer diferentes opções de frete, como frete grátis para pedidos acima de um determinado valor ou a possibilidade de escolha entre entrega expressa e entrega padrão. Além disso, negocie com fornecedores de logística para obter tarifas mais competitivas e repassar os benefícios aos clientes.
  1. Avalie a elasticidade da demanda:
    Entenda como a variação de preços afeta a demanda por seus produtos. Alguns produtos podem ser mais sensíveis a alterações de preço do que outros. Analise o comportamento do consumidor e identifique o ponto ideal de precificação que equilibre a lucratividade e a demanda.

  2. Considere os custos de marketplaces: Se você vende seus produtos em marketplaces, lembre-se de levar em conta as taxas e comissões cobradas por essas plataformas na hora de definir seus preços. Certifique-se de que sua margem de lucro seja suficiente para cobrir esses custos adicionais.

  3. Utilize ferramentas de precificação: Existem diversas ferramentas e softwares disponíveis para auxiliar na precificação de produtos em e-commerce. Essas ferramentas podem ajudar a automatizar o processo, analisar dados, monitorar a concorrência e sugerir preços otimizados.

Ao implementar essas dicas, você estará melhor preparado para otimizar a precificação dos produtos em seu e-commerce. Lembre-se de que a precificação é um processo contínuo, que deve ser revisado e ajustado regularmente para se adaptar às mudanças no mercado e nas condições do seu negócio.

Na BRASCT Contabilidade, estamos comprometidos em auxiliar empreendedores de e-commerce a alcançar o sucesso financeiro. Entre em contato conosco para obter suporte e orientação personalizada para o seu negócio.

Estratégias para Reduzir os Custos Operacionais em um Negócio de E-commerce

No mundo competitivo do comércio eletrônico, é fundamental encontrar maneiras de reduzir os custos operacionais e maximizar a lucratividade do seu negócio. Ao implementar estratégias eficientes, você pode otimizar suas operações e aumentar sua margem de lucro. Neste artigo, exploraremos algumas estratégias práticas para reduzir os custos operacionais em um negócio de e-commerce, ajudando você a alcançar maior eficiência financeira.

  1. Automatize processos manuais:
    Automatizar tarefas repetitivas e manuais pode economizar tempo e recursos significativos. Considere a utilização de ferramentas de automação para gerenciar o estoque, processar pedidos, emitir faturas, rastrear remessas e realizar outras atividades operacionais. Isso não apenas reduzirá os custos relacionados à mão de obra, mas também minimizará erros humanos e melhorará a eficiência geral.
  1. Otimize a logística e o transporte:
    A logística e o transporte podem representar uma parcela significativa dos custos operacionais em um negócio de e-commerce. Considere negociar melhores contratos com fornecedores de transporte, explorar opções de frete mais econômicas e implementar estratégias de gestão de estoque para minimizar custos de armazenamento e remessas. Além disso, realizar análises regulares dos seus processos logísticos para identificar ineficiências e oportunidades de otimização.
  1. Implemente um atendimento ao cliente eficiente:
    Um atendimento ao cliente eficiente pode ajudar a reduzir custos, minimizando retornos, trocas e reembolsos. Invista em sistemas de suporte ao cliente bem estruturados, como chatbots, FAQ detalhados e respostas automáticas por e-mail, para lidar com perguntas e problemas comuns de forma rápida e eficiente. Isso não apenas melhora a experiência do cliente, mas também reduz a carga de trabalho do suporte ao cliente.
  1. Negocie com fornecedores:
    Mantenha uma comunicação ativa com seus fornecedores e busque oportunidades de negociação. Ao consolidar pedidos, comprar em grandes volumes ou estabelecer parcerias estratégicas, você pode obter descontos ou condições mais favoráveis. Além disso, esteja aberto a alternativas de fornecedores para comparar preços e garantir que esteja obtendo a melhor relação custo-benefício.
  1. Otimize suas estratégias de marketing:
    Os custos de marketing podem ser significativos em um negócio de e-commerce. É essencial otimizar suas estratégias para garantir um retorno positivo sobre o investimento. Analise o desempenho de suas campanhas publicitárias, direcione seus esforços para canais mais eficazes, segmente seu público-alvo de forma mais precisa e utilize estratégias de marketing de conteúdo para atrair clientes de forma orgânica. Dessa forma, você pode reduzir custos de aquisição de clientes (CAC) e maximizar seus resultados.
  1. Monitoramento e análise de dados:
    Acompanhe de perto seus dados financeiros e operacionais para identificar áreas de desperdício, ineficiências ou oportunidades de melhoria. Utilize ferramentas de análise e relatórios para entender os padrões de venda, identificar produtos de baixo desempenho, ajustar preços e otimizar suas estratégias de compras. Uma abordagem baseada em dados permite tomar decisões informadas para reduzir custos e aumentar a eficiência operacional.

