Como gerenciar o fluxo de caixa do seu e-commerce

O fluxo de caixa é um dos principais indicadores financeiros do seu e-commerce. Ele mostra a entrada e saída de dinheiro da empresa em um determinado período de tempo.

É uma ferramenta importante para o gerenciamento financeiro do negócio e para tomar decisões estratégicas.

Por isso, deixamos a seguir algumas dicas para ajudar você a gerenciar o fluxo de caixa do seu e-commerce:

  1. Registre todas as movimentações financeiras
    Para ter um controle preciso do fluxo de caixa, é importante registrar todas as movimentações financeiras da empresa, desde as vendas até os pagamentos de fornecedores e despesas com funcionários. O registro deve ser feito diariamente para que não haja perda de informações importantes.

  2. Classifique as movimentações por categorias
    Ao registrar as movimentações financeiras, é importante classificá-las por categorias, como vendas, despesas com fornecedores, despesas com funcionários, impostos, entre outras. Essa classificação ajuda a identificar as principais fontes de receita e os gastos da empresa, facilitando o planejamento financeiro.

  3. Analise o fluxo de caixa regularmente
    A análise do fluxo de caixa deve ser feita regularmente, preferencialmente semanalmente, para acompanhar a situação financeira da empresa. Isso ajuda a identificar possíveis problemas e tomar medidas preventivas para evitar problemas maiores.

  4. Mantenha uma reserva de emergência
    Por fim, é importante manter uma reserva de emergência para garantir a estabilidade financeira da empresa em momentos de crise. Essa reserva deve ser suficiente para cobrir as despesas da empresa por alguns meses, caso ocorra uma queda nas vendas.

Com essas medidas, você pode garantir a estabilidade financeira da sua empresa e tomar decisões estratégicas com mais segurança.

E lembre-se: se você precisar de ajuda com a gestão financeira do seu negócio, pode contar conosco: entre em contato com a gente, será um prazer atendê-lo.

Como calcular impostos para vendas online

Se você possui um e-commerce, é importante estar ciente dos impostos que precisam ser pagos sobre as vendas realizadas online. O cálculo dos impostos pode parecer complicado, mas com as informações corretas e uma boa organização, é possível realizar essa tarefa com eficiência. Neste post, iremos mostrar como calcular os impostos para vendas online.

  1. Identifique os impostos que incidem sobre as vendas online
    Antes de começar a calcular os impostos, é necessário entender quais tributos são aplicáveis às vendas online. Os impostos que geralmente incidem sobre as vendas realizadas em um e-commerce são o ICMS, o PIS e a COFINS.

  2. Verifique a alíquota do ICMS
    O ICMS é um imposto estadual que incide sobre a circulação de mercadorias e serviços. A alíquota do ICMS varia de acordo com o estado em que a empresa está registrada e para onde é realizada a venda. Para calcular o valor do ICMS que deve ser pago, é necessário verificar a alíquota correspondente ao estado do remetente e ao estado de destino da venda.

  3. Calcule o PIS e a COFINS
    O PIS e a COFINS são tributos federais que incidem sobre o faturamento da empresa. A alíquota desses impostos é de 0,65% e 3,00%, respectivamente. Para calcular o valor a ser pago, basta multiplicar o faturamento mensal do e-commerce pelas alíquotas correspondentes.

  4. Verifique a possibilidade de utilização do Simples Nacional
    Para facilitar a gestão tributária de empresas de pequeno porte, foi criado o Simples Nacional. Esse regime tributário unifica o pagamento de diversos impostos, como o ICMS, o PIS e a COFINS, em uma única guia de pagamento. Se sua empresa se enquadra nos critérios do Simples Nacional, a tributação das vendas online pode ser simplificada.

  5. Na dúvida, contrate uma consultoria especializada
    Caso você precise de ajuda para fazer os cálculos necessários e saber se os está realizando da forma correta, você pode contar com a nossa ajuda! Será um prazer atendê-lo!

Calcular os impostos para vendas online pode ser um desafio. Por isso, lembre-se de manter a documentação em dia e de contar com a ajuda de uma empresa de contabilidade de confiança para evitar erros tributários e garantir a conformidade fiscal do seu e-commerce.

Fale conosco agora mesmo e garanta a ajuda que você precisa.

Como fazer a gestão financeira de um e-commerce?

Gerenciar as finanças de um e-commerce pode ser um desafio para muitos empreendedores, principalmente quando se trata de um negócio que está em crescimento. 

No entanto, com algumas dicas simples, é possível fazer uma gestão financeira eficiente e aumentar os lucros da sua loja! Confira algumas delas abaixo:

  1. Crie um orçamento para o seu e-commerce
    Uma das primeiras medidas que você pode tomar para controlar as finanças do seu e-commerce é criar um orçamento. Para isso, liste todos os gastos fixos e variáveis do seu negócio, como aluguel, estoque, salários, taxas de plataforma, entre outros. Com base nesses valores, estabeleça uma meta de vendas para o mês e planeje suas estratégias de marketing e vendas.

  2. Analise seus custos de envio
    O frete é um dos principais custos para um e-commerce, por isso, é importante que você faça uma análise detalhada dos custos de envio dos seus produtos. Avalie as opções de frete e compare preços entre diferentes transportadoras para encontrar a melhor opção para o seu negócio. Além disso, é importante que você ofereça opções de frete que sejam atrativas para o seu público-alvo.

  3. Tenha um controle rigoroso do estoque
    Manter um controle rigoroso do estoque é fundamental para evitar prejuízos e perdas financeiras. Faça um registro detalhado de todos os produtos que entram e saem do seu estoque e estabeleça um sistema de reposição de estoque. Dessa forma, você evita a falta de produtos e os prejuízos financeiros causados pela armazenagem excessiva.

  4. Invista em uma contabilidade especializada
    Contar com a ajuda de uma contabilidade especializada pode ser uma excelente alternativa para quem quer ter uma gestão financeira eficiente. E para isso, você pode contar conosco da BRASCT Contabilidade. Com experiência de sobra, podemos ajudar você a estruturar suas finanças, evitar erros tributários e aumentar seus lucros!

Com essas dicas, você estará mais preparado para gerenciar suas finanças e desenvolver melhor o crescimento do seu e-commerce. Lembre-se de que a gestão financeira é um processo contínuo e que exige disciplina, organização e análise constante dos resultados.

Mantenha-se atualizado e conte conosco para ajudar você nessa jornada! Fale com a gente.

Como abrir o seu primeiro e-commerce

Abrir um e-commerce pode parecer uma tarefa complicada para quem nunca teve experiência no assunto, mas com o passo a passo correto, pode se tornar uma realidade mais próxima do que você imagina!

Para ajudá-lo nessa jornada, preparamos um guia com o que você precisa saber para abrir seu primeiro e-commerce. Confira:

  1. Escolha um bom nicho de mercado
    O primeiro passo para abrir um e-commerce é definir qual será o seu nicho de mercado. Recomendamos que você pense em um segmento com o qual você já tenha alguma afinidade e conhecimento. Além disso, é interessante que o nicho escolhido tenha potencial de mercado atrativo. Analise a concorrência e o comportamento do consumidor para validar a viabilidade do negócio.

  2. Faça a abertura da sua empresa
    Para abrir um e-commerce, o ideal é que você tenha empresa aberta e mantenha tudo regularizado. Consulte-nos (link para página de contato) para verificar o tipo de empresa mais adequado e as licenças específicas para o seu negócio.

  3. Escolha os produtos e fornecedores
    Escolha os produtos que irá vender em seu e-commerce e encontre fornecedores confiáveis e com preços competitivos! Verifique a qualidade dos produtos e a capacidade de fornecimento dos fornecedores.

  4. Escolha sua plataforma de e-commerce
    Existem diversas plataformas de e-commerce disponíveis no mercado, cada uma com suas características, preços e particularidades. Analise as funcionalidades e recursos que você precisa e escolha a que melhor se adequa às suas necessidades e orçamento. Alguns exemplos de plataformas de e-commerce são: Shopify, NuvemShop, WooCommerce e Loja Integrada.

  5. Crie sua loja virtual
    Com a plataforma de ecommerce escolhida, é hora de criar a sua loja virtual! Adicione seus produtos, configure o layout e design, crie políticas de troca e devolução, e configure as formas de pagamento e envio.

  6. Configure suas redes sociais e campanhas de marketing
    Utilize as redes sociais para divulgar sua loja virtual e seus produtos. Crie campanhas de marketing digital para atrair mais clientes para sua loja virtual e para aumentar sua visibilidade online.

  7. Analise os resultados e faça ajustes
    Analisar os resultados de suas vendas é fundamental para entender o comportamento do seu público e fazer ajustes necessários para melhorar a performance da sua loja virtual. Analise as métricas de vendas, como taxa de conversão, ticket médio e volume de vendas, para avaliar o desempenho do seu e-commerce.

Com esses passos, você estará pronto para abrir seu primeiro e-commerce e dar início a essa jornada empreendedora!

Lembre-se de que a chave para o sucesso é oferecer produtos de qualidade, uma boa experiência de compra e um atendimento de excelência para seus clientes. E, claro, contar com uma empresa de contabilidade para ajudá-lo na gestão financeira e tributária do seu negócio! Para isso, entre em contato conosco.

Como funciona a tributação e o pagamento de impostos numa loja virtual?

Pensar que ao abrir uma loja virtual o empreendedor não precisa pagar impostos é um erro comum, mas que pode resultar em sérias penalidades judiciais e até mesmo no fechamento da empresa. A tributação de um e-commerce funciona de forma muito semelhante à uma empresa normal, mas alguns pontos são mais importantes de serem destacados. Falaremos sobre eles mais adiante.

Receber pedidos a qualquer hora do dia, mesmo durante finais de semana e feriados; atender pessoas de todo o país; usufruir da possibilidade de trabalhar com uma equipe reduzida e sem loja física. Essas são algumas das grandes vantagens de investir em um e-commerce.

Nesse texto vamos falar um pouco mais sobre o passo a passo para a regularização de um e-commerce e como funciona a tributação e o pagamento de impostos numa loja virtual.

1. Fazer o registro no CNPJ e escolher o CNAE

O primeiro passo é fazer o registro no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), na junta comercial e na prefeitura da cidade. Possuir um CNPJ é uma forma de transmitir mais credibilidade e segurança para seus clientes. Além disso, é muito importante que a loja emita notas fiscais, pois elas funcionam como uma garantia para o consumidor. 

Por meio de um CNPJ você também tem acesso à créditos com juros mais atrativos e tem mais facilidade em comprar produtos no atacado.

No momento do registro o empreendedor precisará escolher o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas). Essa é uma forma de categorização nacional das empresas de acordo com as atividades que realizam, serviços e produtos que vendem, etc. A escolha do CNAE interfere diretamente na tributação e na fiscalização das atividades da empresa. Por isso a importância de contar com a assessoria de um escritório de contabilidade.

2. Escolher o Regime Tributário

Em seguida, será necessário escolher o Regime Tributário. Os impostos a serem pagos vão depender do regime tributário no qual a loja virtual se enquadra. Os regimes variam de acordo com o tamanho da empresa, número de funcionários e a forma como a contabilidade será estruturada.