Reduzir os custos operacionais em um negócio de e-commerce é essencial para melhorar a lucratividade e garantir a sustentabilidade do negócio a longo prazo. Ao implementar estratégias como automação, otimização logística, atendimento ao cliente eficiente, negociação com fornecedores, otimização de marketing e análise de dados, você estará no caminho certo para alcançar maior eficiência financeira e competitividade em um mercado dinâmico de e-commerce.

Lembre-se de revisar regularmente suas estratégias e ajustá-las de acordo com as necessidades em constante mudança do seu negócio.

Os Benefícios de uma Contabilidade Especializada para E-commerce

O comércio eletrônico continua a crescer em ritmo acelerado, e muitos empreendedores estão embarcando nessa jornada para alcançar o sucesso online. No entanto, administrar um negócio de e-commerce requer mais do que apenas ter um site e vender produtos. Uma contabilidade especializada voltada para o e-commerce desempenha um papel crucial para garantir a saúde financeira e o crescimento sustentável do seu negócio. Neste artigo, vamos explorar os benefícios de contar com uma contabilidade especializada para o seu negócio de e-commerce.

  1. Compreensão das complexidades contábeis do e-commerce:
    O e-commerce tem características contábeis únicas, como vendas online, processamento de pagamentos eletrônicos, logística de remessas e impostos sobre vendas. Uma contabilidade especializada em e-commerce possui conhecimentos específicos sobre essas complexidades e pode ajudar a garantir que suas finanças sejam gerenciadas de forma adequada e em conformidade com as leis fiscais aplicáveis.
  1. Gestão eficiente de vendas e despesas:
    Uma contabilidade especializada em e-commerce pode fornecer uma visão clara das suas vendas e despesas. Eles podem ajudá-lo a monitorar o desempenho financeiro do seu negócio, identificar tendências de vendas, analisar os custos de aquisição de clientes (CAC) e otimizar seus investimentos de marketing. Com um entendimento aprofundado das métricas financeiras específicas do e-commerce, você pode tomar decisões mais informadas para impulsionar o crescimento do seu negócio.
  1. Controle de estoque e fluxo de caixa:
    A gestão adequada do estoque é essencial para o sucesso de um negócio de e-commerce. Uma contabilidade especializada pode ajudar a implementar sistemas eficientes para rastrear o estoque, controlar custos, identificar produtos mais rentáveis e evitar perdas desnecessárias. Além disso, eles podem auxiliar na projeção e gestão do fluxo de caixa, garantindo que você tenha fundos suficientes para operar seu negócio e crescer de maneira sustentável.
  1. Otimização fiscal e conformidade regulatória:
    Uma contabilidade especializada em e-commerce está atualizada com as leis e regulamentos fiscais relevantes para o comércio online. Eles podem ajudar a identificar deduções fiscais legítimas, gerenciar a conformidade com impostos sobre vendas e lidar com questões relacionadas a remessas internacionais. Ter um profissional especializado ao seu lado garantirá que você esteja cumprindo todas as obrigações fiscais e evitando penalidades e multas.
  1. Planejamento estratégico e crescimento sustentável:
    Uma contabilidade especializada em e-commerce não apenas fornece informações financeiras precisas, mas também pode desempenhar um papel crucial no planejamento estratégico do seu negócio. Eles podem ajudar a desenvolver metas financeiras realistas, estabelecer orçamentos adequados, identificar oportunidades de crescimento e fornecer orientações sobre a alocação inteligente de recursos financeiros.

Investir em uma contabilidade especializada para o seu negócio de e-commerce traz inúmeros benefícios. Desde a compreensão das complexidades contábeis específicas do e-commerce até a gestão eficiente das vendas, despesas, estoque, fluxo de caixa e conformidade fiscal, uma contabilidade especializada é um parceiro valioso para o crescimento sustentável do seu negócio.

Ao contar com um profissional experiente, você pode ter tranquilidade financeira e se concentrar em expandir e aprimorar seu negócio de e-commerce.

Por isso, você pode contar conosco a qualquer momento. Entre em contato e saiba como podemos te ajudar!

Como Calcular o Custo de Aquisição de Clientes (CAC) em um E-commerce

Em um ambiente altamente competitivo de comércio eletrônico, adquirir novos clientes é fundamental para o crescimento e sucesso do seu negócio. No entanto, entender o custo de adquirir cada cliente é crucial para garantir que seus esforços de marketing sejam eficazes e lucrativos. Neste artigo, vamos explorar o conceito de Custo de Aquisição de Clientes (CAC) e compartilhar dicas sobre como calcular esse indicador essencial para o seu e-commerce.