As empresas podem ser enquadradas em três regimes diferentes, mas existe ainda o Microempreendedor Individual (MEI), uma figura jurídica utilizada pelas pessoas que trabalham por conta própria.

MEI: empreendedores que trabalham por conta própria ou têm, no máximo, mais um funcionário. Faturam até R$ 81 mil por ano e tem as menores tributações.

Simples Nacional: regime simplificado com valores de tributação vantajosos, voltado para empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano.

Lucro Presumido: empresas que faturam até R$ 78 milhões por ano. Neste regime há incidência de PIS e Cofins.

Lucro Real: receita superior a R$ 78 milhões, rendimentos no exterior ou empresas que trabalham com atividades relacionadas a financiamento.

Apesar do Simples Nacional ser um regime tributário que simplifica a arrecadação de impostos, ele possui limitações em relação à natureza e tamanho do negócio. Além de não ser o mais vantajoso para todas as empresas.

3. Ter atenção ao ICMS

Em suma, os impostos que uma loja virtual precisará pagar são exatamente os mesmos de um estabelecimento físico. Portanto, dependerá do regime tributário no qual a empresa se enquadra. Além disso, a carga tributária também está diretamente relacionada às atividades exercidas pela empresa, produtos e/ou serviços comercializados.

No entanto, é necessário atenção especial à tributação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação), uma vez que a grande maioria dos e-commerces e lojas virtuais realizam vendas interestaduais.

Até 2018 o recolhimento do imposto era compartilhado entre o estado de origem e o estado de destino das compras. No entanto, desde 2019, o imposto é recolhido apenas pelo estado de destino. O valor da alíquota do ICMS varia de acordo com a categoria da mercadoria ou serviço e o estado de origem e destino das transações, podendo ir de 7% a 35%. 

4. Saber os impostos de acordo com o Regime Tributário, CNAE e modalidade da empresa

Como dissemos anteriormente, não existe uma regra, ou um regime tributário específico para e-commerces. O primeiro passo para o empreendedor é conhecer e compreender as obrigações do regime tributário no qual a sua empresa se enquadra (Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real), ou do MEI, se for este o caso.

Além do Regime Tributário, o CNAE, tipo do negócio, modalidade, produtos e serviços oferecidos vão influenciar na tributação. 

Outro fator importante para compreender os impostos devidos pela sua empresa é o local onde ela está sediada. Cada estado possui obrigações e alíquotas diferentes no que diz respeito aos impostos estaduais.  

5. Contratar uma contabilidade experiente em e-commerces

À primeira vista lidar com tributação e contabilidade pode parecer muito difícil. O empreendedor pode se sentir inseguro diante de tantos detalhes e informações. Por isso, o mais indicado é sempre confiar em uma empresa que conheça muito sobre o assunto.

Uma loja virtual pode trazer muito retorno financeiro e liberdade ao investidor. Vale notar que as questões relacionadas aos impostos, formalização e até mesmo a parametrização de sistemas podem ser tratadas por uma contabilidade confiável e o gestor fica livre para tomar decisões com mais tranquilidade. 

A Brasct é uma contabilidade diferenciada, pois além de possuir mais de 49 anos de mercado, com sólida experiência em contabilidade e gestão empresarial, também modernizou-se e especializou-se e-commerces. 

A Brasct é uma empresa completa, cuida da contabilidade, auxilia os clientes em processos de gestão de equipe, parametrização de sistemas, consultoria financeira e até mesmo gestão de pessoas. 


Fiscalização da Receita Federal: o que é e quais erros não cometer


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3 tendências em alta para o mercado online de autopeças


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Como funciona a tributação e o pagamento de impostos numa loja virtual?


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5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online

Ao visitar lojas físicas, o consumidor tem um número limitado de opções para escolher. Mas, na Internet, ele tem milhares de possibilidades ao seu alcance a partir de uma simples busca. Por isso, não basta apenas colocar seus produtos online, é preciso usar estratégias para se destacar.

No entanto, muitas delas são complexas e difíceis de serem implementadas, exigindo muito investimento financeiro e conhecimento especializado. Neste texto, vamos apresentar 5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online. Confira quais são para aumentar as vendas do seu e-commerce.

Memes Are Great, But Instagram Really Wants You to Shop – Sourcing Journal

1. Utilize as redes sociais

Defina qual é o seu público alvo e identifique quais redes sociais ele costuma usar. Se o público for mais jovem, por exemplo, o foco em novas plataformas, como o TikTok, deve ser mais eficiente do que no Facebook.

Defina uma rotina de postagens. Caso use o Instagram, por exemplo, pense em um tipo de story diferente para cada dia. Na segunda, você pode apresentar um produto. Na terça, postar o depoimento de um cliente, etc. Você também pode pagar para impulsionar os posts, direcionando que tipo de público você quer que eles alcancem.

Grande parte das lojas virtuais hoje são multiplataforma. Isso significa que vendem em vários canais, como sites próprios, diversos marketplaces e também em redes sociais. Essa variedade ajuda a alcançar mais clientes. Mas é interessante contar com um ERP para facilitar esse processo, se você opera em muitos canais.

2. Desenvolva o SEO

SEO significa “otimização para motores de busca” (Search Engine Optimization, em inglês). Significa usar mecanismos que facilitam que as suas páginas apareçam entre as primeiras nas pesquisas do Google sem que você tenha que pagar por isso.

Você pode usar essa estratégia, por exemplo, inserindo palavras-chave nos textos das páginas e colocando, em cada uma, links para outras páginas do site. Você também deve escolher uma plataforma para desenvolvimento do site que seja responsiva. Isso quer dizer que ela deve funcionar bem tanto em computadores quanto em celulares. Há ainda diversas outras técnicas de SEO que você pode implementar.