Definindo o CAC:
O Custo de Aquisição de Clientes (CAC) é um indicador que mede o valor financeiro necessário para adquirir um novo cliente. Ele considera todos os gastos relacionados ao marketing e vendas, como campanhas publicitárias, investimentos em mídia, custos de equipe, ferramentas de automação, entre outros. O CAC é um componente importante para determinar a eficiência dos seus esforços de aquisição de clientes.

  1. Passo 1: Calcule seus gastos de marketing e vendas:
    Para calcular o CAC, você precisa primeiro identificar todos os custos relacionados ao marketing e vendas em um determinado período. Isso inclui despesas com publicidade online, conteúdo patrocinado, e-mail marketing, programas de afiliados e qualquer outra estratégia que você utilize para atrair clientes para o seu e-commerce. Registre todos os gastos com precisão para ter uma visão clara dos seus investimentos.

  2. Passo 2: Determine o número de novos clientes adquiridos:
    Agora, é necessário determinar quantos novos clientes você adquiriu durante o período em análise. Isso pode ser obtido por meio de análises e relatórios de vendas do seu sistema de gestão ou plataforma de e-commerce. Certifique-se de considerar apenas os clientes que foram diretamente influenciados pelas suas campanhas de marketing e vendas.

  3. Passo 3: Divida os gastos pelo número de novos clientes:
    Agora, é hora de realizar o cálculo do CAC. Divida o valor total gasto em marketing e vendas pelo número de novos clientes adquiridos no mesmo período. Essa fórmula simples fornece o custo médio para conquistar cada novo cliente. Por exemplo, se você gastou R$ 10.000 em marketing e adquiriu 100 novos clientes, seu CAC será de R$ 100.

Analise e otimize seus resultados:
Uma vez que você tenha calculado o seu CAC, é importante avaliar se esse valor está dentro das expectativas e metas do seu negócio. Compare-o com o valor médio de compra de cada cliente (ticket médio) e com o valor vitalício do cliente (LTV) para determinar se a sua estratégia de aquisição de clientes é rentável. Se o CAC estiver muito alto em relação ao LTV, pode ser necessário ajustar as estratégias de marketing ou buscar maneiras de aumentar a retenção de clientes.

Calcular o Custo de Aquisição de Clientes (CAC) é essencial para medir a eficiência dos seus esforços de aquisição de clientes em um e-commerce. Ao entender quanto você está gastando para adquirir cada novo cliente, você pode tomar decisões mais informadas sobre investimentos em marketing e identificar oportunidades de otimização. Mantenha um monitoramento regular do seu CAC e faça ajustes conforme necessário para garantir um crescimento saudável e sustentável do seu negócio de e-commerce.

Como Lidar com as Transações Internacionais em um Negócio de E-commerce

No mundo globalizado de hoje, os negócios de e-commerce têm a oportunidade de alcançar clientes em todo o mundo. No entanto, ao expandir sua presença internacional, os proprietários de lojas virtuais se deparam com desafios únicos, especialmente no que diz respeito às transações internacionais.

Neste artigo, vamos explorar estratégias essenciais para lidar com as transações internacionais em um negócio de e-commerce, garantindo uma gestão financeira eficiente e bem-sucedida.

  1. Conheça as leis e regulamentos:
    Antes de iniciar transações internacionais, é essencial compreender as leis e regulamentos aplicáveis aos países em que você deseja operar. Questões como impostos de importação, tarifas aduaneiras, restrições de envio e regulamentos alfandegários podem variar de país para país. Familiarize-se com esses requisitos para evitar atrasos, penalidades ou problemas legais.

  2. Escolha métodos de pagamento adequados:
    Oferecer opções de pagamento adequadas é fundamental para facilitar as transações internacionais. Além dos métodos de pagamento tradicionais, como cartões de crédito e débito, considere integrar gateways de pagamento internacionais, como PayPal, Stripe ou soluções de pagamento local. Isso proporcionará aos seus clientes estrangeiros uma experiência de compra mais conveniente e ajudará a minimizar os riscos de fraude.

  3. Gerencie as taxas de câmbio:
    Ao realizar transações internacionais, você estará lidando com diferentes moedas e taxas de câmbio. É importante acompanhar as flutuações cambiais e considerar a utilização de serviços de câmbio especializados para minimizar os riscos associados à conversão de moeda. Além disso, é recomendável exibir os preços dos produtos em moedas locais para tornar a experiência de compra mais transparente para os clientes estrangeiros.