Mesmo que você não tenha um site próprio e venda somente em marketplaces, é importante tomar cuidados que facilitem que os clientes encontrem seus produtos no mecanismo de busca da plataforma. O nome do produto, por exemplo, deve conter as palavras-chave adequadas pelas quais o cliente possa pesquisar.

Zendesk integra ferramenta de atendimento ao WhatsApp Business | IT Forum

3. Invista no atendimento ao cliente

O chat online é uma forma importante de tirar dúvidas do cliente e deixá-lo mais seguro para realizar a sua compra. Por isso, sempre que um cliente entrar em contato, responda com cuidado, gentileza e passando a maior quantidade possível de informações.

Também é interessante deixar claro no site da loja ou nos anúncios dos produtos que o cliente pode entrar em contato para solucionar qualquer dúvida. Em algumas plataformas, os clientes fazem comentários, e a loja pode respondê-los. Não deixe de dar esse retorno e seja ainda mais cuidadoso, uma vez que todas as pessoas poderão ler sua resposta.

Outro ponto é cuidar bem do pós-venda. É importante esforçar-se para resolver os problemas dos clientes e agradecer pelos retornos positivos. Isso faz com que eles queiram comprar novamente na sua loja e que a indiquem para outras pessoas. Além disso, a sua loja foge do risco de ser listada negativamente em sites como o Reclame Aqui.

What is dropshipping? Benefits, challenges, and getting started

4. Encontre a melhor logística

O prazo de entrega e o frete são dois elementos não relacionados diretamente ao produto, mas que podem ser decisivos na escolha ou não pela compra. Um valor de frete elevado e um prazo de entrega muito longo podem fazer com que o cliente desista de um produto que ele já havia escolhido comprar.

Por isso, além de cuidar da qualidade das suas próprias mercadorias, é preciso se preocupar com a forma como elas vão chegar ao cliente. Uma forma de fazer isso é pesquisar por serviços de transportadoras ou utilizar sistemas de logística próprios dos marketplaces, por exemplo.

A opção de oferecer mais de uma possibilidade de frete é sempre interessante, assim o cliente pode escolher se quer pagar mais para receber mais rápido. O frete grátis é um grande impulsionador das vendas, mas o lojista precisa avaliar bem o impacto dessa opção.

Como Criar Uma Loja Virtual no Instagram - Confira!

5. Cuide das imagens e da usabilidade da loja

Os seus produtos podem ser excelentes, mas o cliente precisa encontrá-los na sua loja e ver se eles correspondem às suas expectativas. Isso quer dizer que sua loja virtual deve dar ao cliente a mesma facilidade que ele teria para identificar e avaliar os produtos numa loja física. Portanto, sua loja deve ser organizada e atrativa.

Para conseguir isso é importante que as fotos dos produtos sejam de qualidade e mostrem tudo o que o cliente precisa saber a respeito deles. Além disso, as descrições também precisam ser completas e claras, para que o cliente se sinta seguro em relação ao que está comprando.

Do mesmo modo, os produtos não podem estar todos “bagunçados numa única pilha”. É preciso que eles sejam divididos em categorias e organizados de forma que o cliente possa identificar as diferentes opções similares. Por fim, o comprador deve ter facilidade para colocar os produtos no carrinho e fazer o pagamento, senão ele corre o risco de ir embora antes disso.

EXTRA: Planejamento financeiro

Além dessas 5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online, outro meio de garantir o sucesso do seu e-commerce é cuidando bem das finanças do seu negócio.

Nesse sentido, contar com um bom escritório de contabilidade faz toda a diferença. A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em e-commerce. Estamos à disposição para te ajudar a aumentar a eficiência da sua loja online.


5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online


5 estratégias eficientes e com menos complexidade operacional para sua loja online





E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor


E-commerce: 16 fatores que influenciam na escolha do consumidor





Shopee: nova taxa para vendedores CPF


Shopee: nova taxa para vendedores CPF



Shopee: nova taxa para vendedores CPF

A Shopee continua restringindo as possibilidades de venda com CPF na plataforma. Apesar de ser possível vender tanto com CNPJ quanto com CPF na Shopee, esse marketplace tem feito mudanças para incentivar os vendedores CPF a migrarem para o regime CNPJ.

Esse não é um movimento único da Shopee, muitos marketplaces não aceitam vendas por CNPJ, enquanto outros têm estabelecido restrições semelhantes, como o Mercado Livre, por exemplo. Acompanhe abaixo tudo o que você precisa saber sobre a nova taxa para vendedores CPF na Shopee.

O que muda para os vendedores CPF na Shopee?

No dia 1 de fevereiro de 2022, a Shopee começou a cobrar uma taxa adicional de R$ 3 para cada produto vendido por vendedores CPF que possuem grande volume de vendas. Recentemente, em 1 de junho de 2022, esse valor ficou ainda maior.

Os vendedores CPF que tiverem emitido mais de 900 produtos nos últimos três meses (média de 10 produtos por dia) passaram a ter que pagar R$ 5 de taxa por produto vendido, ao invés dos R$ 3 que estavam sendo cobrados anteriormente. Para os casos de produtos abaixo de R$ 10, a taxa estabelecida é a de metade do valor do item.

Além dessa taxa, ainda continua sendo necessário pagar uma comissão de 12% sobre o preço de cada produto. Portanto, se for vendido 1 item de R$ 100, o vendedor terá que pagar R$ 5 de taxa e R$ 12 de comissão, totalizando R$ 17.

Mas se forem vendidos 4 produtos de R$ 25 cada (totalizando R$ 100), o vendedor terá que pagar R$ 20 de taxa (4 x R$ 5) e R$ 12 de comissão (4 x R$ 3), totalizando R$ 32. Mesmo que o volume de vendas diminua posteriormente, essas taxas continuarão sendo cobradas.

Além disso, vendedores que têm faturamento anual superior a R$ 81 mil passaram a ter obrigação de emitir nota fiscal e, portanto, precisarão ter CNPJ.

Processo de migração para CNPJ 

As alterações foram apenas para vendedores CPF. Para os que vendem com CNPJ, as regras continuam as mesmas. Isso quer dizer que os vendedores CNPJ continuam não tendo que pagar uma taxa fixa por produto vendido, devendo arcar apenas com a comissão de 12%. Isso torna o regime CNPJ muito mais vantajoso para quem tem grande volume de vendas.

Os vendedores CPF podem evitar as novas taxas migrando para o regime CNPJ. A mudança de status ocorre em até 7 dias úteis. O processo de migração para CNPJ garante também o acesso ao sistema logístico da Shopee. Com isso, o vendedor pode enviar os produtos através de transportadoras parceiras.

Quem pretende continuar vendendo com CPF, terá que aumentar o valor dos produtos se quiser continuar tendo a mesma margem de lucro. Isso faz com que os itens de vendedores CPF sejam menos competitivos do que os de vendedores CNPJ.

Quem for abrir um CNPJ pode fazer isso de forma descomplicada através do regime MEI (Microempreendedor Individual), mas apenas se o faturamento anual for de até R$ 81 mil. Caso contrário, é preciso abrir uma ME (Microempresa) ou EPP (Empresa de Pequeno Porte).

Qual o motivo das mudanças

O principal motivo para que a Shopee e outros marketplaces, como o Mercado Livre, restrinjam as possibilidades de vender com CPF em suas plataformas é a tentava de garantir mais segurança jurídica.

Os órgãos de fiscalização governamental têm intensificado a supervisão das atividades em marketplaces. Além das questões tributárias, a venda com CNPJ torna mais clara a procedência das mercadorias.

Outro motivo é incentivar os vendedores a usarem o sistema de logística da Shopee. Para utilizar os serviços das transportadoras parceiras, é preciso emitir nota fiscal. Portanto, é preciso que o vendedor seja CNPJ.

A obrigação de emitir nota fiscal para quem fatura mais de 81 mil por mês se deve ao fato de que esse é o limite de faturamento para o enquadramento MEI. A questão é que o MEI não é obrigado a emitir nota fiscal quando vende para pessoa física, mas quem tem faturamento superior a esse limite é obrigado a fazer a emissão.

Conte com ajuda especializada para fazer a migração

O cerco contra a utilização de CPF nos marketplaces está cada vez maior. É por isso que a Shopee resolveu adotar essa nova taxa para vendedores CPF. Para evitar dores de cabeça, recomendamos que você faça já sua migração para CNPJ.

A Brasct é um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em e-commerce e vendas por marketplaces. Conte com uma assistência especializada no tipo de negócio da sua empresa para fazer essa migração. Clique aqui.


Shopee: nova taxa para vendedores CPF


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Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?


Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?





Por que o ERP é a ferramenta mais importante para o e-commerce?


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Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?

Muitos vendedores no marketplace da Shopee têm optado por usar o dropshipping como método de venda online na plataforma. Essa é uma estratégia que tem se tornado cada vez mais comum no comércio eletrônico, mas que precisa ser pensada a partir das características de cada marketplace. Abaixo, vamos explicar se vale a pena fazer dropshipping na Shopee.

O que é o dropshipping?

Dropshipping é o método de vendas no qual você não tem estoque dos produtos que vende. A cada venda, você solicita o produto do fornecedor e pede que ele seja entregue diretamente no endereço do comprador. Portanto, você é apenas um intermediário entre o fornecedor e o cliente final. Os produtos nem chegam a passar pelas suas mãos.

O dropshipping é uma maneira mais fácil de começar a vender online, porque você não tem a necessidade de caixa inicial para comprar os produtos. Além disso, você não tem que fazer gestão de estoque e nem cuidar da parte logística, já que você não é o responsável pelas entregas.

Quais são as regras da Shopee?

A Shopee não deixa claro nos seus termos de uso como essa prática é regulada dentro da plataforma. Mas esse marketplace não foi criado com a intensão de promover estratégias de venda como essa. Isso significa que o processo de envio do pedido para o fornecedor não é automático e precisa ser feito manualmente.

Existem casos de vendedores que tiveram suas contas bloqueadas. Portanto, fazer dropshipping na Shopee é uma estratégia que envolve risco para o vendedor. Dessa forma, tenha em mente que esse é um proceso “extraoficial”, não regulamentado pela plataforma.

Shopee Automated Dropshipping | SiteGiant Power Seller Tool

Como fazer dropshipping na Shopee?

Se você quer atuar no comércio eletrônico a partir da estratégia de dropshipping, a primeira coisa a ser feita é um estudo de mercado para determinar que tipos de produtos você deve vender, inclusive definindo se serão produtos de apenas de um nicho ou de tipos variados.

Depois disso, você deve escolher os seus parceiros, que são os fornecedores. Isso é muito importante porque o seu negócio vai depender totalmente deles. Por isso, eles precisam ser confiáveis e fornecer produtos de qualidade. Fazer dropshipping nacional é mais fácil, pois o contato com o fornecedor é mais rápido.

Para realizar esse processo na Shopee, primeiro você deve fazer o seu cadastro na plataforma, o que é bem fácil e intuitivo. Você pode cadastrar seu CPF ou CNPJ. A Shopee tem uma Central do Vendedor, que explica todos os processos necessários em detalhes.