  4. Considere a logística e o cumprimento das entregas:
    Ao vender internacionalmente, é essencial planejar e gerenciar eficientemente a logística e o cumprimento das entregas. Certifique-se de escolher parceiros logísticos confiáveis que possam lidar com remessas internacionais de forma rápida e segura. Além disso, familiarize-se com os procedimentos alfandegários, preenchimento de formulários e regulamentos de envio para evitar atrasos e problemas com os clientes.

  5. Gerencie as questões fiscais:
    As questões fiscais são especialmente complexas quando se trata de transações internacionais. Esteja ciente das obrigações fiscais e regulatórias em diferentes países, como impostos de importação, impostos sobre vendas ou valor agregado (IVA) e retenção de impostos. Considere trabalhar com um consultor fiscal ou um profissional de contabilidade especializado em comércio internacional para garantir a conformidade fiscal e evitar problemas legais.

Expandir seu negócio de e-commerce para transações internacionais pode trazer grandes oportunidades, mas também desafios significativos. Ao implementar estratégias adequadas para lidar com as transações internacionais, como conhecer as leis e regulamentos, escolher métodos de pagamento adequados, gerenciar taxas de câmbio, cuidar da logística e do cumprimento das entregas, e gerenciar as questões fiscais, você estará bem posicionado para alcançar o sucesso global.

Lembre-se de adaptar essas estratégias às necessidades específicas do seu negócio e às particularidades de cada mercado em que você atua.

Como calcular impostos para vendas online

Se você possui um e-commerce, é importante estar ciente dos impostos que precisam ser pagos sobre as vendas realizadas online. O cálculo dos impostos pode parecer complicado, mas com as informações corretas e uma boa organização, é possível realizar essa tarefa com eficiência. Neste post, iremos mostrar como calcular os impostos para vendas online.

  1. Identifique os impostos que incidem sobre as vendas online
    Antes de começar a calcular os impostos, é necessário entender quais tributos são aplicáveis às vendas online. Os impostos que geralmente incidem sobre as vendas realizadas em um e-commerce são o ICMS, o PIS e a COFINS.

  2. Verifique a alíquota do ICMS
    O ICMS é um imposto estadual que incide sobre a circulação de mercadorias e serviços. A alíquota do ICMS varia de acordo com o estado em que a empresa está registrada e para onde é realizada a venda. Para calcular o valor do ICMS que deve ser pago, é necessário verificar a alíquota correspondente ao estado do remetente e ao estado de destino da venda.

  3. Calcule o PIS e a COFINS
    O PIS e a COFINS são tributos federais que incidem sobre o faturamento da empresa. A alíquota desses impostos é de 0,65% e 3,00%, respectivamente. Para calcular o valor a ser pago, basta multiplicar o faturamento mensal do e-commerce pelas alíquotas correspondentes.

  4. Verifique a possibilidade de utilização do Simples Nacional
    Para facilitar a gestão tributária de empresas de pequeno porte, foi criado o Simples Nacional. Esse regime tributário unifica o pagamento de diversos impostos, como o ICMS, o PIS e a COFINS, em uma única guia de pagamento. Se sua empresa se enquadra nos critérios do Simples Nacional, a tributação das vendas online pode ser simplificada.

  5. Na dúvida, contrate uma consultoria especializada
    Caso você precise de ajuda para fazer os cálculos necessários e saber se os está realizando da forma correta, você pode contar com a nossa ajuda! Será um prazer atendê-lo!

Calcular os impostos para vendas online pode ser um desafio. Por isso, lembre-se de manter a documentação em dia e de contar com a ajuda de uma empresa de contabilidade de confiança para evitar erros tributários e garantir a conformidade fiscal do seu e-commerce.

Fale conosco agora mesmo e garanta a ajuda que você precisa.

Benefícios fiscais para e-commerces: o que são e como conseguir

O número de lojas online cresce à cada dia. Torna-se cada vez mais interessante, e até necessário, que o empreendedor que gere ou deseja gerir um e-commerce tenha conhecimento de ferramentas que podem reduzir custos sem prejudicar a qualidade e a entrega de produtos ou serviços.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em 2020 foram abertas cerca de 150 mil novas lojas virtuais no Brasil entre abril e setembro de 2020. A associação estima que 20,2 milhões de consumidores fizeram sua primeira compra pela Internet também no ano de 2020. 

Acredita-se que esses números sejam reflexo da pandemia do coronavírus, mas, ainda segundo a ABComm essa necessidade de comprar online durante a pandemia contribuiu para uma mudança de hábitos de consumo dos brasileiros e a tendência é a consolidação do mercado.