Então você deve cadastrar sua loja, criando um nome, uma logo e uma descrição interessantes para ajudar nas vendas. A partir daí, você já pode cadastrar os seus produtos. Para isso, pegue todos os dados, características e fotos deles com o seu fornecedor.

Você também deve informar para a Shopee que o envio será por sua conta, não integrado ao sistema de logística da plataforma.

Como funciona o processo de dropshipping?

A partir do momento em que você fizer uma venda, você é o responsável pela comunicação com o seu fornecedor e com o seu cliente. Para todos os efeitos, o cliente está comprando de você, portanto a responsabilidade é totalmente sua.

Você deve passar todos os dados da venda para o fornecedor, inclusive a etiqueta que a Shopee gera. O fornecedor é que vai ser responsável por separar, embalar e despachar o produto.

Você vai ficar responsável pelo relacionamento com o cliente, disponibilizando código de rastreio, prazo de entrega e ficando à disposição para tirar qualquer dúvida. Você também deve acompanhar a entrega até o recebimento do cliente, garantindo que tudo está dentro dos padrões, e que o cliente está satisfeito.

É importante entender a centralidade das demandas de contato com o fornecedor e de atendimento ao cliente, afinal de contas, é a sua loja que está sendo avaliada.

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Devo optar pelo dropshipping?

Como você viu neste artigo, o dropshipping na Shopee tem se tornado uma prática cada vez mais comum. Mas vale a pena fazer? O dropshipping pode ser um método de trabalho mais fácil por não demandar uma necessidade de caixa alto no início. Mas você vai ter uma demanda bem significativa relacionada aos processos manuais e de atendimento ao cliente. 

Portanto, o dropshipping é uma estratégia que envolve vantagens e desvantagens, e você deve levá-las em consideração na hora de optar ou não por esse método. De uma maneira ou de outra, você pode contar com a Brasct. Nós somos um escritório de contabilidade em São Paulo especializado em dropshipping e demais estratégias de venda online.


Dropshipping na Shopee: vale a pena fazer?


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Por que o ERP é a ferramenta mais importante para o e-commerce?


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Tudo sobre a Restituição do Imposto de Renda 2022


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7 maiores marketplaces do Brasil 2022: como vender neles?

As vendas pela Internet têm se tornado uma tendência cada vez maior no mercado brasileiro. Por isso, se você ainda não faz vendas online, pode estar perdendo uma grande oportunidade. Mas, quando falamos nesse tema, é comum que muitos empreendedores não saibam nem por onde começar. Por isso, vamos te dar todas as dicas a seguir.

As vendas online costumam acontecer de duas formas: através de e-commerces ou de marketplaces. Os e-commerces são lojas virtuais próprias de cada empresa. Os marketplaces, por outro lado, são como shoppings virtuais, nos quais você encontra uma diversidade de produtos de diferentes vendedores.

Criar uma loja virtual própria exige mais investimento e estratégias de marketing para atrair clientes. Por isso, os marketplaces são a forma mais fácil e eficiente de entrar no mercado online. Neste artigo, vamos te explicar como vender nos 7 maiores marketplaces do Brasil em 2022. Acompanhe a lista abaixo:

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1. Mercado Livre

O Mercado Livre é amplamente reconhecimento como o maior marketplace do Brasil. O sucesso da plataforma é tão grande que, em 2020, ela superou a Vale, se tornando a empresa mais valiosa da América Latina. A plataforma conta com mais de 300 milhões de usuários cadastrados em todo o mundo.

  • Quem pode se inscrever: É possível criar uma conta no site tanto como pessoa física (CPF) quanto como pessoa jurídica (CNPJ).
  • Quanto é cobrado: A cada produto vendido, é cobrada uma comissão que varia entre 11% e 19%, dependendo do tipo de anúncio e de produto. Há uma opção gratuita limitada para as primeiras vendas.
  • Como funciona o envio: Dependendo da reputação do vendedor, ele ganha desconto de até 50% no frete grátis. É obrigatório oferecer frete grátis nas compras acima de R$ 79.

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2. Shopee

A Shopee tem se tornado rapidamente um dos marketplaces mais populares no Brasil pela facilidade com que as compras podem ser realizadas no aplicativo e pelos preços baixos. Um grande diferencial da Shopee é oferecer 2 cupons de frete grátis por mês para os clientes, além de 3 cupons de frete grátis extras que podem ou não ser aceitos pelos vendedores cadastrados.

  • Quem pode se inscrever: É possível criar uma conta no site tanto como pessoa física (CPF) quanto como pessoa jurídica (CNPJ).
  • Quanto é cobrado: É cobrada uma comissão de 12% por produto vendido, até o máximo de R$ 100.
  • Como funciona o envio: O vendedor não paga nada pelo envio quando o comprador usa um cupom de frete grátis. Se o vendedor optar por aceitar cupons de frete grátis extras, é cobrada uma taxa adicional de 6% por produto vendido.
  • Observação: O Shopee está restringindo a quantidade de vendas que podem ser feitas por pessoas físicas. Em abril de 2022, passará a haver o limite de 100 vendas por mês para quem usa o CPF. A partir de maio, esse limite cairá para 30 vendas por mês.

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3. Amazon

Inicialmente voltada apenas para a comercialização de livros, a Amazon se abriu para outros segmentos, tornando-se um dos marketplaces de maior destaque. Ela é a maior empresa do mundo na atualidade, mas não tem tanta liderança do mercado brasileiro quanto tem em outros países mundo afora.

  • Quem pode se inscrever: É possível criar uma conta no site tanto como pessoa física (CPF) quanto como pessoa jurídica (CNPJ).
  • Quanto é cobrado: Há dois planos, o Profissional e o Individual. É cobrada uma taxa mensal de R$ 19 no primeiro, e uma taxa de R$ 2 por item vendido no segundo. Além dessas taxas, também é cobrada uma comissão que varia entre 8% e 20%, dependendo do tipo de produto.
  • Como funciona o envio: A Amazon entrega os produtos para os clientes, cobrando o valor integral do vendedor, que varia de acordo com o item.

Magazine Luiza Logo – Magalu Logo - PNG e Vetor - Download de Logo

4. Magazine Luiza

Partindo do sucesso da rede de lojas físicas, a apelidada Magalu se tornou uma presença muito forte no mercado online brasileiro. Destacando-se inicialmente no ramo de móveis e eletrodomésticos, nas vendas online, ela conta com a mais diversa variedade de produtos. Recentemente incorporou a Netshoes.

  • Quem pode se inscrever: Só é possível criar uma conta no site como pessoa jurídica (CNPJ). 
  • Quanto é cobrado: Para quem é MEI ou optante pelo Simples Nacional, é cobrada uma comissão de 3,99%. Para outras empresas, é cobrada uma comissão que varia entre 10% e 20%, dependendo do tipo de produto.
  • Como funciona o envio: A Magazine Luiza entrega os produtos para os clientes. É obrigatório oferecer frete grátis acima de R$ 79, sendo cobrada uma coparticipação do vendedor, que pode ser zerada se ele cumprir os prazos de entrega.
  • Observação: Existe a possibilidade de criar uma conta como “divulgador”, cadastrando-se como pessoa física (CPF). Mas ela não possibilita vender produtos próprios, apenas anunciar produtos oferecidos por empresas. Ainda assim, pode ser um bom investimento, já que, com essa modalidade, é possível ganhar uma comissão que varia entre 1% e 12%.

Onboarding

5. Via Marketplace

Via Marketplace é o novo nome do antigo Via Varejo. Esse conglomerado é composto pelas Casas Bahia, pelo Extra e pelo Ponto. Portanto, cadastrando-se nele, você tem seu produto divulgado nesses três sites. Todas essas empresas têm forte presença no mercado brasileiro a partir das suas lojas físicas, tornando-se uma forte potência quando unidas no ambiente online.

  • Quem pode se inscrever: Só é possível criar uma conta no site como pessoa jurídica (CNPJ).
  • Quanto é cobrado: É cobrada uma comissão que varia entre 18,5% e 21%, dependendo do tipo de produto.
  • Como funciona o envio: O Via Marketplace tem um sistema próprio de entregas chamado Envvias, que sai mais em conta para o vendedor.

File:Lojas Americanas Logo.svg - Wikimedia Commons

6. Americanas Marketplace

Americanas Marketplace é o nome que a B2W, dona da plataforma, tem usado atualmente. Mesmo assim, ela ainda é muito referida como B2W Marketplace. Esse conglomerado é composto pelas Americanas, pelo Submarino e pela Shoptime. Portanto, cadastrando-se nele, o vendedor tem seus produtos divulgados nesses três sites.

A Americanas, enquanto rede de lojas físicas, já trazia uma imensa variedade de produtos. Nas vendas online, ela ampliou seu alcance se juntando a esses veteranos da Internet.

  • Quem pode se inscrever: Só é possível criar uma conta no site como pessoa jurídica (CNPJ).
  • Quanto é cobrado: É cobrada uma comissão que varia entre 12% e 19% por venda, dependendo do tipo de produto. A comissão é sobre o valor do produto + o valor do frete.
  • Como funciona o envio: As entregas são feitas pelo Americanas Marketplace. O custo do frete grátis tem um desconto de 80% para os vendedores que aderirem ao programa Fulfillment.

OLX Logo - PNG and Vector - Logo Download

7. OLX

A OLX surgiu como uma espécie de classificados online, muito relacionada à venda de produtos usados. Mas o crescimento do site tem atraído cada vez mais empresas para ele.

Inicialmente, todo o processo de pagamento e envio ocorria entre o vendedor e o cliente, de forma independente da plataforma. Mas com a criação da carteira digital OLX Pay, passou a existir a possibilidade de o site intermediar esses processos.

Também é conhecida por permitir anúncios de imóveis e veículos.

  • Quem pode se inscrever: Qualquer um pode se inscrever. O cadastro no site é bastante simples, podendo ser feito até mesmo através da conta do Facebook ou do Google.
  • Quanto é cobrado: Há uma opção gratuita, que permite até 40 anúncios por mês, e o Plano Profissional, que custa a partir de R$ 59,90 por mês. É cobrada uma taxa de 10% para quem usa a OLX Pay. Caso contrário, o pagamento não é feito pela plataforma.
  • Como funciona o envio: A forma de entrega é combinada diretamente com o cliente. Mas nas compras com OLX Pay, é possível usar o serviço Entrega em Casa, pago pelo cliente.

Young asian woman entrepreneur business owner working with computer at home Premium Photo

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5 tendências de negócios online para 2022

Durante a pandemia da Covid-19, mesmo com o impacto negativo que ela teve na economia, o empreendedorismo se intensificou. É que os índices mais altos de desemprego fizeram com que muitas pessoas passassem a trabalhar por conta própria e abrissem seus micronegócios.

Dados do SEBRAE mostram que o primeiro semestre de 2021 teve um aumento recorde de abertura de micro e pequenas empresas. Foram 2,1 milhões de novos negócios só nesse período, um aumento de 35% em relação ao mesmo período de 2020. Nesse contexto, os negócios online tiveram um grande destaque devido ao isolamento social imposto pela pandemia.