Pensando nisso, a Brasct preparou algumas informações sobre os benefícios fiscais para e-commerces. Alguns estados possuem incentivos fiscais para lojas virtuais e nesse texto vamos falar um pouco sobre como conseguir esses benefícios. 

Além disso, é essencial cuidar bem da contabilidade da empresa. O e-commerce ou loja virtual é um negócio e precisa ser gerido com uma empresa, ou seja, há obrigações fiscais que precisam ser seguidas para não pagar multas e estar sempre em dia com o Fisco. Outro ponto importante a ser levado em consideração é que, com uma boa contabilidade, a empresa não paga mais tributos que o necessário e o gestor tem a tranquilidade necessária para cuidar de outras demandas da empresa.

Benefícios fiscais para e-commerces em Santa Catarina (TTD)

O estado de Santa Catarina oferece para as lojas virtuais ou e-commerces o chamado TTD (Tratamento Tributário Diferenciado) do e-commerce. Esse regime especial de benefícios e incentivos fiscais foi instituído em Santa Catarina com o intuito de incentivar a atividade do e-commerce.

De forma resumida, o incentivo fiscal do TTD consiste em oferecer crédito presumido em substituição aos créditos efetivos de ICMS. 

O crédito presumido é calculado sobre o valor do ICMS devido e aplica-se para as operações interestaduais de venda direta a consumidor não contribuinte do imposto. As vendas precisam ter sido realizadas pela internet ou através do serviços de telemarketing. Lembrando que o incentivo fiscal é válido apenas para vendas a outros estados.

Em outras palavras, o percentual de crédito é aplicado diretamente sobre o valor do imposto destacado nas notas fiscais e varia de acordo com as alíquotas de cada operação, dessa forma: 

Destaque do ICMSCrédito presumidoTributação efetivaGanho
4%75%1%3%
7%71,43%2%5%
12%83,33%2%10%

Na prática, o que acontece é: quando o destaque do ICMS é de 4%, o crédito presumido sobre o valor do impostao é de 75%. Portanto, ao invés de 4% a tributação efetiva será de apenas 1%; ou seja, o crédito concedido como benefício ao e-commerce é de 3% do valor do imposto.

Entretanto, para usufruir desses incentivos existem algumas regras e restrições. A empresa não pode ser optante do Simples Nacional e, se optar por esse crédito, a empresa deve permanecer nessa sistemática por período não inferior a 12 (doze) meses. 

Além disso, o benefício fiscal não pode ser utilizado com outros benefícios previstos na legislação. Outro ponto a considerar é que, sobre as alíquotas efetivas, existe um acréscimo de 0,4% que é destinado ao Fundo do Estado de Santa Catarina.

Como solicitar o TTD?

Antes de se beneficiar, o e-commerce precisa fazer o registro. A solicitação é feita por meio do ambiente eletrônico do Sistema de Administração Tributária (S@T), e pode ser feito pelo contador ou pelo contribuinte. 

Benefícios fiscais para vendas online no Espírito Santo

No estado do Espírito Santo existe o COMPETE-ES, criado com o intuito de tornar o estado mais competitivo no cenário nacional. O COMPETE engloba incentivos fiscais não só para e-commerces e lojas virtuais como também para outros setores.

No caso das lojas virtuais, com o COMPETE o dono do e-commerce obtém um desconto de aproximadamente 80% no pagamento de ICMS. Os benefícios fiscais são:

I – 5% nas operações com carga tributária de 25%;

II – 3,5% nas operações com carga tributária de 17%;

III – 2%, nas operações com carga tributária inferior 17%;

Assim como os benefícios para Santa Catarina, no caso do COMPETE o lojista também não pode ser optante do Simples Nacional. 

Como aderir ao COMPETE-ES?

O contribuinte precisará assinar um termo de adesão; entregar autoavaliação da gestão; e aplicar 0,2% de suas operações interestaduais em iniciativas fiscais. Vale lembrar que, além disso, o termo de adesão ao contrato deve ser atualizado uma vez por ano, até o mês de maio.

Incentivos fiscais para e-commerces em Tocantins

Tocantins também possui incentivos para fomentar os negócios, promover o comércio e gerar empregos.

Em Tocantins a alíquota é de 1% de ICMS sobre o valor das vendas para outros estados, pela Internet ou por correspondência. No caso da importação de produtos do exterior para revenda a alíquota é de 2%.

O contribuinte que deseja aderir a esse benefício deve encaminhar os documentos da empresa, a Carta Consulta e o projeto de viabilidade econômico-financeira. Além disso é necessário formalizar o Termo de Acordo de Regime Especial (TARE).

Benefícios fiscais para e-commerce em outros estados e como solicitar

Outros estados, como Bahia e Minas Gerais, também possuem incentivos fiscais interessantes para e-commerces e lojas virtuais. 