Tudo indica que 2022 continuará tendo um cenário muito favorável para a abertura de novos negócios, especialmente no ambiente online. Estar atento às projeções do mercado é um excelente caminho para aqueles que ainda não decidiram em que área querem empreender. Por isso, fizemos este texto para mostrar 5 tendências de negócios online para 2022. Confira abaixo!

8 Key Components of Ecommerce Website Success | SaM Solutions

1. E-commerce

A pandemia não modificou nossa rotina apenas no período de isolamento. Essa experiência levou a adaptações nos hábitos de milhões de consumidores que estão permanecendo mesmo depois da melhora no combate à Covid-19. Um dos hábitos que mais se solidificaram foi fazer compras online. Mesmo com a reabertura do comércio, a expectativa é que as vendas online não diminuam. Pelo contrário, a tendência é de um aumento contínuo.

Uma das maiores vantagens do e-commerce é não precisar de uma loja física, o que diminui uma série de gastos, como aluguel, eletricidade e mão-de-obra. Além disso, uma loja online permite vender para um público muito maior.

Por outro lado, um ponto negativo é a concorrência, pois existem diversos outros e-commerce vendendo produtos semelhantes. Por isso, um bom marketing é o maior dos diferenciais. A grande tendência é a criação de conteúdo, que gera engajamento e agrega valor à marca. Explore as mídias sociais e avalie também criar um blog. A criatividade é muito importante!

Facebook Marketplace in 2021: The Definitive Guide

2. Marketplaces

Cada vez mais, ao invés de procurarem sites de empresas específicas para comprarem determinados produtos, os consumidores vão a sites ou aplicativos que vendem produtos de uma diversidade de empresas diferentes. Trata-se dos marketplaces, que são como shoppings digitais.

Essa é uma forma de comercializar produtos online sem ter que gastar com a criação e a manutenção de um site. Também permite com que novas pessoas cheguem aos seus produtos, através das ferramentas de busca da plataforma. 

No entanto, mais do que nunca, a concorrência é imensa, e seu produto pode não aparecer entre as primeiras opções, dificultando que os clientes o encontrem. Além disso, os clientes acabam não prestando atenção à sua marca. Por fim, é necessário pagar uma taxa ao marketplace pelas vendas.

Dropshipping Brasil | Facebook

3. Dropshipping

O dropshipping também é uma das tendências de negócios online para 2022. Dropshipping é uma forma de vender produtos na Internet que permite que o vendedor não precise manter mercadorias no estoque, nem enviar as encomendas. Quando o cliente faz um pedido, o vendedor repassa para o seu fornecedor, que por sua vez envia a mercadoria

Se um empreendedor vende camisas online, por exemplo, ele pode exibir os modelos disponíveis em um site, e quando um cliente fizer uma compra, o empreendedor faz o pedido para a empresa que produz a camisa e manda entregar na casa do cliente. Esse é um excelente formato para quem não tem muito dinheiro para investir na abertura de um negócio.

Uma das grandes oportunidades é a importação de produtos. São mercadorias que os clientes podem não achar facilmente para comprar, encontrando-as no site da sua empresa. Os produtos chineses, em especial, têm dominado os mercados internacionais, inclusive o brasileiro. Mas é preciso estar atento às regras de importação.

Hands using mobile payments

4. Marketing digital e criação de conteúdo

Como falamos acima, a criação de conteúdo é uma técnica de marketing digital que auxilia os e-commerces, mas não só eles. Negócios de qualquer setor que estão na Internet através de sites, blogs ou mídias sociais podem atrair novos clientes, fortalecer seus laços com os clientes atuais e agregar valor à sua marca gerando conteúdo online.

Se uma empresa é do setor de autopeças, por exemplo, ela pode contratar um redator para escrever artigos sobre manutenção de veículos e disponibilizá-los em um blog. Quando as pessoas pesquisarem sobre esse assunto, ela vão chegar ao blog e conhecer a empresa.

Essa tendência mostra que existem outras formas de empreender na Internet além do comércio de produtos, que é o que muitas pessoas conhecem. Redatores e designs gráficos, por exemplo, podem abrir empresas para oferecer esse tipo de serviço na Web.

As demais atividades de marketing digital também estão em contínua expansão. Entre elas, está a gestão de mídias sociais, que consiste no planejamento e programação das postagens, acompanhamento dos comentários, levantamento de resultados, etc. Outro exemplo é a gestão de tráfego, que é a criação de estratégias para atrair usuários para um site ou mídia social.

INFOPRODUTOS – PENSANDO FORA DA CAIXA

5. Infoprodutos

Também relacionado à criação de conteúdo, mas abordando possibilidades mais amplas, o mercado de infoprodutos está ligado à criação e comercialização de produtos digitais. Existem uma diversidade de possibilidades, como por exemplo:

  • E-books: livros digitais.
  • Audiobooks: livros gravados em formato de áudio.
  • Cursos online: cursos sobre os mais variados temas e com diferentes durações em horas de aula.
  • Webnários: seminários online gravados e disponibilizados posteriormente para interessados.
  • Podcasts: programas em áudio sobre os mais diversos assuntos, com edições periódicas.
  • Aplicativos: não se trata da atividade de programação, típica da área de informática, mas do conteúdo disponibilizado por meio de aplicativos, com aulas guiadas de meditação, por exemplo.

A maioria dos infoprodutos está relacionado à informação. Eles saem bem mais baratos que a produção dos mesmos tipos de produto ou a aplicação dos mesmos tipos serviços de forma física, porque são feitos uma única vez e replicados indefinidamente sem custos adicionais. Também não há gastos com fretes ou estoque.

Uma das possibilidades é trabalhar como afiliado, que é quando você não produz, apenas vende infoprodutos de terceiros.

Coloque seu plano em prática!

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