Um escritório de contabilidade experiente e bem preparado, como a Brasct, está sempre atento à esses benefícios para garantir que seus clientes paguem menos impostos. 

Ainda não é nosso cliente e quer saber se o seu e-commerce está pagando mais impostos do que deveria? Entre em contato conosco. A Brasct é um escritório de contabilidade com mais de 40 anos de mercado. Somos especializados em e-commerces e possuímos parceiros em todo o Brasil.

Lucro presumido X Lucro real: como funciona, prós e contras

Lucro Presumido e Lucro Real são ambos regimes tributários, assim como o Simples Nacional. Nesse artigo vamos falar sobre as principais diferenças entre Lucro Presumido e Lucro Real, incluindo as vantagens e desvantagens de cada um. 

Caso ainda não tenha muita familiaridade com o assunto e queira entender melhor sobre o que é um regime tributário, você pode se informar mais no nosso último artigo: Regime tributário: Como escolher o melhor tipo para sua empresa

Em suma, o regime tributário é um conjunto de normas que determinam o pagamento de tributos, incluindo alíquota, periodicidade e sistema de cálculo. Além disso, é importante saber que o regime tributário é escolhido no momento de abertura da empresa e somente pode ser alterado no início de cada ano. 

Simples Nacional 

O Simples Nacional é o regime tributário com a agenda fiscal mais descomplicada e costuma ser a principal opção para muitas micro e pequenas empresas. Apesar disso, o Simples Nacional não é o melhor regime para todos os casos, especialmente para negócios com despesas altas.

Além disso, para aderir ao Simples existem limitações de faturamento. Para microempresas (ME) o faturamento no ano/calendário anterior não pode exceder R$ 360.000,00. Para pequenas empresas (EPP) o limite máximo de receita bruta anual é R$ 4.800.000,00. 

Empresas com atividades como instituições financeiras, sociedades de crédito, corretoras e seguradoras, ou fábricas de cigarros também não podem fazer essa opção.

Restrições: quem pode aderir ao Lucro Real ou ao Lucro Presumido

Empresas que tenham o faturamento até R$ 78 milhões por ano podem optar pelo Lucro Presumido. As demais devem aderir obrigatoriamente ao Lucro Real. 

Existem também algumas atividades impeditivas. Empresas do setor financeiro não podem optar pelo Lucro Presumido. Portanto, bancos comerciais, bancos de investimento, arrendamento mercantil e seguradoras também devem obrigatoriamente aderir ao Lucro Real.

Qualquer empresa pode optar pelo Lucro Real. Porém, esse regime tributário não costuma ser a primeira escolha para muitos empreendedores, pois exige que a empresa seja rigorosa com a documentação financeira, como veremos a seguir.

Cálculo dos tributos PIS e COFINS: diferenças do Lucro Presumido para o Lucro Real

O PIS está relacionado à Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público. Já o COFINS é uma Contribuição para Financiamento da Seguridade Social. Ambos são tributos federais.

Lucro Presumido

No Lucro Presumido é utilizado o chamado regime cumulativo. A alíquota para o PIS é 0,65% e para o COFINS 3,00%.

Para que fique mais claro, no regime cumulativo as alíquotas são aplicadas independente das despesas que a empresa tenha tido. Os impostos são calculados a partir da receita bruta. Isso vale até mesmo para devoluções e cancelamentos. Portanto, pode ocorrer de a empresa ter prejuízo na entrega de um produto ou serviço e ainda assim ter de pagar os impostos.

Lucro Real

No Lucro Real as alíquotas são 1,65% para PIS e 7,60% para COFINS. Porém, o regime é o da “não cumulatividade”. Para o cálculo são abatidas despesas como aluguéis pagos à Pessoa Jurídica, depreciação de equipamentos, insumos de produção e compras de produtos.

Em suma, os gastos que a empresa tiver com a entrega do produto ou do serviço podem ser abatidos. Existem algumas exceções, como é o caso de gastos com mão de obra.

Portanto, já é possível observar que o Lucro Real é um regime tributário vantajoso apenas para empresas que possuem muitas despesas.

Entretanto, vale ressaltar que é preciso atenção para determinar quais são os gastos que podem ser abatidos em relação ao pagamento dos tributos PIS e COFINS. Afinal, é preciso averiguar o que de fato pode ser entendido como insumos de acordo com a legislação.

Como calcular o IRPJ e o CSLL para o Lucro Presumido e para o Lucro Real

Assim como o PIS e o COFINS, o IRPJ e o CSLL também são tributos federais. Esses, no entanto, são calculados a partir do lucro da empresa. As alíquotas são 15% e 9% respectivamente.

Lucro Presumido

No regime tributário Lucro Presumido as alíquotas são calculadas a partir do lucro que é estimado para a atividade da empresa, ou seja, os impostos são calculados a partir do que é esperado para aquele tipo de negócio. Por isso o termo “lucro presumido”. 

Essa estimativa varia muito de acordo com a atividade e se é prestação de serviços, industrial ou comercial. Para a maioria das atividades comerciais ou industriais a estimativa de lucro para tributação da CSLL é de 12% e para o IRPJ de 8%. Já para prestação de serviços essa estimativa já sobe para 32%.

Lucro Real

No caso desse regime tributário o imposto é calculado a partir do lucro real, como o próprio nome já diz. Através do registro e acompanhamento de todas as receitas e despesas da empresa é obtido o lucro e ele é a base de incidência dos impostos.

Este lucro pode ser apurado anualmente ou trimestralmente. Quando a empresa opta pelo modelo anual, o IRPJ e o CSLL é apurado mensalmente. Vale ressaltar que quando a empresa tem prejuízos, esses impostos podem ser reduzidos ou suspensos. 

O principal motivo que faz com que muitas empresas não optem pelo Lucro Real é o fato de que a documentação financeira deve estar muito bem organizada. Será necessário fazer uma conferência de todas as receitas e despesas, obtendo e apresentando os comprovantes.

Portanto, antes de aderir ao Lucro Real é necessário que a empresa tenha os controles e processos internos funcionando adequadamente. O que pode representar por exemplo o uso de um bom ERP, o treinamento das equipes, além do controle de informações e a boa comunicação entre os setores.

É por esse motivo que é tão importante escolher bem o parceiro contábil. Um escritório de contabilidade experiente e atento ao cliente pode calcular, a partir dos balancetes contábeis e também das projeções futuras, qual é o regime tributário mais vantajoso para a empresa.

A Brasct é um escritório de contabilidade com mais de 48 anos de mercado, que conta com uma equipe atualizada e antenada. Antes de indicar o melhor regime tributário para nossos parceiros, levamos em consideração vários fatores, como o tamanho da empresa, os processos internos e os produtos ou serviços comercializados.

Regime Tributário: como escolher o melhor tipo para sua empresa

Existem três tipos de regimes tributários: O Simples Nacional, o Lucro Presumido e o Lucro Real. Caso você ainda não tenha familiaridade com o termo, é necessário compreender que regime tributário é um conjunto de normas e leis que determinam a forma de apuração dos tributos da empresa, ou seja, qual é o sistema e os prazos para o pagamento de impostos.

A escolha do regime tributário é uma decisão importante para qualquer empresa, seja do ponto de vista financeiro ou contábil, pois o regime tributário mais adequado garante que o seu empreendimento terá a menor carga tributária dentro das possibilidades estabelecidas pela legislação. 

Resumidamente, escolher o regime tributário certo é importante para manter-se dentro da legislação e não pagar mais impostos que o necessário.

O que é definido pelo regime tributário?

O Regime Tributário determinará quais são os impostos necessários, os prazos e a alíquota aplicada, ou seja, o percentual que incidirá sobre os ganhos da empresa. Em alguns casos serão aplicadas isenções ou não incidências.

Quando é preciso escolher o regime tributário?

O regime tributário é escolhido no momento de abertura da empresa e pode ser alterado ou mantido no início de cada ano. Portanto, após a escolha, não há como mudar o regime tributário até o início do ano seguinte.

O ideal é reavaliar a escolha do regime tributário anualmente, pois a situação da empresa pode mudar muito de um ano para o outro. 

O escritório de contabilidade responsável pela contabilidade da empresa deve verificar os balancetes contábeis anualmente e averiguar qual seria a tributação em cada um dos regimes, para, dessa forma, fazer um comparativo.

Como escolher o melhor regime tributário?

O ideal é apoiar-se numa boa assessoria contábil, pois um escritório de contabilidade experiente levará em conta todos os fatores necessários, incluindo a legislação vigente, a situação atual da empresa e as particularidades do negócio.

No que diz respeito às micro e pequenas empresas, muitos empreendedores têm a ideia de que o Simples Nacional é o melhor regime. Apesar de isso ser verdade em muitos dos casos, nem sempre é assim. 

O Simples Nacional possui algumas restrições e existem situações em que até mesmo o Lucro Real pode ser mais vantajoso. Isso acontece quando o lucro efetivo da empresa é consideravelmente menor do que o lucro presumido para sua área de atuação. Caso você ainda não esteja familiarizado com esses termos, vamos explicar melhor.

Existem alíquotas que são definidas a partir do lucro que se espera que o negócio tenha. Essa estimativa é feita a partir da atividade da empresa. Esse é o caso do Lucro Presumido, em que, como o próprio nome já diz, as taxas a serem pagas variam de acordo com o que se presume que a empresa tenha de lucro a partir da sua área de atuação.

No entanto, pode ser que o lucro do seu negócio seja consideravelmente menor do que se é esperado para a área de atuação. Isso acontece quando a empresa tem muitos gastos com funcionários ou fornecedores, por exemplo.

Portanto, nesse caso, o Lucro Real faria mais sentido. Para muitos empreendedores, o ponto negativo do Lucro Real é o rigor com que a documentação financeira deve ser apresentada. Nesse regime tributário é preciso conferir todos os comprovantes e calcular cuidadosamente todas as receitas e despesas. 

Porém, como dissemos, se o lucro real for consideravelmente menor em relação ao lucro presumido, o trabalho de reunir e organizar a documentação vale a pena diante da economia em impostos. 

Quais são os regimes tributários para empresas?

Simples Nacional

Este é o regime tributário com a agenda fiscal mais descomplicada. Ele unifica oito impostos (PIS, COFINS, IPI, ICMS, CSLL, ISS, IRPJ e CPP), que são pagos por meio de uma guia única, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). 

No caso do Simples Nacional a alíquota dos impostos depende da faixa de faturamento da empresa.

Restrições para escolher o Simples Nacional

Existem algumas restrições para a adesão ao Simples Nacional. A primeira delas diz respeito ao faturamento. Apenas microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) podem fazer a adesão.

Para microempresas (ME) o faturamento no ano/calendário anterior não pode exceder R$ 360.000,00. Para pequenas empresas (EPP) o limite máximo de receita bruta anual é R$ 4.800.000,00.

Além disso, algumas atividades são restritas e não podem aderir ao Simples Nacional, como instituições financeiras, sociedades de crédito, corretoras e seguradoras, ou fábricas de cigarros. Portanto, antes de solicitar a adesão ao Simples Nacional é necessário certificar-se de que o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) da empresa é aceito.

Lucro Presumido

Empresas que tenham o faturamento até R$ 78 milhões por ano podem optar pelo Lucro Presumido. Empresas com faturamento acima desse valor precisam aderir obrigatoriamente ao Lucro Real.

No regime tributário Lucro Presumido as alíquotas são calculadas a partir do lucro que é estimado para a atividade da empresa, ou seja, os impostos são calculados a partir do que é esperado para aquele tipo de negócio.

Portanto, as taxas variam de acordo com a área de atuação e os valores são definidos pela Receita Federal.

No que diz respeito aos prazos, para as empresas optantes do Lucro Presumido há alguns impostos a serem pagos mensalmente, como PIS, COFINS e ISS; e há também impostos que devem ser pagos a cada três meses, como IRPJ e CSLL.

Lucro Real

Este regime tributário é obrigatório para empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões ao ano. É também obrigatório para as empresas do setor financeiro. 

Entretanto, como explicamos anteriormente, outras empresas podem optar por esse regime. O ponto principal do Lucro Real é que as alíquotas são calculadas a partir do lucro efetivo da empresa, ou seja, do valor da sua receita menos o valor das suas despesas. 

Neste regime tributário, se houver prejuízo, os impostos IRPJ e CSLL não precisam ser pagos.

Para averiguar adequadamente o lucro real, é exigido que a empresa seja rigorosa com toda a documentação financeira. É preciso uma conferência minuciosa de todas as receitas e despesas.

Para empresas que possuem muitas despesas, o Lucro Real pode ser vantajoso, pois os impostos são cobrados a partir do resultado efetivo da empresa.

Como escolher um bom escritório de contabilidade para auxiliá-lo?

Um levantamento cuidadoso das projeções de gastos e receitas é o que vai garantir uma boa escolha do regime tributário. Para as empresas já em operação, é também essa análise, feita anualmente, que verificará se é necessário mudar de regime tributário ou não.

Um escritório de contabilidade experiente e bem preparado pode tomar essa decisão com assertividade, avaliando as particularidades da sua empresa. O comprometimento com o trabalho é muito importante na escolha de um escritório de contabilidade, pois a falta de atenção acarreta em gastos desnecessários, capazes de comprometer a saúde financeira da empresa.

No momento de indicar o melhor regime tributário para uma empresa, a Brasct leva em consideração vários fatores relacionados, como o tamanho da empresa, os processos internos e os produtos ou serviços comercializados. 

Essa atenção dedicada aos nossos clientes é que nos da tranquilidade, pois sabemos que as empresas que confiam em nós estão sempre em dia com a legislação, e sem pagar impostos a mais.